sexta-feira, 10 de março de 2017


NOTA DA PREFEITURA DE CAICÓ

A Prefeitura Municipal de Caicó vem por meio deste informar que foi notificada pela COSERN sobre o risco eminente de tombamento em 30 postes que foram instalados em 2015, fora dos padrões técnicos, no trecho entre o bairro Salviano Santos e o IFRN, oferecendo risco de maiores danos em toda rede elétrica do setor.

Diante do problema a COSERN promoveu a interdição da distribuição de energia no local até que providências sejam tomadas.

A gestão municipal informa ainda que estão sendo tomadas todas as providências cabíveis visando EXIGIR a correção dos problemas ocasionados pela instalação dos postes sem a profundidade necessária.

Filho de Reginaldo Rossi diz que cantor morreu sem dinheiro e deixou dívida


Filho de Reginaldo Rossi conversa com Geraldo Luís no "Domingo Show" Imagem: Reprodução

Filho de Reginaldo Rossi, Roberto Rossi disse que o cantor morreu sem dinheiro e deixou dívidas para a família. O "rei do brega", que tinha 70 anos, sofreu falência de múltiplos órgãos, em 2013, em consequência de um câncer no pulmão.

O herdeiro do intérprete do hit "Garçom" abriu o apartamento onde o pai morava, no Recife (PE), em entrevista para o apresentador Geraldo Luis.

Quando questionado sobre o dinheiro que o cantor teria deixado, Roberto foi sincero: "Que dinheiro? Quando meu pai faleceu, eu e minha mãe buscamos nas contas, mas não tinha nada, nada, nada...".

O filho de Reginaldo Rossi tentou cuidar das finanças do cantor por um tempo, mas revelou que "ele era muito centralizador".

Roberto ainda afirmou que o pai era viciado em jogo e por isso deixou dívidas ao morrer. Hoje, o herdeiro sobrevive como motorista.

Geraldo ainda vai mostrar a última música escrita por Reginaldo, que ele não teve tempo de gravar. A entrevista vai ao ar no domingo (12) no "Domingo Show", na Record.


Câmeras flagram PMs executando testemunhas para instalar milícia no Rio


Imagens de câmeras de segurança obtidas pelo EXTRA mostram o momento em que os PMs Vinícius de Oliveira Soares e Irvin Tavares da Silva, lotados no 5º BPM (Praça da Harmonia) e 39º BPM (Belford Roxo) respectivamente, executaram testemunhas para instalar uma milícia em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. Os dois policiais foram presos nesta quarta-feira por agentes da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). Segundo a investigação da especializada, os dois policiais, junto com outros quatro homens, mataram Denis Gutemberg Pereira Lima e Brunei Evaristo da Silva no dia 6 de setembro.

As imagens mostram uma perseguição na Estrada Dr. Farula, bairro Heliópolis, em plena luz do dia. Três homens saem, encapuzados e armados com pistolas, de um Renault Clio roubado. Segundo a polícia, o primeiro a sair do veículo é Irvin. Em seguida, os homens atiram diversas vezes contra as vítimas, que tentam fugir correndo. Denis ainda sacou uma arma e tentou atirar contra os homens, em vão. Após a execução, o Renault Clio segue para buscar os encapuzados. O homem que dirige o carro é Vinicíus.

Testemunhas revelaram aos agentes que a motivação do crime foi um depoimento prestado na espelcializada por Brunei contra os PMs por outro homicídio cometido por eles na região. As duas vítimas tinham passagens na polícia por porte ilegal de arma de fogo. Além de Irvin e Vinícius, são apontados como coautores do crime Willian Silva Danta, Rodrigo Felisbino Moreno, vulgo RD, Anderson Bezerra Pereira, vulgo Nego, e Hugo Freitas Viana — todos estão foragidos.

De acordo com o delegado responsável pelo inquérito, Evaristo Magalhães, para instalar uma milícia na área, os policiais estariam matando opositores e pessoas que tentaram denunciar a atuação do grupo à polícia.

— Ao todo, os dois policiais são investigados em seis inquéritos abertos na DHBF. Todos por homicídios ligados à disputa por aquele território — conta Magalhães. Numa das investigações, Vinícius foi identificado como responsável pelo sequestro de um homem de dentro de sua casa. Ele nunca mais foi encontrado. Todos os crimes aconteceram em 2016.

Extra


PCC promete acertar contas com assassinos de fundador da Mancha Verde


O PCC (Primeiro Comando da Capital) promete “acertar contas” com os assassinos de Moacir Bianchi, 48 anos, fundador da Mancha Verde, principal torcida organizada do Palmeiras. Bianchi foi executado com 22 tiros na madrugada do último dia 2. Ele estava em seu carro, aguardando a abertura do semáforo na avenida Presidente Wilson, Ipiranga, zona sul, quando um atirador desceu de um veículo que vinha logo atrás e efetuou os disparos.

