O QUE O DIA DA SEMANA EM QUE VOCÊ NASCEU REVELA SOBRE SUA PERSONALIDADE:

O dia da semana em que você nasceu tem muito a dizer sobre sua personalidade.

Naturalmente, há sete dias da semana, e sete tipos diferentes de personalidades que servem a maioria.

Os dias da semana foram nomeados de acordo com planetas, e os deuses associados com esses planetas.

Todos mereceram um dia e todos têm suas personalidades individuais.

O que o dia da semana em que você nasceu tem a dizer sobre o seu tipo de personalidade?

o-que-o-dia-da-semana O Segredo - Jovem

1.Domingo

As pessoas que nasceram no domingo têm alguns dos traços de personalidade mais vibrantes possíveis. Essas pessoas tendem a gostar de seu espaço em seu tempo sozinho.

Elas também podem ficar facilmente frustradas e deixar as coisas inacabadas, às vezes. Normalmente, são bastante sensíveis e às vezes podem se importar com o que os outros dizem.

No entanto, têm a visão mais brilhante da vida, extremamente positiva, gostam de ajudar a sua comunidade e preferem sempre sorrir.

2.Sábado

Pessoas que nasceram em um sábado naturalmente são muito confiantes, mas às vezes podem apresentar-se como um esnobe para os outros.

Elas também podem ser um pouco negativas para alguém que pediu sua opinião sobre algo; São muito orgulhosas de sua aparência e realmente gostam de tomar o tempo para ficar bem. São inteligentes, confiáveis e cheias de responsabilidade.

3.Sexta-feira

Os filhos da sexta-feira têm alguns dos traços de personalidade mais criativos. Tendem a ser as pessoas mais sábias entre seus amigos, muitas vezes é dito que têm uma alma muito antiga, extremamente espiritual, e um incrível senso de intuição.

Entretanto, essas pessoas não lidam bem com contratempos e podem ficar obcecadas com decepções passadas.

4.Quinta-feira

Pessoas que nasceram às quintas-feiras têm alguns dos traços de personalidade mais admiráveis. Você é naturalmente carismático, além de ser um líder natural.

Você trabalha muito para cumprir seus objetivos, é na maior parte independente, extremamente otimista e dá às pessoas o máximo respeito, quando merecem. As pessoas são atraídas por você por ter um estilo de vida muito aventureiro.

5.Quarta-feira

Os nascidos em quartas-feiras são muito descontraídos, realmente amam o seu trabalho, bem como as pessoas com quem trabalham, são extremamente universais quando se trata de encontrar diferentes tipos de pessoas, e fazem muito bem o seu trabalho.

No entanto, têm dificuldade de organização.

6.Terça-feira

Pessoas que nasceram no terceiro dia da semana, terça-feira, têm alguns dos traços mais bem sucedidos à sua personalidade. Embora você seja sensível à crítica, tem grandes quantidades de energia que o levam a cumprir suas metas mais cedo ou mais tarde.

Você é extremamente bem sucedido em sua carreira, honesto, sabe diferenciar o certo do errado, e as pessoas não podem deixar de ser atraídas por você.

7.Segunda-feira

As pessoas que nasceram na segunda-feira têm alguns dos traços de personalidade mais amorosos. Você é familiar, muito criativo, mas gosta de manter essas ideias para si mesmo, e tendem a ser um negociador muito severo quando se trata de certificar-se de que todos são tratados igualmente.

Você é uma pessoa que se esforça para o sucesso e assume o papel de liderança quando necessário.

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Câncer vai matar 5,5 milhões de mulheres por ano até 2030

O câncer matará 5,5 milhões de mulheres no mundo por ano até 2030, o que representa 60% a mais que em 2012, consequência do aumento e do envelhecimento da população.

De acordo com um relatório da Sociedade Americana de Câncer divulgado no Congresso Mundial do Câncer, que acontece até quinta-feira em Paris, será essencial aumentar os esforços de educação e prevenção para lutar contra esta epidemia que matou 3,5 milhões de mulheres em 2012 em um total de 8 milhões de mortes por esta doença. A maioria das mortes aconteceu em países em desenvolvimento.

Mercadinho é assaltado na noite desta quarta-feira (02), na Cidade de Caicó

Por volta das 19:00h, desta quarta-feira  (02), foi registrado um assalto a mão armada no mercadinho do Aldenor no Bairro Soledade em Caicó.

