quarta-feira, 17 de maio de 2017


ACABARAM DE CHEGAR NOVAS BERMUDAS NA LK MULTIMARCAS


Acabaram de chegar novas bermudas da @polovipoficial na LK MULTIMARCAS.

São várias cores e nos tamanhos até número especial 54. Qualidade ela tem demais e conforto ao vestir.

Avenida Renato Dantas - No endereço da EDISOM CAICÓ : próximo a Farmácia Pague Menos.

NOVA PREVISÃO : ABASTECIMENTO DE ÁGUA EM CAICÓ SERÁ RETOMADO NA PRÓXIMA SEGUNDA-FEIRA


Devido à constatação de vazamento na adutora emergencial que abastece a cidade de Caicó, a Companhia de Águas e Esgotos do RN (Caern) interrompeu, o último dia (16), o fornecimento de água ao município para instalacão de bombas de retenção na extensão da adutora de engate rápido. Foi divulgado uma nova previsão de água para Caicó para próxima segunda-feira (22).


Segundo a Caern, é natural que problemas técnicos/operacionais se apresentem durante a fase de testes.

JBS DEU PREJUÍZO DE QUASE 1 BILHÃO DE REAIS AO BNDES,.REVELA O TCU


Reportagem de “O Globo”, “BNDES perde R$ 711 com JBS, diz TCU”, de Gabriela Valente, Eduardo Bresciani e Manoel Ventura, mostra que o Tribunal de Contas da União avalia em R$ 711,3 milhões o prejuízo que o banco “teve com operações de compra de ações e debêntures (títulos de dívida) do grupo JBS”. Os auditores do TCU enfatizam que houve “cessão gratuita de dinheiro público” para a empresa da família de Joesley Batista, Wesley Batista e José Batista (Zé Mineiro). A apuração do Tribunal serviu de base para a Operação Bullish, da Polícia Federal, em 2016.

Em 2014, o procurador da República Helio Telho, baseado em Goiás, disse ao Jornal Opção que o escândalo do BNDES seria maior do que o Petrobrás. Parece ter razão, pois só o JBS — o grupo controla várias empresas, como o frigorífico Friboi — teria dado um prejuízo, segundo o TCU, de quase 1 bilhão de reais ao banco. A caixa preta apenas começa a ser aberta, porque há outras empresas altamente beneficiadas, embora a JBS tenha sido, tudo indica, a mais beneficiada.

Não devolveu dinheiro

Possivelmente devido a pressão política, o banco não cobrou “recursos a que tinha direito, não fiscalizou a aplicação do dinheiro aportado e nem levou em conta o alcance social do resultado das operações realizadas com o grupo”, conta “O Globo”, que teve acesso exclusivo à apuração do TCU. “A subscrição de cerca de R$ 1 bilhão em ações da unidade norte-americana da JBS a fim de viabilizar a aquisição da National Beef” deu prejuízo ao BNDES. Após a sinalização de autoridades antitruste dos Estados Unidos de que a operação não seria aprovada, a JBS desistiu da compra. O BNDES, porém, não pegou os recursos de volta e assinou sucessivos aditivos alterando o objetivo do aporte, permitindo o uso dos recursos posteriormente no processo de fusão com a Bertin. O contrato original previa que o banco de fomento tinha o direito de vender as ações de volta aos controladores da JBS se o negócio não fosse fechado.”

Pilgrim’s e Bertin

O TCU investiga também o apoio financeiro para a JBS comprar a Pilgrim’s e a fusão do grupo da família Batista com a Bertin. Ao bancar a JBS, o BNDES “comprou R$ 3,4 bilhões em debêntures da JBS vinculados ao IPO (lançamento inicial de ações, na sigla em inglês) da companhia na Bolsa de Nova York. A operação foi realizada entre dezembro de 2009 e fevereiro de 2010. Os técnicos do TCU destacaram que a inclusão da fusão com a Bertin como um dos objetos para os recursos foi aprovada com base num PowerPoint, sem que tivesse ocorrido um estudo prévio”. O relatório do TCU afirma: “Ao contrário das operações anteriores, não foi elaborada instrução de enquadramento da presente operação, tendo sido o enquadramento aprovado em 24/11/2009 com base em apresentação em Power Point”.

