domingo, 10 de setembro de 2017


MOTOCICLETA ROUBADA NA NOITE DESTE DOMINGO NO MUNICÍPIO SÃO FERNANDO

Por volta 21:20 deste domingo (10), foi registrado o furto de uma motocicleta, modelo Honda Fan, de cor preta no centro de São Fernando, distante 18 km do município de Caicó.

De acordo com informações, o proprietário da motocicleta deixou a mesma, com a chave na inguinição  em frente a sua residência, quando de repente, dois indivíduos furtaram a motocicleta e fugiram por uma estrada rural, que dá acesso ao município de Caicó.

Viaturas da Polícia Militar de Caicó e São Fernando estão em diligências para tentar recuperar a motocicleta e prender os acusados.

Caicoense é preso com cápsulas de cocaína em Jardim de Piranhas

Na tarde deste domingo (10), Policiais Militares do Município de Jardim de Piranhas, distante 28 km do município de Caicó, prenderam o caicoense Nathanel Kennedy  Sousa,  22 anos, residente no bairro Barra Nova na zona oeste de Caicó. Com o caicoense os policiais encontraram cápsulas de cocaína.

O jovem foi entregue na DP na Cidade de Caicó.

Acionistas fazem aporte de R$ 93 milhões em aeroporto




Para manter o Aeroporto Internacional Gov. Aluízio Alves operante, os acionistas da Inframerica fizeram aportes de R$ 93,6 milhões ao longo de 2016. A informação consta no relatório de Demonstrações Financeiras da Inframerica Concessionária (empresa que administra o terminal aeroportuário) publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) na quinta-feira, 7. O documento, confeccionado entre janeiro e fevereiro deste ano detalha, ainda, que a operadora acumula “excesso de passivos sobre ativos circulantes no encerramento do exercício (2016) no montante de R$ 44,2 milhões e passivo a descoberto no montante de R$ 159,1 milhões”.


Os auditores da Pricewaterhouse Coopers, empresa responsável pela confecção do Demonstrativo Financeiro, destacaram que “essa situação, adicionada a não realização, até o exercício de 2016, da projeção inicial apresentada no projeto de concessão de curva de passageiros e, consequentemente, do resultado esperado (…), suscita dúvida substancial sobre sua continuidade operacional”. No mesmo documento, composto por um relatório administrativo produzido pela própria Inframerica, há um comunicado aos acionistas.




Nele, a incorporadora relembra que “ o Aeroporto de São Gonçalo do Amarante, leiloado em 2011 como projeto-piloto das prvatizações do setor aeroportuário do Brasil, tem tido suas projeções de crescimento frustradas diante da recessão econômica. O terminal potiguar enfrenta uma redução de 15% na movimentação de passageiros entre os anos de 2015 e 2016. Desde o início da concessão em 2012, fatores econômicos adversos e obras não previstas no escopo inicial, levaram ao aumento de custos e à redução das receitas. Como forma de viabilizar a recuperação do projeto, a empresa solicitou o reequilíbrio econômico-financeiro do contrato, ensejando o depósito em juízo do valor da outorga em janeiro de 2016”.




O relatório da administração do terminal aponta, ainda, que “a Receita Líquida de 2016 obteve um crescimento de 5,1% em relação a 2015.O custo operacional de 2016 diminuiu em 7,3% em relação a 2015, apresentando uma melhora de 15,7% na margem. Apesar de um EBTIDA (a sigla em inglês para earnings before interest, taxes, depreciation and amortization, que traduzido literalmente para o português significa: "Lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) negativo de R$ 142 mil, houve um salto considerável em relação ao EBTIDA negativo de R$ 5,163 milhões de 2015”.




Também em 2016, a “a Administração da Companhia empenhou esforços em buscar alternativas para equialização do passivo financeiro do projeto, sujo serviço da dívida é atualmente superior à sua geração de caixa operacional. Nesse sentido, estão sendo negociadas novas condições para o contratos de financiamento do BNDES”. Além disso, a Inframerica quer que o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DCEA), ligado ao Ministério da Defesa, assuma a gestão da Torre de Controle do sítio aeroviário.




“Considerando que é uma operação deficitária, a Inframerica Concessionária do Aeroporto de São Gonçalo do Amarante protocolou junto ao Ministério dos Transportes a solicitação de transferência da Torre de Controle de Operações para o Departamento de Controle do Espaço Aéreo – DCEA. O êxito deste pedido irá proporcionar uma redução significativa dos custos operacionais desse projeto. Mediante esse cenário, no intuito de manter a capacidade operacional do Aeroporto, os acionistas fizeram aportes no montante de R$ 93,6 milhões, perfazendo um total já aportado desde o início da concessão de R$ 388,1 milhões, demonstrando o comprometimento com o projeto”, afirmaram os administradores do Aeroporto.

O outro lado

Em nota, a Inframerica informou que “o Aeroporto é um negócio de capital intensivo, ou seja, a demanda inicial de investimentos é alta e o retorno financeiro é de longo prazo. O Aeroporto de Natal que foi um projeto greenfield (construído do zero), ao contrário das demais concessões, completou três anos de operação em junho, um empreendimento muito recente. A performance vem melhorando e evoluindo, devido a medidas que a empresa vem adotando. Todo o investimento deverá ser amortizado durante o prazo de concessão.

