terça-feira, 17 de janeiro de 2017


Governo do Estado vai contratar 700 agentes penitenciários temporários e convocar reservistas da PM

Governo do Estado definiu medidas emergenciais para debelar crise na Penitenciária de Alcaçuz. Os pontos foram definidos em reunião realizada na manhã desta terça-feira (17), no Gabinete Civil.

Entre as ações, a contratação de 700 agentes penitenciários temporários; a construção de obstáculo dividindo os pavilhões 4 e 5 de todos os demais; aplicação de brita e asfalto no perímetro externo da penitenciária e o encaminhamento do anteprojeto de lei para convocação de reservistas para o serviço ativo da PM.

Estão designados para execução das medidas emergenciais as secretarias de Segurança, Justiça, Administração, Infraestrutura, P

Se o governo mexer com o PCC, o Brasil todo vai estralar, diz facção

Bandidos da facção criminosa PCC, dispararam contra a sede da Guarda Municipal de Fortaleza na manhã desta terça-feira (17). De acordo com a Polícia Militar do Estado e segundo o jornal Tribuna do Ceará "quatro homens chegaram em uma moto e alvejaram o prédio público".

Durante a ação, diz o jornal: "foi deixado na porta da unidade de segurança um cartaz supostamente assinado pela facção PCC, envolvida no confronto que deixou 26 mortos na Penitenciária de Alcaçuz neste fim de semana".

Fontes do Diário Potiguar afirmaram também que "o Estado confirmou 27 mortos, mas ITEP, por sua vez, irá receber 30. Diz o Diário que "uma outra informação, ainda não confirmada, dá conta de que mais de 100 pessoas morreram". O portal UOL afirma que "os presos estão soltos e têm controle do local".

Na mensagem recebida na sede da Guarda Municipal de Fortaleza a facção PCC escreveu: “se o governo do Estado do Rio Grande do Norte mexer com integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) no presídio de Alcaçuz, o Brasil todo vai estralar. Assinado: PCC – 1533”.

PCC faz reunião após massacre em Alcaçuz


Um dos detentos presta contas aos demais e parabeniza os “irmãos” pelas mortes em Alcaçuz. Mais de cinquenta presos acompanharam a reunião.

Detentos da penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta, cidade vizinha a Natal, no Rio Grande do Norte, mostra líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC) em reunião com outros presos após o massacre onde 26 detentos morreram no último sábado.

No vídeo, um detento discursa e parabeniza os demais pelas mortes. Cercado por mais de cinquenta presos, ele afirma que, mesmo o PCC estando em minoria no presídio, eles conseguiram dominar dois pavilhões e não “pegaram outro (pavilhão) porque acabou a munição dos nossos irmãos”.

Em seguida, o mesmo detento afirma que o massacre resultou na morte de 33 presos, segundo as contas do PCC. “Chegou até mim que já foram 33 mortos do Sindicato (facção rival filiada ao Comando Vermelho) e graças a Deus não perdemos nenhum dos nossos irmãos”, afirma o preso.

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FOTOS: Polícia Civil realiza oitiva de detentos que participaram de rebelião em Alcaçuz; veja o perfil de cada um

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte ouviu cinco detentos, que participaram da rebelião que aconteceu no último sábado (14), na Penitenciária de Alcaçuz. Foram ouvidos José Cláudio Candido do Prado, 37 anos; Tiago de Souza Soares, 30 anos; Paulo da Silva Santos, 42 anos; João Francisco dos Santos, 30 anos e Paulo Márcio Rodrigues de Araújo, 31 anos. Os presos foram ouvidos na Central de Flagrantes da Polícia Civil, nesta segunda-feira (16), pelo delegado Marcos Vinícius (DHPP), integrante da comissão designada para investigar as mortes ocorridas em Alcaçuz.

Os detentos que participaram do motim serão indiciados pela Polícia Civil por todos os crimes que cometeram durante a rebelião. “Através de investigações, realizamos o flagrante de parte dos chefes de facções criminosas, e a partir disso também identificaremos outros participantes dos crimes, sejam de homicídio, tentativa de homicídio, lesão corporal, associação criminosa ou danos ao patrimônio público. Eles serão indiciados por essas práticas e colocados no sistema penitenciário”, afirma o delegado geral de Polícia Civil, Claiton Pinho.

