sábado, 14 de abril de 2018


Caicoense é assassinado dentro de residência em São Bento

Por volta das 11:00h deste sábado (14),  a Polícia Militar registrou mais um  homicídio na cidade de São Bento, no sertão da Paraíba.

Segundo informações, um homem identificado como Clevin Araújo, 35 anos, natural da cidade de Caicó, no Rio Grande do Norte,  foi assassinado com vários tiros de arma de fogo, no bairro São Bernardo, em São Bento. Clevin foi morto dentro da sua própria residência.



Polícia prende casal e apreende droga e dinheiro na zona norte de Caicó

Na manhã deste sábado (14), Policiais militares do GTO, compriram mandados busca e apreensão em uma residência no conjunto Recreio, na residência os Policiais apreenderam aproximadamente meio kg de cocaína, R$ 8 mil reais em dinheiro fracionado além de um casal.

Uma motocicleta Honda Fan 150 também foi conduzida para DP de Caicó.

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Síria contra-ataca e derruba 13 mísseis lançados pelos EUA


Fogo anti-aéreo ilumina o céu de Damasco em resposta ao ataque dos EUA, Reino Unido e França à capital da Síria na madrugada de sábado (14) (Foto: AP Photo/Hassan Ammar)

A TV síria divulgou na noite desta sexta-feira (13) que ataques aéreos atingiram Damasco e que os sistemas de defesa sírio contra-atacaram a ofensiva de EUA, França e Reino Unido. Segundo a emissora estatal, 13 mísseis lançados pela coalizão foram derrubados pela defesa aérea em Al Kiswah, nos subúrbios da capital síria.



EUA, França e Reino Unido lançaram ataques na noite desta sexta em resposta ao suposto uso de armas químicas pelo regime de Bashar al-Assad em um ataque em Duma no dia 7 de abril. O regime sírio nega o uso de armas químicas, que são proibidas por convenções da ONU. A Rússia, aliada da Síria na guerra, diz ter provas de que as imagens do suposto ataque químico em Duma são uma encenação.

Imagens mostram explosões em ataque na Síria

Fotos divulgadas pela agência de notícias Reuters mostram fogo anti-aéreo iluminando o céu de Damasco em resposta ao ataque anunciado por Donald Trump. A ofensiva norte-americana e de aliados é uma resposta ao suposto ataque químico contra a cidade de Duma no dia 7 de abril.

As forças aéreas e marinhas dos três países lançaram os primeiros ataques por volta das 21h de Washington (22h, no horário de Brasília), durante o pronunciamento do presidente americano Donald Trump na Casa Branca. Os sistemas de Defesa da Síria reagiram atingindo 13 mísseis em Al Kiswah, nos subúrbios de Damasco.

Montagem mostra ação do sistema de defesa sírio contra os mísseis lançados por EUA, França e Reino Unido (Foto: TV Síria/via Reuters)

A mídia estatal síria criticou os ataques aéreos liderados pelos EUA e chamou a ofensiva de uma violação da lei internacional e disse que o ataque tinha como alvo os depósitos do exército na área de Homs.

"A agressão tripla é uma violação flagrante do direito internacional", informou a agência de notícias estatal.


Pelo Twitter, a presidência da Síria comentou a ofensiva de EUA, França e Reino Unido. No post, o governo escreveu que 'as boas almas não serão humilhadas'.

Ofensiva dos EUA

O Pentágono anunciou que três alvos foram atingidos na Síria: um centro de pesquisa e produção de armas químicas e biológicas em Damasco, um armazém de armas químicas em Homs, a leste de Damasco – em que os EUA acreditam que estavam estoques de gás sarin – e uma base na mesma cidade que também teria armas químicas.

Céu de Damasco se ilumina durante ofensiva dos Estados Unidos na Síria no início do dia 14 de abril (Foto: AP Photo/Hassan Ammar)

O Ministro da Defesa do Reino Unido diz que mísseis Shadow foram usados contra um depósito 24 kms a oeste de Homs, onde teria sido constatado que o governo sírio faria manutenção de armas químicas. Ele disse ainda que o local atingido fica distante de qualquer ponto habitado.

Segundo a Reuters, o Observatório Sírio para Direitos Humanos (OSDH) afirmou que um centro de pesquisa científica e bases militares em Damasco foram atingidos por ataques aéreos. Entre os alvos estão a Guarda Republicana e a 4ª Divisão, unidades de elite do exército sírio.

A agência Reuters e testemunhas afirmaram que diversas grandes explosões foram ouvidas em Damasco, e colunas de fumaça foram vistas na região durante o pronunciamento de Trump.

Trump anuncia ataque em andamento na Síria (Foto: AP Photo/Susan Walsh)

Resposta russa: 'consequências'

Após o ataque, a Embaixada da Rússia nos EUA divulgou no Twitter um comunicado em tom de ameaça, no qual afirma que “tais ações não serão deixadas sem consequências” e que “insultar o presidente da Rússia é inaceitável e inadmissível”.

