quinta-feira, 5 de janeiro de 2017


Sucessor do Orkut já conta com mais de 200 mil brasileiros


A rede social hello, fundada por Orkut Büyükkökten, está seguindo os passos do Orkut, que chegou a ter mais de 300 milhões de usuários e 40 milhões de brasileiros. De acordo com dados da rede social, mais de 200 mil usuários brasileiros já baixaram o aplicativo para Android e iOS.

Segundo a rede social, os usuários brasileiros não são apenas numeroso, mas também engajados. Eles são responsáveis por mais de 40% das interações e das postagens feitas na rede, e os que passaram do nível 5 ficam mais de 400 minutos (seis horas e 40 minutos) por mês nela.

Um pouco disso talvez possa ser atribuído à maneira como a rede social funciona. Durante o teste que o Olhar Digital fez dela, percebemos que qualquer interação aumenta as chanes de subir de nível, o que faz com que o nível de interação no hello seja feroz. Os estados brasileiros que mais contribuíram para esses resultados da rede foram São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Além do Brasil, o app também está disponível em outros 13 países, como EUA, Nova Zelândia, França e Austrália. O próprio Orkut Büyükkökten se manifestou sobre a aceitação que seu novo projeto teve por aqui. "Tem sido gratificante observar a recepção pela hello no Brasil", disse.

Em 2017, a hello pretende melhorar a interface do aplicativo e expandir seu funcionamento para novos países, como Alemanha e Índia. Outro plano da rede social é inaugurar a versão web da rede social, conforme seu próprio fundador revelou ao Olhar Digital em agosto do ano passado.

Moto tomada de assalto no Centro de Caicó

Por volta das 20h10min desta quinta-feira  (05), foi registrado um assalto a mão armada na Rua do Calçadão, no centro de Caicó.


Dois indivíduos armados tomaram uma moto de assalto  próximo a panificadora do Bebeto no calcadão, centro de Caicó.


Os indivíduos chegaram  no local em outra moto, levou da vítima uma moto Honda Titan, 150 CC, na cor branca, com final de placa 3018.

Polícia Indentifica responsável por mortes no presídio de Patos


Os três acusados serão transferidos para o PB1 (Foto: Patosonline)

A polícia apontou três detentos como responsáveis pelos assassinatos de dois detentos (Darlan Alves dos Santos e Maílson dos Santos Nunes) e ferimentos em dois (Felipe Alves dos Santos e Danilo Silva Gomes), durante rebelião ontem no interior do presídio de Segurança Máxima Romero Nóbrega, em Patos.

Darlan Alves dos Santos foi preso em janeiro de 2011, acusado de tráfico de drogas. Já Maelson dos Santos, estava no presídio deste agosto de 2015, acusado de assassinar um jovem no bairro do Mutirão, naquela cidade sertaneja.

De acordo com o delegado de Homicídios e Entorpecentes de Patos, Diego Beltrão os suspeitos são Aluísio Lopes Ferreira, vulgo “Aluísio dos Veados”, José Valdeir Cândido Rodrigues (Gordo), e Marcos André dos Santos Feitosa Filho.

Fundador de facção no Amazonas também é líder do 'Sindicato do RN'


Um dos traficantes fundadores da Família do Norte, facção que realizou o massacre dentro do Complexo Penitenciário Anísio Jobim – em Manaus – no início desta semana, é também líder do Sindicato do RN, a associação criminosa potiguar responsável pelos ataques ocorridos no ano passado em diferentes cidades do estado. A informação é da Justiça Estadual.

Trata-se de Gelson Lima Carnaúba, que está detido no Paraná, mas já ficou encarcerado em Alcaçuz por quase um mês, em 2015.

De acordo com uma expedição de ofício que consta no site do Tribunal de Justiça do RN, em outubro do ano passado foi solicitado o retorno de Carnaúba para o Rio Grande do Norte. Ele está preso na Penitenciária Federal de Catanduvas (PR), e o período para a reclusão na unidade federal teria acabado.

Segundo explicou o juiz da vara de Execuções Penais de Natal, Henrique Baltazar, a permanência em presídio federal tem limite de um ano, renovável por mais um. Ao se deparar com a determinação, a juíza Maria Nivalda Neco Torquato Lopes argumentou que o criminoso não poderia voltar para o estado, visto que é um dos líderes da facção Sindicato do RN, e o sistema penitenciário potiguar vive momento difícil, com recorrentes fugas e fragilidade em suas unidades carcerárias.

