sexta-feira, 5 de agosto de 2016


Sem autorização, presos do RN não embarcam para presídios federais

Os 21 presos do Rio Grande do Norte apontados como chefes de uma facção criminosa que reivindica os ataques ocorridos nos últimos dias no Rio Grande do Norte – que deveriam ser transferidos nesta sexta-feira (5) para os presídios federais de Catanduvas (PR), Campo Grande (MS) e Porto Velho (RO) – só embarcarão na manhã deste sábado (6).

A informação foi confirmada pela Secretaria Estadual de Justiça e da Cidadania (Sejuc). De acordo com o secretário Wallber Virgolino, sete detentos que seriam levados para o Paraná ainda não receberam autorização da Justiça. "O juiz de Catanduvas ainda não liberou", afirmou.
Detentos foram levados para o Itep para realização do exame de corpor de delito antes da transferência (Foto: Arthur Barbalho)
Detentos foram levados para exame de corpo de delito nesta sexta (Foto: Arthur Barbalho)
Sem a ordem, Virgolino acrescentou ao G1 que o voo que sairia nesta tarde do Aeroporto Internacional Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante, foi cancelado e os 21 presos serão levados de volta para a Penitenciária Estadual de Parnamirim, na Grande Natal. Segudo o governo potiguar, foi justamente a instalação de bloqueadores de celular na Penitenciária de Parnamirim que motivou os atentados.

Às 17h30, em novo contato com o G1, o secretário Wallber Vigolino informou que o juiz de Catanduvas havia autorizado o ingresso dos presos no presídio federal paranaense. "Mesmo assim, os presos só vão embarcar na manhã do sábado, porque ainda é preciso preparar o plano de voo. Achamos melhor deixar para quando o dia amanhecer", explicou.

Foto : Arthur Barbalho / G1-RN / Isaac Plantão Caicó 

'Pokémon Go' leva jogadores à caça em cemitérios e igrejas


A caça por pokémons tem feito os paulistanos chegarem a lugares inusitados: igrejas tornaram-se ginásios para batalhas e cemitérios viraram concentração de pokestops. Os administradores de alguns desses locais, no entanto, estão um pouco reticentes e pedem que os jogadores sejam educados e respeitosos.

A Igreja do Carmo, no centro de São Paulo, e a Igreja Pentecostal Deus é Amor, no Cambuci, são ginásios do aplicativo ‘Pokémon Go’, espécie de centros de treinamento dos mestres onde ocorrem batalhas entre as criaturas.

A equipe da sacristia da Igreja do Carmo garante que deve ficar mais atenta à movimentação dentro e ao redor a igreja nos próximos dias. “Não costumamos tirar ninguém da igreja. Se a pessoa estiver apenas mexendo no celular, tudo bem. Mas se chamar muito a atenção, temos que intervir para que não atrapalhe as missas ou orações”, diz Isabel Antunes, 59, auxiliar da sacristia.

Já as administrações dos cemitérios do Araçá e da Vila Mariana, por onde estão espalhadas diversas pokestops (paradas onde é possível encontrar novos pokémons para capturar ou comprar itens de jogo), preocupam-se com a realização de imagens e com a visita de grupos a noite.

“É proibido fazer fotos ou vídeos no cemitério, é necessário uma autorização do serviço funerário. Além disso, durante a noite a Guarda Civil Metropolitana faz a segurança do local”, explica Carlos David, 62 auxiliar de administração do Cemitério do Araçá.

G1 / Isaac Plantão Caicó

Abertura e encerramento custarão R$ 270 milhões ao Rio e Governo Federal


Ao todo, R$ 270 milhões serão gastos pelo governo federal e pelo Município do Rio para a realização das cerimônias de abertura e encerramento dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos. A informação foi dada pelo ministro e Casa Civil, Eliseu Padilha, em entrevista coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira (4), véspera da abertura da Olimpíada Rio 2016, no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), na Cidade Nova.

Sem a presença dos secretário de Estado de Segurança, José Mariano Beltrame, e do coordenador de Segurança de Operações da Cerimônia de Abertura dos Jogos, Felipe Seixas – que eram aguardados pela imprensa na coletiva – Padilha detalhou que o aporte para o Comitê Rio 2016 teve como objetivo garantir a realização das festas. O total foi dividido entre os governos municipal e federal.

De acordo com o ministro, na divisão, o Rio deu R$ 150 milhões e o governo federal os outros R$ 120 milhões.