sábado, 20 de outubro de 2018


Sem dinheiro, pai usa sacolas de mercado e cria fantasia de princesa para filha ir a festa

Foto: Reprodução/NSC TV

Sem dinheiro, o operador de máquinas Luciano Carvalho, que mora com a família em São Bento do Sul, no Norte do estado, usou a criatividade para que a filha Samira, de 2 anos pudesse ir a caráter numa festinha na escola. Ele usou sacolas plásticas de um supermercado para fazer uma roupa de princesa para a criança.

A festa foi de Dia das Crianças, no Centro de Educação Infantil onde a criança estuda. “A gente também estava sem dinheiro, sem condições de comprar essa fantasia. Então a gente teve essa criatividade, tanto eu como a minha esposa e a minha enteada, de fazer de sacolinhas”, disse Luciano.

Ele pesquisou na internet como poderia fazer a fantasia. E a matéria-prima, da cor rosa, foi de graça.

“A gente conseguiu num mercado, que a gente compra perto de casa. A gente sempre faz compra ali. Então a gente conseguiu tudo numa cor só, como Outubro Rosa, então a gente teve a criatividade por causa disso, né. Então a gente achou interessante porque já combinou com ela também, uma menina, né?”, explicou o pai.

Quando Samira chegou na festinha fantasiada de princesa, emocionou todos que estavam no local.

“O pai quando entregou ela pra mim na porta, ele falou assim: ‘professora, foi o que eu consegui fazer’. Eu me contive às emoções, porque foi muito emocionante. Aí nós levamos para dentro da sala de aula e ela estava se sentindo uma princesa. Dançava, balançava naquele vestido, mexia no laço da cabeça. Estava se sentindo uma verdadeira princesa”, disse a professora Aline Dias.

A educadora registrou tudo e encaminhou uma das fotos da criança para funcionários do supermercado onde o pai conseguiu as sacolas pra fazer fantasia.

“Enviei uma foto para minha irmã, que trabalha no mercado e ela mostrou pra todos os colaboradores do mercado e eles ficaram muito emocionados. Ela me ligou já, dois minutos depois, e disse que estava todo mundo emocionado e querendo saber como ajudar essa família”, declarou.

E já no dia seguinte ao da festa a dona de casa Marizete de Fátima Nascimento teve uma bela surpresa.

“Bateram na minha porta, perguntando se era ali que morava a bebê Samira. Aí eles falaram que a equipe do supermercado tinha se organizado, tinha ficado comovido com a história e tal e tinha preparado algumas coisinhas pra ela”, contou.

A família recebeu comida, roupas e brinquedos. A Samira ganhou uma fantasia de princesa, um dos presentes que ela mais gostou. A menina, que tem quase 3 anos, nasceu prematura e os pais contam que isso atrasou o desenvolvimento intelectual.

A criança começou a falar há poucos meses, mas isso, não tira o brilho dos olhos e muito menos a alegria pela vida, que enche o pai de emoção.

“Foi uma coisa tipo uma brincadeira que a gente fez, a gente não sabia que ia ter toda essa surpresa que o pessoal deu. A gente está meio sem ter o que falar, porque até agora está só vindo surpresa, né?”, declarou Luciano.

G1

Polícia Civil prende indivíduo apontado como autor de crime em Caicó


A Polícia Civil de Caicó efetuou o cumprimento de mandado de busca e apreensão e prisão temporária em desfavor de JEDSON MIKAEL DA SILVA, conhecido pela alcunha de "NEGÃO DO RABO DA GATA".

JEDSON é apontado como um dos autores da prática de assalto a uma mercearia na cidade de Caicó/RN no dia 28/01/2018, em coautoria com LÁSARO TADEU DOS SANTOS  SOUZA, o qual já se encontra cautelarmente preso (suspeito de assaltos e de integrar o Tribunal do Crime de facção cricrimimosa

JEDSON MIKAEL é suspeito ainda de participação em outros crimes, como assaltos, bem como de integrar facção criminosa.