“Cabe destacar que o reeducando é apontado como um dos líderes do Sindicato do RN, facção criminosa que atua atualmente no Estado do Rio Grande do Norte, segregando presos em unidades prisionais, executando membros rivais das facções, e comandado crimes dentro e fora do sistema prisional”, diz a magistrada no processo.

A juíza argumentou ainda que o retorno de Gelson Carnaúba ao RN facilitaria a comunicação entre as organizações criminosas, por conta de sua relação com as facções, e pede que a Justiça Federal aceite a renovação do período de permanência.

Gelson Carnaúba, ou Mano G, estava foragido do sistema penitenciário amazonense quando foi preso no Aeroporto Internacional Aluízio Alves, em janeiro 2015. Acompanhado de Francinaldo dos Santos Silva, que é conhecido o “Cinta Larga”, Carnaúba portava documentos falsos.

Ele foi detido pela Polícia Federal e encaminhado à Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta, onde permaneceu por quase um mês. Depois disso, a pedido da PF, Carnaúba foi transferido para a Penitenciária Federal de Mossoró, por ser considerado um detento de alta periculosidade.

Em julho do mesmo ano foi levado para o Presídio Federal de Catanduvas, no Paraná. Meses mais tarde, em novembro de 2015, a Polícia Federal deflagrou no Amazonas a Operação La Muralla, com o objetivo de desarticular uma facção transnacional especializada no tráfico internacional de drogas: a Família do Norte – FDN.

Nesta ocasião, foi expedido um mandado de prisão para Gelson Carnaúba, apontado como um dos cabeças da facção. O mandado foi endereçado ao Rio Grande do Norte, pois a Justiça do Amazonas ainda não sabia da transferência do traficante para o estado paranaense.

Segundo o inquérito da PF que investigou a atuação da FDN, ao qual o NOVO teve acesso, a organização criminosa tentou negociar o retorno de Mano G para Manaus quando ele ainda estava em Mossoró, através de um esquema de corrupção que envolvia um desembargador, um juiz e um delegado de polícia.

A Polícia Federal afirma no documento que as apurações apontam para um acordo de pagamento de R$ 150 mil para as autoridades e mais R$ 50 mil para os dois advogados (um homem e uma mulher) que intermediariam o esquema. Estes seriam os “advogados oficiais da facção”, ainda segundo o inquérito da PF.

Considerado um dos criminosos mais perigosos do país, Carnaúba segue detido na carceragem federal paranaense. O NOVO procurou alguns promotores do MP/RN para saber mais informações sobre a atuação de Gelson no RN, contudo não obteve resposta. Junto à PF do RN, a reportagem tentou contato e as ligações não foram atendidas pela assessoria de comunicação.

Advogada do Sindicato do RN atua na defesa de Mano G

O site de consultas processuais da Justiça Estadual indica que há dois processos contra Gelson Lima Carnaúba tramitando no RN. Um deles trata de um homicídio simples, pelo qual Mano G é acusado de ser o autor.

No outro, ainda em trâmite na segunda instância, trata da acusação de falsidade ideológica. Este é o processo resultado da prisão de Gelson no Aeroporto Internacional Aluízio Alves, em janeiro de 2015.

O sistema informacional do TJ informa que a advogada de Gelson Carnaúba para ambas as causas é Paloma Gurgel de Oliveira Cerqueira. Foi ela também que impetrou, em abril de 2016, um habeas corpus em favor do cliente líder da Família do Norte.

Paloma Gurgel foi citada na Operação Medellín, deflagrada em setembro pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte. De acordo com as investigações do MP, a advogada integrava um dos núcleos criminosos do Sindicato do RN desarticulados durante a ação.

Este grupo seria liderado, segundo o MP, por João Maria Santos de Oliveira, o João Mago, preso em agosto do ano passado no condomínio Parque Morumbi, em Parnamirim. Na ocasião ele portava R$ 300 mil em dinheiro, além de droga e diversos aparelhos celulares.