Fica-se com a impressão de que as cúpulas do BNDES — leia-se o ex-presidente Luciano Coutinho — e da JBS não acreditaram que, um dia, poderiam ser investigadas e, até, criminalizadas. Há indícios também que, entre a JBS e o BNDES ter prejuízo, descobriram que seria melhor debitar o problema na conta da Viúva. “A operação foi construída visando a troca dos recursos aportados por ações da subsidiária da JBS nos Estados Unidos para que a movimentação não tivesse impacto no cálculo da dívida do grupo. O BNDES recebeu uma multa de R$ 521,6 milhões da JBS porque a empresa não fez o lançamento de ações no prazo acordado, dezembro de 2010, mas o prejuízo apontado pelo TCU está na conversão das debêntures em ações da companhia no Brasil”, frisa “O Globo”, baseado na investigação rigorosa do TCU.

A JP Morgan sugeriu, em 2011, o mercado não estava propício para lançar ações nos Estados Unidos. Por isso a JBS indicou que o BNDES deveria “antecipar a conversão das ações no Brasil”. Apresentou-se, então, uma avaliação baseada na média “dos últimos 100 pregões da Bolsa de Valores de São Paulo”, que “propunha a conversão com base no valor de R$ 7,04 por ação, acompanhado de estudos que previam a valorização dos papéis a um patamar acima de R$ 8,44 no fim daquele ano. Seis dias após receber a proposta, o BNDES concordou em fazer a operação em maio de 2011”. Uma das conclusões é que a JBS tinha poder quase diretivo no BNDES. O banco estava a seu serviço, provavelmente por orientação de um gabinete coroado de Brasília.

Porém o otimismo da JBS e do BNDES deu em nada, ao menos para o setor público. Segundo “O Globo”, sustentado pela investigação do TCU, “somente em dois dias durante todo o ano de 2011 o papel superou o preço mínimo de R$ 6,50, que estava estipulado em contrato. Portanto, no cálculo dos técnicos do TCU, somente este acordo teria causado um prejuízo de R$ 266,7 milhões ao banco de fomento. Ainda nesta mesma operação, o relatório técnico da corte de contas aponta outro prejuízo no valor de R$ 347,7 milhões porque o BNDES não exigiu no acordo para a conversão o pagamento de uma multa de 10% do valor do contrato referente ao cancelamento do lançamento de ações nos Estados Unidos”.

Numa explicação tida como canhestra, o BNDES frisa que admitiu o acordo porque, se as ações fossem diluídas, teria, como acionista, prejuízo. Os técnicos do TCU perceberam, de maneira precisa, que havia preocupação, isto sim, de que a JBS, e não o BNDES, tivesse prejuízo. Informa o relatório: “Para sanar a questão da diluição, poderia a BNDESPar ter buscado em conjunto com a JBS outra solução econômico-financeira que não resultasse em cessão graciosa de dinheiro público”. A função de um banco é emprestar dinheiro; no caso, o BNDES “deu” dinheiro à JBS. Um negócio, como se diz no mercado, de avô para neto.

A cúpula do BNDES, ao não exigir relatórios de due diligence, ao aprovar o aporte para as aquisições, não mostrou preocupações com os recursos do Erário, avalia o TCU. Os autores do Tribunal afirmam, no relatório, que o BNDES deixou de fiscalizar “a aplicação dos recursos” e garantem que não há “evidências de que os aportes ampliaram as exportações brasileiras” na área de frigoríficos.

