segunda-feira, 17 de setembro de 2018


Pesquisa CNT/MDA : Bolsonaro lidera com 28,2%;Haddad tem 17,6% e Ciro 10,8%


     Arte/BOL

O candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) lidera a disputa ao Palácio do Planalto com 28,2% das intenções de voto, afirma pesquisa do instituto MDA encomendada pela CNT (Confederação Nacional do Transporte) divulgada nesta segunda-feira(17).

Em segundo lugar, aparece Fernando Haddad (PT), com 17,6% da preferência dos entrevistados. A margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Ciro Gomes (PDT) vem em terceiro, com 10,8%.

Intenção de voto estimulada para presidente:

Jair Bolsonaro (PSL): 28,2%

Fernando Haddad (PT): 17,6%

Ciro Gomes (PDT): 10,8%

Geraldo Alckmin (PSDB): 6,1%

Marina Silva (Rede): 4,1%

João Amoêdo (Novo): 2,8%

Alvaro Dias (Podemos): 1,9%

Henrique Meirelles (MDB): 1,7%

Cabo Daciolo (Patriota): 0,4%

Guilherme Boulos (PSOL): 0,4%

Vera (PSTU): 0,3%

José Maria Eymael (DC): 0%

João Goulart Filho (PPL): 0%

Branco/Nulo: 13,4%

Indeciso: 12,3%

A pesquisa ouviu 2.002 pessoas entre 12 e 15, em 137 municípios de 25 unidades da federação. Ela está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-04362/2018 e tem nível de confiança de 95%.

Este é o primeiro levantamento do instituto desde que a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi indeferida pelo TSE e Fernando Haddad foi oficialmente indicado em seu lugar.

UOL

MPRN DEFLAGRA OPERAÇÃO QUE INVESTIGA DESVIO MILIONÁRIO ENVOLVENDO SERVIDORES FANTASMAS EM ÓRGÃO PÚBLICO

Por G1 RN

O Ministério Público do Rio Grande do Norte deflagrou nesta segunda-feira (17) a operação Canastra Real, que investiga um esquema de desvio de recursos públicos envolvendo servidores fantasmas em um órgão público estadual. Mandados de prisão e de busca e apreensão estão sendo cumpridos. Segundo o MPRN, o esquema começou em 2015.

Ainda de acordo com o Ministério Público, o objetivo é apurar o desvio de pelo menos R$ 2,4 milhões em um esquema envolvendo servidores fantasmas.

A operação conta com o apoio da Polícia Militar. Participam da ação 28 promotores de Justiça, 26 servidores do MPRN e 70 policiais militares. Os mandados estão sendo cumpridos nas cidades de Natal, Espírito Santo, Ipanguaçu e Pedro Velho.

Mulheres recuperam grupo contra Bolsonaro no Facebook após ataque hacker


No começo da tarde deste domingo (16), o grupo “Mulheres Unidas Contra Bolsonaro” retomou as suas atividades normais depois de ter sido invadido por um hacker na noite do ultimo sábado (15).

Além de ter o nome alterado para “Mulheres com Bolsonaro #17”, a página contra o candidato à presidência Jair Bolsonaro, do PSL, teve a foto de capa alterada e as administradoras oficias excluídas.

As alterações feitas no grupo, que tem 1,4 milhão de mulheres (mais 1,1 milhão de convidadas que ainda não aceitaram o convite para participar), fizeram com que o Facebook notasse suspeitas de um ataque cibernético, e o arquivasse temporariamente a pedido de Ludmilla Teixeira, proprietária do grupo, o que posteriormente foi confirmado.

“O grupo foi restaurado e devolvido às administradoras”, disse o porta-voz da rede social no início da tarde deste domingo (16). O colunista do UOL, Leonardo Sakamoto, também escreveu sobre o ataque, o qual alegou ter sido um ‘atestado de burrice’.

Consequências da invasão

A alteração do nome veio acompanhada ainda de ameaça às moderadoras e publicações com discursos de ódio contra o posicionamento político delas; após vários homens terem sido adicionados à página fechada como consequência do ataque cibernético.

Além disso, a invasão fez também com que algumas mulheres deixassem o grupo devido a confusão causada pela alteração do nome e das informações sobre seu intuito na rede social.

Em outros grupos no Facebook, criados em resposta à invasão, moderadoras responsáveis pela manutenção da página original se manifestaram na rede social, reafirmando o teor “criminoso” da invasão.

“O grupo Mulheres Unidas contra Bolsonaro (que em 1 semana juntou mais de 2 milhões de mulheres) acaba de ser hackeado. Um sujeito entrou, retirou as moderadoras do comando e mudou o nome do grupo para Mulheres com Bolsonaro. Isso não é uma brincadeira, isso é criminoso. Revela como tratam nossos corpos e invadem nossos espaços, extirpam a nossa voz.

Já somos 2.200.000 mulheres contra o tal candidato! Mulheres do Brasil inteiro tomam posição política contra o preconceito e discriminação, como pauta política, representada por um deputado de extrema direita, com pautas Nazifascista contra a diversidade de pensamentos na sociedade brasileira. Mulheres negras, brancas, indígenas, socialistas, capitalistas, de centro, evangélicas, católicas, umbandistas, budistas, islâmicas, ateias, etc unidas contra o retrocesso!”

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