Ainda segundo as investigações do Ministério Público do RN, há indícios de que Paloma Gurgel infringiu normas penais, ultrapassando a função de advogada e “passou a atuar no sentido oposto do que determina o Código de Ética da OAB”.

Ela, inclusive, foi alvo de um atentado ocorrido em dezembro de 2015. Na ocasião, a advogada foi atingida por três disparos de arma de fogo.O atentado aconteceu no cruzamento das avenidas das Alagoas e Ayrton Senna, no bairro de Neópolis, na Zona Sul de Natal. Dois homens em uma motocicleta dispararam contra Paloma Gurgel, que chegou a ser hospitalizada, porém se recuperou bem dos ferimentos.

Família do Norte

O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, afirmou ontem que as autoridades do Amazonas sabiam que detentos do Complexo Penitenciário Anísio Jobim planejavam uma fuga entre o Natal e o Ano Novo.

Moraes disse que, por conta disso, a Secretaria de Segurança estadual reforçou o monitoramento na unidade. Além da rebelião, que resultou na morte de 60 detentos, houve também a fuga de quase 200 presos da penitenciária no mesmo período.

O massacre no Complexo Penitenciário em Manaus é mais um capítulo da disputa de poder entre as maiores facções criminosas do Brasil, o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), e revela como o tráfico transnacional de drogas transformou-se em uma atividade organizada por facções.

Responsável pelas mortes, a Família do Norte (FDN) é um dos grupos que surgiram nos estados para conter o PCC. A FDN é apontada pela PF como a terceira maior organização criminosa do país.

A Família é resultado da união de dois grandes traficantes: Gelson Lima Carnaúba, o Mano G, e José Roberto Fernandes Barbosa, o Pertuba. Segundo a PF, após passarem uma temporada cumprindo pena em presídios federais, os dois retornaram para Manaus, em 2006, determinados a se estruturarem como uma facção criminosa.

O resultado é o grupo que foi alvo da operação La Muralla, em 2015, flagrado movimentando milhões por mês com o domínio da “rota Solimões”, usada para escoar a cocaína produzida na Bolívia e no Peru por meio dos rios da região amazônica.

Embora seja aliada do CV, a FDN nunca aceitou ser subordinada a nenhuma outra organização. No inquérito que deu origem à La Muralla, os investigadores perceberam que o PCC estava “batizando” criminosos amazonenses de modo a aumentar a presença no Estado. Essa ação desagradou a FDN, que ordenou a morte de três traficantes ligados à facção paulista.

À época, CV e PCC eram aliados e mantinham negócios juntos, e a FDN estava fragilizada pela Operação La Muralla. Cerca de um ano após iniciar a perseguição ao PCC, e agora com o apoio do CV, a FDN pôs em prática o plano de acabar com a facção paulista no Amazonas.

O Sindicato do RN é uma facção potiguar que atua no tráfico de entorpecentes e em crimes ligados a essa prática criminosa, como assaltos e assassinatos. Com atuação no Rio Grande do Norte, nas terras potiguares o Sindicato também se opõe ao PCC na disputa por espaço na comercialização de entorpecentes.

O Natalense / Plantão Caicó 

Batata é recebido por Robinson Faria


Terminou agora a pouco a reunião entre o governador Robinson Faria (PSD) e o prefeito de Caicó Robson Araújo que foi solicitar melhorias para o município de Caicó. Um dos assuntos discutidos foi sobre a segurança do município onde ele solicitou novas viaturas para a Polícia Militar, mais vagas para o Seridó no edital do concurso da PM, convênio com o DETRAN para que a Polícia Rodoviária Estadual volte a atuar em Caicó e a municipalização do trânsito

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Urgente : Duplo homicídio entre as Cidades de Jardim de Piranhas e Brejo do Cruz

Nas primeiras horas desta quinta-feira  (05), foi registrado um duplo homicídio em uma fazenda entre os municípios de Jardim de Piranhas e Brejo do Cruz na Paraíba.

Informações que uma das vítimas é natural da Cidade de Timbaúba dos Batistas.


As pessoas assassinadas são moradores do sitiogurte de seu Manoel Gonçalves.

Os corpos foram removidos para o IML de Patos-PB,.devido o local já fazer parte do Estado da Paraiba.

