domingo, 12 de novembro de 2017


SAIA RODADA AGORA FAZ PARTE DA PRODUTORA QUE ORGANIZA O CARNAVAL DE CLUBE EM CAICÓ

O final de ano está sendo marcado por mudanças para a banda Saia Rodada que acaba de mudar de escritório. Após um longo período sendo gerenciada pelo próprio escritório em parceria com a Agittus Promoções, a banda potiguar busca agora alçar vôos mais altos e acaba de fechar parceria com a Ultra Promo de responsabilidade do empresário Junior Fofão.

O Balanço gostoso do forró como é carinhosamente conhecida no cenário forrozeiro, segue firme e forte no mercado sob o comando de Raí Soares e com a nova parceria, deverá está presente em grandes eventos e assim, recuperar o seu espaço no mercado forrozeiro.

A Ultra é a produtora que organiza o carnaval no clube AABB em Caicó e gerência a carreira de artistas como Wallas Arrais, Luan Estilizado e Pedrinho Pegação.

INACINHO VIAGENS : VIAGEM COM CONFORTO, SEGURANÇA E PONTUALIDADE



Caicó - Natal - Caicó é com Inacinho Viagens.

De Segunda a Sexta;

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Lula abriu fogo e avisa: se voltar à Presidência, vai convocar um referendo de revogação de medidas tomadas por Temer

"É criminoso ter uma lei que limite a possibilidade de investimento por 20 anos" afirmou Lula sobre a PEC 55

Tivemos, nesta semana, um fato político de grande importância, embora ignorado pela propaganda midiática.

Quem se informa somente por meio da “grande imprensa” talvez nem tenha ficado sabendo, mas isso não diminui a relevância do que aconteceu. Demostra, apenas, mais uma vez, a péssima qualidade da informação que os conglomerados de mídia servem ao País.

Entrevistado pelo jornal El Mundo, da Espanha, Lula declarou que, caso seja eleito presidente em 2018, pretende “(...) implementar um referendo de revogação de muitas das medidas aprovadas por Michel Temer”. Exemplificou com o caso da PEC 55, promulgada em dezembro do ano passado: “É criminoso ter uma lei que limite a possibilidade de investimento por 20 anos”.

Pelo tom da entrevista e de declarações posteriores, fica claro que essa não é a única medida que, em sua opinião, teria de passar pelo crivo da sociedade. Seriam muitas as mudanças propostas pelo governo Temer que só permaneceriam se recebessem o endosso da maioria.

O ex-presidente usou com propriedade o conceito de referendo, previsto na Constituição quando um ato legislativo ou administrativo é submetido ao escrutínio do povo, para ratificação ou rejeição. É a saída que resta nos casos em que não houve consulta prévia, através de plebiscito.

A manifestação de Lula é duplamente importante. Em primeiro lugar, por vir do candidato que lidera todos os cenários, em todas as pesquisas para as eleições presidenciais de 2018. Tem ampla folga no voto espontâneo, nas várias opções de voto estimulado e nas simulações de segundo turno. Deixa os adversários atrás mesmo nas pesquisas desenhadas de maneira a subestimar seu potencial de voto.

Quem falou foi, portanto, o favorito a vencer as eleições e a tornar-se presidente da República, pela terceira vez, daqui a menos que um ano. Não um personagem secundário, daqueles que engatinham nas preferências dos eleitores.

O que Lula disse é importante também por outra razão. Ao anunciar um referendo, ele indica que a opinião da maioria será ouvida e respeitada, que não serão mantidas inovações legais ou administrativas que não contem com o apoio da população. Que a reprovação de algumas será mais do que uma porcentagem nas pesquisas.

É difícil dizer o que restará, feito o referendo, do carnaval de reformas dos últimos 15 meses. Tudo indica que nenhuma permaneceria intocada e que a maioria seria rejeitada. A tomar pelas pesquisas disponíveis, as reformas de Temer são quase uma unanimidade nacional negativa.