Dois indivíduos  armados com armas de fogo chegaram ao local, renderam a esposa do proprietário e roubaram dois litros de bebida (Uisque e Campari) e fugiram com destino ignorado.

Os acusados provavelmente são menores de idade.

Neste momento viaturas da Polícia Militar estão em diligencias a procura da dupla de assaltantes.

O silêncio de Michael Schumacher


Depois de voar 10 metros e aterrissar de cabeça numa pedra assim que perdeu o controle dos esquis nos Alpes franceses, naquele trágico 29 de dezembro de 2013, Michael Schumacher, o heptacampeão mundial de Fórmula 1, mergulhou num profundo silêncio — e sumiu dos olhos do mundo. Sua imagem pública começou a esvanecer-se naquele domingo mesmo, quando o neurocirurgião Stephan Chabardès se preparava para o último dia de trabalho antes das férias. O plantão começara às 8 horas. Depois da primeira cirurgia da manhã, por volta das 10h30, Chabardès estava em sua sala pondo a correspondência em dia quando foi interrompido por um residente. “Um paciente em estado grave acaba de chegar ao hospital e provavelmente terá de ser operado com urgência”, contou o jovem médico, sem revelar a identidade do acidentado. O dr. Chabardès continuou lendo seu correio. Um pouco depois, o mesmo residente retornou e perguntou a Chabardès se ele poderia ir até a sala onde o exame acabara de ser feito, para dar seu parecer. “Só quando cheguei à sala vi que era Michael Schumacher”, disse Chabardès a VEJA.

A queda, ainda que Schumacher usasse capacete, provocara um traumatismo craniano grave. Seu cérebro estava tomado por hematomas e edemas difusos. O ex-piloto se encontrava entre a vida e a morte e precisava passar por uma cirurgia o mais rápido possível. Chabardès operou-o. O médico só voltou para casa tarde da noite, para avisar à mulher e aos filhos que não poderia sair de férias no dia seguinte. A família de Schumacher decidira convocar uma coletiva de imprensa na segunda-feira de manhã para satisfazer a curiosidade mundial. A central telefônica do hospital havia entrado em colapso por causa do volume de chamadas de repórteres e fãs ávidos por notícias. O estado de Michael precisava ser esclarecido. O piloto estava pior do que se dizia. Na entrevista, informou-se que o impacto ocorrera no lado direito da cabeça, que a cirurgia tentara eliminar o hematoma, mas haviam sido encontradas lesões bilaterais e o alemão estava em coma induzido. Ficaria seis meses em coma.

E nunca mais o mundo saberia exatamente como estava Schumacher, em razão de uma espetacular muralha de silêncio construída em torno do piloto — a começar pelo lugar em que vive. Não poderia haver local mais adequado para garantir sua privacidade. Quando o vento do sul atravessa os Alpes, na fronteira entre a Suíça e a França, sua força forma ondas no Lago Léman que quebram numa pequena praia particular da cidade de Gland. Pela janela de seu quarto, Schumacher talvez possa ouvir o som do vai e vem das águas e do choque das embarcações ancoradas no píer em frente à casa. É lá que vive o ex-piloto, nesse castelo no estilo Floresta Negra que ele próprio mandou erguer no terreno de mais de 14 hectares na calma cidade suíça de 13 000 habitantes. Desde então, o lugar se tornou a fortaleza impenetrável onde ele, a família e poucos amigos escondem do mundo as sequelas da tragédia.

La Réserve, como é chamada a área onde se situa a propriedade, já pertenceu a um primo do imperador Napoleão III e durante a II Guerra Mundial foi um dos locais mais protegidos da Suíça. O país neutro, por precaução, mandou construir bunkers ao longo de sua fronteira. Além disso, uma linha de blocos de concreto conhecida como “Toblerone” — uma alusão ao famoso chocolate — atravessava todo o flanco oeste da propriedade para defender o território nacional de uma eventual invasão de tanques. Na estrada que leva até a casa de Schumacher, ainda hoje é possível ver no asfalto os locais onde explosivos eram colocados para mandar pelos ares a ligação entre Genebra e Lausanne, se necessário.