Outro lado

Joesley Batista e Wesley Batista emitiram nota afirmando que o TCU está “auditando o BNDES e não a JBS”. A JBS firma na nota: “Ainda assim, a Companhia sempre deixou claro a seus acionistas e ao mercado em geral que todos os atos societários advindos dos investimentos da BNDESPar, seu braço de participações, foram praticados de acordo com a legislação do mercado de capitais brasileiro, são públicos e estão disponíveis no site da Comissão de Valores Mobiliários e no site de relações com investidores da JBS”. E sustenta que os investimentos do BNDESPar na empresa “ocorreram em consonância com a legislação vigente”.

O ex-presidente do BNDES Luciano Coutinho afirma que não teve acesso ao relatório do TCU, que é sigiloso, e que ficou surpreso com sua divulgação, mesmo antes de as partes interessadas terem sido informadas de seu teor. O economista sustenta que os investimentos da BNDESPar na JBS não deram prejuízo à instituição de crédito. Garante, até, que houve um “retorno expressivo, na forma de receita com a venda de participação acionária, dividendos e prêmios, somando cerca de R$ 5 bilhões”. Não é o que apurou o TCU.

A presidente do BNDES, Maria Silvia Bastos Marques — que nada tem a ver com a diretoria anterior —, criou uma Comissão de Apuração Interna para verificar, de maneira rigorosa e exaustiva, todas as operações da instituição de fomento relacionadas com a JBS.

No BNDES, em tom jocoso, funcionários afirmam que, nos governos Lula da Silva e Dilma Rousseff, o banco era chamado internamente de BNDJBS, quer dizer, Banco Nacional de Desenvolvimento da JBS.

Delação premiada

O empresário Joesley Batista, um dos controladores do grupo JBS, deve ser um dos próximos a fazer delação premiada. Aí, comenta-se nos bastidores, será o segundo terremoto a atingir sobretudo o PT e o PMDB, mas não só.

101º Homicidio em Mossoró 2017


Mais uma pessoa é morta de forma violenta na cidade de Mossoró no Oeste Potiguar, o caso dessa vez aconteceu no bairro Boa Vista na Rua Paulo de Albuquerque. No local onde a vítima sofreu os tiros é uma residência e na área funciona uma Lanchonete conhecida como XLanche. A vítima foi identificada apenas por Marcelo, foi alvejada com vários tiros de Pistola.

Até o momento ninguém foi preso.

DONO DA JBS GRAVOU PRESIDENTE MICHEL TEMER DANDO AVAL PARA COMPRAR SILÊNCIO DE CUNHA

O GLOBO

Na tarde de quarta-feira passada, Joesley Batista e o seu irmão Wesley entraram apressados no STF e seguiram direto para o gabinete do ministro Edson Fachin. Os donos da JBS, a maior produtora de proteína animal do planeta, estavam acompanhados de mais cinco pessoas, todas da empresa. Foram lá para o ato final de uma bomba atômica que explodirá sobre o país — a delação premiada que fizeram, com poder de destruição igual ou maior que a da Odebrecht. Diante de Fachin, a quem cabe homologar a delação, os sete presentes ao encontro confirmaram: tudo o que contaram à Procuradoria-Geral da República em abril foi por livre e espontânea vontade, sem coação.

É uma delação como jamais foi feita na Lava-Jato:

Nela, o presidente Michel Temer foi gravado em um diálogo embaraçoso. Diante de Joesley, Temer indicou o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para resolver um assunto da J&F (holding que controla a JBS). Posteriormente, Rocha Loures foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil enviados por Joesley. Temer também ouviu do empresário que estava dando a Eduardo Cunha e ao operador Lúcio Funaro uma mesada na prisão para ficarem calados. Diante da informação, Temer incentivou: “Tem que manter isso, viu?”.

Aécio Neves foi gravado pedindo R$ 2 milhões a Joesley. O dinheiro foi entregue a um primo do presidente do PSDB, numa cena devidamente filmada pela Polícia Federal. A PF rastreou o caminho dos reais. Descobriu que eles foram depositados numa empresa do senador Zeze Perrella (PSDB-MG).

