sexta-feira, 22 de abril de 2016


Segunda vítima de queda da ciclovia era gari comunitário na Rocinha

A segunda vítima da queda do trecho de 20 metros da ciclovia Tim Maia, em São Conrado, Zona Sul do Rio, trabalhava como gari comunitário na Favela da Rocinha, segundo informações de moradores. Na manhã desta sexta-feira (22), parentes de Ronaldo Severino da Silva, 60 anos, estiveram no Instituto Médico Legal (IML), mas não deram entrevista. conforme informou o RJTV. Ronaldo Severino da Silva foi reconhecido pelas impressões digitais, segundo a Polícia Civil.

A outra vítima do acidente foi Eduardo Marinho de Albuquerque, 54 anos, cujo corpo foi reconhecido pelo cunhado João Ricardo Tinoco, logo após ter sido resgatado pelo Corpo de Bombeiros. O corpo de Eduardo será cremado na manhã deste sábado (23), no Memorial do Carmo, no Caju, Zona Portuária do Rio.

O acidente ocorreu no final da manhã desta quinta-feira (21). Na manhã desta sexta, os bombeiros retomaram as buscas por outras supostas vítimas do desabamento. A previsão é que os trabalhos continuem por três semanas.
De acordo com o comandante das Unidades de Salvamento Marítimo, Marcelo Pinheiro, os bombeiros trabalham com a hipótese de mais três supostas vítimas.

Inicialmente os bombeiros informaram que trabalhavam com a hipótese de apenas mais uma vítima. Segundo relatos de testemunhas, uma senhora que passava pelo local também teria caído no mar.

Em nota, os bombeiros informaram que militares de cinco unidades (Gávea, Grupamento de Busca e Salvamento, Grupamento Marítimo de Botafogo, Grupamento Marítimo de Copacabana e Grupamento de Operações Aéreas) participam da operação, e que são utilizadas lancha, aeronave e equipe terrestre nas buscas na superfície.
Eduardo Marinho Albuquerque, um dos mortos no desabamento, costumava caminhar na ciclovia. O corpo dele foi reconhecido pelo cunhado que foi ao local a pedido de Eliana Tinoco, viúva do engenheiro.

“Ele falou que ia chegar ao meio-dia em casa, aí a minha irmã, que é médica e estava indo operar, sentiu um aperto no coração e pediu para eu ligar e ele sempre corre naquela direção da Niemeyer, que é bonita. Ela me ligou e pediu uma ajuda. Como eu estava aqui pertinho, eu parei o carro e vim ver se era ele. Eu que vi pela primeira vez [o corpo]. Não ficou boa essa ciclovia, porque se logo no início já caiu. Realmente foi uma fatalidade horrível. Ele era corredor, sempre corria”, contou o cunhado.

G1 / PLANTÃO CAICÓ 

STF quebra sigilos bancário e fiscal do senador José Agripino Maia e do deputado Felipe Maia e familiares


O STF (Supremo Tribunal Federal) autorizou a quebra dos sigilos bancário e fiscal do presidente do DEM, senador José Agripino Maia (RN), do deputado Felipe Maia (DEM-RN), seu filho, e de mais 14 pessoas em inquérito que investiga um “complexo” esquema de corrupção e lavagem de dinheiro.

A decisão é do ministro Luís Roberto Barroso, que atendeu a pedido da Procuradoria-Geral da República. Além dos dois políticos e empresas ligadas a eles, a medida atinge ainda outros familiares do senador, assessores, como seu motorista e chefe de gabinete, e servidores públicos. Os sigilos serão afastados entre 2010 e 2015.

Agripino é alvo de um inquérito que apura se o parlamentar negociou o pagamento de propina da empreiteira OAS durante a construção da Arena das Dunas, estádio em Natal usado na Copa do Mundo de 2014.

Para a Procuradoria, há indícios de pagamento de propina ao senador, uma vez foram identificadas operações suspeitas de lavagem de dinheiro na época de campanhas eleitorais, em 2010 e 2014.

