quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017


Confira todas as atrações musicais que passarão na ilha de Santana durante o carnaval de Caicó 2017

Quinta-feira (23) : Tonny Farra; Yury e Suênia, Arrocharme

Sexta-feira (24) : Júnior Vianna, Kanelinha, Tiaguinho Detona

Sábado (25) : Carla Visi (ex Cheiro de Amor); Forró do Amasso; Deto Edina e Iererê

Domingo (26) : Samyra Show; Ramom Schnayder, Banda Feras

Segunda-feira  (27) : Circuito Musical, Rainhas da Balada, Max & Banda

Terça-feira (28) : Thábata, Marquinhos Carrera,Evan e Axé Sanfonado

Ronaldinho pede salário "de Neymar" para jogar na Turquia



A novela envolvendo o possível retorno de Ronaldinho Gaúcho aos gramados parece não ter fim. O craque, que agora é o novo embaixador do Barcelona pelo mundo, está na Turquia para abrir mais uma de suas academias de futebol na capital. Fora isso, o jogador aproveitou a viagem para negociar um possível retorno ao campos. As informações são do jornal AS.


De acordo com a publicação, o jogador fará reuniões com alguns clubes turcos. Ümit Akbulut, sócio do craque no país, revelou o interesse pela possibilidade:

“Ninguém pode dizer com certeza que Ronaldinho acabou definitivamente de jogar futebol. Há cinco grandes clubes na Turquia – Galatasaray, Besiktas, Trabzonspor, Bursaspor, Fenerbahçe. Temos contatos com alguns deles para um possível acordo com Ronaldinho. Vamos ver as coisas mais claras nos próximos dias", disse o empresário.

O turco também falou a respeito do valor exigido pelo jogador. "Ronaldinho quer cobrar 4 milhões de euros ao ano (cerca de R$ 13,3 milhões), com três anos de contrato. Tudo é possível com ele”, afirmou o empresário.

O brasileiro de 36 anos não joga desde setembro de 2015, época em que rescindiu com o Fluminense. Após quase um mês de conversas com o Coritiba, o craque recusou a oferta do clube e as negociações foram encerradas.

Muro de concreto para dividir facções começa a ser erguido em Alcaçuz


BOPE patrulha área interna da Penitenciária de Alcaçuz (Foto: Divulgação/PM)

Um muro de concreto está sendo erguido na Penitenciária Estadual de Alcaçuz. A estrutura servirá para separar as duas facções criminosas que disputam o poder dentro da unidade. Alcaçuz fica em Nísia Floresta, cidade da Grande Natal. Foi lá que pelo menos 26 detentos foram mortos durante uma rebelião inciada no dia 14 de janeiro. Segundo o governo, a construção do muro permanente levará 15 dias.

De acordo com o governo do estado, o muro irá separar os pavilhões 1, 2 e 3 (ocupados por membros do Sindicato do RN) dos pavilhões 4 e 5 (dominados pelo PCC). O muro substitui um 'paredão' feito de contêineres, cada um com 12 metros. O muro de concreto terá 90 metros de extensão.

A rivalidade entre facções dentro do presídio de Alcaçuz custará ao Governo do Estado R$ 794.028,00.

O Governo informou, por meio das redes sociais, que o valor será aplicado na colocação de contêineres, construção do muro de concreto e concretagem do perímetro externo de Alcaçuz. "O isolamento emergencial e temporário dos apenados com contêneires custará R$ 166 mil, incluindo aluguel dos contentores e das máquinas. A concretagem do perímetro externo da Penitenciária de Alcaçuz terá um investimento de R$ 360 mil. O muro com blocos modulares de concreto para separação dos pavilhões terá o custo de R$ 234,8 mil".