Joesley relatou também que Guido Mantega era o seu contato com o PT. Era com o ex-ministro da Fazenda de Lula e Dilma Rousseff que o dinheiro de propina era negociado para ser distribuído aos petistas e aliados. Mantega também operava os interesses da JBS no BNDES.

Joesley revelou também que pagou R$ 5 milhões para Eduardo Cunha após sua prisão, valor referente a um saldo de propina que o peemedebista tinha com ele. Disse ainda que devia R$ 20 milhões pela tramitação de lei sobre a desoneração tributária do setor de frango.

Pela primeira vez na Lava-Jato foram feitas “ações controladas”, num total de sete. Ou seja, um meio de obtenção de prova em flagrante, mas em que a ação da polícia é adiada para o momento mais oportuno para a investigação. Significa que os diálogos e as entregas de malas (ou mochilas) com dinheiro foram filmadas pela PF. As cédulas tinham seus números de série informados aos procuradores. Como se fosse pouco, as malas ou mochilas estavam com chips para que se pudesse rastrear o caminho dos reais. Nessas ações controladas foram distribuídos cerca de R$ 3 milhões em propinas carimbadas durante todo o mês de abril.

Se a delação da Odebrecht foi negociada durante dez meses e a da OAS se arrasta por mais de um ano, a da JBS foi feita em tempo recorde. No final de março, se iniciaram as conversas. Os depoimentos começaram em abril e na primeira semana de maio já haviam terminado. As tratativas foram feitas pelo diretor jurídico da JBS, Francisco Assis e Silva. Num caso único, aliás, Assis e Silva acabou virando também delator. Nunca antes na história das colaborações um negociador virara delator.

A velocidade supersônica para que a PGR tenha topado a delação tem uma explicação cristalina. O que a turma da JBS (Joesley sobretudo) tinha nas mãos era algo nunca visto pelos procuradores: conversas comprometedoras gravadas pelo próprio Joesley com Temer e Aécio — além de todo um histórico de propinas distribuídas a políticos nos últimos dez anos. Em duas oportunidades em março, o dono da JBS conversou com o presidente e com o senador tucano levando um gravador escondido — arma que já se revelara certeira sob o bolso do paletó de Sérgio Machado, delator que inaugurou a leva de áudios comprometedores. Ressalte-se que essas conversas, delicadas em qualquer época, ocorreram no período mais agudo da Lava-Jato. Nem que fosse por medo, é de se perguntar: como alguém ainda tinha coragem de tratar desses assuntos de forma tão desabrida?

Para que as conversas não vazassem, a PGR adotou um procedimento inusual. Joesley, por exemplo, entrava na garagem da sede da procuradoria dirigindo o próprio carro e subia para a sala de depoimentos sem ser identificado. Assim como os outros delatores.

Ao mesmo tempo em que delatava no Brasil, a JBS mandatou o escritório de advocacia Trench, Rossi e Watanabe para tentar um acordo de leniência com o Departamento de Justiça dos EUA (DoJ). Fechá-lo é fundamental para o futuro do grupo dos irmãos Batista. A JBS tem 56 fábricas nos EUA, onde lidera o mercado de suínos, frangos e o de bovinos. Precisa também fazer um IPO (abertura de capital) da JBS Foods na Bolsa de Nova York.

Pelo que foi homologado por Fachin, os sete delatores não serão presos e nem usarão tornozeleiras eletrônicas. Será paga uma multa de R$ 225 milhões para livrá-los das operações Greenfield e Lava-Jato que investigam a JBS há dois anos.