Antes de se aposentar definitivamente das pistas, em 2012, Schumacher, hoje com 47 anos, escolheu Gland para construir seu paraíso particular, onde ele — sempre obcecado por proteger sua vida privada — poderia viver longe do assédio da imprensa e dos fãs. As isenções fiscais da Suíça também contaram, é claro, mas Schumi evitou fazer como a maioria dos pilotos de Fórmula 1, que escolhe viver em Monte Carlo, um paraíso fiscal mais adequado ao estilo ostentação da categoria. Quando ele sofreu o acidente na estação de esqui de Méribel, nos Alpes Franceses, a discrição dos vizinhos suíços — implacável e incontornável — tornou-se ainda mais necessária para garantir a paz que a família Schumacher buscava em Gland. Desde o acidente, a imprensa internacional tentou de tudo para descobrir o real estado de saúde do ex-piloto. Durante um tempo, paparazzi armados com teleobjetivas ancoraram barcos alugados no Lago Léman na esperança de capturar alguma imagem dele. Drones e helicópteros foram usados, em vão. Até hoje, as câmeras de segurança instaladas entre as árvores vez ou outra flagram alguém tentando entrar no terreno dos Schumacher.

Na manhã do dia do acidente, o telefone de Sabine Kehm tocou. Do outro lado da linha, um jornalista francês queria confirmar a informação e saber mais detalhes sobre o estado de Schumacher. A empresária e porta-voz do recordista de títulos na F1 estava na casa dos pais, no interior da Alemanha, passando as festas de fim de ano. Ela não sabia de nada. Quando conseguiu se livrar do repórter, telefonou para Schumacher, mas ninguém atendeu. Sabine, que trabalha com Schumi desde 1999, achou isso normal. Afinal, seu chefe estava de férias. “Como eu tinha visto muitos acidentes durante a carreira dele, pensei: ‘O.k., talvez ele tenha tido um acidente, mas não deve ser tão grave’. Pensei que ele terminaria vendo que eu havia tentado falar com ele e me ligaria de volta”, conta Sabine. Schumacher nunca retornaria o telefonema. Sabine chegou no dia seguinte a Grenoble, para cujo hospital o ex-piloto fora levado. Quando o viu deitado, inconsciente e ligado a aparelhos, deu-­se conta da gravidade do ocorrido. Chorou abraçada à mulher de Schumacher, Corinna, e a seus filhos, Mick e Gina Maria. Quase três anos depois, em entrevista a VEJA, ela ainda se emo­ciona ao lembrar a cena.

No hospital em Grenoble, após enxugar as lágrimas, Sabine se recompôs e vestiu novamente a camisa de porta-­voz do ex-piloto. Era preciso organizar e filtrar as informações sobre Schumacher. O interesse da imprensa era justificado. O alemão é um dos maiores ídolos do automobilismo. Mas houve excessos que entristeceram a família. Sua morte chegou a ser anunciada por alguns veículos. Por isso, cada vez que algo de novo é publicado sobre ele, entra em ação o clã Schumacher, formado por sua família e um reduzido grupo de amigos. Eles desmentem e processam os responsáveis pelos rumores. O último comunicado oficial sobre a saúde do ex-piloto data de setembro de 2014, quando ele foi levado de um hospital em Lausanne para casa. Sua condição havia “progredido”, mas ainda faltava um “longo caminho a percorrer” para a recuperação. Três meses antes, em junho daquele ano, ele saíra do coma, o que permitiu que fosse transferido de Grenoble para Lausanne.

Hoje, a única certeza que se tem a respeito de Schumacher é que ele não consegue caminhar sozinho nem com ajuda. A informação foi dada no mês passado pelo advogado da família em Hamburgo, na Alemanha, em audiência do processo que os Schumacher estão movendo contra a revista Bunte, que publicou que o heptacampeão estaria andando e erguendo o braço. “Os que falam não conhecem a situação e os que conhecem não falarão nada”, disse a VEJA Jean Todt, ex-­chefe de Schumacher na Ferrari e um dos amigos mais próximos do campeão. O mantra é repetido por Sabine e pelo médico francês Gérard Sail­lant. Os três visitam o ex-piloto regularmente e são sua face pública desde o acidente em Méribel. “Felizmente, Schumacher não está morto, mas sua vida e a de sua família mudaram. Ele é bastante reservado, e nós consideramos que sua vida privada deve ser respeitada. Schumacher não é mais um personagem público”, diz Todt. “Ele é fechado, sim. Mas quando se é próximo dele é uma companhia agradável e demonstra uma amizade da qual nunca tive do que reclamar”, diz Felipe Massa, seu companheiro na Ferrari em 2006.

