terça-feira, 14 de novembro de 2017


Ex - vereador caicoense sofre acidente e é transferido para Natal

Na tarde desta terça feira (14), o ex vereador Sandoval sofreu um acidente de trânsito em frente ao Posto Galileu na Barra Nova, zona Oeste de Caicó.

Segundo informações,  Sandoval trafegava sem capacete e sofreu vários hematomas no rosto e nos braços.

Sandoval foi socorrido para a  Urgência do Hospital Regional do Seridó e após exames médicos, o mesmo foi transferido para Natal com traumatismo craniano encefálico.

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CARRO É FURTADO NO CENTRO DE CAICÓ E ABANDONADO NA ZONA LESTE

Indivíduos furtaram o Fox branco do Centro e o rebocaram até o Itans usando uma corda puxada por um carro preto, e lá, eles teriam desligado o alarme, quebrado o para-brisas traseiro e roubado os equipamentos de som do carro que foi abandonado em seguida.

O COPOM do 6° BPM de Caicó foi acionado por volta das 5h desta terça-feira (14) devido a informação de populares que se depararam com um carro branco por trás da Oficina de Rebeca localizada às margens da BR 427 na entrada da Vila dos Pescadores no bairro Itans, zona Leste de Caicó. O veículo citado estaria com um vidro quebrado.

Ao chegarem ao local os policiais encontraram um VW/Fox 1.6 Prime GII -2011/2012 – de cor branca de Caicó RN de rodões, e ao verificarem o veículo, perceberam que havia uma corda amarrada no reboque, o capô dianteiro estava amassado, o para-brisas traseiro estava quebrado e o aparelho de som havia sido furtado do veículo restando apenas a caixa de madeira (sem os fones, twitters e talvez sem a potência) dentro do porta malas.

Os policiais conseguiram informações que uma moradora da localidade acordou com um barulho ocorrido por volta das 2h e ao brechar através da janela, viu o carro branco parado e dois homens de roupas pretas em um veículo preto. Um deles segurava um celular clareando enquanto o outro mexia dentro do veículo branco. Eles deixaram o local por volta das 2h40min no carro preto. Somente por volta das 6h os moradores perceberam o que realmente havia acontecido e chamaram a polícia.

Entre às 7h30 e 8h um morador da Rua Joel Damasceno próximo ao Hospital do Seridó no Centro de Caicó compareceu a Delegacia de Polícia Civil informando que haviam furtado seu veículo Fox branco de frente da casa dele e, ao ser repassada uma mensagem via rádio (da Polícia Militar para a Polícia Civil) o mesmo ficou sabendo que seu carro havia sido localizado no bairro Itans e das condições em que se encontrava. Desta forma, o proprietário foi até o local e o veículo foi então conduzido para a Delegacia de Polícia Civil para registro do Furto Qualificado.

Corda amarrada no engate do veículo furtadoPara-brisas traseiro quebradoO para-brisas traseiro foi quebrado pelos ladrões que furtaram o som do carro Um dos ladrões se cortou ao retirar os apetrechos do som do carro.

Caicó na Rota da Notícia

PF CUMPRE MANDADO DE PRISÃO CONTRA EMPRESÁRIOS, ASSESSORES E FILHOS DE PARLAMENTARES NO RIO DE JANEIRO



Na mais importante ofensiva contra a corrupção no Rio de Janeiro desde a prisão do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), em novembro do ano passado, a Procuradoria Regional da República da 2ª Região (PRR-2), em parceria com a Polícia Federal (PF), desencadeou na manhã desta terça-feira a operação “Cadeia Velha“, focada no braço do esquema no Legislativo fluminense. A Polícia Federal está nas ruas para cumprir mandados de prisão contra Felipe Picciani, filho do presidente da Alerj, deputado Jorge Picciani, e também gerente da Agrobilara, a empresa que conduz os negócios da família; de Jorge Luiz Ribeiro, braço direito do presidente da Alerj; de Sávio Mafra, assessor especial do gabinete da Presidência; de Andréia Cardoso do Nascimento, chefe de gabinete do deputado Paulo Melo; e do irmão dela, Fábio, também assessor de Melo. Há também mandados de busca e apreensão nos gabinetes da presidência da Alerj e de Picciani, e dos deputados Paulo Melo e Edson Albertassi, todos do PMDB. Os procuradores também vão pedir a prisão dos parlamentares.

Jorge Picciani, Melo e Albertassi só não serão presos neste momento porque a Constituição estadual, no Artigo 120, estabelece como única possibilidade de prisão provisória o flagrante de crime inafiançável, à exceção de casos com licença prévia da Alerj. Mas as três prisões não estão descartadas. No mesmo instante em que operação ocorre, os procuradores regionais da República responsáveis vão pedir ao Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), fórum competente para o caso, que considere flagrantes os crimes atribuídos a Picciani, Melo e Albertassi.

A PRR-2 vai pedir as prisões preventivas e em flagrante dos parlamentares. No mesmo pedido enviado ao TRF-2 foi solicitado também o afastamento imediato dos alvos de suas funções políticas na Assembleia.

Os procuradores sustentam que o flagrante existe porque o trio de parlamentares comete até hoje crime continuado de lavagem de dinheiro, já que o esquema não cessou, de acordo com a investigação. Este pedido será submetido pelo relator do caso, desembargador Abel Gomes, ao colegiado da Seção Criminal do TRF-2, formada pelos seis desembargadores das turmas de Direito Penal, em sessão especial ainda nesta segunda-feira.

Deputados estaduais, empresários e intermediários são acusados de manter uma caixinha de propina destinada à compra de decisões na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) para o setor de transportes. O esquema, concluíram os investigadores, teria começado nos anos 1990, por Cabral, e hoje seria comandado pelo presidente da Casa, deputado Jorge Picciani, por seu antecessor, deputado Paulo Melo, e pelo líder do governo Edson Albertassi, caciques do PMDB fluminense.

Construído nos idos da década de 1630 para ser um parlamento imperial, o prédio que dá lugar ao Palácio Tiradentes possuía em seu piso inferior um lugar batizado popularmente de “Cadeia Velha”, para onde eram mandados criminosos, prostitutas e escravos que se rebelavam contra as leis da Coroa.

Estão ainda na lista de presos os principais nomes da cúpula da Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio (Fetranspor), Lélis Teixeira (presidente), José Carlos Lavouras e Jacob Barata Filho, todos alvos da primeira fase da Operação “Ponto Final”, deflagrada em julho, e que haviam sido libertados por liminar do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

O GLOBO