segunda-feira, 2 de outubro de 2017


PM CONFIRMA QUE FACÇÃO DE ROGÉRIO 157 CONTROLA A PARTE ALTA DA ROCINHA



RIO - A Polícia Militar usou o seu perfil oficial no Twitter para confirmar que o Comando Vermelho está controlando o tráfico de drogas na parte da Rocinha, em São Conrado, na Zona Sul do Rio. A corporação publicou fotos na rede social que mostram pichações com as iniciais da facção criminosa. Já a parte baixa da favela ainda estaria sob o comando do grupo criminoso Amigos dos Amigos (ADA). Moradores da comunidade já temiam uma nova guerra entre dois grupos após a saída das Forças Armadas da Rocinha, na última sexta-feira.

Em um dos lados da disputa na Rocinha está a quadrilha de Rogério Avelino da Silva, o Rogério 157. Ele era aliado de Antônio Francisco Bonfm Lopes, o Nem, que está preso desde 2011. Em agosto, porém, os dois se desentenderam e passaram a ser rivais. Com isso, Rogério deixou a ADA, facção de Nem, e se juntou ao CV. Agora, essa ruptura está explícita nos muros de uma Rocinha dividida.

A disputa entre eles começou em agosto, quando Nem enviou, da Penitenciária Federal de Rondônia, a ordem para que Rogério deixasse a Rocinha. Ele não saiu do morro. No dia 13 de agosto, três homens de confiança de Nem foram achados mortos num carro, na Estrada da Gávea. Mês passado, outros aliados do antigo chefe foram expulsos do morro — incluindo sua mulher, Danúbia de Souza Rangel, de 33 anos. A cúpula da ADA decidiu, então, expulsar Rogério da favela, dando início ao confronto aberto.

Na manhã desta segunda-feira, moradores voltaram a relatar barulhos de disparos na comunidade. Ainda não há informações sobre as circunstâncias em que ocorreu o tiroteio. De acordo com a Polícia Militar, os disparos foram na parte alta da favela.

Policias da UPP #Rocinha identificaram em alguns pontos pichações com a inscrição de uma facção criminosa diferente da que atuava na área.

Os tiros assustaram cerca de quatro turistas que faziam um passeio na comunidade com um guia turístico da empresa Jeep Tour. Eles deixaram a comunidade e embarcaram rapidamente no veículo da empresa, que foi embora. Segundo um policial do Batalhão de Polícia de Choque (BPChq), os disparos foram feitos contra eles no momento em que faziam uma ação de reconhecimento do terreno dentro de becos na região chamada Roupa Suja.

O agente contou que uma moradora passou por eles dizendo que um rapaz de camisa vermelha, portando um fuzil, estava escondido num dos becos, preparado para atirar. Uma grande varredura foi feita na localidade, mas ninguém foi encontrado.

Após os tiros, policiais do batalhão de choque e de outras unidades entraram em alerta. Um caminhão blindado da Polícia Militar se deslocou para a religião e está posicionado em frente a um dos acessos.

Cerca de 500 PMs estão na comunidade com o objetivo de prender bandidos envolvidos numa disputa pelo controle do tráfico na região. Há também uma ação no Morro do Vidigal, comunidade vizinha.

COM FIM DO IMPOSTO OBRIGATÓRIO, SINDICATOS CRIAM NOVOS TRIBUTOS



Sindicatos das principais centrais sindicais do País estão aprovando em assembleias a manutenção da cobrança do imposto sindical ou a criação de novas contribuições antes mesmo de o governo Michel Temer editar medida provisória para regulamentar a matéria. Os sindicatos querem arrecadar o dinheiro de todos os trabalhadores e não apenas de seus sócios, tanto no caso da manutenção do imposto quanto na das novas contribuições – chamadas de assistencial ou negocial.

Essa é a estratégia montada para driblar o fim da obrigatoriedade do pagamento do imposto, previsto na reforma trabalhista que entra em vigor em 11 de novembro. Ela deve enfrentar resistência na Justiça. Para o Ministério Público do Trabalho, é ilegal (leia na pág. B3). Os sindicatos dos metalúrgicos de São Paulo (Força Sindical), dos metalúrgicos de São Leopoldo (RS), filiado à Central Única dos Trabalhadores (CUT), e o dos têxteis de Guarulhos, da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), foram os primeiros a adotá-la.

O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna, afirmou que a contribuição decidida pela categoria em 15 de setembro representa 1% do valor da folha de pagamento do que o trabalhador ganha em um ano, ou seja o valor de 3,5 dias trabalhados – maior, portanto, do que o antigo imposto sindical, que equivalia a um dia de salário do funcionário.

Quintino Severo, secretário de administração da CUT, disse que o exemplo do sindicato de São Leopoldo (15 mil trabalhadores na base) deve ser seguido por outros da central. “Mas nosso primeiro objetivo é aumentar a filiação.” Segundo ele, o fim do imposto afeta em média 30% da receita dos sindicatos do setor privado ligados à CUT.

