sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018


IDOSO É PRESO APÓS MANTER RELAÇÕES SEXUAIS COM UMA CACHORRA EM JANDUIS/RN

    

No início da tarde de hoje, 16 de fevereiro, a policia prendeu um idoso acusado de estar praticando sexo com cadelas em Janduis. O caso aconteceu na noite de ontem, 15/02 no conjunto São Bento, por volta das 22:00 na cidade de Janduis.

A polícia militar foi informada de que um idoso conhecido por “Fernando das Cachorras” estaria mantendo relações sexuais com uma cadela.

A polícia conseguiu prender o idoso na saída de cidade no inicio da tarde de hoje. Testemunhas contaram que o idoso vem frequentemente tendo relações sexuais com cachorras na cidade, porém nunca o tinham denunciado.

Cadela que teria sido molestada sexualmente pelo idoso

A dona do animal criou coragem e resolveu ir prestar queixa do idoso, que logo após a prisão foi recambiado pra delegacia de Patu e apresentado ao delegado de plantão, em seguida, ele foi liberado, mas deverá comparecer na próxima sexta feira (23) para prestar esclarecimentos a respeito do ocorrido.

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BARRAGEM ARMANDO RIBEIRO GONÇALVES AUMENTA OITO CENTÍMETROS NO SEU NÍVEL D'AGUA


Com as últimas chuvas registradas, a Barragem Armando Ribeiro Gonçalves aumentou seu nível d’água em oito centímetros. A informação foi confirmada pelo diretor-presidente do Instituto de Gestão de Águas do RN, Josivan Cardoso em entrevista ao Jornal Regional, no Sistema Rural de Comunicação.

Os oito centímetros equivalem a aproximadamente 3,6 milhões de metros cúbicos. Atualmente, a Barragem está com 11,01% do seu volume total d’água, o que corresponde a 264 milhões, 141 mil, 933 metros cúbicos.

CRIAÇÃO DE SISTEMA ÚNICO DE SEGURANÇA GANHA FORÇA NO CONGRESSO NACIONAL



Com a intervenção do Rio de Janeiro, ganha força no Congresso a pauta de segurança pública. Um dos projetos que está em estudo na Câmara dos Deputados é a criação do Sinasp, o Sistema Nacional de Segurança Pública, que integraria os trabalhos das polícias em todo o País.

Pelo projeto (PL 6662/2016), o sistema uniria as polícias federal (incluindo rodoviária e ferroviária), civis, militares, corpo de bombeiros militares, guardas municipais, agentes penitenciários, peritos e agentes de trânsito, que passariam a trabalhar em um único sistema, de forma “cooperativa, sistêmica e harmônica”.

De acordo com o relator do projeto, Alberto Fraga (DEM-DF), a pauta está alinhada com o momento atual, principalmente se sair do papel o Ministério de Segurança Pública:

— A ideia do presidente [da Câmara] Rodrigo Maia é colocar em votação o projeto que cria o sistema único de Segurança Pública que faria a padronização da segurança em todo o País, de procedimento, justificaria a criação do Ministério de Segurança Pública. O projeto criaria órgão federal para criar normas e padrões, hoje você tem uma torre de Babel, de polícias que não conversam entre si, briga disputa entre polícias.

O deputado explicou que o sistema não unificaria as carreiras policiais, mas procedimentos padronizados e um operador único. O projeto surgiu da comissão especial que tratava da Lei Orgânica da Segurança Pública.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, disse a jornalistas na manhã desta sexta (16) que de fato a pauta de segurança ganhará força após a intervenção no Rio de Janeiro.

— Com a intervenção agenda da Segurança Pública passa a ter prioridade no Congresso Nacional. Há uma clareza da falência da segurança pública no Rio de Janeiro. O Congresso precisa pensar em leis mais duras contra tráfico de drogas e de armas. O debate da Previdência vai continuar, mas a intervenção restringe o calendário que já era difícil.

Maia, no entanto, negou que a pauta da segurança tenha o objetivo de tirar da pauta o complexo tema da Previdência.

— Ninguém colocaria esse tema para tirar outro, não há cortina de fumaça. Mas há antecipação da pauta de segurança, por conta do decreto.

Além do projeto que cria o Sinasp, Maia lembrou do projeto de lei de autoria do agora ministro do STF Alexandre de Moraes que endurece as leis para o tráfico de drogas.

R7

GOVERNO FEDERAL FARÁ INTERVENÇÃO NA SEGURANÇA DO RIO


O presidente Michel Temer decidiu decretar intervenção na segurança pública do Rio de Janeiro. O Exército irá assumir a segurança pública do Estado, com responsabilidade sobre as polícias, bombeiros e a área de inteligência, inclusive com poder de prisão de seus membros. O interventor será o general Walter Braga Neto. Ele, na prática, vai substituir o governador do Rio na área de segurança pública.

A decisão, segundo apurou a Coluna, contou com o aval do governador do Rio, Fernando Pezão (MDB).

Pela Constituição, cabe ao presidente do Congresso, Eunício Oliveira (MDB-CE), convocar sessão para que as duas Casas Legislativas aprovem ou rejeitem a intervenção em dez dias. O decreto tem validade imediata.

Enquanto a intervenção vigorar, não pode haver alteração na Constituição. Ou seja, nenhuma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) pode ser aprovada. É o caso da reforma da Previdência, que começa a ser discutida na próxima segunda-feira pela Câmara dos Deputados.

A Coluna apurou que uma ideia é decretar a intervenção e suspender seus efeitos apenas por um dia, para votação das mudanças nas regras da aposentadoria.

A decisão foi tomada em reunião tensa, que acabou depois da meia noite entre o presidente Temer, ministros e representantes do Congresso, no Palácio da Alvorada.

No mesmo encontro, Temer bateu o martelo sobre a decisão de criar o Ministério da Segurança Pública. A proposta partiu do presidente do Senado. Não se trata de uma ideia nova, mas foi desengavetada agora pelo Palácio do Planalto, na tentativa de emplacar uma agenda popular, a sete meses e meio das eleições.

Pesquisas encomendadas pelo Planalto mostram que a segurança é uma das principais preocupações da população, ao lado da saúde. Na avaliação de auxiliares de Temer, a iniciativa de decretar a intervenção na segurança pública do Rio e criar um ministério para cuidar da área passa a imagem de que o governo federal não está inerte e age para enfrentar o problema, embora a competência seja nesse setor seja dos Estados.

A Coluna apurou que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), precisou ser convencido da decisão. Ele se queixou que não foi convidado a participar de reuniões sobre a crise na segurança desde o início. Maia teria se irritado fortemente com o ministro da Justiça, Torquato Jardim. Inicialmente contra a intervenção no Rio, o deputado foi avisado de que ele seria responsabilizado publicamente pela crise na segurança do Estado e acabou cedendo. Durante o encontro, a situação vivida no Rio foi comparada a uma “guerra civil”.

O decreto com os termos da intervenção será publicado nas próximas horas. O texto foi preparado nesta quinta-feira.

A intervenção é prevista no artigo 34 da Constituição, segundo o qual “a União não intervirá nos Estados nem no Distrito Federal, exceto para manter a integridade nacional…” O artigo 60, parágrafo primeiro, diz que “a Constituição não poderá ser emendada na vigência de intervenção federal, de estado de defesa ou de estado de sítio”.

COLUNA DO ESTADÃO