terça-feira, 24 de abril de 2018


WhatsApp muda jeito de mandar áudio; conheça nova função




A edição experimental do WhatsApp para Android passou a salvar o áudio gravado pelo usuário, caso algum imprevisto ocorra – como, por exemplo, receber uma ligação no meio da gravação. Dessa forma, o usuário pode ouvir a mensagem de voz antes de enviá-la, permitindo regravar a o conteúdo caso seja necessário.


A ferramenta apareceu na última atualização da versão de testes (2.18.123) para celulares Android. O sistema do Google está atrasado em relação ao da Apple, visto que o iPhone oferece recurso similar depois de semanas em testes. No tutorial a seguir, o TechTudo ensina como ouvir os áudios no Androidantes de enviá-los para os amigos.

É necessário participar do programa de testes do mensageiro e estar com o aplicativo atualizado.


Passo 1. Abra uma conversa no WhatsApp e toque sobre o ícone de áudio para iniciar a gravação. Em seguida, deslize o dedo até o cadeado para travar.

(Foto: Reprodução/Helito Bijora)

Passo 2. Grave o áudio normalmente e, quando terminar, pressione o botão de início do seu celular para sair do WhatsApp. Depois, abra novamente o aplicativo.

(Foto: Reprodução/Helito Bijora)

Passo 3. Ao retornar à conversa, você poderá ouvir o áudio gravado antes de enviar. Para isso, basta tocar sobre o botão verde. Caso queira gravar novamente, use o ícone da lixeira para descartar o áudio e repita o processo.

(Foto: Reprodução/Helito Bijora)

Pronto! Aproveite as dicas para ouvir os seus áudios antes de enviá-los no WhatsApp para Android.

Globo, via Techtudo

POLÍCIA CIVIL APREENDE DROGAS E PRENDE MULHER NO CENTRO DE CAICÓ

Policiais Civis da DP de Caicó cumpriram mandado de busca e apreensão em uma residência na rua Pedro Lucas de Medeiros, no Centro de Caicó, no local os Agentes apreenderam cerca de um quilo de maconha, além de crack, LSD, duas balanças de precisão e R$ 304,00 em dinheiro fracionado.

Cinthia Janaina Dantes foi flagranteada será conduzida ao sistema prisional onde ficará à disposição da Justiça.

Cinthia convivia com o caicoense Railson Almeida, (O Ralin), executado a tiros de espirgada cal. 12 na tarde do dia 14 de Maio 2017 no Bairro Paulo VI.


Via - 3ª DRP / Plantão Caicó


Corpo que pode ser de menina desaparecida em Natal foi concretado após ser enterrado, diz PM

Casa onde foram feitas as buscas tem um primeiro andar, mas aparenta ainda estar em fase de construção (Foto: Kleber Teixeira/Inter TV Cabugi)

G1/RN - O corpo que as polícias Civil e Militar acreditam ser da menina Yasmin Lorena de Araújo, de 12 anos – encontrado na tarde desta terça (24) sob o piso de uma casa em construção na Zona Norte de Natal – foi concretado após ter sido enterrado. A informação foi confirmada ao G1 pelo coronel Rodrigo Trigueiro, comandante do Batalhão de Choque da PM. A menina foi vista pela última vez com vida no dia 28 de março, quando saiu para ir na casa de uma vizinha entregar um dinheiro.

Yasmin Lorena de Araújo tem 12 e está desaparecida desde a quarta-feira (28), em Natal (Foto: Arquivo da Família/cedida)

"Primeiro cavaram, e depois que colocaram o corpo no buraco, jogaram cimento por cima", disse o oficial. "Não fossem os cães farejadores, dificilmente o corpo seria encontrado", destacou Trigueiro, ressaltando a ajuda dos cães do BPChoque, que auxiliaram as buscas.

Cães farejadores do BPChoque ajudaram nas buscas (Foto: Kleber Teixeira/Inter TV Cabugi)

As buscas

A casa onde o corpo foi achado está inacabada. Fica no bairro da Redinha, na Rua José Acácio de Macedo, a mesma onde a família de Yasmin mora. Policiais civis e militares, e mais uma equipe de resgate do Corpo de Bombeiros, participaram das buscas, que foi iniciada ainda pela manhã. Familiares de Yasmim também acompanharam o trabalho.