Conclusas as diligências, a autoridade policial que preside a investigação representou pela prisão preventiva do suspeito, aguardando deliberação judicial.

A Polícia Civil de Caicó agradece mais uma vez o apoio da população, solicitando que intimações e denúncias continuem a ser oferecidas por meio dos telefones 3421-6029 e 181. O anonimato é garantido.

Rede Social 3° DRP Caicó.

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TSE ABRE INVESTIGAÇÃO PARA APURAR SUPOSTO CRIME ELEITORAL DE BOLSONARO




O ministro Jorge Mussi, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), abriu uma investigação para apurar se o candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) cometeucrimes eleitorais. O processo, porém, ainda deve demorar para ser concluído e qualquer condenação dependerá de provas que apontem a responsabilidade de Bolsonaro, que lidera as pesquisas de intenção de voto. AProcuradoria-Geral Releitoral (PGE) também pediu nesta sexta-feira que a Polícia Federal (PF) investigue a disseminação de notícias falsas na campanha presidencial.

O pedido aceito por Mussi foi feito pelo PT, partido de Fernando Haddad, adversário de Bolsonaro no segundo turno. O partido se baseou em reportagem do jornal “Folha de S. Paulo”, segundo a qual empresas — que foram proibidas de fazer doações eleitorais — estariam favorecendo a campanha do candidato do PSL ao comprar pacotes de divulgação em massa de mensagens contra o PT no WhatsApp.

O PT também queria que as empresas acusadas de comprar os pacotes e o Whatsapp fossem investigadas. Mas Mussi lembrou que as sanções de inelegibilidade e cassação de registro ou diploma não podem ser aplicadas a pessoas jurídicas. Assim, a investigação vai se centrar em Bolsonaro, no seu vice, o general reformado Hamilton Mourão, e em mais 11 empresários, entre eles Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, e dez sócios das empresas de mídia digital acusadas de irregularidades. Foi dado um prazo de cinco dias para que eles apresentem sua defesa. Hang e Bolsonaro negam irregularidades.

Mussi negou liminar em alguns pedidos do PT, como o de prender Hang e de decretar busca e apreensão de documentos na sua residência ou na sede da Havan. Também negou pedido para obrigar o empresário a repassar toda a documentação contábil, financeira, administrativa e de gestão relativo aos gastos com a campanha de Bolsonaro, e para fazer o Whatsapp elaborar um plano de contingência capaz de suspender o disparo em massa de mensagens ofensivas a Haddad.

O ministro não chegou a analisar os pedidos para quebrar o sigilo bancário, telefônico e telemático de Hang e das empresas acusadas de irregularidades, nem para colher os depoimento dos empresários. Segundo Mussi, isso será analisado “no momento processual oportuno”.

Também nesta sexta-feira, a procuradora-geral da República e procuradora-geral Eleitoral, Raquel Dodge, pediu que a Polícia Federal (PF) instaure um inquérito para apurar a disseminação de mensagens em redes sociais tanto em relação a Bolsonaro, quanto a Haddad. A investigação foi solicitada por meio de ofício enviado ao ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, a quem a PF é subordinada.

Dodge, disse que já há um “procedimento apuratório” na PGE. Mas destacou que a situação exige uma investigação criminal por parte da PF. Segundo ela, pode ter ocorrido o crime de “contratação direta ou indireta de grupo de pessoas com a finalidade específica de emitir mensagens ou comentários na internet para ofender a honra ou denegrir a imagem de candidato, partido ou coligação”. A pena é dois a quatros anos, mais multa de R$ 15 mil a R$ 50 mil.

Ela afirmou que o uso de recursos tecnológicos para espalhar informações falsas ou ofensivas à honra dos candidatos vão contra a integridade das eleições e são “uma nova realidade mundial que exige investigação com a utilização de um corpo pericial altamente gabaritado e equipamentos adequados para se identificar a autoria e materializar a ocorrência desse novo formato de crime”.

O GLOBO