G1 - RN  / Plantão Caicó 


Jovem relata inferno em prisões sírias : 'Quatro da manhã era a hora da tortura'


Fotos mostram Omar El Shogre antes e depois de passar por prisões do regime sírio - Reprodução

BEIRUTE — Durante três anos, o jovem Omar El Shogre experimentou um verdadeiro inferno em sua vida. Foi submetido ao medo, à tortura, aos abusos sexuais e à fome naquela em cinco prisões do regime sírio. Hoje libertado, ele relatou o sofrimento a que sobreviveu desde o momento em que foi detido na sua própria casa em Banias, na região costeira da Síria. Em 2012, ele foi preso simplesmente porque era um jovem em um país tomado por manifestações

Veja também

Saiba o que acontece nos porões da prisão mais cruel da SíriaGovernos reagem com horror a relato de enforcamentos em massa na Síria

Em depoimento ao jornal “El País”, El Shogre contou que a violência das autoridades começou já no caminho à delegacia. Os agentes lhe perguntavam quantos soldados ele tinha matado e quais armas havia utilizado. Sofreu queimaduras com cigarros, descargas elétricas e golpes com varas de de metal. Quando foi preso, tinha apenas 17 anos.

Depois de repetidamente negar as acusações contra ele, El Shogre se rendeu ao medo e acabou confessando crimes que não havia cometido. E foi transferido para a terrível prisão de Saydnaya — provavelmente a mais cruel do regime sírio. Na segunda-feira, a Anisitia Internacional denunciou 13 mil enforcamentos e práticas de tortura em massa contra os encarcerados na prisão. O relatório gerou críticas mundiais, e vários governos reagiram com horror aos relatos compilados pela organização.

Após a publicação do relatório, que gerou críticas mundiais de vários países, o governo sírio negou as acusações. O Ministério da Justiça de Damasco declarou que o documento é completamente falso e tenta prejudicar a reputação da Síria internacionalmente.

ROTINA DE ABUSOS

El Shogre relata que, no cárcere, a água e a ração de comida não seriam suficientes nem mesmo para um passarinho. E, para piorar, os abusos eram constantes. Em Saydnaya, disse que os presos eram forçados pelos guardas a viver uma terrível rotina de abusos sexuais.

Eles escolhiam dois presos e diziam a um que violasse o outro. Quem se recusasse era executado. Não havia mais opções. Ser violado, violar ou morrer — relatou o ex-detento, que hoje vive em Estocolmo, ao “El País”.

O jovem dividia a cela com outros 35 homens. Eram apenas 25 metros quadrados para todos eles. Não demorou para que viessem as doenças e muitos dos seus companheiros de cela ficassem à beira da morte ou efetivamente falecessem ali mesmo. A cada vez que um dos presos morriam, os sobreviventes batiam na porta para alertar aos guardas que era hora de retirar mais um corpo.

Uma das partes mais assustadoras do inferno a que El Shogre sobreviveu eram as torturas. Ele conta que muitos presos nunca voltavam à cela quando eram levados para os maus tratos.

Todas as noites, as quatro da madrugada era a hora das torturas. Todos os domingos, segundas e terças, chegavam as vãs que carregavam a pilha de corpos inertes — disse ao jornal espanhol.

O jovem perdeu 35 quilos nestes anos de sofrimento. Contra todas as probabilidades, sobreviveu até que finalmente foi libertado. Conseguiu deixar a prisão porque sua mãe reuniu os US$ 15 mil necessários para sua liberação. E quando voltou à realidade, se deparou com mais tragédias de um país em guerra: seu pai e seus dois irmãos tinham morrido no período em que estava preso.

Depois de se recuperar, se aventurou na perigosa rota da imigração e deixou a Síria como refugiado. Passou pela Turquia e decidiu tentar a sorte na Europa em 2015. Testemunhou uma nova série de explorações e dramas durante o caminho até o Norte da Europa até que, finalmente, conseguiu se estabelecer na Suécia. Hoje, já ganhou de volta os quilos e trabalha em uma empresa de telefonia móvel. Com o semblante de um rapaz saudável de 21 anos, ele segue a vida e tenta se recuperar do trauma que foi a juventude em seu própio país.