Dificuldade dos municípios do interior em atender às demandas básicas de saúde superlota sistema na capital

Dos 1 milhão e 450 mil portadores de cartões SUS em Natal, 800 são de pessoas que não residem na capital potiguar. O dado, da Secretaria Municipal de Saúde, foi reavivado após o anúncio do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel e Pronto Socorro Clóvis Sarinho não receberia mais pacientes que chegassem em ambulâncias sem encaminhamento, a não ser que estivessem em situações de Acidente Vascular Cerebral (AVC) ou quadro de Politrauma. A decisão, que é coerente com o perfil de paciente que deveria ser atendido pelo hospital, gerou um conflito para a Secretaria Municipal: diariamente, dezenas de pacientes de baixa e média complexidade chegam à capital para serem atendidos no Walfredo Gurgel sem encaminhamento, superlotando o Hospital e infringindo as cláusulas de serviços estipulados no contrato entre o Estado e os municípios.


De acordo com o secretário municipal de saúde, Luiz Roberto Fonseca, a incapacidade dos municípios de atender as demandas de baixa complexidade colocam a capital em uma situação complicada “Natal passou a absorver sua demanda própria do que a gente chama de baixa e média complexidade, mas os outros municípios não. Eles continuaram utilizando o Walfredo para baixa e média complexidade, e agora que o Walfredo fecha suas portas para as chegadas sem encaminhamento, esses pacientes vêm todos para Natal. Não podemos recusar atendimento a ninguém, mas isso provoca uma superlotação das nossas unidades que poderia ser evitada com a regionalização da saúde”.

Ao todo, R$ 72 milhões são repassados ao Walfredo e a outros cinco hospitais do Estado pelos municípios anualmente. Desses, R$ 40 milhões vêm exclusivamente de Natal, enquanto os R$ 32 milhões restantes são repassados por todos os outros municípios do Estado. O contrato, assinado entre os municípios e o Estado, assinala uma série de serviços que seriam prestados pelo Hospital, como cirurgia, cirurgia vascular e nefrologia, além dos outros casos de alta complexidade. A chegada dos pacientes, no entanto, deveria vir mediante um encaminhamento dos médicos dos respectivos municípios, após terem passado por uma avaliação, o que grande parte das vezes, não ocorre em grande parte pela falta de estrutura dos municípios do interior em realizar os procedimentos.

Essa dificuldade dos municípios de oferecerem os serviços de baixa e média complexidade levou ao aumento do número de usuários do cartão do SUS de Natal que não são residentes da cidade. De acordo com o secretário, a situação atingiu uma situação tão grave que a Secretaria irá realizar um recadastramento para poder atualizar o banco de dados do município, priorizando os moradores da cidade “vai ser preciso fazer uma revisão completa do nosso banco de dados e fazer um recadastramento, e nós vamos usar como base de dado a declaração do imposto de renda, porque além de você colocar seu endereço, você coloca seus dependentes”, disse o secretário. O banco de dados da Receita Federal já foi solicitado por Natal para ser utilizado como base no novo cadastro.


Para Luiz Roberto, a medida tomara pela administração do Walfredo é importante e necessária, tendo em vista que o Hospital deve priorizar aquilo que apenas ele deveria ser capaz de oferecer: os serviços de alta complexidade, que estão estipulados nos contratos entre o Estado e os municípios, mas sem a devida regionalização dos atendimentos, a capital acabará sendo prejudicada “O pagamento para a manutenção das nossas unidades de pronto atendimento vêm dos impostos das pessoas do município de Natal. Existe uma contratualização entre Estado e Municípios que precisa ser respeitada e os municípios devem cumprir sua responsabilidade em oferecer os atendimentos para baixa e média complexidade, porque essa é o seu papel”, disse.

Números

1 milhão e 450 mil pessoas possuem cartão de SUS em Natal

900 mil é a população de Natal

650 mil pessoas é o número de usuários exclusivos do SUS de Natal

800 mil é o número de usuários de residentes em outros municípios que utilizam o cartão do SUS de Natal.

Tribuna do Norte

'ALCAÇUZ NÃO SERÁ DESATIVADA', DIZ GOVERNADOR DO RN

G1 - O governo do Rio Grande do Norte desistiu de desativar a Penitenciária Estadual de Alcaçuz. O governador Robinson Faria (PSD) visitou a unidade prisional - que passa por reformas - nesta terça-feira (16) e explicou que, em vez de desativar o presídio, o Governo do Estado optou por recuperar e reestruturar a unidade dentro da "doutrina atualizada" de controle prisional.