“Isso, igualmente, indica que os pedidos de doações eleitorais feitos pelo parlamentar à OAS, prontamente atendidos, podem constituir, na verdade, solicitações e repasses de propina, de forma dissimulada”, completa o procurador.

Relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) apontou depósitos fragmentados e movimentação atípica. Em outubro de 2010, por exemplo, foram efetuados, no caixa, seis depósitos em espécie no valor de R$ 9,9 mil cada, totalizando R$ 59,4 mil, além de outros 44 depósitos em envelope no caixa eletrônico, cada um com R$ 2,5 mil, totalizando R$ 110 mil.
Segundo o Coaf, tais operações sugerem “tentativa de burla dos mecanismos de controle e tentativa de ocultação da identidade do depositante.”

Ao STF, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou que as investigações revelam um “complexo esquema de recebimento de valores ilícitos para várias pessoas, mediante a utilização de diversas empresas, com a finalidade de ocultar a origem e o destino final dos recursos envolvidos”.

Segundo Janot, a quebra é essencial para “para desvendar as particularidades das estratégias de lavagem de dinheiro possivelmente adotadas pelo senador”.
A Procuradoria afirmou ao STF que informações prestadas pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), pelo Tribunal de Contas da União e pelo Tribunal de Contas do Rio Grande do Norte “evidenciam” que a obra do estádio, entre 2011 e 2014, passou por diversos entraves perante os órgãos de controle externo e o próprio agente público financiador, o que corrobora a suspeita de que o senador efetivamente atuou no sentido de agir nos bastidores para superar tais dificuldades, conforme diálogo por ele mantido com Léo Pinheiro, dono da OAS, diretamente interessado no assunto.


Em sua decisão, o ministro do STF afirmou que os elementos apresentados por Janot apontam “para a presença de indícios de condutas que, aparentemente, se subsumem à descrição de crimes de lavagem de dinheiro”.

“Há nos autos informações de operações financeiras realizadas pelo investigado que consubstanciariam indícios da prática de lavagem de dinheiro. Como explicitado pelo procurador-geral da República, estes elementos, aliados aos demais indícios coletados, recomendam o aprofundamento da investigação com o deferimento da medida requerida”.

OUTRO LADO
Em nota, o senador José Agripino afirmou que a quebra vai agilizar os esclarecimentos dos fatos. “As providências requeridas vão acelerar o processo de esclarecimento dos fatos investigados. Tenho certeza que tornarão clara a improcedência da acusação que me é feita, de conduta irregular na construção da Arena das Dunas”.
Folha Press / BG

Polícia apreende quase uma tonelada de "pó branco" em Mossoró

Agentes da Delegacia de Plantão de Mossoró, em conjunto com a Polícia Militar, apreenderam no início da noite desta quinta-feira (21), grande quantidade de drogas no bairro Rincão, na zona leste de Mossoró.

Essa é a maior apreensão de drogas da história do RN, superando até a apreensão de mais de 325 quilos de cocaína pura feita em fevereiro deste ano também em Mossoró.

Ao todo, foram quase mil quilos de pó branco, que a polícia acredita ser cocaína. A droga estava escondida em uma residência não habitada. Além da droga, munições calibre 12 também foram encontradas dentro da casa.
Mossoró Hoje / Plantão Caicó

Polícia prende indivíduos após furto em veículo no Centro de Caicó

Na noite desta quinta feira (22), por volta das 22h, dois homens arrombaram o veículo do empresário caicoense Marcelo de Paja.

Dois indivíduos arrombaram l veículo do comerciante e subtraíram vários objetos, foi então que o Empresário gritou e os mesmo fugiram em um veículos palio de cor cinza, a Polícia Militar rapidamente foi acionada e conseguiu prende os acusados no bairro Castelo Branco na zona leste de Caicó.

Foram presos os paraibanos Marcone de Lima, de 32 anos e o Alexandre Santanano Firmino, de 40 anos. O Alexandre tem mandado de prisão por quebrar o regime no semi - aberto da penitenciária Silvio Porto no estado da Paraíba.