A concessionária acredita no potencial e no forte atrativo turístico da região. O demonstrativo financeiro citado é de janeiro de 2017 e tem como análise o ano base 2016. A retomada da economia e as perspectivas de crescimento e movimentação para 2017 são otimistas. No 1º semestre deste ano o Aeroporto de Natal mostrou uma retomada e o fluxo de passageiros que registrou um movimento de 1.218.218 passageiros, 7,2% maior que o mesmo período de 2016. A movimentação de aeronaves também cresceu, foram 9.612 pousos e decolagens, 3,6% (335 voos) a mais que 2016”.


Polícia Militar conduz 17 pessoas para DP em Caicó

No início da madrugada deste sábado (10), viaturas da Polícia Militar foram deslocadas para uma ocorrência em uma casa de piscina localizada no Bairro Recreio, zona norte de Caicó.

Ao adentrarem no local, os policiais  encontraram maconha, aparelhos celulares, uma balança de precisão e cerca de R$ 1.650,00 em espécie além de dezenas de caixas de cigarros importados.

Os Policiais conduziram 17 pessoas  para Delegacia Regional da Polícia Civil, 3 delas eram menores de idade. Ficaram presos; Diego Bruno Estevão de Araújo, de 23 anos residente no bairro Boa passagem; Philadélfio Augusto de Brito Neto, 18 anos residente na Boa Passagem e Francisco Norberto da Silva Júnior, de 22 anos residente na Rua Joel Damasceno no centro de Caicó.

Segundo o delegado Dr. Igor André, os três foram autuados e responderão por Tráfico de Drogas, Corrupção de Menores e Associação ao Tráfico, já os demais, foram liberados.

Indústrias do RN fecham 8 vagas por dia



Tribuan do Norte

A crise econômica mundial que atingiu o Brasil com força a partir de 2014 poupou poucos setores de seus impactos, que vão desde demissões em massa ao fechamento de milhares de lojas e fábricas por todo o país. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), no entanto, mostram que um setor específico já vivia uma crise no Rio Grande do Norte muito anterior à recessão nacional: o setor industrial. De 2011 a julho de 2017, foram cerca de 8 demissões diárias, 15.167 vagas de emprego perdidas apenas na indústria de transformação, número que representa aproximadamente 25% do total de vagas existentes atualmente no setor industrial do Estado como um todo.

Dessas mais de 15 mil vagas perdidas, 10.317 (68%) foram apenas na indústria têxtil do vestuário e artefatos de tecido. Em 2010, no auge da produção têxtil no Estado, a indústria já chegou a gerar quase 30 mil empregos, o que correspondia a 37% do total de empregados na indústria do Estado. A indústria têxtil é apenas um reflexo da situação industrial do RN como um todo: em 2010, o Estado possuía 80 mil ocupados no setor, valor que atualmente representa pouco mais de 60 mil.

Os números elevados representam, na prática, milhares de famílias sem sustento e um mercado de trabalho no qual cada vez mais é difícil se inserir, como relatou Maria dos Navegantes, costureira e diretora do Sindicato das Costureiras do Rio Grande do Norte “Só na Guararapes nós já chegamos a ter 18 mil trabalhadores. Hoje, está na faixa dos 8 mil. É uma situação muito difícil, porque o que acontece é que várias dessas costureiras, por exemplo, quando tem problemas de saúde saem para realizar o tratamento e, quando voltam, são demitidas, e é muito difícil arranjar um novo emprego depois”, disse.

As demissões, muitas vezes, vêm de surpresa. No começo deste mês, uma das maiores indústrias do Rio Grande do Norte, a Alpargatas S.A., fechou as portas de sua fábrica no município de Nova Cruz, deixando 375 funcionários desempregados, sem qualquer aviso prévio. Esse foi o quarto pólo de produção da empresa fechado no Estado ao longo de 9 anos. No total, foram mais de 3 mil trabalhadores que perderam seus postos de trabalho, como relatou Marcones Marinho da Silva, representante da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias do RN (FTI-RN).

“A Alpargatas iniciou o fechamento de suas unidades em 2008, lá em São Paulo do Potengi. Em 2008, a gente não tinha o quadro econômico de crise que nós temos hoje. Quando eles alegam que fecham a unidade de Nova Cruz por causa da crise, nós discordamos disso, porque se nós entrarmos na página da alpargatas e clicarmos em “investidores", a gente vai ver que a empresa divulga um balanço, e ela consta um lucro de R$ 54,4 milhões de reais no primeiro semestre de 2017”, relatou Marcones.

O motivo das perdas dessas vagas no RN variam, na concepção dos especialistas. Além da alegada falta de incentivos fiscais por parte do Estado, outros fatores também foram apresentados. Para Aldemir Freire, economista e chefe do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o RN sofre as consequências de depender exclusivamente de uma indústria tradicional que, graças aos países asiáticos, está se tornando cada vez mais difícil de ser competitiva, especialmente no setor têxtil. Mão de obra extremamente barata e leis trabalhistas menos rígidas levam muitas empresas que antes produziam localmente a países como China, Bangladesh e Índia.

“O fato é que na indústria têxtil e de confecções, as empresas que não estão na Ásia, estão em crise. Isso é mundial. Lá a precarização do trabalho é geral e isso acaba impactando em outras partes do mundo, como é o caso do nosso Estado, que tinha tradição na indústria de confecções”, disse Aldemir.

Mega promoção na LK MULTIMARCAS


Bermudas por apenas R$ 35,00 à vista

Produtos de qualidade com preços que cabem no seu bolso você encontra aqui !

Venha para LK você também !!

Rua Renato Dantas 643 próximo a Farmácia Pague Menos no Centro de Caicó.

Whatsapp 84 - 9.98184350 
84 - 3421-3028