segunda-feira, 27 de novembro de 2017


Após gasolina atingir recorde, Petrobras sobe preço mais uma vez, em 1,8%

UOL

A Petrobras anunciou nesta segunda-feira, 27, que vai subir os preços da gasolina em 1,8% nas refinarias a partir de terça-feira, 28. Por outro lado, os preços do diesel serão reduzidos em 0,2%.

O aumento ocorre após a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) divulgar que, na semana passada, o preço médio da gasolina atingiu um novo recorde nos postos ao subir 2,6% na semana e superar a marca de R$ 4 por litro.

O preço da gasolina atingiu uma média de R$ 4,023 por litro, ante R$ 3,966 na semana anterior, segundo pesquisa da agência reguladora.

Foi o terceiro recorde semanal seguido dos preços da gasolina no país.

Alta de 23,2% em 5 meses A nova política de preços da Petrobras, anunciada em 29 de junho, busca seguir de perto as cotações internacionais do petróleo, que na sexta-feira atingiram o maior nível em mais de dois anos nos Estados Unidos.

Desde que os reajustes diários de preços foram adotados, há cerca de cinco meses, o preço da gasolina já subiu 23,2%, e os do diesel, 24%, de acordo com cálculos do banco Goldman Sachs.

As variações dos preços da petroleira estatal não necessariamente impactam imediatamente os preços nos postos de combustíveis, uma vez que o repasse depende da cadeia de distribuição e vendas.

A gasolina tem renovado máximas nominais (sem considerar a inflação) nas bombas em uma série histórica da ANP iniciada em 2013, impulsionada também pela decisão do governo federal de elevar tributos dos combustíveis (PIS/Cofins) no fim de julho.

Começa esforço da justiça estadual para buscar acordos em cerca de 4 mil processos



Quase 4 mil audiências durante uma semana é o panorama das atividades da edição da Semana Nacional de Conciliação deste ano, com o início dos trabalhos em 120 unidades da Justiça Estadual, no Rio Grande do Norte, a partir desta segunda-feira (27). O presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Expedito Ferreira, esteve em uma delas, o Complexo Judiciário, e acompanhou as primeiras bancas de conciliação.

O Centro Judiciário de Solução de Conflitos (Cejusc) Natal começou a realizar audiências, na semana passada, com 125 processos que envolvendo clientes e o Banco do Nordeste. O dirigente da Justiça potiguar estava acompanhado pelo presidente do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais (Nupemec), desembargador Cornélio Alves e da coordenadora do Cejusc da capital, juíza Virgínia Rêgo.


“Esta é uma nova forma de justiça, a do entendimento entre as partes, e cabe aos dirigentes do Poder Judiciário estimulá-la em um trabalho permanente”, salientou o desembargador presidente do TJRN. Ele lembrou que a cultura da conciliação tem se firmado cada vez mais. Destacou que há poucos dias, a Comarca de Jardim do Seridó registrou a solução de situações presentes em mais de 700 processos, por meio da conciliação.


“Percebemos, uma mudança entre os advogados, que têm apoiado as audiências de conciliação”, observou o desembargador Cornélio Alves. Ele acredita que durante a Semana Nacional de Conciliação, seja possível alcançar acordos em 40% ou 50% das audiências agendadas. “Contamos com um pessoal cada vez mais qualificado para atuar na conciliação, e fazemos isso o ano todo, acreditando que iremos mudar a cultura da judicialização de questões que podem ser resolvidas com o diálogo entre as partes”, reforça o magistrado.


Um quarto das audiências deste esforço de conciliação acontece em Natal. A juíza Virgínia Rêgo adianta que os processos se concentram nas áreas cível e de família. Serão 704 audiências na primeira categoria e outras 98, na segunda. “A Justiça estadual tem apostado muito na conciliação e muitas empresas tem informado processos nos quais é possível encontrar uma solução sem judicialização”, acrescenta a juíza.

TJRN

Previsão do tempo do país pode ser suspensa sem aviso prévio

A principal máquina de previsão do tempo no País está à beira da morte. Aos sete anos de idade, o supercomputador Tupã, do Centro de Previsão de Tempo e Meteorologia (Cptec) do Inpe, em Cachoeira Paulista, a 200 quilômetros da capital, chegou ao que os especialistas chamam de “end of life”, ou fim da vida. É o ponto em que, mesmo com manutenção constante, a máquina pode parar a qualquer momento.

“Se isso acontecer, o Cptec para”, diz o chefe de Operações do centro, Gilvan Sampaio. E, com ele, a previsão do tempo no Brasil inteiro, com consequências imediatas para setores como agricultura, energia e prevenção de desastres naturais.

“Sem a máquina, não temos como gerar as previsões”, explica Sampaio. Na semana retrasada, lembra ele, o computador quebrou no domingo e só voltou a funcionar na terça, porque segunda-feira foi feriado. O contrato de manutenção da máquina venceu em outubro e não foi renovado, por falta de recursos. A empresa responsável continua a prestar o serviço, sem pagamento, mas apenas nos dias de semana e em horário comercial. A previsão do tempo daquela terça-feira, portanto, foi feita com dados defasados, de domingo de manhã.

Histórico

Comprado em 2010, por R$ 50 milhões, o Tupã era à época um dos 30 computadores mais velozes do mundo, com capacidade para realizar 258 trilhões de cálculos por segundo. Hoje, não entra nem no top 500, mas ainda é o “cérebro” da meteorologia nacional.

O procedimento-padrão, segundo Sampaio, seria comprar um supercomputador a cada quatro anos, quando as máquinas ficam defasadas e perdem seu valor de mercado. “Desde 2014 estamos solicitando recursos para comprar uma máquina nova, sem sucesso.” O custo estimado é de R$ 120 milhões.

A solução foi apelar para uma gambiarra nacional, com uma proposta de substituir processadores e dar uma sobrevida de dois anos à máquina. O Inpe conseguiu R$ 10 milhões para isso, em recursos ministeriais e emendas parlamentares, mas o dinheiro ainda não entrou, e a data-limite de empenho para este ano é 8 de dezembro. Depois disso, o recurso é perdido.

“Essa sobrevida de dois anos seria uma melhora, mas não é suficiente. Precisamos de uma máquina nova”, afirma Sampaio. Mesmo que o dinheiro entre hoje, diz ele, levará cerca de dois anos para ter o novo computador comprado (via licitação internacional), instalado e funcionando.

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