Enquanto aguarda a confirmação da identificação da vítima, a Delegacia Especializada em Defesa da Criança e do Adolescente (DCA) agora trabalha para descobrir quem são os assassinos e quem ocultou o corpo.

Suspeitas

Ainda de acordo com o comandante do BPChoque, dois homens foram detidos para prestar esclarecimentos. Um terceiro, que é o principal suspeito de ser o autor do homicídio, ainda está sendo procurado.

Prioridade

Desde o sumiço, as buscas por Yasmin foram consideradas uma prioridade para a Polícia Civil. Logo, as investigações saíram da responsabilidade da Delegacia Especializada em Capturas (Decap), que apura casos de desaparecimento, e passaram para a Delegacia Especializada em Defesa da Criança e do Adolescente (DCA), já por entender que a menina havia sido realmente vítima de um crime violento.

O desaparecimento

Yasmin foi vista pela última vez por volta das 13h do dia 28 de março. De acordo com a família, a menina saiu de casa, na Rua José Acácio de Macedo, na comunidade da África, na Redinha, para entregar um dinheiro a uma vizinha a pedido da mãe. A mulher que receberia o dinheiro mora em uma rua próxima, e disse que a menina sequer chegou ao destino. A família então procurou a polícia e fez uma queixa do desaparecimento dela. Desde então, começaram as buscas por Yasmin.



'Decisão do STF pode soltar Lula' , diz Gilmar Mendes


O ministro Gilmar Mendes foi o segundo convidado a participar do Amarelas ao Vivo, fórum que reproduz em palco as tradicionais Páginas Amarelas de VEJA. Segundo Gilmar, a decisão do plenário virtual da segunda turma do Supremo Tribunal Federal (STF) pode representar a liberdade para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso há 17 dias em Curitiba.

“Eu acredito que já esteja prejudicado, porque o Tribunal [Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre] negou o recurso [os embargos dos embargos], mas pode, claro”, afirmou. No pedido, a defesa do ex-presidente questiona a decretação da prisão antes do julgamento do último recurso de Lula no TRF4. Gilmar disse acreditar que, para além desse recurso, a Corte deva julgar outros habeas corpus nesse sentido.

Sobre o caso do ex-presidente, o ministro trouxe ainda uma outra possibilidade, que até então não havia sido cogitada: a de que ao invés de dois crimes (corrupção passiva e lavagem de dinheiro), Lula possa passar a ser condenado apenas pela corrupção, considerando a lavagem como um delito “embutido”. “É preciso discutir se os dois crimes a que ele foi condenado realmente são dois crimes”, atestou.

A declaração foi dada durante entrevista conduzida pelo diretor de redação de VEJA, André Petry, a partir do questionamento “‘Sou um dos alvos preferidos’. Por quê?”. O ministro disse não ver diferenças significativas entre os ataques à sua honra em virtude de posições como magistrado, que já o acompanham há anos, com a atual onda, que inclui a propagação de notícias falsas a seu respeito.

“Eu me acho realmente vítima de fake news e ataques na rede, mas isso há muitos anos já. Eu sempre fui alvo de alguns tipos de ataques. O PT, como você sabe, reclama desses ataques, mas articulava os ataques às pessoas. Se misturavam fatos com uma imagem edulcorada, formando um tipo de imagem na sociedade”, afirmou.

O ministro do Supremo disse que já articulou medidas judiciais contra mentiras a seu respeito, mas que não considera que essa solução definitiva. “Já tentei aquelas medidas de advertência e de retirada. Resolve, mas às vezes elas voltam de uma outra maneira. Nós, homens públicos, estabelecemos uma espécie de blindagem psicológica”, completa.

Em janeiro, levantamento exclusivo de VEJA com notícias falsas compartilhadas nas redes sociais mostrou que o ministro é o quarto maior alvo das lorotas na internet, perdendo apenas, nessa ordem, para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), para o presidente Michel Temer (MDB) e o juiz Sergio Moro. Dos nove primeiros colocados, também é Gilmar quem tem a maior taxa de noticias falsas negativas: 96%, sendo os outros 4% neutras.