A saúde financeira de Schumacher também foi alvo de especulação da imprensa mundial. Em julho de 2014, o tabloide inglês The Mirror informou que Corinna pusera à venda o reluzente jato Falcon 2000 EX cinza, matrícula M-IKEL. O valor seria de 20 milhões de euros e serviria para pagar as despesas com o tratamento do marido. Talvez seja mais correto deduzir que o jato foi vendido pelo simples fato de que não é mais usado. Schumacher é um homem rico. A empresa especializada em grandes fortunas Wealth-X estima que o alemão tenha amealhado cerca de 800 milhões de dólares ao longo da carreira. O valor coloca o ex-­piloto de F1 na segunda posição entre os atletas mais bem pagos de todos os tempos, atrás apenas do golfista americano Tiger Woods. Mesmo com a perda de vários contratos, Schumacher ainda recebe patrocínio da Mercedes-Benz, por exemplo.

Na saúde e no dinheiro, o clã mantém-se discreto. “Quando conhecemos o lado ostentação da F1, dos pilotos com suas namoradinhas, é impressionante ver a atenção que Schumacher dá e sempre deu, mesmo antes do acidente, ao núcleo familiar”, disse a VEJA o ortopedista Gérard Saillant, uma das raras pessoas, além da mulher, dos filhos e de seletos funcionários, que frequentam a casa na La Réserve. (Saillant é o médico a cuja habilidade o Brasil deve a conquista da Copa do Mundo de 2002. Foi ele quem operou o joelho de Ronaldo Fenômeno dois anos antes. O atacante lhe dedicou os dois gols que marcou na final contra os alemães.)

Saillant foi apresentado a Schumacher por Todt. Há cerca de dez anos tornaram-se mais íntimos, quando o médico e o dirigente buscavam fundos para a criação de um instituto dedicado ao estudo do cérebro e da medula. Schumacher foi um dos primeiros a contribuir com dinheiro e como garoto-propaganda, aceitando um papel de corredor de bigas em Astérix nos Jogos Olímpicos — no filme, as tribunas do estádio onde se dá a disputa estão cobertas com banners onde se lê ICM, a sigla do instituto, em números romanos. Até hoje, o ex-piloto é seu segundo maior doador privado. Com os olhos voltados para o chão, Saillant reconhece que é uma ironia que o amigo que ajudou a fundar o ICM enfrente agora as sequelas de um traumatismo craniano.

Muitos torcedores brasileiros não simpatizam com Schumacher, pois acham que ele reagiu friamente à morte de Ayrton Senna nas pistas, em 1994, e ainda se beneficiou da tragédia para vencer o campeonato naquele ano. O alemão, afinal, nem sequer foi ao enterro. Sabine Kehm conta uma história diferente. “Michael sempre admirou muito Senna. Ele me disse que ficou devastado com sua morte, mas não queria chorar em público apenas para aparecer na imprensa.” No ano seguinte, longe dos holofotes, Schumacher e Corinna foram ao Cemitério do Morumbi, em São Paulo. De pé, com a cabeça baixa diante do túmulo de Senna, o alemão que caiu em prantos quando igualou o recorde de vitórias do brasileiro prestou sua homenagem particular. Em silêncio, em privado, como sempre guiou sua vida — antes e depois do acidente que o condenou a uma reclusa e misteriosa existência à beira de um lago suíço.

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Arquivado em:Esporte / Veja.com

Quanto ganham os principais apresentadores da TV com o merchandising?


Você sabe quanto ganham os pastores das igrejas evangélicas? Aqui no site da Fatos Desconhecidos, nós já exibimos para você o salário deles.

De acordo com o portal G1, “as ações de merchandising são aquelas ocorrências, mais comuns em programas de TV (como novelas) ou filmes, do uso ou citação do produto de determinada marca durante as cenas, sem que a propaganda seja “oficializada” ao público.

Ou seja, a divulgação não é feita no intervalo exclusivo para a propaganda, e sim durante e exibição do programa.”

Ele é fonte de renda a mais para muitos apresentadores de televisão. Confira alguns deles e o quanto eles faturam:

Catia Fonseca – Programa Mulheres

Já a apresentadora Catia Fonseca, do programa Mulheres, também fatura uma grana bem alta. De acordo com o monitoramento do Notícias da TV, “já o Mulheres, com quase quatro horas de duração, distribuiu melhor seus merchans. Na média, dá um a cada dez minutos, que ocupam uma hora de programa por dia.

