segunda-feira, 16 de julho de 2018


CNH DIGITAL BAIXA PROCURA NO RN : 3 MIL MOTORISTAS EMITIRAM O DOCUMENTO


CNH digital tem baixa procura no RN; 3 mil motoristas emitiram 

Mais de 3 mil motoristas emitiram a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) digital no Rio Grande do Norte. De acordo com os dados do Departamento Estadual de Trânsito do estado (Detran), são 3.381 condutores que possuem o documento nos celulares, representando apenas 1,49% do total de pessoas aptas a solicitar a versão digital.

O número ainda é considerado pequeno devido a quantidade de motoristas aptos a solicitar a CNH digital. Atualmente circulam no estado 227.054 condutores que possuem nas CNHs o instrumento denominado QR-Code, que é o código em sistema de barras impresso no verso do documento, necessário para que a emissão da CNH-e (abreviação da versão digital) seja efetivada. O processo de emissão foi autorizado pelo governo desde março deste ano.

Ainda segundo os dados do setor de estatística do Detran, há 833.965 condutores no estado, sendo 591.240 motoristas do sexo masculino e 242.725 do sexo feminino. Deste total, 27,23% possuem CNH com QR-code e estão aptos a solicitar o documento na versão digital. Os condutores que não possuem o novo modelo de CNH e desejam ter CNH-e devem solicitar a segunda via do documento físico no Detran.

Eduardo Machado, diretor geral do Detran, afirmou que no Rio Grande do Norte a CNH-e é emitida sem nenhum custo para o cidadão habilitado. “O Detran se antecipou ao prazo estabelecido pelo Denatran para oferecer a CNH digital que era agora em julho e desde março estamos disponibilizando esse serviço de forma gratuita”, comentou.

A solicitação da CNH-e é opcional. A funcionalidade do serviço é conseguida por meio de um aplicativo que pode ser feito o download nas plataformas digitais do Google Play Store (Android) ou App Store (iOS). É importante lembrar que antes de baixar o aplicativo da CNH Digital, o condutor deve entrar no site no Portal de Serviços do Denatran e preencher o cadastro de usuário com informações de nome completo, CPF, data de nascimento, email e cadastrar uma senha.

Em seguida, é necessário que o motorista vá a uma unidade do Detran para confirmar seus dados. Depois, o motorista deve baixar o aplicativo gratuito e acessar por meio de um código de ativação que deve ser enviado para o email do usuário diretamente pelo Denatran. Já aquele condutor que possui certificado digital não precisa ir ao Detran, pois no site do Denatran todo o procedimento pode ser resolvido. “Se o usuário estiver com os dados de telefone e email atualizados no sistema do Detran o processo também pode ser concluído diretamente pelo Denatran, sem a necessidade de se dirigir a um posto físico do Detran”, explicou o subcoordenador de Informática, Hugo Guimarães.

Cerca de 3 mil motoristas emitiram CNH digital (Foto: Detran/Divulgação)

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Uma infecção sexualmente transmissível pouco conhecida pode se transformar em uma superbactéria resistente a tratamentos com antibióticos mais conhecidos, segundo um alerta feito por especialistas europeus.

Mycoplasma genitalium (MG), como é conhecida, já tem se mostrado resistente a alguns deles e, no Reino Unido, autoridades de saúde trabalham com novas diretrizes para evitar que o quadro vire um caso de emergência pública.

O esforço é para identificar e tratar a bactéria de forma mais eficaz, mas também para estimular a prevenção, com o uso de camisinha.

O que é a MG?

Mycoplasma genitalium é uma bactéria que pode ser transmitida por meio de relações sexuais com um parceiro contaminado.

Nos homens, ela causa a inflamação da uretra, levando a emissão de secreção pelo pênis e a dor na hora de urinar.

Nas mulheres, pode inflamar os órgãos reprodutivos - o útero e as trompas de falópio - provocando não só dor, como também febre, sangramento e infertilidade, ou seja, dificuldade para ter filhos.

A infecção, porém, nem sempre apresenta sintomas.

E pode ser confundida com outras doenças sexualmente transmissíveis, como a clamídia, que é mais frequente no Brasil.




Usuários do WhtsApp já identificam notícias falsas




Mesmo que o WhatsApp ainda seja um instrumento sensível à divulgação das chamadas fake news, os usuários estão cada vez mais “treinados” para identificá-las – pelo menos quando o assunto é política. O excesso de otimismo, promessas grandiosas, informações sem referência (datas, fontes ou links), erros ortográficos, fotos sensacionalistas e propostas batidas têm causado desconfiança de quem usa o aplicativo.