Duas delas já foram desmentidas pelo blog Me Engana Que Eu Posto. Ao contrário do que foi (muito) divulgado em aplicativos de mensagem, não é a advogada Samantha Ribeiro Meyer, ex-mulher de Gilmar, quem aparece em um vídeo agredindo um repórter que questiona a conduta da entrevistada.

Na verdade, a história — que surfava onda na nomeação de Samantha para um cargo no conselho da usina Itaipu Binacional – era de Alice Reis, procuradora da Câmara Municipal de Uberlândia (MG), que agrediu o jornalista para defender o aumento salarial que os vereadores da cidade articulavam para aprovar.

Outro caso, um pouco mais antigo, é de março de 2017. O Jornal Brasil, um dos sites especializados nas lorotas, compartilhou a seguinte manchete: “Após cenas obscenas no BBB2017, o ministro Gilmar Mendes determina a retirada do ar”. É claro, como hoje já se sabe, que Gilmar nunca mandou o reality show da TV Globo sair do ar.

Mesmo nunca tendo havido um processo sobre o programa tramitando sob a autoridade do ministro, não foram poucos os que comentaram a decisão acreditando na veracidade da notícia. Mais uma centena de leitores repercutiu a suposta proibição do BBB, sem se atentarem a outro erro crasso da lorota: ao contrário do que estava dito, as imagens supostamente “obscenas” nunca foram ao ar em TV aberta

Abuso de autoridade

O ministro Gilmar Mendes se posicionou sobre outro dos casos que serão abordados no fórum Amarelas ao Vivo. Comentando o suicídio de Luiz Carlos Cancellier de Olivo, então reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Gilmar defendeu uma mudança na forma como são divulgadas operações policiais.

“Eu fico muito impressionado com a apresentação que se faz de uma decisão judicial em alguns casos. O relato não corresponde ao que depois será julgado. Muita gente é acusada de muita coisa e depois os fatos não correspondem”, criticou. Por isso, ressalta o ministro, defende uma nova lei que regule o abuso de autoridade.

Gilmar também disse que é contra o atual entendimento do STF sobre a prisão em segunda instância, mas que não defende que esta seja proibida. Na sua visão, casos como pedófilos e reincidentes poderiam ter tratamento diferente. “Uma possibilidade, mas não um imperativo categórico.”

Amarelas ao Vivo

A segunda edição do fórum Amarelas Ao Vivo ocorre nesta terça-feira, 24, no Teatro Santander, em São Paulo. Além de Gilmar Mendes, o ministro do STF e presidente do TSE, Luiz Fux, também foi entrevistado no evento, que abordará diferentes aspectos das notícias falsas e do impacto de redes sociais.

Na sequência, Jaime Durán Barba, consultor político e professor da George Washington University, falará com Thaís Oyama, redatora-chefe de VEJA, sobre a estratégia digital na vitoriosa campanha do presidente da Argentina, Mauricio Macri, em 2015.

O colunista Ricardo Noblat conduzirá a entrevista em que o CEO e estrategista político Guillaume Liegey falará sobre como o presidente da França, Emmanuel Macron, venceu as fake news em sua campanha, em 2017.

Bia Granja, cofundadora do YOUPIX, conversa com o editor especial Daniel Bergamasco sobre como nascem e se espalham virais na internet brasileira.

O redator-chefe Fábio Altman entrevista o jornalista Ricardo Boechat sobre a relevância do jornalismo profissional em tempos de profusão de boatos e notícias mentirosas.

O publicitário e fundador do Grupo ABC, Nizan Guanaes, estará frente a frente com Mauricio Lima, redator-chefe e titular da coluna Radar, em conversa sobre como proteger marcas e negócios diante do poder fulminante das redes sociais e das notícias falsas que veiculam.

A possível contaminação das votações por notícias falsas também será o tema abordado pela colunista Dora Kramer na conversa com Pablo Ortellado, coordenador do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas para o Acesso à Informação da Universidade de São Paulo. Com doutorado pela mesma universidade, ele se tornou referência em pesquisas sobre fake news na política brasileira.

