domingo, 25 de junho de 2017


Agências bancárias vão mudar modo de operação




Atualmente, o Brasil possui 1 milhão de contas digitais, abertas sem contato presencial entre cliente e instituições bancárias. A expectativa é que até o final do ano esse número triplique para 3, 3 milhões. No entanto, isso não quer dizer que as agências físicas vão deixar de existir, mas elas devem mudar de perfil, como defende o gerente-executivo da Plataforma Digital do Banco do Brasil, Fernando Amaral.




Só no Banco do Brasil, quatro dias úteis de transações pelo mobile e internet neste ano correspondem a todo ano de operações em 2014. “Temos 35 mil agências espalhadas no país e elas continuam desempenhando um papel fundamental. Elas ainda são um canal de relacionamento entre o banco e o cliente. Elas vão passar a ser um diferencial, na comparação com as agências digitais e irão se tornar pontos de referência para as instituições financeiras”, analisa.




O diretor-executivo do Bradesco, Luca Cavalcante, concorda. “O humano é imprescindível em nossas agências e na implantação de nossos projetos. O digital vem completar isso no formato que cabe a ele. A agência física vai continuar mantendo a presença da marca”.




O banco vai conquistar o cliente não somente pelas melhores taxas de juros ou de serviços, mas pela melhor experiência, como acrescenta o diretor de Canais Digitais do Banco Santander, Cassius Schymura. “Quem vai ganhar o jogo é aquele que dominar a melhor jornada do cliente de forma mais simples, ágil, com menos burocracia e mais soluções integradas com velocidade e segurança”, destaca.



MOBILE BANK É O CANAL DIGITAL PREFERIDO DOS BRASILEIROS

A última vez que o aposentado Abadia Ribeiro se recorda de ter ido há uma agência foi no início do ano passado para assinar a proposta de contratação e um investimento. O que não quer dizer, no entanto, que ele deixa de acessar os canais de atendimento do banco várias vezes por dia.



“A mobilidade dos bancos via internet facilita muito a vida do cliente que não precisa mais perder tempo em fila esperando para ser atendido”, afirma. O que ele pode resolver pelo celular, ele faz. “Faço tudo pelo aplicativo e realmente só passei a ir na agência, caso precise assinar algum documento”.




A relação entre os bancos e clientes como Abadia é cada vez mais digital. Isto porque, atualmente, de acordo com dados da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), 9,5 milhões de brasileiros utilizam o mobile em pelo menos 80% das transações bancárias, desde uma simples consulta de saque a contratação de uma linha de crédito, tudo é resolvido por um aplicativo de smartphone.




Nos últimos três anos, o uso da plataforma quase quadruplicou, passando de 10% para 34% em 2016, ao movimentar 21,9 bilhões de transações, crescimento 96% em relação ao ano anterior. O aumento do uso da tecnologia levou os bancos a investirem mais também no processo de digitalização dos serviços e do atendimento, quando nem mesmo o cenário recessivo impediu que as instituições financeiras gastassem no último ano, R$ 18,5 bilhões em tecnologia da informação, como assegura o diretor de Tecnologia e Automação bancária da Febraban, Gustavo Fosse.




“Com a popularização do smartphone, hoje eu não preciso digitar mais código de barra, por exemplo, se quiser pagar uma conta. A usabilidade do smartphone também contribuiu muito para a digitalização dos canais de atendimento dos bancos. Esta tecnologia permitiu que a experiência com o banco fosse boa. Nós hoje temos várias operações que no mobile a usabilidade é muito melhor”, explica.




Ainda de acordo com Fosse, quanto mais digital o banco se torna, mais rápida a resposta. “Antes do smartphone, nós começamos com transações por SMS, basicamente para saldo. Eram pouquíssimas transações e ninguém usava porque o SMS era caro. Aqueles celulares não conectavam no wifi e tinha que usar dados, que também eram muito caros. Foi o smartphone que permitiu esta transformação e a melhoria na experiência de se relacionar com banco”.




Antes o gasto médio para analisar uma proposta de crédito podia chegar a 90 dias. “Não precisa mais esperar para aprovar credito. Hoje você tem um crédito pré-aprovado e o dinheiro cai de imediato na conta. É o tempo de resposta que acaba agregando na experiência do cliente”, acrescenta.


PCC COMPRA MILITARES ESTRANGEIROS NA FRONTEIRA

Fundado ainda em 1993, o grupo paulista Primeiro Comando da Capital (PCC) foi o responsável pelo maior assalto da história do Paraguai em abril deste ano. Ali, atuou a 1.044km de São Paulo, mais precisamente em Ciudad del Este. Pelo menos 30 homens com armamento de guerra, como metralhadoras, fuzis e explosivos, roubaram US$ 40 milhões de uma empresa de transporte de valores. Isso foi a parte exposta até aqui. O que não se sabia até agora era que a facção — que, dentro de prisões, desafia autoridades brasileiras com execuções a sangue frio e rebeliões cada vez mais violentas — também passou a comprar o apoio de policiais e militares de países vizinhos para garantir o sucesso das violentas ações.