"Alcaçuz não está apenas sendo restaurada, mas reconstruída dentro dessa nova doutrina", disse. O governador disse ainda que a o Plano Diretor do Sistema Penitenciário, que está em elaboração, irá definir em detalhes como será o funcionamento da unidade após a restauração.

A ideia de desativar a Penitenciária de Alcaçuz foi anunciada em janeiro deste ano após uma série de rebeliões na unidade que deixou pelo menos 26 mortos. À época, o governador disse que pretendia construir três novos presídios para transferir os presos da unidade. "A construção de Alcaçuz naquele local foi um grande equívoco, porque é uma área de geografia turística", afirmou, à época.

Visita às obras de recuperação

Nesta terça, o govrenador visitou a Penitenciária de Alcaçuz acompanhado do diretor do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), Marco Antônio Severo.

Robinson Faria reforçou o pedido para que a força de intervenção federal que atua em Alcaçuz permaneça no presídio até que seja concluído o concurso para a contração de agentes penitenciários estaduais.

“Seria de grande importância para a reestruturação do sistema prisional que os novos agentes possam ser treinados pela força federal para que assumam o controle do presídio e de outras unidades do RN. O concurso deverá contratar mais de 500 agentes”, afirmou o governador.

A diretora do Sistema Penitenciário Federal, Cíntia Rangel, e os secretários da Casa Civil, Tatiana Mendes Cunha, de Justiça e Cidadania, Mauro Albuquerque, e de Infraestrutura, Jader Torres, também participaram da visita.

Obras

O governo do estado deverá gastar mais de R$ 3,2 milhões para recuperar e reforçar a segurança na penitenciária estadual de Alcaçuz, após rebeliões que deixaram pelo menos 26 detentos mortos. O valor total previsto pela Secretaria de Infraestrutura para execução das obras de reforma nos pavilhões 1, 2 e 3 e construção de uma cerca na área externa é R$ 2.693.214,20. Além disso, cerca de R$ 600 mil estão sendo gastos na reconstrução do Pavilhão 5, de acordo com a Secretaria de Justiça e Cidadania.

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CAICÓ : ÁGUA SÓ NA PRÓXIMA SEMANA

A Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) está operando em fase de testes a Adutora Emergencial de Caicó, equipamento construído pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs).

Nesta terça-feira (16), a Caern detectou a necessidade de novos ajustes na adutora, precisando interromper o abastecimento da cidade até a segunda-feira (22).

ACIDENTE COM VÍTIMA FATAL NA BR 427 EM ACARÍ


Mais um acidente foi registrado nas proximidades do município de Acari. Informações pré-liminares dão conta que dois veículos se chocaram e um deles desceu o aterro da estrada. Uma mulher ficou presa nas ferragens.

O SAMU também foi acionado e fez o atendimento pré-hospitalar nas vítimas. De acordo com uma testemunha que conversou com o blog, a jovem presa nas ferragens de um carro com placas de Santa Cruz, no RN, está desacordada, e parece está em estado gravíssimo.

Um dos veículos pertence ao professor Cavalcante, da cidade de Acari. O segundo veículo é um Prisma, no qual a jovem está presa nas ferragens. A vítima em estado mais grave por nome de Cláudia Praxedes, ela é de Santa Cruz.

POSTO DE COMBUSTÍVEL É VÍTIMA DE ASSALTO EM CAICÓ

Por volta 02h30min desta quarta-feira (17), foi registrado um assalto a mão armada no Posto Santa Cruz no bairro Barra Nova.

Um indivíduo armado invadiu o posto, rendeu o frentista e fugiu levando cerca de R$ 200 em dinheiro.

O Posto Santa Cruz já foi vítima de quatro assaltos no ano de 2017.