A editora Adriana Dias Lopes conversará com o infectologista David Uip sobre as perigosas e cada vez mais frequentes notícias falsas sobre saúde.

Acioli Cancellier de Olivo falará ao colunista Augusto Nunes sobre acusações levianas e o suicídio de seu irmão, o ex-reitor da UFSC Luiz Carlos Cancellier de Olivo, em 2017.

Veja

Lei que endurece penas para roubos de caixas eletrônicos é sancionada

O presidente Michel Temer sancionou nesta segunda-feira, 23, sem vetos, o projeto que endurece as penas para modalidades de roubo como o de caixas eletrônicos com uso de explosivos. Como tem usado o tema da segurança pública como uma das principais bandeiras do seu governo, Temer publicou um vídeo há pouco nas redes sociais para exaltar a medida.

“Sancionei hoje, projeto de lei que diz respeito à segurança pública, e duas medidas importantes foram tomadas. Uma primeira é que há um agravamento da pena, ou seja, um aumento da pena, se o assaltante levar consigo materiais explosivos ou artefatos que possam permitir a feitura de explosivos”, afirmou o presidente. “E um outro ponto, é que se houver explosão de um caixa eletrônico, haverá um sistema pelo qual as notas que estão no caixa eletrônico serão inutilizadas, ou borradas de tinta, portanto inutilizadas, ou até destruídas”, completou.

O presidente disse ainda que as medidas são fundamentais “para revelar que no assalto ao caixa eletrônico, que o assaltante nada conseguirá levar, portanto, o produto do assalto será nulo, será zero”.

O projeto foi aprovado no dia 27 de março no Senado. O texto acrescentou modificações feitas na Câmara dos Deputados, que obrigavam os bancos a instalarem dispositivos que inutilizem as cédulas dos caixas atacados.

O projeto aprovado aumenta em dois terços a pena por roubo com uso de explosivos para destruir um obstáculo. Já o furto com uso de explosivos passa a ser furto qualificado, com pena de quatro a dez anos de prisão.

O texto também aumentou as penas para furto e o roubo dos próprios equipamentos explosivos: quatro a dez anos de prisão em caso de furto, e elevação da pena em até 50%, para roubo. Além disso, o roubo realizado com uso de armas vai render aumento de dois terços da pena, de acordo com o novo projeto.

Segundo a proposta aprovada, caso o roubo resulte em lesão corporal grave, a punição passa a ser de 7 a 18 anos de reclusão – hoje, é de 7 a 15 anos. O texto também estabelece que bancos serão obrigados a instalar equipamentos para inutilizar as cédulas depositadas em caixas eletrônicos, em caso de arrombamento, movimento brusco ou alta temperatura.

Crescimento

Na semana passada, o Estado mostrou que ataques a bancos e caixas eletrônicos atingiram, ao longo dos últimos três anos, 336 cidades de São Paulo, o que equivale à metade do Estado.

Apesar de o número de crimes ainda estar abaixo do patamar elevado de 2015, os dados indicam que os casos vêm aumentando em 2018. Nos dois primeiros meses, os registros somados de roubos e furtos, tentados e consumados, a instituições financeiras e terminais bancários eletrônicos foram 10,5% maiores do que no mesmo período do ano passado, chegando a 84; o uso de explosivos, marca dos ataques, também se tornou mais frequente.

Apenas nos dois primeiros meses de 2018, os crimes que tiveram uso de explosivo aconteceram 31 vezes. No ano passado, no mesmo período, foram 18 casos.

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POLÍCIA MILITAR PRENDE CAICOENSE ACUSADO DE ASSALTO




Policiais de São João do Sabugi prenderam o caicoense, Daniel Agripino de Oliveira de 21 anos, residente no bairro Samanaú, zona norte de Caicó. De acordo com informações, Daniel vem sendo acusado de ter praticado um assalto a mão armada contra uma lanchonete na última sexta-feira (20), no Município De São João do Sabugi.


Em depoimento na delegacia, Daniel confessou o crime e disse que estava acompanhado de outro caicoense que agora é procurado pela Polícia.



Com Daniel os Policiais apreenderam um revólver calibre 32, além de outros objetos roubados da lanchonete.