A Polícia Civil de Brejo do Cruz assumirá as investigações do caso, não conseguimos a intensificação das vítimas. 

Kombis ainda aguardam interessados em pagar R$ 85 mil pela 'Last Edition'





Dezenas de Kombis da última série ainda estão estocadas na Volkswagen, à espera de interessados em pagar até R$ 85 mil pela perua que parou de ser fabricada no dia 20 de dezembro do ano passado, após 56 anos de sucesso no mercado brasileiro.

O fotógrafo Márcio Fernandes flagrou o estoque que sobrou da Kombi no pátio da montadora em São Bernardo do Campo. As fotos feitas durante um voo de helicóptero mostram o pátio repleto de veículos e algumas dezenas de Kombis.

Procurada, a Volkswagen informou que ‘ainda restam poucas unidades’ no estoque. Parte das peruas estacionadas em São Bernardo seria de vendas já fechadas com compradores do exterior ainda não embarcadas. Há um mês, o número oficial de sobras da Kombi era de 300 unidades.

As Kombis do estoque são da edição de despedida, a “Last Edition”, nas cores branca e azul e com placa em bronze com a numeração da edição. Foram produzidas 1,2 mil unidades da última série, vendidas por R$ 85 mil. A Volkswagen informou que também restam unidades disponíveis do modelo básico (standart), que podem ser adquiridas nas concessionárias por preços que variam de R$ 47,5 mil a R$ 50,9 mil.

Bandidos fortemente armados explodem BANCO DO BRASIL e BRADESCO simultaneamente no Município de Baraúnas/RN

Parecia uma ação de guerra quando os bandidos chegaram em Baraúnas, afirma uma morador que não quis identificar-se.

Bandidos explodiram os dois Bancos, dispararam contra o destacamento da Polícia, jogaram grampos nas rodovias de acesso ao Município e dispararam contra veículos da Polícia. Cenas de desespero para os moradores.

Na cidade apenas (02) dois policiais estavam de plantão para combater a criminalidade, acredite.

Por R$ 250 milhões, bancos podem patrocinar todos os clubes da Série A em 2017


Bancos e instituições financeiras devem patrocinar todos os times do Brasileirão em 2017

Em tempos de crise financeira no país e dificuldade dos times de futebol na busca por patrocinadores, os bancos parecem não estar sentindo o baque. Em 2017, é muito provável que todos os times da Série A do Campeonato Brasileiro estampem em seus uniformes as logomarcas de bancos (privados os estatais) ou instituições financeiras.

Só a Caixa Econômica Federal, por exemplo, pode patrocinar 17 dos 20 times do Brasileirão neste ano, ou seja, 85% das equipes da elite.

Os dois maiores valores são os do Corinthians, que faturou R$ 30 milhões em 2016, e Flamengo: R$ 25 milhões no mesmo período.

Caixa ainda patrocina outros grandes clubes, como os rivais Cruzeiro e Atlético-MG (R$ 12,5 milhões por ano para cada) e Vasco (R$ 9 milhões).

Três equipes, por sua vez, firmaram acordos no final do ano passado com o órgão: o Santos faturou R$ 2 milhões por um contrato válido por outubro, novembro e dezembro; Fluminense ganhou R$ 1 milhão, enquanto Botafogo recebeu R$ 1,4 milhão pelo mesmo período de três meses.

Nas cotas menores do banco estatal, aparecem Atlético-PR e Coritiba (R$ 6 milhões cada), Sport (R$ 6 milhões), Vitória (R$ 6 milhões) e Chapecoense (R$ 4 milhões).

Entre os que subiram da Série B, Avaí, Bahia e Atlético-GO também possuem o logo da Caixa nos uniformes. A Ponte Preta é outra que negocia com o banco. Caso o martelo seja batido, a "Macaca" será o 17º clube patrocinado pelo banco no Brasileirão.



Botafogo, Corinthians, Atlético-MG, São Paulo e Atlético-PR: Mauro e Tironi analisam contratações

Ao todo, a instituição estatal planeja investir R$ 132,5 milhões em patrocínios nas Séries A e B, segundo informou o presidente da Caixa, Gilberto Occhi, ao Poder360.

Entre os outros três clubes restantes da elite nacional, dois estampam as marcas de instituições privadas, enquanto o Grêmio é outro que tem parceria pública.