“A maior dificuldade da Polícia Federal no Paraguai é com o exército local, porque o PCC corrompeu boa parte desses militares”, revelou uma fonte de alta patente do Ministério da Defesa ao Correio. A maior vulnerabilidade na fronteira do Brasil está nos estados do Rio Grande do Sul até o Mato Grosso, em que a divisa é com países como o Uruguai, Paraguai e Bolívia. “Nessas regiões, os países se confundem. As cidades viram uma só, são muito vivas e mescladas. Nesse cenário, as atividades criminosas têm facilidade em ultrapassar a fronteira e se associar com outros grupos”, explicou o general Santos Cruz, da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp).

O crescimento dessas facções tem uma simples e única explicação: o lucro. “O crime organizado, principalmente as duas maiores facções do país, o PCC e o Comando Vermelho (CV), nada mais são do que uma empresa”, classificou o diretor-geral do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), Marco Antônio Severo. O diretor explica que o objetivo dessas facções não é acabar com rivais. “O conflito começa quando alguém oferece resistência para que ele estabeleça comércio de droga no local, por exemplo.”

Severo relembra a morte do traficante paraguaio Jorge Rafaat no ano passado na região de fronteira no Mato Grosso do Sul. Rafaat morreu com tiros de fuzil, em uma emboscada, em decorrência de uma guerra do tráfico na região com o PCC e o CV. “Isso aí é uma evolução comercial, se virmos isso pela ótica empresarial. O PCC só vendia, mas depois passou a ser o primeiro recebedor da droga para distribuir para o Brasil e para Europa”, destacou.

“Existe essa tentativa de expansão, de domínio territorial. Assim como o combate tem que ser permanente, eles também têm essa tendência de expansão permanente. Sabe-se que uma parte da droga entra pela fronteira, assim como armamento. Em todo esse ambiente criminoso, eles têm tentativa de domínio”, exemplificou o general Santos Cruz.

Atualmente, o sistema penitenciário federal hospeda a grande maioria das lideranças de facções criminosas. Mas isso não impede que esses grupos cresçam. “Porque é aquela história: não tem vácuo no poder. Quando se tira de circulação o líder de uma facção de alto nível, logicamente outro vai assumir o lugar dele do lado de fora”, argumentou Marco Antônio. De dentro dos presídios federais, há cuidado para que lideranças não se comuniquem ou até mesmo estejam na mesma vivência, além de serem acompanhadas. No entanto, o controle nem sempre ocorre em presídios estaduais, resultando em rebeliões, chacinas e até refletindo na segurança pública fora das grades, em grandes centros urbanos.

“Sem dúvida nenhuma, o crime organizado tem ligação com a violência externa e as atividades dentro de presídios. Existe uma disputa territorial. Tem-se conhecimento nítido disso. Tem que haver integração de inteligência de todos os órgãos”, defendeu Santos Cruz. Para ele, é necessária uma integração entre o governo federal, estados e municípios para que essas facções não interfiram na segurança dos grandes centros urbanos. “O governo federal precisa participar de maneira mais intensa em segurança pública. Há uns anos, o crime não era tão organizado. Precisamos evoluir principalmente em tecnologia e criar uma base nacional de dados”, defendeu.

Antes de assumir a Depen, Marco Antônio Severo ocupava o cargo de Comandante da Polícia Militar de São Paulo e lembra das ondas de ataque do PCC à cidade. “Aqueles episódios foram, em boa parte, respostas, retaliações às próprias ações da polícia, no endurecimento no combate ao tráfico, nas ações ao crime. A cada tentativa de intimidação ao poder público, a resposta tem que ser forte, cada vez mais firme”, enfatizou.

No entanto, a demora do governo em dar uma resposta efetiva ao crime organizado resulta em números impressionantes, de uma guerra urbana que assola a nação e invade cada vez mais estados com a segurança ainda mais vulnerável. Dados do Atlas da Violência, que registra o número de crimes como homicídios, estupros e danos ao patrimônio, apontam que, após tomar capitais como São Paulo e Rio de Janeiro, a violência avança nos estados do Norte e Nordeste. A situação mais grave é no Rio Grande do Norte, onde a taxa de homicídios avançou 220% em 10 anos.

Marília Mendonça doa R$ 100 mil do cachê após polêmica com Elba Ramalho


Marília Mendonça anunciou a doação de parte do seu cachê no Maior São João do Mundo, no valor de R$ 100 mil, para o Instituto São Vicente de Paula, entidade filantrópica que abriga idosos na cidade de Campina Grande, PB.

A surpresa aconteceu durante a apresentação da cantora na noite desse sábado, 24, no Parque do Povo. Marília chamou ao palco uma madre que representava a instituição para entregar um documento onde se compromete a depositar o valor da doação já na segunda-feira, 26.

Recorde histórico de público no São João de Campina Grande, Marília Mendonça ainda agradeceu ao Prefeito da cidade, Romero Rodrigues, pelo convite e também por abrir a festa aos cantores sertanejos.


