segunda-feira, 21 de agosto de 2017


CDP DE MACAU TEM ATIVIDADES ENCERRADAS PELO GOVERNO DO ESTADO




Após ter comunicado ao longo da semana passada o fechamento do Centro de Detenção Provisória do Potengi, na zona Norte de Natal, o Governo do Estado, através da Secretaria Estadual de Justiça e Cidadania (Sejuc), anunciou neste final de semana mais um fechamento de presídio no Rio Grande do Norte.
Desta feita, a unidade que teve suas atividades encerradas foi o Centro de Detenção Provisória de Macau, situado na região salineira do estado. De acordo com a própria Sejuc, os 33 presos que estavam sob custódia do Estado naquela penitenciária foram transferidos para as unidades de Assu e Mossoró, situadas na região Oeste do RN.
Segundo a pasta de Justiça e Cidadania, o fechamento dos dois CDPs registrados nos últimos dias fazem parte da reestruturação do sistema penitenciário potiguar. Ainda não se sabe quais serão os destinos dos dois prédios que, agora, estão desocupados. Os agentes penitenciários que estavam lotados nelas também foram remanejados para outras unidades.

RN É O TERCEIRO ESTADO DO BRASIL NO CRESCIMENTO DA TAXA DE HOMICÍDIOS


O RN é o terceiro estado do Brasil com maior taxa de crescimento de homicídios. É o que aponta um levantamento do Jornal O Estado de São Paulo, divulgado nesta segunda-feira, 21.

De accordo com a publicação, o RN só perde para Pernambuco e Ceará, que lideram as estatísticas. O comparativo é entre o primeiro semestre do ano passado e este ano.

No estado potiguar, o aumento na taxa ficou próximo do que é divulgado na imprensa local. O Estadão informa que a variação entre 2016 e 2017 é de 26,27%. O portalnoar.com, com base em números da Secretaria de Segurança e do OBVIO, projetou variação em torno de 30%.

Em números absolutos, o Rio Grande do Norte cravou 1.161 (2016) e 1.466 (2017) homicídios nos períodos considerados do levantamento.

O Brasil já ultrapassou a marca dos 28 mil assassinatos cometidos neste ano, número 6,79% maior do que no mesmo período do ano passado e indica que o país pode retornar à casa dos 60 mil casos anuais.

Em âmbito local, o aumento é puxado pelas elevações registradas em Estados nordestinos, como Pernambuco. Se o País teve 1,7 mil homicídios a mais neste semestre, boa parte, 913, se deve à derrocada do Pacto Pela Vida, programa pernambucano que vinha conseguindo reduzir os assassinatos na última década, enquanto a região mantinha a tendência de alta.

Portal No Ar

ÚLTIMAS UNIDADES : COMPRE SUA CASA PELO PROGRAMA HABITACIONAL MINHA CASA, MINHA VIDA COM PRESTAÇÕES A PARTIR DE R$ 450,00



Vende-se imóvel em um condomínio fechado no Bairro Maynard em Caicó.O imóvel conta com 2 quartos, banheiro social, sala,cozinha, área de serviço e garagem. Pode ser financiada pelo banco.

Valor da Residência R$ 115 mil.

Interessados podem entrar em contato com o corretor Carlos Eduardo - CRECI 5408/RN - pelo número 84. 9 9981-2503. Imóvel ideal para investimento na melhor localização da Região do Seridó.

Carlos Eduardo Melo Mariz

(84) 9981-2503



Volkswagen anuncia produção da Microbus, versão elétrica da Kombi



Volkswagen anunciou hoje que o conceito de van elétrica I.D. Buzz irá ser produzido em série. O I.D. Buzz é uma versão moderna da Kombi, equipada com motor elétrico e alimentada por baterias.


O anúncio foi feito em Pebble Beach, na Califórnia. De acordo com o presidente da montadora alemã, Herbert Diess, o modelo, batizado de Microbus, une o passado e o futuro. O conceito I.D. Buzz foi apresentado ao lado de uma Kombi original.



De acordo com a empresa, a van deverá chegar às lojas após o compacto de quatro portas I.D, em 2022. Os mercados prioritários, segundo o anúncio oficial, são Estados Unidos, Europa e China.



Durante o anúncio, Diess informou que, após a apresentação dos conceitos em Detroit e Genebra, a Volkswagen recebeu diversos emails e cartas de clientes, pedindo que os modelos fossem produzidos. O presidente também disse que a escolha por anunciar a produção do modelo justamente em Pebble Beach, na costa oeste dos EUA, não foi coincidência: “Esse carro (numa referência à Kombi) sempre fez parte do modo de vida da Califórnia. Agora, estamos trazendo de volta o modelo, na geração elétrica”.



Como o conceito I.D. Buzz, o modelo de produção terá baterias instaladas no chão, e segundo a Volkswagen o motor não precisa de muito espaço. A exemplo da Kombi original, a montadora informa que os eixos ficarão nas extremidades da carroceria. Isso resulta em boa distância entre eixos e curtos balanços dianteiro e traseiro.



