sexta-feira, 17 de março de 2017


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Vende-se imóvel em um condomínio fechado no Bairro Maynard em Caicó.O imóvel conta com 2 quartos, banheiro social, sala,cozinha, área de serviço e garagem. Pode ser financiada pelo banco.

Valor da Residência R$ 115 mil.

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Carlos Eduardo Melo Mariz

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Com família cruzmaltina, dona da Crefisa estuda investir dinheiro no Vasco em 2018


Crefisa pode patrocinar o Vasco na próxima temporada, caso Eurico Miranda deixe o clube (Jales Valquer/ Fotoarena)

Em crise, eliminado da Copa do Brasil e agora sem técnico, o Vasco segue a maré de notícias ruins dentro do clube. No entanto, há uma luz no fim do túnel para o torcedor do Gigante da Colina. Segundo Fábio Azevedo, repórter do FOX Sports, Leila Pereira, dona da Crefisa, que é a principal patrocinadora do Palmeiras, está com conversas adiantadas com a oposição do time carioca, que terá eleições no fim deste ano.

Com pai e irmãos vascaínos, Leila, que é torcedora do Verdão, só aceitaria entrar no clube com a saída de Eurico Miranda. Para o negócio acontecer, a chapa liderada por Julio Brant, que tem apoio de Edmundo, precisa vencer em São Januário.

A Crefisa paga ao Palmeiras cerca de R$ 84 milhões por temporada. No próximo ano, a expectativa é de que o valor chegue a R$ 90 milhões. No Vasco, no entanto, os números ainda não foram revelados.

Urgente : ASSALTO NO BAIRRO PARAÍBA EM CAICÓ

Por volta das 17h20min desta sexta-feira  (17), foi registrado um assalto a mão armada em uma comércio por nome de  "kitanda do bairro", que fica localizado na rua Comandante Ezequiel no bairro Paraíba.

Dois indivíduos em uma moto Honda fan de cor preta chegaram ao local e anunciaram o assalto.

Os indivíduos levaram todo o dinheiro do local e fugiram com destino ignorado.

Polícia e Agentes frustram plano de fuga de detentos ao descobrir túnel no presídio pereirão em Caicó

A Polícia Militar juntamente com Agentes Penitenciários frustraram um plano que poderia resultar na maior fuga de presos já registrada na história da Penitenciária Estadual do Seridó ( Pereirão ).

Um túnel com cerca de 16 metros foi descoberto no início da tarde desta sexta-feira  (16) em um dos pavilhões da unidade prisional.

O túnel era construído a partir de uma cela no pavilhão C e já estava próximo ao muro da unidade.

Segundo informações, a fuga estaria planejada para acontecer na madrugada do próximo domingo (19).

Justiça manda 15 traficantes e milicianos de volta de Mossoró para o Rio de Janeiro


Justiça Federal determinou a volta para o Rio de Janeiro de 12 traficantes e três milicianos de alta periculosidade. Todos estavam presos na unidade federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte, desembarcaram na cidade na quarta-feira e foram levados imediatamente para a Penitenciária Laércio da Costa Peregrino, conhecida como Bangu 1, no Complexo Penitenciário de Gericinó.

A Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) confirmou o retorno dos detentos, entre eles os irmãos Natalino José Guimarães, ex-deputado estadual, e Jerônimo Guimarães Filho, o Jerominho, ex-vereador carioca. Ambos comandavam a milícia Liga da Justiça, em Campo Grande, na zona oeste do Rio. O ex-policial civil André Luiz da Silva Malvar, genro de Jerominho, também está de volta à capital fluminense.

No grupo que retornou, todos os condenados por tráfico são ligados à facção Comando Vermelho, alguns deles importantes lideranças na quadrilha, como Leonardo Marques Da Silva, o Sapinho da Providência, o Luiz Cláudio Gomes, o Pão com Ovo, e Eduardo Luiz Paixão, o Duda ou 2D, do Complexo do Alemão.

Na relação dos criminosos que retornaram estão: Wallace Batista Soalheiro, o Pixote da Coruja; Adilson Gomes da Hora Junior, o Nico, da Furquim Mendes, Ocimar Nunes Robert, o Barbosinha, e José Ricardo Couto e Silva, o Ricardo Paiol, ambos do Turano, Claudemir Silva Paixão, o Negão da Doze, Cleverson de Souza Silva, o Trek, Mauri Alves Ribeiro Filho e José Benemário de Araújo, o Benemário, este último capturado no Paraguai.

Desde 2007, a Secretaria de Segurança do Rio de Janeiro adotou uma política de mandar os traficantes mais perigosos para unidades prisionais federais, onde o regime é mais rígido e o acesso de familiares é considerado mais remoto. Durante esse tempo todo, no entanto, os criminosos continuaram dando as ordens, justamente através dessas visitas ou de advogados.