"Antes de subir ao palco eu quis expressar em palavras o amor que sinto pelo Nordeste e pelos nordestinos. Considero que fiz o melhor show de minha vida. Foi muito emocionante. Chorei umas três vezes seguidas pelo carinho do público. Uma grande emoção. Senti fortemente a presença de Deus nesta festa linda e abençoada", comentou, emocionada, Marília Mendonça.

No entanto, o estilo musical da cantora foi alvo de críticas principalmente de Elba Ramalho, que não aceita a entrada dos cantores sertanejos nos festejos de São João.


No começo desse mês, Elba disse: "Não tenho nada contra nenhum artista, nada contra nenhum sertanejo, acho que tem espaço para todos. No céu, cabem todas as estrelas, ninguém atropela ninguém, porém eu não canto na festa de Barretos. Dominguinhos também não cantava. A festa é deles, é dos sertanejos. Eles têm essa coisa: 'essa área é nossa'".


Para resgatar os valores culturais que o São João representa, Elba lançou a campanha 'Devolva meu São João', mas dias depois acabou recebendo uma resposta indireta de Marília Mendonça durante uma apresentação no São João da Capitá, em Pernambuco.


"Vai ter sertanejo no São João sim, viu? Porque quem quer é o público. Então, muito obrigada por me abraçarem. Sei que vocês gostam mesmo é de música boa. Não importa o estilo", disse Marília.

Sobre o show no Maior São João do Mundo:

Por mais de duas horas, Marília Mendonça levantou o público - estimado em mais de 100 mil pessoas, segundo dados não oficiais - cantando sucessos como "Alô Porteiro", "Meu cupido é Gari", "Infiel", "Traição não tem Perdão" e "Impasse".

Marília ainda fez pausas durante sua apresentação para recitar versos de amor e interagiu durante todo tempo com o público.

A programação do Maior São João do

Mundo, em Campina Grande, segue até o dia 2 de julho, e tem entrada gratuita.

25/06 - Maiara e Maraisa, Niedson Lua

27/06 - Evento religioso (atração não divulgada)

28/06 - Aviões do Forró e Ramon Schnayder

29/06 - Luan Santana e Matheus Fernandes

30/06 - Márcia Felipe, Italo e Renno, Karkará

01/07 - Henrique & Juliano, Forró da Resenha e Bob Léo

02/07 - Fernando & Sorocaba, Luan Estilizado, Felipão e Tribo Cordel.

Lojas Americanas lança marca própria voltada para tecnologia




A Lojas Americanas lança a TMV, marca própria para produtos de tecnologia. Voltada para artigos eletrônicos, a TMV chega ao mercado com opções de fones de ouvido e controle para games. “Teremos ao todo 13 produtos na marca e outras novidades programadas para os próximos meses”, anuncia Murilo Corrêa, diretor da Lojas Americanas. Os produtos TMV estão disponíveis em todas as lojas do país, com preços acessíveis e qualidade garantida pela Lojas Americanas.


No primeiro trimestre, a Lojas Americanas lançou diversos produtos de marcas próprias, principalmente nos grandes eventos como Volta às Aulas, Carnaval e Páscoa com destaque para as marcas D´elicce, Brink+, Scholl Basic, Office Basic e Basic+.


A Lojas Americanas possui 16 marcas próprias que oferecem cerca de 8 mil produtos de qualidade, com preços acessíveis, distribuídos em diversas categorias como: higiene e beleza, vestuário, bomboniere, utilidades domésticas, cama, mesa e banho, papelaria, brinquedos e eventos.



Doze apostadores acertam a Quina de São João e dividem R$ 139 milhões

Doze apostadores acertaram as cinco dezenas da Quina de São João, cujo sorteio foi realizado neste sábado (24) pela Caixa. Cada um dos ganhadores levou R$ 11.622.069,29.

Os números sorteados no concurso 4.412 foram: 6, 7, 13, 14 e 26. No total, foram distribuídos R$ 139,4 milhões. Por se tratar de uma premiação especial, não havia previsão de o prêmio acumular.

Outros 4.311 acertaram quatro dezenas e ficarão com R$ 2.516,56 cada um. Vão receber R$ 69,06 um grupo de 236.205 pessoas, que anotaram o terno. O duque paga R$ 1,87 para 4.786.382 apostadores.


Três ganhadores do prêmio principal são da capital paulista. O restante é de Manaus (AM), Brasília (DF), Aparecida de Goiânia (GO), São Luis (MA), Belo Horizonte (MG), Teresina (PI), Marialva (PR), Rio de Janeiro (RJ) e Passo Fundo (RS). As dezenas foram sorteadas em Campina Grande (PB).

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Polícia Ambiental apreende arma de fogo e droga na ilha de Santana

Por volta 02:00 desta domingo (25) uma guarnição da Polícia Ambiental  aprendeu 8 trouxinha de maconha e 9 touquinhas de cocaína além de uma arma de fogo que estavam em poder de um menor  no interior da Ilha de Sant'Ana.

De acordo com informações,  a arma apreendida estava escondida dentro da calcinha de uma adolescente de 16 anos e só foi encontrada após revista pessoal feita por uma agente civil.

Os menores foram entregues na delegacia especializa ao adolescente.

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