Caixa pode abrir aos sábados para pagar FGTS

A Caixa Econômica Federal informou que estuda abrir as agências aos sábados e domingos para facilitar o saque do dinheiro das contas inativas do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

O banco confirmou que avalia algumas medidas para facilitar o período de liberação da grana, previsto para começar em 13 de março.

Uma delas é liberar a transferência direta para a conta-corrente de quem é correntista do banco –esses clientes não precisariam ir pessoalmente à agência.

Renato Augusto acusa irmã de Léo Moura de estelionato e furto em festa


Renato Augusto enfrenta situação delicada com a irmã de Léo Moura na polícia

A amizade entre as famílias de Renato Augusto e Léo Moura sofreu um duro golpe. O jogador da seleção brasileira e do chinês Beijing Guoan prestou notícia-crime na polícia contra Lívia da Silva Moura, irmã do lateral do Grêmio, por suposto estelionato e furto qualificado. A acusação de desvio seria de pelo menos R$ 200 mil. A reportagem do UOL Esporte teve acesso ao Registro de Ocorrência, realizado na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro.

Tudo começou em dezembro do ano passado. Renato Augusto e a mulher Fernanda Klarner organizaram uma festa em comemoração ao primeiro ano de casados. Pela relação entre as famílias, eles chamaram a irmã de Léo Moura para a produção musical do evento - ela já havia feito o mesmo serviço no casamento, em 11 de dezembro de 2015.

Foram contratados os shows de Thiaguinho, Péricles, Belo, Rodriguinho e MC Marcinho para a cerimônia de renovação dos votos. Após a festa, Renato Augusto e família notaram a cobrança excedente de pelo menos R$ 160 mil reais, além do furto de duas folhas de cheque.

Renato pagou os cachês solicitados a Lívia Moura - depósitos realizados na conta da empresa DIVERSHOW. No entanto, parte do dinheiro não teria sido repassada aos artistas. O cantor Péricles, inclusive, nem sequer compareceu ao evento por conta de não ter recebido qualquer valor do cachê determinado. O prejuízo, neste caso, foi de cerca de R$ 40 mil.

Ao se aprofundar em conversas com os artistas e empresários, Renato Augusto sofreu um baque e a sua família sentiu-se traída por conta da amizade de mais de 12 anos entre as partes. Para minimizar o problema, o jogador fez novos pagamentos aos cantores e decidiu resolver a questão com a irmã de Léo Moura.

O prejuízo está calculado em pelo menos R$ 200 mil. No entanto, o valor ainda pode aumentar, já que outros itens e serviços da festa estão sendo investigados criteriosamente pelos familiares de Renato Augusto.

O advogado Ricardo Braga, representante do meia da seleção brasileira, chegou a propor a assinatura de uma confissão de dívida para a assinatura de Lívia Moura. Porém, nenhum familiar de Renato foi atendido, o que fez restar apenas a alternativa de ir à polícia.

"A trama foi descoberta quando os cheques voltaram do banco por divergência de assinatura [um deles no valor de R$ 100 mil]. O Renato deu um prazo para a produtora prestar conta dos valores. Foram 30 dias até para evitar a exposição das pessoas. Mas ele não teve opção. O Renato não tem nada contra o Léo Moura. Tentou resolver de todas as formas, mas precisava se preservar daquilo que foi feito na festa", afirmou o advogado do atleta.

"Ele entendeu por bem registrar a ocorrência pela prática de estelionato em continuidade. Foram apurados indícios do furto de duas folhas de cheque. Existem pessoas envolvidas e ficou clara a necessidade de uma investigação policial. O interesse do Renato é esclarecer todos os fatos narrados, já que jamais imaginou que isso pudesse acontecer com uma pessoa próxima. O procedimento segue com a oitiva das testemunhas de tudo alegado e acreditamos que a quantidade de elementos coletados implicará em um indiciamento e uma futura ação penal", completou Ricardo Braga.