O juiz da Vara de Execuções Penais (VEP) do Rio, Rafael Estrela, informou que entrou com pedido de liminar junto ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) para que seja determinada a imediata transferência de três criminosos para presídios federais. Os três envolvidos com milícias – Jerônimo Guimarães Filho, Natalino José Guimarães e André Luiz da Silva Malvar – fazem parte de um total de 12 detentos que regressaram anteontem ao Rio por determinação do juiz federal corregedor do presídio federal de Mossoró (RN), a cerca de 2.400 quilômetros do Rio.

Da lista, sete já estavam para retornar ao sistema penitenciário fluminense, pois haviam sido transferidos apenas por ocasião da Olimpíada do Rio. O magistrado do Rio vai examinar a situação de outros dois detentos. A VEP observou também que não foi informada do embarque dos detentos para o Rio e que estava dentro do prazo previsto para avaliar a decisão federal de enviá-los de volta.

Frigoríficos vendiam carne vencida e frango com papelão


EXAME


JBS e BRF, duas das cinco maiores exportadoras do país, reconhecidas como as maiores empresas de carne do mundo, exemplos de sucesso empresariais inegáveis e da pujança econômica do Brasil nas últimas décadas são, hoje, alvo da Operação Carne Fraca.

Além delas, outros frigoríficos, grandes e pequenos, como Big Frango e Peccin, aparecem na decisão.

O nome escolhido pela Polícia Federal não poderia ser mais literal. A investigação revelou que as companhias usavam em suas operações carnes podres com ácido ascórbico para disfarçar o gosto, frango com papelão, pedaços de cabeça e carnes estragadas como recheio de salsichas e linguiças, além de reembalar produtos vencidos.

Trata-se da maior operação já realizada na história da PF, segundo a instituição, com mais de 1.100 policiais mobilizados em seis Estados (Paraná, São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Goiás) e no Distrito Federal.

Entre os presos, executivos das duas companhias e fiscais do Ministério da Agricultura. A investigação aponta que os frigoríficos tinham influência para escolher os servidores que iriam efetuar as fiscalizações na empresa, por meio de pagamento de propina.

Roney Nogueira dos Santos, gerente de relações institucionais e governamentais da BRF, e o vice-presidente José Roberto Pernomian Rodrigues (que já havia se envolvido em um escândalo anterior, na Cisco) estão na lista.

As ordens foram expedidas pela 14ª Vara da Justiça Federal de Curitiba (PR) e orientam 38 de prisão (27 preventivas e 11 temporárias), 77 de condução coercitiva e 194 de busca e apreensão locais supostamente ligados ao grupo criminoso.

Carne podre

A informação de que ao menos um dos frigoríficos usava carne pobre em seus produtos está na decisão da Justiça Federal do Paraná e foi dada pela médica veterinária Joyce Igarashi Camilo.

Ela era a veterinária responsável pelo frigorífico gaúcho Peccin, em 2014, e argumentou que a empresa “também comprava notas fiscais falsas de produtos com SIF (Serviço de Inspeção Federal) para justificar as compras de carne podre, e utilizava ácido ascórbico para maquiar as carnes estragadas”.

Normélio Peccin Filho e Idair Antônio Piccin, sócios do frigorífico, têm algumas de suas declarações mencionadas na decisão, que deixam claro o aval para práticas ilícitas dentro das normas de vigilância sanitária alimentícia.

Em uma delas, autoriza o uso de presunto podre “sem cheiro” para a produção alimentícia. Em outra, Idair manda uma funcionária comprar 2.000 quilos de carne de cabeça, para a fabricação de linguiça.

IDAIR – Você ligou?

NAIR – Eu, sim eu liguei. Sabe aquele de cima lá, de Xanxerê?

IDAIR – É.

NAIR – Ele quer te mandar 2000 quilos de carne de cabeça. Conhece carne de cabeça?

IDAIR – É de cabeça de porco, sei o que que é. E daí?

NAIR – Ele vendia a 5, mas daí ele deixa a 4,80 para você conhecer, para fechar carga.

IDAIR – Tá bom, mas vamos usar no que?

NAIR – Não sei.

IDAIR – Aí que vem a pergunta né? Vamo usar na calabresa, mas aí, é massa fina é? A

calabresa já está saturada de massa fina, é pura massa fina.

NAIR – Tá.

IDAIR – Vamos botar no que?

NAIR – Não vamos pegar então?

IDAIR – Ah, manda vir 2000 quilos e botamos na linguiça ali, frescal, moída fina.

NAIR – Na linguiça?

IDAIR – Mas é proibido usar carne de cabeça na linguiça…

NAIR – Tá, seria só 2000 quilos para fechar a carga. Depois da outra vez dá para pegar um

pouco de toucinho, mas por enquanto ainda tem toucinho (ininteligível).