“As piores apreensões se tornaram realidade. Nossos avisos não foram ouvidos", diz o comunicado.

"Um enredo pré-armado está sendo implementado. Novamente, estamos sendo ameaçados. Alertamos que tais ações não serão deixadas sem consequências", acrescenta a nota da embaixada da Rússia nos EUA.


"Todas as responsabilidades sobre elas estão com Washington, Londres e Paris. Insultar o presidente da Rússia é inaceitável e inadmissível. Os EUA – possuidores do maior arsenal de armas químicas – não tem direito moral de culpar outros países”, diz a nota.

globo.com

GOVERNO DE RORAIMA PEDE AO STF QUE O BRASIL FECHE A FRONTEIRA COM A VENEZUELA

Bruno Santos/ Folhapress

O governo de Roraima entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal pedindo que a União fortaleça a fiscalização na fronteira com a Venezuela em segurança, saúde e vigilância sanitária, pedindo que a fronteira seja fechada temporariamente até que isso seja implementado.

Na ação no STF, Roraima pede ainda a viabilização de recursos adicionais para o Estado lidar com a atual demanda de serviços públicos, inflada pelo grande número de imigrantes venezuelanos, ou a limitação da quantidade de refugiados a um número compatível com a capacidade operacional do país.

Para a governadora Suely Campos (PP), a atitude é um último "suspiro" de Roraima nas negociações com o governo federal. Segundo ela, sete projetos, que significariam cerca de R$ 100 milhões em recursos para o Estado, já foram protocolados em diversos ministérios, como o da Defesa e o da Segurança Pública e para ela não há nenhuma ação sendo tomada celeremente.

"O Estado está já impactado, ele está sobrecarregado. Como é que o menor Estado da Federação, nós temos 520 mil habitantes, de repente nós temos um acréscimo de 10% da nossa população", disse, em entrevista coletiva nesta sexta-feira, em Brasília.

Para ela, falta na fronteira um controle maior sobre quem entra no país por parte do governo federal. "Exigir o cartão de vacinação, exigir antecedentes criminais, documentação, inspeção de veículos, de pessoas, temos que ter uma medida de conter esse fluxo."

A ação no STF cita a "omissão da União no controle das fronteiras nacionais" e afirma que a falta de controle da fronteira teve como consequência o aumento da criminalidade, a elevação dos atendimentos nas unidades de saúde do Estado, o aumento das matrículas para o ensino público, a criação de quatro abrigos e epidemias.

A ação diz ainda que a transferência de recursos para reposição dos gastos já realizados e futuros não foi realizada e afirma que as medidas anunciadas pelo governo não foram cumpridas. "Nada do efetivo foi implementado até o momento, mesmo após a MP 820/2018, a não ser a transferência de apenas e tão somente 266 venezuelanos para os Estados de São Paulo e Mato Grosso, o que representa um fator ínfimo, considerando os mais de 50 mil que, muitos deles, perambulam pelas praças da capital Boa Vista"

O governo liberou em março, por meio de medida provisória, um crédito extraordinário no valor de R$190 milhões, destinados à assistência emergencial e ao acolhimento humanitário dos venezuelanos que têm chegado ao Brasil. A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), do Ministério Público Federal, pediu ao Ministério da Defesa uma prestação de contas de R$ 35,8 milhões que já teriam sido utilizados. Segundo pedido, feito na semana passada, mais de 90% teriam sido gastos na "Unidade Gestora 160238 - Base de Apoio Logístico do Exército no Rio de Janeiro".

Procurado pelo UOL, a Casa Civil, que comanda o Comitê Federal de Assistência Emergencial para tratar do fluxo migratório de venezuelanos, afirmou que não irá se manifestar sobre a ação do governo de RR.

Aumento no número de pedidos de refúgio

Roraima vive uma grave crise migratória e humanitária, com a entrada diária de 500 a 700 venezuelanos, segundo a governadora, que saem de seu país, que vive profunda crise. Em fevereiro, o governo federal editou uma medida provisória para declarar situação de emergência social em Roraima por conta da situação dos refugiados venezuelanos. À época, o objetivo era aumentar recursos e efetivos das forças civis e militares para controlar e entrada de novos imigrantes.

2017 foi o ano em que o Brasil mais recebeu pedidos de refúgio nos últimos sete anos. Foram 33.866. Desse total, mais da metade (53%) era composta por venezuelanos. A demanda de pedidos de venezuelanos explodiu em relação ao ano anterior. Em 2016, pessoas que vivem naquele país fizeram 3.375 solicitações de refúgio.

Na semana passada, a cidade de São Paulo recebeu 199 venezuelanos em dois voos da FAB vindos de Roraima por meio do programa de interiorização. Eles foram distribuídos em abrigos da Prefeitura e da sociedade civil. A cidade de Cuiabá recebeu outros 66 venezuelanos, segundo números divulgados pela Casa Civil. (Com Reuters).




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