A promessa de Lula abre uma perspectiva funesta para o reformismo do atual governo e seus aliados no empresariado, na mídia e nos aparelhos de Estado, de 2019 em diante. Ao mesmo tempo, cria um horizonte complicado no curto prazo, seja para a agenda, seja para o próprio Temer.

Na medida em que sua imagem e condição governativa foram se deteriorando, a sobrevivência de Temer passou a depender, crescentemente, de sua agenda. A cada denúncia nova, respondeu com a proposta de novas reformas, mesmo se pouco estudadas, mal planejadas ou indesejadas. Sempre para agradar a seus parceiros no mercado financeiro, nos oligopólios da mídia e nas corporações politizadas da burocracia.

Quem quis, acreditou que era para valer. Que um governo sem legitimidade e condições morais seria capaz de realizar, a toque de caixa, um pacote de reformas regressivas, antipopulares e, simultaneamente, duráveis.

Deu tudo errado nos planos das elites quando derrubaram Dilma Rousseff e reassumiram o controle do Estado: não acabaram com Lula, não aniquilaram o PT, perderam as velhas lideranças e não criaram novas. A agenda que quiseram implementar não funcionou e foi rejeitada. Talvez não dure mais do que alguns meses.

O saldo do efêmero carnaval que fizeram é pequeno. Se o líder das pesquisas afirma que só restarão as reformas que o povo desejar, que ânimo terá o atual Congresso para aprovar outras? Sem sua agenda, qual o futuro de Temer?

Na democracia, cabe às elites reconhecerem que é impossível mandar sozinhas, impondo os interesses dos muito ricos à coletividade. Fora da democracia, o caminho pode ser mais fácil: basta ordenar a seus prepostos que as salvem do povo.

EMPREGADOS DE HOSPITAIS UNIVERSITÁRIOS DO RN PARALISAM ATIVIDADES POR DEZ DIAS



Os empregados públicos da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), lotados nos três hospitais da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), vão parar suas atividades a partir da próxima terça-feira, 13, alegando descumprimento de acordos, sobrecarga de trabalho e deterioração dos atendimentos em saúde.

De acordo com o Sindicato Estadual dos Trabalhadores de Empresas Públicas de Serviços Hospitalares (Sindserh), a data base das negociações trabalhistas, 1 de março, já foi desrespeitada em oito meses, período em que outros compromissos foram descumpridos, motivando a paralisação.

“Será garantido pleno atendimento das urgências, emergências, UTIs e outros serviços essenciais, mas lamentavelmente haverá impacto em milhares de consultas e exames. No entanto, solicitamos a compreensão da população, pois a luta é também por melhores condições no SUS”, diz comunicado oficial do Sindserh.

Os empregados também denunciam a sobrecarga de trabalho e os cortes de recursos na saúde, tanto na estatal que administra os hospitais quanto na UFRN, detentora do Hospital Universitário Ana Bezerra (HUAB), no município de Santa Cruz, e da Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC) e do Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL), ambos na capital.

“A Ebserh sofreu graves cortes de recursos do Governo, comprometendo investimentos em pessoal e estrutura. Somos serviços de referência e o que resta de atendimento digno em saúde – não podemos aceitar que os hospitais federais trilhem o caminho de desvalorização e descaso alcançados por hospitais estaduais e unidades municipais de saúde”, alerta uma empregada.

Profissional da UTI pediátrica do Onofre Lopes que prefere não se identificar, essa empregada lembra que, em fevereiro, o próprio presidente da Ebserh, Kleber Morais, prometeu publicamente, “inclusive na imprensa”, que dobraria o número de leitos da UTI pediátrica do HUOL, ainda em 2017.

“Naquele mês, foram inaugurados cinco leitos, com a promessa da Ebserh convocar concursados para o complemento da equipe e o HUOL promover a ampliação física, terminando 2017 com dez leitos. O ano está acabando e nada foi feito, porque o corte de recursos atinge projetos já programados e até áreas dramáticas como a Pediatria, em que o déficit de UTIs é conhecido por toda a população potiguar”, relata a profissional.