sexta-feira, 13 de janeiro de 2017


Governo do Estado paga 82% da folha dia 17

O Governo do estado continua o pagamento do funcionalismo na próxima terça-feira (17) com o depósito dos vencimentos dos 13.618 servidores ativos, aposentados e pensionistas que recebem entre R$ 3.001 até R$ 4 mil, soma equivalente a R$ 46.862.854,06.



Nesta data, o Governo alcança 82% da folha, incluindo o pagamento já efetuado para os servidores que recebem até R$ 3 mil, além dos ativos da Educação e da Administração Indireta que possuem recursos próprios.



Fruto do diálogo entre Governo e os sindicatos de classe, o funcionalismo vem sendo pago por faixa salarial, sem distinção entre ativos, inativos e pensionistas.


O pagamento dos servidores que recebem acima de R$ 4 mil será anunciado em breve, a partir da disponibilidade de recursos.

Polícia Civil de SP pede a transferência de 12 líderes do PCC para presídio federal


A Polícia Civil de São Paulo defende a transferência de 12 presos acusados de liderar a facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) para presídios federais.

O pedido de remoção dos detentos foi feito no dia 9 de dezembro de 2016 por 10 delegados da Polícia Civil de Presidente Prudente, responsáveis pelas investigações da Operação Ethos.

Os 12 presos cumprem castigo em RDD (Regime Disciplinar Diferenciado) no CRP (Centro de Readaptação Penitenciária) de Presidente Bernardes.

Eles foram investigados na Operação Ethos, desencadeada em novembro último, e são acusados de integrar uma espécie de Conselho Deliberativo do PCC.

O MPE (Ministério Público Estadual) se manifestou favorável à remoção dos presidiários, mas em seu parecer observou que a SAP (Secretaria Estadual da Administração Penitenciária) deve ser ouvida previamente sobre o assunto.

Ponte Jornalismo apurou, no entanto, que a SAP é contra as transferências dos 12 presos para prisões federais por entender  que o CRP de Presidente Bernardes é uma unidade de segurança máxima e tem todas as condições de mantê-los  isolados.

Na lista dos presidiários que a Polícia Civil pediu a remoção para unidades federais está Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado pelo MPE como líder máximo do PCC.

Documento em que a Polícia Civil pede a internação dos 12 presos no RDD, sugerindo a transferência para presídios federais – Foto: Reprodução/Ponte Jornalismo

Outros nomes que constam na relação são o de Paulo Cezar Souza Nascimento Júnior, o Paulinho Neblina, e Daniel Vinícius Canônico, o Cego, considerados pelo MPE como homens do primeiro escalão do PCC.

No pedido de transferência encaminhado à Corregedoria do Departamento Estadual de Execuções Criminais de Presidente Prudente, os delegados que assinam o documento fazem a seguinte alegação:

“Existem indícios suficientes de que os acusados integram organização criminosa e, mesmo detidos algumas vezes em RDD no Estado, continuam a praticar crimes”.

Embora a SAP se manifeste contrária à transferência dos 12 presos para unidades prisionais de outros estados, a própria Pasta já removeu líderes do PCC para presídios federais.

Um deles é Roberto Soriano, o Betinho Tiriça, acusado de mandar matar policiais militares em São Paulo em 2012, durante uma guerra de PMs da Rota com o PCC.

Tiriça foi transferido para o Presídio Federal de Porto Velho, em Rondônia, em 2012. Ele já passou pelo Presídio federal de Mossoró , no Rio Grande do Norte, e agora está no Presídio Federal de Catanduvas, no Paraná.

O outro líder do PCC removido pela SAP para unidade federal é Abel Pacheco de Andrade, o Vida Loka. Ele é um dos envolvidos na Operação Ethos.

Vida Loka foi removido no ano passado para o Presídio Federal de Porto Velho. Motivo: teria ordenado a morte de presos rivais no CDP (Centro de Detenção Provisória) de Taubaté.

Um dos fundadores do PCC, José Márcio Felício, o Geleião, também foi transferido pela SAP no ano passado.

Ele cumpre pena no Presídio Federal de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Geleião foi excluído do PCC em 2002, após brigas internas.


Brecha na criptografia do WhatsApp permite que mensagens sejam interceptadas

A criptografia das mensagens do WhatsApp, inaugurada no ano passado pelo aplicativo para proteger as conversas dos usuários de possíveis espiões, pode não ser tão segura quanto se imaginava. Ao contrário do que prega o Facebook, parece que é possível, sim, interceptar mensagens enviadas pelo WhatsApp.



A descoberta foi feita por Tobias Boelter, pesquisador de segurança e criptografia na Universidade da Califórnia, em Berkeley, nos Estados Unidos. Segundo ele, a falha tem a ver com o modo como o WhatsApp lida com o protocolo Signal, usado no seu sistema de criptografia.