CHACINA NA SERRA DO MEL COM SEIS MORTOS

Vai ficar marcado na história da Serra do Mel". Frase forte, e dita por um popular da Serra do Mel que acrescentou. "Lembre-se todos. A Serra do Mel tem gente boa e do bem". Um crime marcado por sangue, temor na região, e à cima de tudo o silêncio, misturado com revolta.

Foi assim que se resumiu essa tragédia na noite desta terça feira  16 maio 2017. Um crime que chocou? pelos requintes de crueldades e por ter pessoas inocentes segundo relatos de moradores da região.  Anderson Damião Lopes Firmino, 19 anos casado com Eudileuza, 19 anos que segundo a mãe de Anderson ela é conhecida como "Milena" também 19 anos, são recém chegados de São Paulo com toda família e tinha planos de fazer a vida na região junto com esposa, pai e mãe, inclusive estava montando sua casa nas proximidades, porém não deu tempo.

De acordo com dona Maria sua mãe, a casa onde aconteceu o crime é  do tio dele e como ele era novato estava conhecendo algumas pessoas, e sempre costumava reunir alguns deles na casa do tio para bebedeira. Orlando outra vítima foi um dos mais lamentados, pois segundo relatos tratava-se de um trabalhador que não fazia mal a ninguém.

O que se pode ouvir e perceber que um dos que escapou seria o alvo principal, pois estava cometendo alguns atos ilícitos na região, inclusive sem respeitar ninguém.
Esse não temos a identificação. O certo segundo a polícia que existiam oito pessoas na casa.
Um menor de 16 anos levado para o Hospital da Vila Brasília, contou lá mesmo, que ele foi o primeiro abordado e teria levado um disparo que atingiu sua mão e braço, na tentativa dele se defender dos tiros.
Após isso ele melou seu rosto de sangue e simulou estar morto. O que seria o alvo estava no portão tentando ligar uma moto pra ir comprar bebida e quando ouviu os primeiros tiros correu e conseguiu escapar. Eudileuza,seu esposo Anderson, Felipe, Diogo, Horlando e Luiz, não tiveram chance de escapar pois foram surpreendidos pelas portas dos fundos que foi arrombada e cerca de dois ou mais já estavam na parte da frente da casa surpreendendo a todos, enquanto um ou dois atiravam de dentro de casa. Um verdadeiro cerco sem chance de defesa ou até mesmo de fuga. Os corpos sendo quatro deles ficaram na parte da área da casa e dois dentro da residência. Segundo peritos do ITEP, como se tratava de um crime de seis pessoas dois peritos foram acionados sendo que um estava de folga.

Os tiros atingiram as partes das cabeças das vítimas, mostrando claramente ser execução sumária.
De acordo com informações repassadas pela polícia militar, alguns assaltos estavam sendo atribuídos à alguns que estavam na residência porém não sabe ainda informar os envolvidos.

Segundo o delegado todas as linhas de investigação assim como nomes e depoimentos dos que escaparam poderão ajudar nas investigações futuras. O menos baleado disse ser de Natal e estava passando um tempo na região. Outros nem da Serra do Mel são. A mãe de Anderson disse que seu filho não tem envolvimento com nada e não sabia com quem estava lhe dando.
Porém as investigações ficará por conta da DEHOM, que terá trabalho para tentar chegar aos autores. Segundo o perito Eduardo do ITEP foram encontradas cápsulas de pelo menos duas armas diferentes e de grosso calibre, levando à crer que um ou mais elementos participaram da ação, sendo impossível numerar com exatidão quantos seriam na dinâmica do crime.

Ele porém acredita que as vítimas foram surpreendidas de dentro pra fora da casa e fora já havia um ou mais esperando para executar todos.

A polícia civil através do delegado de plantão Dr. Roberto Moura realizou os primeiros levantamentos para entregar relatório à especializada para os inícios das investigações e chegar a identificação de cada um.
Quem são, o que fazem, que estavam fazendo na região. Maiores detalhes com identificação das vítimas traremos assim que tivermos em mãos.
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