Procurada pela reportagem do UOL Esporte, Lívia da Silva Moura afirmou ter conhecimento do caso, mas preferiu não se pronunciar.


Governo do RN anuncia que não vai custear carnaval 2017


Está no Diário Oficial do Estado desta terça-feira (07). O Governo do Rio Grande do Norte não pretende gastar com despesas relacionadas ao Carnaval de 2017. De acordo com o documento, decreto veda aos órgãos das administrações direta e indireta o custeio de despesas para atividades relacionadas à festa.

Segundo o decreto, o cenário de crise econômica enfrentada pelo país, além da crise hídrica vivida no estado e ainda a alta de demanda de água no período em virtude das festas realizadas nas cidades, como justificativas.

WhatsApp diz não haver brecha para monitorar usuário

Para não quebrar o conceito de simplicidade, o WhatsApp prefere não inundar o usuário com notificações de segurança. Por isso, diz um de seus cofundadores, o aplicativo mantém desligado, como padrão, um aviso sobre quando um contato de sua lista troca de aparelho -operação na qual foi encontrada uma brecha que permitiria a interceptação de mensagens.

“Todo o tempo tentamos equilibrar privacidade e segurança com a simplicidade”, disse à Folha Brian Acton, cofundador do WhatsApp, hoje pertencente ao Facebook.

Em janeiro, reportagem do “Guardian” mostrou que um pesquisador da Universidade da Califórnia demonstrou como “enganar” o servidor do WhatsApp, passando-se por outro usuário com o mecanismo que o app tem para permitir que pessoas troquem de telefone e continuem com a mesma “identidade virtual”.

Quando o usuário passa a usar um novo celular (ou deleta e reinstala o aplicativo), o aplicativo cria uma nova “chave”, ou código de segurança, que passa a valer para ele.

Um hacker ou governo poderia forçar a criação de uma nova chave para “roubar” essa identidade, nem que temporariamente, interceptando mensagens do aplicativo.

Para usuários precavidos (chamados por Acton de “especialmente paranoicos”), há a possibilidade de ser alertado toda vez que, dentro de uma conversa, houver a mudança de chave.

Ou seja: no caso de interceptação maliciosa, ele seria notificado. Mas também seria informado no caso do que o executivo chama de “falso-positivo” -quando alguém troca de aparelho ou reinstala o aplicativo.

“Simplesmente não queríamos inundar as pessoas com notificações de segurança e criar uma reação alarmista”, disse Acton, ao justificar por que a função de aviso fica desligada como padrão.

O aplicativo de mensagens Signal, que usa a mesma tecnologia de privacidade empregada pelo WhatsApp, não tem essa brecha. Em vez de enviar as mensagens quando há a mudança de chave, o serviço as apaga.

“Optamos por entregar as mensagens” em vez de apagá-las, diz Acton. “Quando você começa a interromper ou derrubar [apagar] as mensagens por causa de mudanças na segurança, adiciona dificuldades que podem ser prejudiciais ao sistema no geral.”

A reportagem do diário britânico sugeria que a brecha na segurança foi proposital, com o intuito de permitir a leitura de mensagens pela empresa -o WhatsApp nega

Violência toma conta do interior do RN : Mais dois homicídios foram registrados no município de Mossoró

Na noite desta segunda-feira, (07), foram registrados mais dois homicídios na Cidade de Mossoró.

O primeiro homicídio foi registrado na favela do fio, o outro homicídio foi registrado no tranquilo bairro Santa Delmira.

Em menos de 40 dias de 2017, já foram contabilizados, 28 homicídios na segunda maior Cidade do Rio Grande do Norte.

Já em Caicó a situação não é diferente, na Capital do Seridó já foram registrados em 2017, 5 homicídios e uma tentativa de homicídio.