IDAIR – O toucinho, primeira coisa, tem que ver que tipo de toucinho que ele tem.

O que diz a JBS

“A JBS S.A. comunica aos seus acionistas e ao mercado em geral que, em relação a operação realizada pela Polícia Federal na manhã de hoje, a JBS esclarece que não há nenhuma medida judicial contra os seus executivos. A empresa informa ainda que sua sede não foi alvo dessa operação.

A ação deflagrada hoje em diversas empresas localizadas em várias regiões do país, ocorreu também em três unidades produtivas da Companhia, sendo duas delas no Paraná e uma em Goiás. Na unidade da Lapa (PR) houve uma medida judicial expedida contra um médico veterinário, funcionário da Companhia, cedido ao Ministério da Agricultura.

A JBS e suas subsidiárias atuam em absoluto cumprimento de todas as normas regulatórias em relação à produção e a comercialização de alimentos no país e no exterior e apoia as ações que visam punir o descumprimento de tais normas.

A JBS no Brasil e no mundo adota rigorosos padrões de qualidade, com sistemas, processos e controles que garantem a segurança alimentar e a qualidade de seus produtos. A companhia destaca ainda que possui diversas certificações emitidas por reconhecidas entidades em todo o mundo que comprovam as boas práticas adotadas na fabricação de seus produtos.

A Companhia repudia veementemente qualquer adoção de práticas relacionadas à adulteração de produtos – seja na produção e/ou comercialização – e se mantém à disposição das autoridades com o melhor interesse em contribuir com o esclarecimento dos fatos.”

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MORRE NO HOSPITAL SEXTA VÍTIMA DE CHACINA EM MOSSORÓ

A jovem 'Gaby Nunnes' morreu na noite desta quinta-feira (17) no HRTM (Hospital Regional Tarcísio Maia), em Mossoró no Rio Grande do Norte. Gabriela Nunes foi a sexta vítima de uma Chacina ocorrida no bairro Boa Vista em Mossoró no último sábado (11). Ela foi baleada durante ataque que deixou cinco mortos em um baile funk em uma casa de show na Cidade de Mossoró.

O crime teria ocorrido devido uma briga entre duas facções criminosas.

Acidente de trânsito entre os municípios de Caicó e Jardim do Seridó

Agora pouco foi registrado um acidente de trânsito na BR 427, um veículo que se deslocava com destino à Caicó. Capotou próximo ao sitio Quipaua.

Cinco Mulheres da Cidade de Currais Novos  estavam no interior do veículo.

Todas as vitimas foram socorridas para o Hospital da Cidade de Jardim do Seridó e sofreram leves escoriações pelo corpo.

O veículo ficou bastante danificado.

Com cachê de R$ 80 mil, Joelma não decola em carreira solo


Com cachê de R$ 80 mil, Joelma não decola em carreira solo Foto: Divulgação

Extra

Joelma tem sido vista em vários programas de televisão, seu nome continua em evidência depois da separação, mas fazer show que é bom... O fato é que a carreira solo da cantora definitivamente não decolou, e ela tem feito uma média de apenas três apresentações por mês.

A agenda praticamente vazia fez com que seu empresário Pedro Mota abandonasse a função de vender seus shows — agora ele cuida só da parte artística — e repassassou a missão para a empresa A3, de Fortaleza. “É mais fácil emplacar Joelma em festivais com outros artistas do que em shows únicos. Ela ainda faz sucesso na mídia, tem muitos fãs pelo Brasil, mas não vende ingresso”, entrega uma fonte.

Na época do auge da Calypso, Joelma e Ximbinha, seu ex-marido, chegavam a cobrar de R$ 300 mil a R$ 500 mil de cachê. Atualmente, a cantora vale muito menos do que a metade. O valor de sua apresentação no mercado nacional em crise é de R$ 80 mil. Joelma ainda tem tido dificuldade de manter seus funcionários, como músicos e bailarinos, por conta da baixa procura.

Ximbinha não paga prensa de DVD

Não é apenas a carreira de Joelma que vem enfrentando problemas no mercado nacional. A de Ximbinha, com x há um ano, dizem algumas línguas, acabou! Pois é, o ex de Joelma até chegou a gravar um DVD em outubro de 2016, em Belém, onde mora. Passados cinco meses, no entanto, o trabalho sequer chegou às lojas. E ninguém sabe dizer por quê.

Mas o EXTRA descobriu que por motivos de calote o público do artista não terá tão cedo acesso ao disquinho. Ximbinha não pagou a empresa que deveria prensar os DVDs. Além disso, a agenda de shows do guitarrista é quase inexistente. De acordo com uma fonte da coluna, não há nem pedidos de datas para que Ximbinha se apresente.

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