Segundo o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) de Presidente Prudente, o serviço de inteligência do Ministério Público Estadual tem informações indicando que o PCC não mandou matar Bianchi.

Um promotor de justiça disse à Ponte que foi captado um “salve” (recado) de integrantes do PCC reclamando que a facção não tem qualquer participação na morte de Bianchi e, mesmo assim, teve o nome da organização indevidamente envolvido no crime.

“Nós interceptamos esse salve. Tudo leva a crer que o PCC não mandou matar o fundador da torcida organizada. Pode até ser que os assassinos sejam integrantes da facção, mas devem ter agido por conta própria, sem consultar o grupo criminoso”, afirmou o promotor.

O promotor explicou ainda que, com base no salve interceptado, os integrantes do PCC vão cobrar explicações dos assassinos de Bianchi, tanto nas ruas quanto atrás das grades, caso sejam presos: “O PCC não gostou de ter o nome da facção envolvido nesse crime. E isso porque não quer que alguns de seus principais líderes, isolados no RDD (Regime Disciplinar Diferenciado), sejam ainda mais punidos”.

Moacir Bianchi: “Eu vivi intensamente”

A Polícia Civil aponta Marcelo Johny Maciel como um dos suspeitos pela execução de Bianchi. Ele estaria no carro usado pelos assassinos.

O DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) apurou que na noite de 1º de março, Maciel esteve em uma reunião na sede da torcida e discutiu com Bianchi. Na madrugada seguinte, o fundador da organizada foi executado.

Maciel está foragido. Em 27 de novembro do ano passado ele foi flagrado participando de tumulto no estádio Allianz Parque, no dia do jogo do Palmeiras com a Chapecoense, pelo Brasileirão de 2016.

Por conta disso, a Justiça o condenou a prestar serviços à comunidade pelo prazo de 28 horas a serem cumpridos em 30 dias. A Ponte não conseguiu contato com o defensor dele.

O Gaeco de Presidente Prudente, que investiga o PCC há mais de 10 anos, garante que o nome de Maciel jamais apareceu entre os integrantes do primeiro, segundo, terceiro ou quarto escalões da maior facção criminosa do País.

Três dias antes de ser assassinado, Bianchi apareceu em um vídeo, obtido pelo jornalista Leandro Calixto e divulgado com exclusividade pelo Jornal da Record. Na gravação, ele diz que gostaria que fosse cremado e que ninguém chorasse pela sua morte, pois teria vivido intensamente.

No dia seguinte ao assassinato, a torcida organizada Mancha Alviverde, que sucedeu a Mancha Verde, fundada por Bianchi, decidiu suspender suas atividades por tempo indeterminado.

Veja quanto a Chapecoense repassou para família de vítimas do acidente


Nesta quarta-feira, a Chapecoense divulgou as contas finais do valor arrecadado para repassar como doação às famílias das 68 vítimas brasileiras do acidente aéreo de novembro com a delegação do Verdão do Oeste, na Colômbia. De acordo com o balanço divulgado pelo próprio time catarinense, os valores foram de R$ 40,2 mil.

De acordo com o jornal Estadão, o montante geral é de R$ 2,9 milhões com os descontos dos impostos e a divisão do total foi realizada de forma igualitária. Com isso, a Chape colocou como destinatário dos repasses bancárias todos os passageiros brasileiros a bordo do avião da LaMia.

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Diante disto, a conta acrescenta mesmo quem não tinha vínculo empregatício com a Chapecoense, como os convidados e jornalistas, que estavam presentes. Além dos quatro sobreviventes: o radialista Rafael Henzel, o goleiro Follmann, o zagueiro Neto e o lateral-esquerdo Alan Ruschel.

Por fim, a Chapecoense também revelou ter recebido doações com o propósito de ajudar na reconstrução do time, após o acidente ocorrido em novembro do ano passado. Sendo que, os repasses com esse propósito não foram incluídos no montante destinado as famílias das vítimas.

Vigilante baleado em farmácia deve receber R$ 1,28 mi de indenização


O vigilante que ficou tetraplégico, após levar tiro em assalto em farmácia de Natal (RN), será indenizado em R$ 1.280.115,19 por danos morais, materiais e estéticos.

A decisão é da 3ª Vara do Trabalho de Natal, que condenou a Prosegur Brasil S/A, empregadora do vigilante, e, solidariamente, a Empreendimentos Pague Menos S/A, para quem ele prestava serviço.

O juiz Décio Teixeira de Carvalho Júnior determinou, ainda, o pagamento do valor mensal de R$ 1.600,00 para cobrir despesas médicas, com pagamento já a partir da decisão (antecipação de tutela). 

