sexta-feira, 27 de abril de 2018


NOVO GOLPE NO WHATSAPP ATINGE 600 MIL BRASIL EM 24 HORAS


Um novo golpe no WhatsApp usa o programa Bolsa Família, do Governo Federal, para enganar usuários. A ameaça antingiu mais 600 mil brasileiros em menos de 24 horas. De acordo com a equipe de segurança da PSafe, especializada em cibercrimes, o mecanismo é similar ao de outros golpes no mensageiro, como a falsa promoção de créditos para celular e a campanha que envolvia álbuns da Copa do Mundo.


O link malicioso tem como alvo beneficiários do Bolsa Família que ainda possuem o cartão do programa. A mensagem, que promete uma quantia em dinheiro, chama atenção pelos erros de português e pelo endereço na pré-visualização, que termina com o domínio “.gov.br”, utilizado pelo governo.

(Foto: Thássius Veloso / TechTudo)

O número de vítimas identificado diz respeito apenas à quantidade de usuários do app de segurança DFNDR Security que foram impedidos de terem seus celulares infectados, o que sugere que muitas outras pessoas possam ter caído na armadilha.

Ao clicar no link da suposta ação do Bolsa Família, o usuário é levado a responder três perguntas. Em troca, há a promessa de recebimento do valor de R$ 954. As questões são: “Você possui o cartão bolsa família?”, “Você recebe todo mês?” e “Você conhece amigos ou parentes que recebe?”. Ao terminar o questionário, a vítima é encaminhada para uma página que solicita o compartilhamento do falso benefício com 10 amigos ou 10 grupos no WhatsApp.

Por fim, os hackers direcionam o usuário a fazer o download de aplicativos que, de acordo com a PSafe, podem infectar o celular e expor dados pessoais, como senhas e informações financeiras.

Como fugir de golpes no WhatsApp

Para evitar cair ou disseminar falsas promoções no WhatsApp, é importante checar a veracidade das mensagens recebidas antes de fazer algum tipo de cadastro ou repassá-las. Outra dica do especialista em segurança Emilio Simoni é utilizar soluções de antivírus que disponibilizem função de bloqueio anti-phishing. Confira algumas opções de antivírus para o seu celular.

Globo, via Techtudo

PEDREIRO CONFESSA MORTE DE IASMIN E DIZ QUE AGIU SOZINHO




O suspeito do desaparecimento da menina Iasmin Lorena de Araújo, de 12 anos, confessou que matou a menina. Iasmin voi vista pela última vez com vida no dia 28 de março, no bairro da Redinha, na Zona Norte de Natal. Marcondes Gomes da Silva, de 45 anos, foi preso pela PM nesta quinta-feira (26) em uma praia no município de Touros, no Litoral Norte potiguar. Na versão contada aos investigadores, o pedreiro afirma que agiu sozinho.


A motivação do crime e se houve abuso sexual devem ser esclarecidos em coletiva de imprensa ainda na manhã desta sexta-feira (27).


Um corpo que pode ser o da menina foi encontrado na terça-feira (24) em uma casa onde o pedreiro trabalhava, na mesma rua em que Iasmin morava, na Redinha, Zona Norte de Natal. Marcondes também era vizinho e amigo da família há vários anos. A identificação do corpo ainda depende de exames de DNA, realizados pelo Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep). Encontrado com ajuda de cães farejadores do Batalhão de Choque da Polícia Militar, o corpo estava em avançado estado de decomposição.

G1

Homicídio foi registrado na noite desta quinta em Parelhas


Por volta das 20h desta quinta (26/4), um homicídio foi registrado em Parelhas.

A ocorrência aconteceu na Rua Francisco Assis Filho, no Bairro Ivan Bezerra, nas proximidades do Ginásio de Esportes (O Miguelão).

Segundo informações, dois indivíduos se aproximaram da vítima e efetuaram vários disparos de arma de fogo.

A vítima foi identificado como; José Claudio da Silva (Jaime de Zeca de Eugênio), de 27 anos, que residia no mesmo Bairro onde foi registrada a ocorrência.

O mesmo ainda foi socorrido pelo SAMU até o Hospital de Parelhas, mas não resistiu aos ferimentos vindo a falecer.

Após a ação os acusados fugiram em uma motocicleta.

Via - Marcos Silva 

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GOVERNO LIMITA JUROS DO ROTATIVO DO CARTÃO E ACABA COM PAGAMENTO MÍNIMO DE 15% DA FATURA



O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta quinta-feira (26) novas mudanças que devem ter reflexo nos juros cobrados pelas operadoras de cartões de crédito.

Entre as alterações está a limitação no valor dos encargos em caso de atraso e o fim da exigência de pagamento mínimo de 15% da fatura para o cliente entrar no chamado "rotativo regular".

As mudanças entram em vigor em 1º de junho e são anunciadas um ano após entrar em vigor as novas regras para o uso do rotativo do cartão de crédito.

Desde abril do ano passado, o consumidor só pode fazer o pagamento mínimo de 15% do cartão por um mês. Na fatura seguinte, o banco não pode mais rolar a dívida. O cliente tem que pagar o valor total ou parcelar a dívida em outra linha de crédito, com o juro mais barato.

Antes dessa regra, o cliente podia pagar o mínimo da fatura por vários meses consecutivos, "rolando" a dívida. O problema é que o juro do cartão de crédito é um dos mais caros da economia e a dívida muitas vezes ficava impagável.

Uma das mudanças aprovadas nesta quinta pelo CMN foi a extinção do pagamento mínimo de 15%.

Isso significa que, a partir de agora, caberá às instituições a definição de um percentual mínimo de pagamento em cada fatura, de acordo com o perfil dos clientes e com a política de crédito de cada banco.

Rotativo não regular

Os clientes que optam por não fazer o pagamento mínimo e financiar o restante da fatura (rotativo regular) e ficam inadimplentes, acabam hoje no chamado "rotativo não regular", em que as taxas de juros são mais altas.

A outra medida aprovada pelo CMN nesta quinta limita justamente os juros e encargos que o cliente está sujeito quando entra no rotativo não regular. A partir de 1º de junho, as operadoras de cartão deverão aplicar a mesma taxa vigente no contrato de crédito rotativo regular.

As únicas cobranças extras que serão permitidas pelo conselho, a partir de junho, são multa de 2% sobre o valor e juros de mora de 1% ao mês. Essas cobranças já são feitas hoje em dia.

Na prática, segundo o Banco Central, a taxa do rotativo não regular migrará para a taxa do rotativo regular. A decisão segue entendimento do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) de que as instituições não podem cobrar taxas além das definidas no contrato.

Portanto, pela nova regra, a taxa contratual, isto é, a taxa do rotativo regular, deverá ser mantida inclusive em situação de eventual inadimplência. A instituição não poderá, por exemplo, aplicar nova taxa em substituição – o que valerá é a taxa do rotativo regular, a multa (de 2%, paga uma única vez) e os juros de mora (de 1% ao mês).

As medidas passarão a valer já no dia 1º de junho deste ano. A norma estabelece que a alteração de limites de crédito e do percentual mínimo de pagamento deve ser comunicada ao cliente, com pelo menos 30 dias de antecedência.

globo.com