sábado, 21 de outubro de 2017


QUE SIRVA DE EXEMPLO : EMPRESÁRIO EM PARCERIA COM FUNCIONÁRIOS E MÁRCIO DO SABUGI, DISTRIBUI ÁGUA EM BAIRROS CARENTES DA CIDADE

Em meio a crise hídrica e com a falta d'água na cidade de Caicó,  o empresário Chico Torres da Eletrocenter, seus funcionários e Márcio do Sabugi, faz uma parceria para amenizar a cede dos moradores de bairros carente da Cidade de Caicó. Nesta tarde de sábado deu início pelo bairro Frei Damião, onde foi destribuido em vários pontos do bairro,  e que irá se estender a outros bairros durante alguns finais de semana. Chico Torres entra com a parte de estrutura e equipe de apoio e Márcio do sabugi entra com a água do seu poço situado no perímetro irrigado Sabugi.

Essa parceria surgiu após ouvirmos o apelo da população mais carente clamando por Água e resolvemos contribuir com o possível fazendo a nossa parte, disse o empresário chico torres.

A ação dos empresários deu início pelo bairro Frei Damião e passará por outros bairros como Walfredo gurgel, João Paulo II, Nova Caicó sendo distribuido 15mil litros de água em diversos setores do bairro. A intenção ainda, é de ser distribuído em vários setores de cada bairro.

SETOR DE CONSTRUÇÃO TEME FIM DO MINHA CASA, MINHA VIDA


Temendo pelo futuro do “Minha Casa, Minha Vida”, cerca de 1.500 empresários e operários da construção civil promoveram nessa quinta-feira (19), em frente à agência da Caixa Econômica Federal da rua Tupinambás, no centro da capital, uma manifestação reivindicando a liberação de recursos para o programa habitacional do governo federal.

O ato, realizado também em outros 12 Estados, teve ainda o objetivo de pressionar o Conselho Curador do FGTS que, na próxima terça-feira, decidirá se autoriza a liberação de R$ 10 bilhões para o programa em 2018. Uma das organizadoras do evento, a Associação de Construtores da Região Metropolitana Belo Horizonte (ACRMBH) alertou, também, para a falta de repasses do governo federal para a continuidade das obras. Segundo o presidente da entidade, Roberto Barbosa, caso não haja solução desse problema, o futuro do Minha Casa, Minha Vida é incerto. “Há cerca de 45 dias que não recebemos os recursos prometidos.

A Caixa até chegou a liberar algo pingado, menos de 10% do prometido, o que é insuficiente para suprir a demanda da construção civil. Por isso, infelizmente, estamos parados. Todo o setor está parado. Quem não parou, irá parar nos próximos dias. Caso continue assim, teremos que demitir centenas de trabalhadores e cancelar contratos de execução, uma vez que não temos um posicionamento, nem da Caixa Econômica nem do Ministério das Cidades”, explicou Barbosa. Segundo ele, toda uma cadeia produtiva será impactada, caso o governo não faça os repasses prometidos. “Infelizmente, a consequência será demissões. O pequeno construtor, que representa cerca de 70% de todo o mercado, trabalha com recursos próprios e compra no depósito com seu dinheiro. Caso continue assim, não teremos como arcar com a continuidade dos projetos. Toda a cadeia será prejudicada, atingindo engenheiros, empregados, arquitetos e depósitos”, lamenta. A ACRMBH informou que a superintendência regional da Caixa atendeu os manifestantes ainda nessa quinta-feira (19) e prometeu uma reunião na próxima sexta-feira, seja qual for a decisão do Conselho Curador do FGTS.Além de cobrar a continuidade do programa, os manifestantes também pediram um plano emergencial para contratação imediata dos imóveis que estão à espera de financiamento, além da criação de uma lista de espera com as pessoas que estão com seu financiamento aprovado, mas não conseguem fazer a contratação do imóvel.

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COM CÂNCER TERMINAL, MISTER M RECUSA QUÍMIO E FAZ "VAQUINHA" PARA CIRURGIA




Lembra do Mister M? Um dos mágicos mais famosos da TV brasileira está passando dificuldades por causa de um câncer terminal na próstata. O artista norte-americano de 61 anos, que fez sucesso no "Fantástico" com seus truques narrados por Cid Moreira, foi alertado pelos médicos que teria somente mais um ano de vida e precisa de R$ 45 mil para fazer uma cirurgia e comprar medicamentos.

O mágico, que se chama Leonard Montano e adotou o nome artístico Val Valentino, reapareceu no programa "Balanço Geral", da Record. Visivelmente mais magro, ele contou que foi diagnosticado com "algo muito ruim" na próstata há dois anos e recusou o tratamento médico convencional. O caso lembra o do apresentador Marcelo Rezende, que revelou ter câncer em maio e morreu em setembro, após rejeitar a quimioterapia.