Por apresentar uma atração de uma emissora regional e de audiência menor, Catia Fonseca tem rendimentos, digamos, mais modestos. Ela cobra de R$ 300 a R$ 500 de cachê por ação, dependendo da negociação e do volume. Seus testemunhais rendem pelo menos R$ 30 mil por semana _ou R$ 120 mil por mês.”

Sônia Abrão – Programa A Tarde é Sua

De acordo com Daniel Castro, no portal UOL, a apresentadora do A Tarde É Sua, da Rede TV, Sõnia Abrão, interrompe uma fofoca e faz dois merchandising em seguida. Segundo o portal, Cada vez que levanta de sua cadeira para “falar de coisa boa”, como ela se refere aos merchandisings, Sonia fatura entre R$ 1.000 e R$ 2.000, segundo uma fonte na RedeTV!. No final do dia, embolsa pelo menos R$ 20 mil (ou R$ 10 mil por hora). A cada semana, engorda a conta bancária em R$ 100 mil.”

Rodrigo Faro – Programa Hora do Faro

O apresentador Rodrigo Faro é responsável por um dos melhores faturamentos da Rede Record. De acordo com o portal, “só de merchandising, ele ganha R$ 1,5 milhão mensais, o que o coloca também entre os apresentadores que mais recebem com essa modalidade de receita publicitária.

Na fila para anunciar no Hora do Faro, estão uma grande confecção e empresas concorrentes dos patrocinadores atuais. Com até 50 ações de merchandising por mês, a atração rende R$ 6 milhões mensais à Record, sem contar os anúncios nos intervalos, de acordo com o próprio apresentador. Ao lado de Os Dez Mandamentos, Jornal da Record, Domingo Espetacular e Hoje em Dia, é um dos maiores faturamentos da emissora. E também um dos mais rentáveis, porque custa menos.

Fausto Silva – Programa Domingão do Faustão

De acordo com o portal ig, ” Faustão é um dos maiores arrecadadores de publicidade da emissora. Para se ter uma ideia, um anúncio no “Domingão do Faustão” pode custar mais caro que uma propaganda veiculada nas novelas das casa, inclusive “Avenida Brasil”.

Para se ter uma ideia, uma break de 30 segundos no dominical custa cerca de R$ 250 mil. Se o comercial for exibido dentro do “Domingão” e chamado pelo apresentador, o valor sobe para R$ 550 mil. Já um testemunhal – quando ele próprio faz a propaganda de cabo a rabo – custa a bagatela de R$ 630 mil. No caso de merchandising, o valor pode chegar até a R$ 1 milhão.

O que você achou dos valores que estes apresentadores ganham? Mande seu comentário para gente!

Após 63 anos na cadeia, preso recusa liberdade nos EUA

© Fornecido por New adVentures, Lda.

Uma história curiosa aconteceu aconteceu na Filadélfia, Estados Unidos. Assim como o personagem Brooks, do filme 'Um Sonho de Liberdade' (1994), um prisioneiro de 79 anos optou por não deixar a prisão após passar 63 anos nela.

Joseph Ligon foi preso aos 15 anos, acusado de ter matado dois homens em 1953 na cidade que fica no estado americano da Pensilvânia. De acordo com o jornal inglês Independent, Ligon recusou a liberdade condicional, mesmo a justiça tendo concedido a possibilidade.

De acordo com uma das juízas, "não faz sentido mantê-lo na prisão". No filme, o personagem Brooks tenta matar o homem quando recebe a condicional para continuar preso. Ele depois acaba solto, mas não resiste à vida do lado de fora.

Servidores e acompanhantes ficam sem almoço no maior hospital do RN


Direção do Walfredo Gurgel suspendeu refeição nesta terça-feira (1º). Secretaria admite dívida com empresa que fornece alimentos ao hospital.

Servidores e acompanhantes de pacientes internados no Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, em Natal, não receberam refeições no horário do almoço nesta terça-feira (1º). De acordo com a assessoria de comunicação do Walfredo, que é a maior unidade pública de saúde do Rio Grande do Norte, a medida foi necessária porque o Governo do Estado não fez o pagamento à empresa terceirizada que fornece alimentação para a unidade.

Segundo a assessoria do hospital, ao todo são servidas 3.200 refeições aos servidores, funcionários e internos diariamente. Com o corte na alimentação dos servidores e acompanhantes, o número diário de refeições deve cair para 1.750 - distribuídas apenas para os pacientes.