No caso do Sindivestuário de Guarulhos, a assembleia feita dia 9 decidiu manter o antigo imposto sob a alegação de que a reforma institui a prevalência do negociado sobre o legislado. “Quando a lei diz que é preciso prévia e expressa autorização, não quer dizer que ela deve ser individual ou por escrito. Se toda negociação é deliberada em assembleia, então essa autorização se dá na assembleia”, disse o secretário-geral da CSB, Álvaro Egea. A assembleia dos têxteis contou, segundo ele, com uma centena de trabalhadores – a base do sindicato tem 10 mil.

Crise Os sindicalistas alegam que, sem o dinheiro, haverá uma quebradeira das entidades. “A média de sindicalização no País varia de 7% a 30% (de cada categoria). Só o dinheiro dos sócios não sustenta as entidades. Tirar a contribuição é retirar o maior dinheiro de muitos sindicatos. Vai haver muita fusão”, disse Antonio Neto, presidente da CSB.

A União Geral dos Trabalhadores (UGT) vai seguir o caminho da Força Sindical. Seu presidente, Ricardo Patah, disse ao Estado que a central ainda luta pela medida provisória em razão da segurança jurídica, mas vai orientar seus sindicatos a adotar a contribuição negocial. Já o presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Adílson Araújo, afirmou que deve propor a manutenção do imposto. “Se é aprovado em assembleia, no meu modesto entendimento, terá força de lei.”

Ubiraci Oliveira, presidente da Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), disse que, antes de aprovar em assembleia a cobrança do imposto, orientará os sindicatos a manter nas convenções coletivas os direitos acordados na última negociação.

Luiz Gonçalves, da Nova Central Sindical, é uma exceção. Ele disse que a central vai esperar pela MP. José Maria de Almeida, coordenador da CSP-Conlutas, disse que a central é contrária ao imposto. Para ele, os sindicatos devem se sustentar com a contribuição espontânea dos trabalhadores. “Se não conseguem, não devem sobreviver.” O secretário-geral da Intersindical, Edson Carneiro Índio, afirmou que a central ainda não se definiu.

Reação A decisão de se adiantar à MP prometida por Temer se deve ao temor que parte das centrais tem de que o Congresso bloqueie alterações na reforma trabalhista. “Não temos garantia de que teremos boa redação ou que ela será aprovada nas duas casas legislativa”, disse Álvaro Egea, secretário-geral da CSB. O governo promete para outubro a edição da Medida Provisória.

Hoje, a contribuição negocial ou assistencial é limitada a sócios dos sindicatos por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), não podendo ser cobrada dos demais trabalhadores.

Segundo João Carlos Gonçalves, secretário-geral da Força Sindical, as centrais acreditam, porém, que a reforma trabalhista tornou a decisão do STF ultrapassada. Alegam ainda que a lei que regulamenta as centrais prevê que, na hipótese da extinção do imposto sindical, ele seria substituído pela contribuição. Por fim, para o secretário de administração da CUT, Quintino Severo, a adoção da contribuição interessaria às entidades patronais para financiar suas atividades.

CONTA DE LUZ DE OUTUBRO TERÁ BANDEIRA VERMELHA, COM COBRANÇA EXTRA MAIS ALTA




A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou na última sexta-feira (29) de setembro que a bandeira tarifária das contas de luz em outubro será a vermelha patamar 2. A tarifa é a mais cara do modelo e representa a cobrança de taxa extra de R$ 3,50 a cada 100 Quilowatt-hora (kWh) consumidos. Em setembro, a bandeira tarifária das contas de luz foi a amarela, com taxa extra de R$ 2 para cada 100 kWh de energia consumidos.




Segundo o diretor-presidente da Aneel, Romeu Rufino, a decisão foi tomada devido à baixa vazão das hidrelétricas, porque as chuvas em setembro ficaram abaixo da média. “Em função do regime hidrológico muito crítico, este setembro foi o pior mês de setembro, do ponto de vista da vazão, da série histórica do setor elétrico”.  Apesar do alerta, Rufino disse que não há risco para o abastecimento de eletricidade.




Desde que a bandeira vermelha passou a ter dois patamares, 1 e 2, em janeiro de 2016, esta é a primeira vez que o nível mais alto é acionado. A tarifa extra mais alta se deve à necessidade de operar mais usinas térmicas, cujo custo de produção da energia é mais alto que a da produzida nas hidrelétricas.




Na semana passada, o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), ligado ao Ministério de Minas e Energia, havia decidido não acionar as usinas termelétricas mais caras, o chamado “despacho fora da ordem de mérito” mas aprovou, se necessário, o aumento da importação de energia elétrica da Argentina e do Uruguai “na medida em que for possível”.