Em sua sentença, o juiz determinou, ainda, o pagamento de R$ 50 mil para cada familiar (país, irmãs e filha), a título de danos morais, por terem sido, também, atingidos pela situação do vigilante (patrimônio imaterial do ofendido).

O assalto ocorreu em abril do ano passado, no bairro de Igapó, Zona Norte de Natal, e chegou a ter grande repercussão na cidade. Várias campanhas de arrecadação de donativos e medicamentos foram realizadas em favor do vigilante.

De acordo com a Polícia Militar, dois criminosos entraram na farmácia e roubaram a arma e o colete do vigilante. Na fuga, mesmo sem a vítima esboçar qualquer reação, um dos criminosos atirou contra o trabalhador, atingindo a coluna cervical dele e deixando-o tetraplégico.

O juiz Décio Teixeira de Carvalho Junior entendeu que, “no caso em análise, o fato do reclamante, no auge de sua vitalidade e como toda uma vida pela frente, ver prejudicada a capacidade de exercer quaisquer funções e sequer de haver-se sozinho, é bastante a caracterizar lesão àquele patrimônio, fazendo-se presente, assim, o dano moral”.

Para condenar a empresa de segurança, o juiz considerou a responsabilidade objetiva dela, quando não há culpa direta da empregadora pelo acidente de trabalho, embora ela responda pelo risco da sua atividade.

Assim, o juiz reconheceu que “não há como negar que a atividade desenvolvida pela empresa ré implicava em risco para a incolumidade (integridade) física do autor, haja vista que a vigilância patrimonial armada expõe o vigilante a um risco extremamente superior à imensa maioria dos demais trabalhadores”.

Ele também acatou a tese do vigilante que pediu, com base no Código Civil, a inclusão da responsabilidade solidária da Pague Menos pelo incidente. Em seu artigo 942, o Código dispõe que “os bens do responsável pela ofensa ou violação do direito de outrem ficam sujeitos à reparação do dano causado; e, se a ofensa tiver mais de um autor, todos responderão solidariamente pela reparação”.

A decisão ainda é passível de recurso.

Caicoense e mais 7 são presos por ‘organização criminosa e roubo’ a bancos


Uma investigação realizada pela Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor) deflagrou, nesta quinta-feira (09), a última fase da Operação Fogo contra Fogo e prendeu oito pessoas suspeitas de roubar agências bancárias entre 2016 e 2017.

As prisões foram realizadas através de investigações iniciadas há seis meses, quando homens fortemente armados tentaram roubar o dinheiro de um carro-forte que estava estacionado em um supermercado na Avenida Maria Lacerda, localizado no bairro Nova Parnamirim. As pessoas foram presas em cumprimento de mandados de prisão. Cinco pessoas estão sendo procuradas pela Polícia Civil.

Foram presos na Operação Fogo contra Fogo: Rodrigo Anderson Gomes de Souza, vulgo “Sadan”; Leandro da Silva Oliveira; Maria de Fátima Nazaré Conceição, vulgo Neném; Joyce Carolina Andrade Barbosa; Laurêncio Francisco da Silva, vulgo “véio” ou “olhos azuis”; Wenio Rodrigues de Melo, conhecido como “Bilú”; Rivanildo Pereira de Medeiros, vulgo “Rambo”; e George Michael da Silva Besa.

Do grupo, quatro foram presos nesta quinta-feira (09), sendo eles Rodrigo, Leandro, Maria de Fátima e Joyce, e os demais estavam no sistema prisional.

O grupo era composto, em sua maioria, por foragidos da Justiça e integrantes de facções criminosas e funcionava de forma articulada, sendo suspeito pelo cometimento de diversos roubos a agências bancárias no Rio Grande do Norte e em outros estados. Os integrantes que lideravam a quadrilha eram Rivanildo, integrante da facção Sindicato do RN, Paulo Eduardo de Oliveira, conhecido como “Pajé”, integrante da mesma facção criminosa de Rambo e morto em confronto com a polícia, tendo ele grande poder de liderança no crime no bairro de Mãe Luiza, e Adriano da Conceição, também morto em enfrentamento com policiais.

Segundo o delegado geral da Polícia Civil do RN, Claiton Pinho, as ações da operação Fogo contra Fogo são resultados de investigações integradas entre a Deicor e vários órgãos de forças policiais de diversos estados, através da constante troca de informações. “Hoje, conseguimos, através dessa operação, prender diversos foragidos da Justiça que participavam de várias células as quais praticavam ações criminosas não só no Rio Grande do Norte, como também em vários estados. Policiais da Deicor têm trabalhado intensamente para desarticular quadrilhas que vêm realizando assaltos a instituições bancárias e com os resultados de hoje conseguimos enfraquecer essas organizações criminosas, apreendendo uma grande quantidade de armamento, explosivos e veículos roubados”, detalha o delegado geral, Claiton Pinho.



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