O "Imortal" é patrocinado pelo banco estadual Banrisul, em acordo que lhe rende R$ 12,985 milhões por ano (mesmo valor pago pelo órgão ao rival Internacional).


São Paulo acertou patrocínio com o Banco Intermedium nesta semana

Os outros são o São Paulo, que nesta semana anunciou parceria com o Banco Intermedium por um valor não revelado, e o Palmeiras, que possui acordo com a Crefisa. No momento, o time alviverde negocia a renovação com a operadora de crédito, que deve aumentar o valor investido por ano de R$ 66 milhões para R$ 80 milhões.

Somando todos os patrocínios (CaixaBanrisulBanco Intermedium Crefisa), calcula-se que os bancos e instituições financeiras investirão aproximadamente R$ 250 milhões nos times da Série A do Campeonato Brasileiro em 2017 - 53% disso só da Caixa.


Facção tinha 'cela de comando' e negociou com governo do AM, diz Polícia Federal

Uma investigação federal apontou que a facção criminosa FDN (Família do Norte) mantinha uma “cela de comando” no presídio Compaj, em Manaus, e negociou um acordo com o governo do Amazonas em 2015 em troca de “paz nas cadeias”.

No Compaj (Complexo Penitenciário Anísio Jobim), a FDN deflagrou no domingo (1º), segundo as autoridades penitenciárias, uma ação para dizimar membros do PCC (Primeiro Comando da Capital) e outros presos, provocando 56 mortes –outros quatro foram assassinados em outro presídio na segunda (2).

A investigação sobre a FDN, denominada Operação La Muralla e conduzida pela Polícia Federal e Ministério Público Federal, apontou que o comando da facção, formado por seis presos, mantém “um controle quase total do sistema” penitenciário por meio de “homicídios e torturas”.

Com a interceptação de mensagens eletrônicas trocadas por um dos chefes da FDN, José Roberto Fernandes Barbosa, a PF apontou que o governo estadual fez um acerto com a facção por volta de julho de 2015, em uma reunião na biblioteca do Compaj.

De acordo com a PF, “Zé Roberto” disse ter recebido a garantia do coronel Louismar Bonates, então secretário de Administração Penitenciária da gestão José Melo (Pros), de que não seria transferido para um presídio federal.

Em troca da “paz nas cadeias”, o governo estadual atenderia também um “antigo pleito” para extinguir dois pavilhões do CDP (Centro de Detenção Provisória) comandados pela sigla rival PCC.

O encontro, segundo a PF, ocorreu em meio a uma onda de violência que deixou pelo menos 38 mortos em julho de 2015 em Manaus. Para a PF, várias mortes foram ordenadas pela FDN no contexto de “guerra” com outras duas facções: PCC e Esparta 300.

A PF deplorou o suposto acordo entre governo e facção: “A FDN saiu fortalecida deste lamentável episódio, alcançando o domínio absoluto do sistema prisional e deixando o Estado ainda mais refém de suas decisões e vontades”.

O governo José Melo (Pros) diz desconhecer qualquer negociação, afirma que não compactua com essa prática e que o interlocutor citado não integra mais a administração.

A investigação resultou em mais de 130 denunciados e 30 ações penais, mas ainda sem acusação formal a integrantes da cúpula do governo.

O líder da FDN manifestou, em mensagens eletrônicas, apoio à eleição do governador do Amazonas em 2014 e a intenção de ampliar a influência da facção para a política.

Em troca da “paz nas cadeias”, o governo estadual atenderia também um “antigo pleito” para extinguir dois pavilhões do CDP (Centro de Detenção Provisória) comandados pela sigla rival PCC.

O encontro, segundo a PF, ocorreu em meio a uma onda de violência que deixou pelo menos 38 mortos em julho de 2015 em Manaus. Para a PF, várias mortes foram ordenadas pela FDN no contexto de “guerra” com outras duas facções: PCC e Esparta 300.

A PF deplorou o suposto acordo entre governo e facção: “A FDN saiu fortalecida deste lamentável episódio, alcançando o domínio absoluto do sistema prisional e deixando o Estado ainda mais refém de suas decisões e vontades”.