“Flagranteamos essas pessoas apontadas como líderes, e a partir disso iremos apurar tudo o que aconteceu ali em Alcaçuz. Os autores desses crimes precisam ser responsabilizados e para que isso aconteça estamos trabalhando para a identificação desses e dos demais participantes. Através dos resultados obtidos nesta segunda-feira, demos um passo inicial importante para uma grande investigação”, destaca a diretora de Polícia Civil da Grande Natal (DPGRAN), Sheila Freitas.

“No local do crime, nossos policiais conseguiram colher materiais para análises e isto nos ajudou a identificar a autoria dos crimes. A investigação de todos os delitos cometidos em Alcaçuz serão investigados por uma comissão de delegados que já está definida”, detalhou o delegado Marcos Vinícius dos Santos.

Quem são os detentos ouvidos pela Polícia Civil:

1) José Cláudio Candido do Prado: Ele foi condenado a 75 anos de prisão pela prática dos crimes de homicídio, roubo e tráfico de drogas. José Cláudio é do Estado de Mato Grosso.

2) Tiago de Souza Soares: Condenado a 38 anos e seis meses pela prática dos crimes de homicídio e tráfico de drogas.

3) Paulo da Silva Santos: condenado a 32 anos pelos crimes de extorsão e tráfico de drogas.

4) José Francisco dos Santos: condenado a 39 anos por ter matado o jornalista F Gomes.
5) Paulo Márcio Rodrigues de Araújo: é preso provisório, ainda não foi condenado. Ele é da cidade de Ipanguaçu.

BG / Plantão Caicó

Frota de empresas aéreas brasileiras cai pela 1ª vez em 12 anos e perde 50 aviões


Por G1

A frota das empresas aéreas brasileiras encolheu pela primeira vez em 12 anos em 2016 e perdeu 50 aeronaves, segundo levantamento do G1 com base em dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que consideram apenas o transporte aéreo regular. A redução da frota é consequência da recessão econômica, que esfriou a demanda por passagens aéreas e reverteu a trajetória de crescimento do setor.

As três maiores empresas aéreas – Latam, Gol e Azul – reduziram em 41 unidades suas frotas operacionais entre dezembro de 2015 e dezembro de 2016. Essa foi a primeira redução de frota da história das três empresas no Brasil. A Avianca, quarta empresa no ranking nacional, foi a única que manteve sua frota estável, em 44 unidades.

Com menos aviões nas suas frotas, as empresas também encerram o ano com menos voos à venda. Juntas, as três maiores empresas cortaram 234 voos diários da malha aérea em um ano.

Henrique Baltazar : "Crise no sistema prisional do Rio Grande do Norte é resultado de descaso histórico"

O GLOBO

O juiz titular da Vara de Execuções Penais de Natal, Henrique Baltazar Vilar dos Santos, afirma em entrevista ao GLOBO que a crise no sistema prisional do Rio Grande do Norte é resultado de descaso histórico e que separação de presos após rebeliões em 2015 fortaleceu o crime organizado.

Que a avaliação o senhor faz do que está acontecendo em Alcaçuz?

A situação do sistema prisional do Rio Grande do Norte chegou ao fundo do poço. É consequência do descaso histórico e que piorou nos últimos 10 anos, quando pouco se fez.

A rebelião foi causada por briga de facções. O crime organizado toma conta dos presídios do RN?

A maioria dos presídios do estado é dominada por organizações criminosas há quase uma década. Essas pessoas mandam e desmandam, fazem o que querem e como querem. Desde as rebeliões de 2015, os presos de facções rivais são separados, não dividem o mesmo ambiente. Na época isso foi feito para evitar mortes, mas acabou fortalecendo o crime organizado.

O motim é consequência da ausência do controle do estado nos presídio?

Quando entram em facções, (os presos) perdem a humanidade. A facção passa a controlar a forma de pensar, e eles viram selvagens. O estado não cumpriu suas obrigações, e os presos enxergam na facção uma maneira de ganhar dinheiro e profissionalizar o crime. Eles veem a violência como emponderamento, quanto mais matam de maneira cruel, mais mostram força.

Como retomar o controle dos presídios?

Do jeito que está não retoma. O estado pode fazer o discurso que quiser, mas ele sabe que não tem controle na situação em que está. A solução é resolver o problema da superlotação, porque se as cadeias tivessem a quantidade de presos para as quais foram construídas, o estado teria condições de fazer políticas públicas dentro delas.

É possível evitar uma chacina como esta?

Sim. Com a intervenção do estado de maneira eficaz. É muito difícil evitar mortes em prisões, mas chacinas devem ser evitadas com mais facilidade. O estado precisa apurar isso, com certeza houve falhas, que são atos humanos, mas precisam ser investigados

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