Com essas características herdadas do modelo original, a nova Kombi deverá ter ótimo aproveitamento de espaço. A Volkswagen pretende produzir a van tanto na versão de passageiros como na versão furgão, para cargas, a I.D. Buzz Cargo.
Além da propulsão elétrica, o modelo virá com sistema de condução autônoma de nível 3.
O protótipo tem 4,94 metros de comprimento, 1,98 m de largura e 1,96 m de altura, e a montadora afirma que a versão de produção terá muitas ideias de estilo herdadas do carro conceito.
A Volkswagen anunciou que, até 2025, deverá oferecer mais de 30 modelos totalmente elétricos.

EM UM ANO, BOLSA FAMÍLIA DEIXA DE ATENDER 350 MIL FAMÍLIAS


Na sexta-feira, quando teve início o calendário de pagamentos do Bolsa Família, o governo federal anunciou que havia “zerado” a fila do programa “pela terceira vez no ano”, após a entrada de 755 mil novas famílias. Enquanto isso, mulheres que tiveram os benefícios cancelados no mês anterior tentavam descobrir o que tinha acontecido e lotavam as redes sociais do programa. Em julho, esses cancelamentos atingiram o recorde de 543 mil. Com isso, entre julho de 2016 e o mesmo mês de 2017, o total de beneficiários do programa foi reduzido em 1,16 milhão de famílias, após um “pente-fino” anunciado pelo governo federal para punir eventuais abusos no recebimento do benefício. Com o afrouxamento da meta fiscal anunciado pelo governo na semana passada, houve uma recomposição. Ainda assim, entre agosto do ano passado e agosto desse ano, o número de beneficiadas pelo programa teve uma redução de 352 mil famílias.


“Com o pente-fino, conseguimos afastar as pessoas que tinham renda maior e repassar o benefício para quem mais precisa. As famílias que estão entrando agora vão receber o Bolsa enquanto não tiverem uma fonte de sustento maior”, justifica, em nota, o ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra.


A redução do número de famílias beneficiadas com o Bolsa Família vai de encontro a uma sugestão do Banco Mundial. Alarmado com os efeitos da crise econômica no Brasil, o órgão lançou em fevereiro um documento em que alertava que o país estava prestes a perder os ganhos sociais conquistados entre os anos de 2004 e 2014, quando, “em razão do rápido crescimento do emprego formal, maiores salários reais e programas redistributivos de assistência social como o Bolsa Família (…) mais de 28,6 milhões de pessoas saíram da pobreza”.


A entidade estima que entre 2,5 milhões e 3,6 milhões de brasileiros entrarão na pobreza este ano – o que significa que a renda deles regrediu para um patamar máximo de R$ 140.


A ampliação do benefício seria uma forma de atenuar o sofrimento desses ‘novos pobres’. O governo federal, no entanto, optou por reduzir o total de famílias atendidas. Como, em média, os beneficiários do Bolsa Família tem dois filhos, são 700 mil crianças a menos no programa.


“Nas duas crises anteriores, que não se revelaram tão fortes como a atual, no fim dos anos 1990 e, depois, em 2003, foram concebidos o Bolsa Escola (criado em 2001); e depois o Bolsa Família (2003). Momentos como esse são próprios para usar a estrutura que criamos, a plataforma do Bolsa Família, para fazer mais e não menos política social”, diz o pesquisador Marcelo Neri, ex-presidente do Ipea e ex-ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos. O economista calcula a entrada de 3,6 milhões de pessoas na pobreza apenas em 2015, quando a renda da população mais pobres caíu 14%. “De lá para cá, a situação piorou”, garante.

Programa não prejudica ajuste

Economista-chefe do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas, Marcelo Neri frisa que investir no Bolsa Família combate a pobreza sem onerar as contas públicas e ainda têm efeito positivo na reativação da economia. “O programa custa 0,5% do PIB, contra 12% da Previdência”, diz ele, que é favorável, “em linhas gerais” à reforma previdenciária proposta pelo governo. “Já o Bolsa Família, definitivamente, não é o lugar para economia de recursos”.


Entre entradas e saídas no programa, o Estado do Rio foi um dos que mais saiu perdendo: em agosto de 2016, 811 mil famílias recebiam o Bolsa Família. Esse mês, serão 40 mil a menos, totalizando 771.323 famílias. Nesse período, considerando números do fim do 2º trimestre, a taxa de desemprego no estado subiu 42%, segundo o IBGE. Cerca de 400 mil moradores do RJ perderam emprego.


Na quarta-feira, o ministro do Desenvolvimento Social (MDS), Osmar Terra, esteve no Rio e disse que planeja dobrar o valor pago aos beneficiários do Bolsa Família no estado, como parte das intervenções de segurança em curso.


Em maio, Terra chegou a divulgar um reajuste geral dos benefícios em julho — e acima da inflação —, mas a área econômica do governo vetou o aumento.

 

O Dia