Apesar do corte durante o almoço, a direção do hospital informou que as refeições voltarão a ser oferecidas ainda no jantar desta terça. No entanto, a oferta das refeições vai ser analisada a cada dia de acordo com a disponibilidade dos alimentos.

De acordo com a assessoria de comunicação da Secretaria de Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap) confirmou que o pagamento da empresa está em atraso, mas não informou o valor da dívida e nem uma data para que o pagamento seja feito.

Veja como ficou o menino que fumava 40 cigarros por dia

Este menino que segura um cigarro enquanto mantém suas mãos sobre o volante de um caminhão parece uma paródia de um motorista da idade média. No entanto, é uma criança de verdade e o que se esconde por trás desta imagem muito, muito preocupante. O cigarro que se pode ver na mão da criança não é um brinquedo, chocolate, nem qualquer outra imitação. Trata-se de um cigarro de verdade e de um menino fumante de verdade.

Ardi Rizal é um menino nascido numa pequena cidade nas Filipinas e que ficou conhecido devido ao seu grande vício em cigarros desde 2010 quando o mesmo chegava a 40 cigarros diários.

Recebeu seu primeiro cigarro aos 18 meses por seu pai e nem ele nem ninguém poderia prever o calvário que se formaria na família inteira devido ao vício de Ardi.

A medida com que a notícia se espalhou, o menino passou a ser assunto de muitas associações que lutam pelos direitos da criança. O governo também se interessou por Ardi e, de repente, se enxergou um sério problema presente naquela região que até então não era tratado à altura. Infelizmente, nas Filipinas é frequente a existência de menores que fumam.

Segundo os dados da Agência Central de Estatísticas, 25% das crianças entre 3 e 15 anos daquela região fazem uso do cigarro, dos quais 3,2% são fumantes ativos. O caso de Ardi é um caso extremo, mas que mostra um problema geral da população daquela área.

Depois de alguns anos e muito esforço pela parte da mãe de Ardi e até mesmo do governo (que prometeu comprar um carro para a família se Ardi parasse de fumar), o menino conseguiu deixar de fumar, mas não sem consequências.

Com o passar do tempo, Ardi conseguiu vencer seu hábito horrível, mas ainda não estava livre do vício. O menino vagou de uma dependência para outra igualmente perigosa: comidas gordurosas. Ardi passou por sessões de terapia para tratar sua dependência de fumar 40 cigarros por dia para levar a vida de uma criança normal.

Durante sua reabilitação, psiquiatras aconselharam a mãe de Ardi a deixá-lo ocupado com vários jogos e entretenimentos para manter sua mente distante das ideias de fumar ou comer.

“Muitas pessoas lhe ofereciam cigarros, mas Ardi dizia não”, disse sua mãe. “Ardi disse que gosta de seu terapeuta e que ficaria muito triste em voltar a fumar e se machucar novamente”.

Mas, felizmente, Ardi se mostrou uma criança com muita força de vontade. Com o passar do tempo, também conseguiu vencer a vontade de comer alimentos gordurosos. Agora é uma pessoa livre dos cigarros, que se alimenta de forma saudável e os resultados são claramente visíveis na fotografia abaixo. Agora ele está mais feliz e mais saudável do que nunca.

Jô Soares não vai receber salário para trabalhar no SBT

Jô Soares pode voltar ao SBT Rogerio Lorenzoni/Divulgação/TV Globo

A possível ida de Jô Soares para o SBT tem uma peculiaridade. O contrato que o apresentador poderá fechar com a emissora não prevê pagamento de salário.

Segundo a coluna de Leo Dias, do jornal O Dia, Jô deve ser remunerado apenas com parte do merchadising que atrair para o programa.

Esse modelo de contratação já é utilizado pelo SBT com Eliana e Ratinho. Ambos são como sócios de Silvio Santos no canal.

Apesar desta especulação do colunista, Jô Soares negou na semana passada que vá para o SBT. Disse não haver a menor possibilidade de isso acontecer. O contrato de Jô com a Globo termina este ano e a emissora decidiu não renovar.

O apresentador estreou como entrevistador justamente na emissora paulista, em 1988. Ele permaneceu por lá durante 11 anos. Em 2000, o talk show do humorista foi transferido para a Globo, canal em que havia trabalhado durante anos, principalmente como humorista.