"Oi, eu sou o Val Valentino, o Mister M. Nos últimos cinco anos, eu tive sérios problemas de saúde, e por três anos passei por vários médicos. Eles não conseguiam descobrir o que estava errado. Dois anos atrás, eu fui diagnosticado com algo muito ruim na próstata, não vou falar o nome. O urologista que descobriu me disse que eu teria menos de um ano e que eu teria que ser operado ou estaria morto. A única coisa que ele poderia fazer era a cirurgia, quimioterapia, radioterapia, e eu não queria fazer isso. Então perguntei quanto tempo eu teria. Seria um ano. E fui embora do consultório. Não tomei a medicação que ele gostaria que eu tomasse por causa dos efeitos colaterais, que eram terríveis", disse.

Valentino afirmou que se sente fraco, gastou todas suas economias e não tem condições de trabalhar: "Um ano depois do diagnóstico eu continuava vivo, e isso foi incrível! Nós estamos falando sobre cinco anos, não tendo condição de trabalhar, porque eu não tinha como entrar em um avião, porque a próstata inchava e tinha outros problemas. Eu não tinha energia e não conseguia me apresentar. Então eu acabei com as minhas economias, ainda tinha que manter a casa, cuidar dos meus filhos e da família".

Reprodução/Record

Diagnosticado com câncer, Val Valentino, o Mister M, divulga exames médicos

Mister M também revelou que está fazendo um "crowdfunding" (espécie de "vaquinha virtual") para arrecadar dinheiro para realizar a cirurgia e comprar medicamentos. Para isso, ele conta com a ajuda do amigo brasileiro Fernando Mauro Tezza, presidente da ACESP (Associação dos Canais Comunitários do Estado de São Paulo). Até a tarde desta quinta-feira, o mágico havia arrecadado 1% do valor total necessário para cuidar da saúde.

"Cheguei a um ponto que, graças ao Fernando, ele arrumou as coisas para me ajudar a recuperar as minhas perdas, colocar a minha saúde em dia, conseguir as cirurgias e remédios de que eu precisava e manter a minha saúde o melhor possível para que possa voltar a atuar. Quando isso acontecer, quero ir ao Brasil primeiro. Eu também gostaria de agradecer a todos vocês que contribuírem com isso, para eu poder conseguir fazer as minhas cirurgias. E eu só me sinto tão abençoado, eu amo todos vocês. Brasil sempre foi uma segunda casa para mim, ou melhor, é minha segunda casa, e seria o lugar onde eu viveria, senão morasse nos Estados Unidos. Eu amo vocês tanto, e muito obrigado pelo apoio de vocês", continuou.

Valentino contou que não queria mostrar o rosto por estar "envelhecido" e "muito magro", mas está tentando se recuperar com a ajuda do amigo brasileiro: "Não queria mostrar o meu rosto porque envelheci. Estou muito magro. Os médicos quererem que eu ganhe peso, mas eu não consigo. Mas estou me esforçando e vou ficar bem em breve. Meu amigo Fernando sempre me fala que eu não posso desistir. Tem um monte de gente que me ama no Brasil. E eu amo o Brasil".

PORTE DE ARMAS PARA BRASILEIROS PODERÁ SER LIBERADO EM 2018


Depois de treze anos em vigor, a lei brasileira que restringiu a posse e o porte de armas de fogo no país está prestes a ser alterada pelo Congresso Nacional.

Desde 2003, o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826) vem sendo ameaçado por tentativas de revogação que agora podem ser concretizadas com a aprovação do Projeto de Lei 3.722/2012, que está pronto para votação no plenário da Câmara dos Deputados.

Em meio a polêmicas e bate-bocas públicos entre parlamentares, as mudanças no estatuto foram aprovadas no começo de novembro pela comissão especial criada na Câmara, de onde seguiram para o plenário.

Se aprovada pela maioria dos deputados, a proposta ainda precisa passar pelo Senado Federal, onde o debate deve ser mais equilibrado e deve entrar em pauta já no início de 2018.
O projeto, batizado de Estatuto do Controle de Armas, dá a qualquer cidadão que cumpra requisitos mínimos exigidos na proposta o direito de comprar e portar armas de fogo.
Além disso, reduz de 25 para 21 anos a idade mínima para comprar uma arma e garante o porte de armas de fogo a deputados e senadores.
O embate em torno das mudanças extrapola os corredores do Congresso e opõe entidades da sociedade civil e especialistas em segurança pública. O tema também tem ganhado espaço nas redes sociais.

Números

Com 15 milhões de armas de fogo (8 para cada 100 mil habitantes), o Brasil ocupa a 75ª posição em um ranking que analisou a quantidade de armas nas mãos de civis em 184 nações.
No levantamento, feito pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (Unodc) e a Small Arms Survey – entidade internacional que monitora o comércio de armas e conflitos armados no mundo –, os Estados Unidos aparecem no primeiro lugar do ranking com 270 milhões de armas em uma população de 318 milhões de habitantes (mais de 85 armas para cada 100 mil habitantes).

Segundo o Mapa da Violência 2015, do total de armas no Brasil, 6,8 milhões estão registradas e 8,5 milhões estão ilegais, com pelo menos 3,8 milhões nas mãos de criminosos.

De acordo com o Ministério da Justiça, de 2004 a julho deste ano, 671.887 armas de fogo foram entregues voluntariamente por meio da Campanha Entregue sua Arma, prevista no Estatuto do Desarmamento.

Fonte: Polícia 24 horas

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