Quando um usuário manda uma mensagem para outro, o aplicativo gera uma chave que é trocada entre o remetente e o receptor e garante que aquela conversa é segura. Em outras palavras, é como uma chave que "tranca" a mensagem quando ela sai do seu celular e a "destranca" quando chega ao celular do seu contato.



Acontece que, se por algum motivo, se o receptor ficar offline depois que a mensagem foi enviada do smartphone do remetente, o WhatsApp gera uma nova chave de segurança. A primeira versão da criptografia é descartada e essa nova chave criptografa a mensagem de novo, pela segunda vez.



Ao "destrancar" a mensagem e "trancá-la" novamente com outra chave, o WhatsApp passa a ter acesso à sua conversa e pode até, em tese, ler suas mensagens, se quiser. O problema, segundo Tobias, não é do protocolo usado pelo app, mas sim da forma como ele é utilizado.



O protocolo Signal foi desenvolvido pela Open Whisper Systems e é usado em um outro aplicativo de mensagens criptografadas, também chamado Signal. Esse app é utilizado e recomendado por Edward Snowden, o ex-analista da NSA que revelou ao mundo os métodos de espionagem do governo norte-americano.



O Signal, que usa o mesmo sistema de criptografia, não sofre com essa falha de segurança. Se o destinatário fica offline durante a conversa, o app simplesmente avisa que a mensagem não pode ser entregue, obrigando o remetente a reescrever a mensagem e enviar de novo quando o contato ficar online.


Não é o que acontece no WhatsApp. O app até pode avisar o usuário quando sua chave de segurança for trocada, mas é preciso ativar esse alerta nas configurações do aplicativo. De qualquer forma, não há como impedi-lo. "Se o governo de algum país pedir ao WhatsApp para expor seus registros de mensagens, ele pode efetivamente fazer isso alterando as chaves de segurança", explicou Tobias ao jornal britânico The Guardian.


O pesquisador ainda disse que o Facebook, dono do WhatsApp, foi informado dessa brecha em abril do ano passado. Segundo Tobias, porém, a empresa disse que se tratava de um "comportamento esperado", e não se comprometeu a fazer qualquer coisa a respeito. Essa falha foi confirmada por outras organizações procuradas pelo Guardian, como a EBOHR (Organização Europeia pelos Direitos Humanos).



Em comunicado, o WhatsApp disse que sabe dessa circunstância e reforçou que os usuários podem ser notificados de alterações no protocolo de criptografia. "Nós sabemos que o motivo mais comum para isso acontecer [a troca de chaves de segurança] é quando um usuário troca de telefone ou reinstala o WhatsApp", disse a empresa.



"Em muitas partes do mundo, as pessoas frequentemente trocam de aparelho e de cartões SIM. Nessas situações, queremos ter certeza de que as mensagens serão entregues e não perdidas no caminho", afirmou ainda o WhatsApp. O comunicado, porém, não confirma se a empresa pode ou não ler as mensagens dos usuários graças a esse sistema de troca de chaves.



Não é a primeira vez que a privacidade prometida pelo WhatsApp é colocada em xeque por suas próprias ações. No ano passado, o app anunciou que passaria a compartilhar os dados dos usuários com o Facebook. A empresa chegou a ser processada pela Comissão Europeia por conta da mudança.

No Brasil, o serviço foi bloqueado mais de uma vez nos últimos anos por juízes que queriam que o WhatsApp liberasse dados de pessoas investigadas. Em todas as ocasiões, a empresa disse que era incapaz de acessar as conversas dos usuários. Se as alegações de Tobias forem verdadeiras, conclui-se que o WhatsApp poderia, sim, ter entregue à Justiça brasileira o que ela pedia antes de ser bloqueado.

Após divergência entre juízes, STJ terá de decidir destino de chefão da FDN


Gelson Lima Carnaúba, um dos líderes da FDN, está em presídio federal no Paraná

Preso em uma penitenciária federal de segurança máxima no Sul do país, o chefe da FDN (Família do Norte) Gelson Lima Carnaúba poderá voltar a um presídio estadual no Nordeste, onde o controle de detentos é menos rígido, por causa de uma disputa entre juízes de três Estados.

O impasse jurídico reside no seguinte ponto: enquanto a Justiça Federal no Paraná afirma que o líder da FDN deve voltar para a prisão no Rio Grande do Norte, pois não recebeu informações sobre o processo criminal contra o detento, os juízes do Amazonas e do Estado nordestino pedem que ele continue no sistema penitenciário federal, onde teria menos chance de passar ordens para os subordinados de sua facção criminosa.