Na reunião, o CMSE também decidiu retomar a operação de três usinas termelétricas que estão paradas. Segundo o comitê, as usinas de Araucária, Cuiabá e Termonorte II “são capazes de produzir energia a preços mais competitivos se comparados com os de outras usinas térmicas.”




Economia de energia - Além disso, a Aneel também realizará uma campanha de conscientização do uso da energia elétrica. Entre as recomendações que a agência fará, estão a de usar a temperatura morna do chuveiro e tomar banhos mais curtos, de até cinco minutos; diminuir ao máximo a utilização de ar-condicionado e não deixar portas e janelas abertas em ambientes com o equipamento; não colocar alimentos quentes e deixar a porta da geladeira aberta apenas o tempo que for necessário; e utilizar iluminação natural ou lâmpadas econômicas, além de apagar a luz ao sair de um cômodo.

Agência Brasil

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FIM DE SEMANA TEM 20 HOMICÍDIOS NO RIO GRANDE DO NORTE






O último final de semana de setembro terminou com o registro de 20 homicídios no Rio Grande do Norte. A maioria das mortes foram registradas na região metropolitana de Natal. Os números são do Observatório da Violência Letal Intencional (Obvio).




Entre os casos deste fim de semana está o de Maria José do Nascimento, 22 anos. Ela foi morta na tarde de ontem (1º), após ser alvejada por tiros de arma de fogo enquanto amamentava a filha na porta porta de casa, na comunidade do Formigueiro, em Ceará-Mirim.



De acordo com as informações, dois homens chegaram em uma motocicleta e atiraram contra a jovem. Ela chegou a correr do local, mas os criminosos a alcançaram. Após o crime, os bandidos fugiram. Não há informações sobre suspeitos ou o que teria motivado o homicídio.




Também neste domingo (1º), três homens foram vítimas de arma de fogo na grande Natal. Dois deles morreram e um foi resgatado com vida. O crime foi registrado na Rua Coronel Estevam, em São Gonçalo do Amarante. Homens encapuzados chegaram em uma moto e atiraram contra as vítimas. A polícia foi acionada, mas ao chegar ao local dois deles haviam chegado a óbito. A terceira vítima foi resgatada e encaminhada ao Pronto-socorro Clovis Sarinho em estado grave.




Segundo o Obvio, o dias com maior incidência de CVLI foi o sábado (30), oito mortes no total, seguido do domingo (1º), com sete assassinatos, e sexta-feira (29), com cinco homicídios.

Das 20 mortes registradas pelo observatório, nove foram computadas em Natal, três em São Gonçalo do Amarante e duas em Ceará-Mirim. Nas cidades de Angicos, Baia Formosa, Martins, Mossoró, Nova Cruz e São José de Mipibu foram registrados um homicídio cada.

A maioria dos CVLIs foram cometidos por armas de fogo, 18 ao todo. Houve ainda duas mortes por arma branca.

Já os locais em que ocorreram os homicídios, o Obvio aponta 50% dos casos em vias públicas (10), 30% em hospitais (6), 10% em bares e festas (2), 5% em residência (1) e 5% em povoados e sítios (1).

TRIBUNA DO NORTE

URGENTE : TENTATIVA DE HOMICÍDIO NA ZONA NORTE DE CAICÓ

Por volta 11:30 desta segunda-feira (02), foi registrado uma tentativa de homicídio no Conjunto Recreio, zona norte de Caicó.  De acordo com informações, um jovem de 17 anos, por nome de Alexsandro, natural de São Bento - PB, sofreu um disparo de arma de fogo no interior de uma residência.

Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência  (SAMU), encontra-se no local prestando os primeiros atendimentos médicos.


Atualizando : A vítima foi atingido de raspão e seu estado é considerado estável. Até o momento os acusados do fato não foram indentificados.


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MULHER É EXECUTADA ENQUANTO AMAMENTAVA NA GRANDE NATAL



Uma mulher de apenas 22 anos foi executada em Ceará-Mirim, enquanto amamentava a filha de oito meses. Segundo informações do Portal BO, a vítima identificada por Maria José do Nascimento Farias, ainda tentou fugir dos dois atiradores que chegaram de motocicleta, mas acabou atingida nas costas.

PM APREENDE ARMAS DE FOGO NA ZONA RURAL DE CAICÓ

Na noite deste domingo (01), Policiais da Rádio Patrulha do 6° BPM de Caicó apreenderam duas armas de fogo, sendo uma escopeta calibre 12 e um rifle artesanal calibre 38 em posse de um homem identificado por Damião Justiniano da Silva, 37 anos. As ferramentas foram apreendidas numa comunidade conhecida por 'Sítio de Chico Sales', próximo a Biririu, na zona rural de Caicó.

Damião Justiniano da Silva foi conduzido a Delegacia de Polícia de Caicó para a realização dos procedimentos.