O governo José Melo (Pros) diz desconhecer qualquer negociação, afirma que não compactua com essa prática e que o interlocutor citado não integra mais a administração.

A investigação resultou em mais de 130 denunciados e 30 ações penais, mas ainda sem acusação formal a integrantes da cúpula do governo.

O líder da FDN manifestou, em mensagens eletrônicas, apoio à eleição do governador do Amazonas em 2014 e a intenção de ampliar a influência da facção para a política.

Desde o início da La Muralla, foram aprendidas 2,2 toneladas de entorpecentes, avaliadas em R$ 18 milhões, além de armas de fogo “que incluem submetralhadoras e granadas de mão”.

A facção ganhou vulto a partir de 2010 e foi estruturada, de acordo com a denúncia do MPF, nos moldes do PCC e do CV, incluindo uma estatuto próprio, denominado “Doutrinas da família”.

Ele prevê a instalação de “conselhos” nas unidades prisionais, formados por “presidente, vice-presidente, porta-voz e tesoureiro”. Na prática, agem como “tribunais do crime”, segundo a PF, determinando a vida e a morte de alvos da dentro e fora dos presídios. As decisões são emitidas por meio de “decretos”.

“As palavras de todos os integrantes serão válidas, analisadas e respeitadas, mas a palavra final em qualquer questão será sempre a do conselho”, diz o “estatuto”.

O documento apreendido pela PF prevê que “não serão permitidos e serão passíveis de correção” atos como “agressões entre irmãos amigos e companheiros”.

Um organograma montado pela PF mostra no topo da facção FDN duas pessoas: “Zé Roberto” e Gelson Lima Carnaúba, o “Mano G”. Abaixo deles vêm quatro presidiários, incluindo João Pinto Carioca, o “João Branco”.

Todos foram transferidos para presídios federais após a deflagração da Operação La Muralla.

OUTRO LADO

O governo do Amazonas, comandado por José Melo (Pros), afirmou “desconhecer a existência das referidas negociações” com a facção criminosa FDN (Família do Norte) apontada em investigação da Polícia Federal.

A assessoria de imprensa do governo do Estado disse também que “não negocia e não compactua com tais práticas” –referência a suposto acordo com grupo criminoso.

Disse ainda que Louismar Bonates, coronel da Polícia Militar e ex-secretário de Administração Penitenciária da gestão José Melo, “deixou a pasta em setembro de 2015 e não integra mais os quadros do governo estadual”.

Bonates não foi localizado pela reportagem desde a manhã desta quarta-feira (4). A assessoria de imprensa do Comando da PM do Amazonas disse que não mantinha os contatos do coronel.

Folha Press  / Plantão Caicó

Audiência vai discutir a segurança na parede da barragem Passagem das Traíras

Acontecerá nesta quinta-feira (05), na Câmara Municipal de Jardim do Seridó, audiência pública, a partir das 09h, com o objetivo de tratar da segurança da barragem Passagem das Traíras.

Estará presente ao encontro a Agência Nacional das Águas (ANA), Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Piancó-Piranhas-Açu (CBB PPA), SEMARH, CAERN, DNOCS, EMATER, vereadores, representantes do Poder Público local, usuários de água, movimentos sociais e sindicais.

Novo aumento de combustível no Brasil


Os preços dos combustíveis abriram o ano em disparada. Sob a alegação de que houve reajustes nas distribuidoras, os postos pesaram a mão e já estão vendendo o litro da gasolina entre R$ 3,60 e R$ 3,93. Há dois meses, era possível encontrar o derivado do petróleo por R$ 3,23. Quem optar pela gasolina aditivada pagará até R$ 4,11.

Além dos aumentos impostos pelas distribuidoras, os donos de postos estão atribuindo a alta de preços ao reajuste do salário mínimo, já que muitos funcionários têm os rendimentos atrelados ao piso salarial, e à elevação do etanol. Os consumidores estão indignados.

INACINHO VIAGENS


De Segunda a Sábado

Caicó - Natal 3:00h e 14:00h
Natal - Caicó 02h40 min e 13:00h

Domingos

Caicó - Natal 14:00h
Natal - Caicó 14:00h

Disque viagens 84 - 9.9951-3565 / 84 - 9.8718-4140 / 84 - 3421-1920