Caberá ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidir quem tem razão na polêmica entre os magistrados, que já teve duas decisões de juízes federais se contradizendo. O UOL teve acesso aos documentos do processo, cuja relatoria é da ministra Maria Thereza de Assis Moura. 

Entenda o caso

Desde o dia 17 de julho de 2015, Carnaúba encontra-se detido no presídio federal de Catanduvas (PR). Seis meses antes, ele havia sido preso por agentes da Polícia Federal enquanto desembarcava no aeroporto de Natal (RN). O chefe da FDN estava foragido desde julho de 2014, quando escapou do Compaj (Complexo Penitenciário Anísio Jobim), em Manaus -- palco do massacre promovido por sua facção criminosa no último dia 1º.

De acordo com o Ministério Público Federal e a Polícia Federal, Carnaúba divide o comando da FDN com José Roberto Fernandes Barbosa. Ele seria o responsável por firmar a aliança com o CV (Comando Vermelho), além de atuar como articulador da facção nas unidades prisionais por onde passa.

Após autorizar a entrada de Carnaúba no presídio da cidade, a Justiça Federal em Catanduvaspediu à Justiça estadual do Amazonas e, posteriormente, à do Rio Grande do Norte, os autos do processo do detento -- condição necessária para que ele continuasse no sistema penitenciário federal.

Começou, então, a confusão jurídica sobre o destino do chefão da FDN, considerada a terceira maior facção criminosa do país.

Quem vai ficar com Carnaúba?

O juiz da Vara de Execuções Penais de Manaus, Luis Carlos Valois, informou que enviou os autos do processo à Vara de Execução Penal de Nísia Floresta (RN), lugar onde Carnaúba estava preso antes de ser transferido para o presídio federal no Paraná.

Porém, entre 17 de julho de 2015 e 20 de outubro de 2016, mais de um ano após a chegada do detento ao presídio, nenhuma informação havia sido passada pela Justiça do Rio Grande do Norte à Justiça Federal em Catanduvas.

"Inúmeros ofícios foram enviados à Vara de Execução Penal da Comarca de Nísia Floresta no Rio Grande Norte solicitando a remessa dos autos de Execução Penal do reeducando Gelson Lima Carnaúba, sem que houvesse qualquer êxito neste intento", afirma o juiz federal em Catanduvas Nivaldo Brunoni na decisão em que determina o retorno imediato de Carnaúba a um presídio estadual do Rio Grande do Norte que provavelmente será o presídio de Vera Cruz ou Presidio de Caicó, ambos no interior do Estado.

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Quadrilha explode agência bancária e assalta Correios em Japi


Foto: Cedida/Joabson Silva

Criminosos invadiram a agência e explodiram um caixa eletrônico do Bradesco e arrombaram uma agência dos Correios na madrugada desta sexta-feira (13) no município de Japi. De acordo com a Polícia Militar, a quadrilha conseguiu fugir.

Segundo a PM, o crime aconteceu por volta das 3h. Os homens armados chegaram em um carro, invadiram o estabelecimento e explodiram o caixa. A agência bancária ficou destruída com a força da explosão. Segundo relato de testemunhas, todos usavam armas de grosso calibre. Em seguida, arrombaram a agência dos Correios. Não se sabe o que foi levado.

A polícia fez buscas, mas ninguém foi preso. O caso vai ser investigado pela Polícia Federal e a 9º Delegacia de Polícia Civil de Santa Cruz.

G1/RN

Quinze presos ligados a facções do Acre são transferidos para Mossoró


A Segurança Pública enviou para o presídio federal de Mossoró, 15 presidiários considerados peças importantes de facções criminosas que atuam no Acre.

O pedido havia sido feito de forma “emergencial” pelo Secretário Emylson Farias à Justiça Federal que autorizou a transferência na última segunda-feira (09). O processo de solicitação para a transferência desses presos ocorre desde outubro do ano passado.

Os 15 detentos enviados para fora do estado já estavam em uma área de isolamento para evitar qualquer tipo de contato com o meio externo.

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Urgente : Policia registra o primeiro homicídio do ano em Caicó

Um homicídio foi registrado por volta das 00h20min,  desta sexta-feira (13), em Caicó. 

José Pedro foi morto na Rua Getúlio Vargas, no Bairro de Boa Passagem, Zona Norte da cidade.

Segundo populares, a vítima foi perseguido e morto por dois indivíduos em uma moto e armados de pistola.

José Pedro era natural de Parelhas mais residia no Bairro João XXIII em Caicó e já teria cometido dois homicídios naquela Cidade.

A Polícia Civil e o ITEP foram acionados e estiveram no local. O corpo foi recolhido para ser necropsiado e em seguida libêbado para sepultamento.