Ao identificar um desses elementos, ou não concordar ideologicamente com seu conteúdo, o usuário tem evitado o compartilhamento automático de notícias e, logo, cogitado se tratar de fraude. Foi o que apontou um levantamento realizado entre passageiros de táxi e usuários do aplicativo.

O dado é alentador para os especialistas em marketing e aqueles que estudam a força do WhatsApp no jogo eleitoral. Para o professor da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB) Bruno Rangel, separar o que é informação do que é fake news ou simples propaganda política será um dos desafios fundamentais do eleitor. “A solução para o fim da disseminação de notícias falsas está muito mais na sociedade do que em normas jurídicas ou ações de repressão. Está em um uso mais consciente do aplicativo, um uso que implica não sairmos compartilhando qualquer conteúdo sem o mínimo de checagem”, afirma.

Para entender o comportamento do eleitor no aplicativo, a agência de comunicação Nova/SB realizou um levantamento por meio do ‘dataTáxi’ – onde os passageiros respondem perguntas relativas ao tema durante uma viagem de táxi para casa ou trabalho. Entre os dias 11 e 21 de junho foram feitas 30 entrevistas dentro de um táxi. Como complemento, uma sondagem também foi feita por meio de grupos de discussão e questionários.

A reportagem acompanhou duas corridas do ‘dataTáxi’. Os passageiros foram recrutados em pontos de ônibus de São Paulo. Eles “trocaram” a participação na pesquisa pela gratuidade da corrida. As perguntas foram feitas por uma pesquisadora sentada no banco do passageiro (em algumas ocasiões, o próprio motorista era quem perguntava).

O bancário Diogo Passos Silva, de 32 anos, por exemplo, participa de diversos grupos de WhatsApp. “A maioria é sobre futebol, mas a política sempre entra no meio”, diz. Silva afirma que prefere não se expor politicamente e, por isso, não compartilha notícias sobre o tema. “Mas é fácil saber quando é fake news.”

Rio teve mais de 4 mil tiroteios em cinco meses de intervenção

No dia em que a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro completa cinco meses, balanço divulgado pela organização Fogo Cruzado, mostra que o número de tiroteios e disparos na cidade no período foi quase 37% maior do que nos cinco meses anteriores.

De acordo com a organização, que trabalha com informações coletadas por usuários, imprensa e pelas polícias, foram registrados 4.005 tiroteio e disparos entre 16 de fevereiro e hoje, contra 2.924 entre 16 de setembro de 2017 e 15 de fevereiro desse ano. Desse total, 690 episódios (17%) contaram com a participação de agentes de segurança, contra 316 (11% do total), verificados nos cinco meses anteriores.

O número de mortos após a intervenção em toda a cidade diminuiu quase 8%, segundo o aplicativo. Nas áreas com Unidades de Polícia Pacificadora (UPP), a queda foi de 33%. Mesmo assim, em toda a cidade, 637 pessoas morreram em decorrência de disparos de armas de fogo nos cinco meses de intervenção.

A Praça Seca aparece como a região mais conflagrada no período, com 159 disparos/tiroteios, 10 mortos e 10 feridos. Em 22 episódios, havia a presença das forças de segurança na região. A Vila Kennedy, primeiro bairro a receber uma operação do Comando da Intervenção Federal, aparece em segundo lugar, com 120 disparos de 16 de fevereiro para cá.

Em um ranking dos cinco bairros com mais tiroteios nos dois períodos, a Rocinha caiu da segunda posição para a quinta em número de episódios. A região registrou, porém, o maior número de mortos (18) e de feridos (10) no período. Por lá, as forças de segurança participaram em 19 episódios de troca de tiros, número menor apenas do que na Praça Seca.

A organização também levantou o número de tiroteios que terminaram com mais de três civis mortos desde a edição do decreto de intervenção, no dia 16 de fevereiro. Foram 28 episódios, quase todos nas Zona Norte e Oeste e em municípios da Região Metropolitana.

Já a Rocinha e a Urca, na Zona Sul, registraram o maior número de mortos em um único evento. Em março, oito pessoas foram mortas na Rocinha, durante confronto que envolveu policiais do Batalhão de Choque da Polícia Militar. E, no mês passado, sete corpos foram achados na Urca após uma troca de tiros no local entre policiais militares e bandidos que fugiam dos morros Chapéu-Mangueira e Babilônia, no Leme.

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