quarta-feira, 24 de outubro de 2018


RN PERDEU 346 LEITOS HOSPITALARES EM OITO ANOS, APONTA ESTUDO DA CNM



O Rio Grande do Norte perdeu 346 leitos ao longo de oito anos, segundo levantamento divulgado nesta terça-feira, 23, pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM).

Em 2018, o estudo apontou que os hospitais potiguares têm 7.477 leitos do Sistema Único de Saúde (SUS), enquanto que, em 2008, foram registradas 7.823 vagas.

O Estado registrou uma média de 2,1 leitos para grupo de 100 mil habitantes. Segundo o estudo, a capital Natal contabilizou 2.095 leitos hospitalares.

Ainda de acordo com o estudo, o Brasil perdeu, nos últimos dez anos, mais de 41 mil leitos hospitalares no âmbito do SUS. Em 2008, o total de leitos na rede pública era de 344.573. Em 2018, o total chegava a 303.185.

Ainda de acordo com a pesquisa, em 2008, o Brasil contava com 2,4 leitos (SUS e não SUS) para cada mil habitantes, caindo para o índice de 2,1 leitos na mesma proporção de pessoas em 2018.

O Ministério da Saúde informou que a redução de leitos públicos não afetou a oferta assistencial e a produção aprovada nos sistemas de informação do SUS. “A redução de leitos de internação segue tendência mundial de desospitalização – com os avanços tecnológicos, tratamentos que exigiam internação passaram a ser feitos no âmbito ambulatorial e domiciliar, com ampliação da atenção básica e de ações de prevenção e promoção”, informou a nota.

FONTE AGORA RN

CAERN SUSPENDE ABASTECIMENTO DE CAICÓ PELO AÇUDE ITANS

Em Caicó, a Caern deixou de captar água, esta semana, pelo açude Itans e está fazendo a captação no rio Piranhas-Açu, em Jardim de Piranhas, com o transporte de água pela adutora Manoel Torres. O Itans que está com 5,27% de sua capacidade ficará como reserva técnica.


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El Niño deverá se configurar entre o final de 2018 e início de 2019


O fenômeno climático e oceânico El Niño deverá se configurar entre o final de 2018 e início de 2019 de acordo com o físico, meteorologista e mestre em Meteorologia Rodrigo Cézar Limeira. A região central do Oceano Pacífico vem apresentando desvios de temperatura superiores a 0,5º C acima da média desde o mês de agosto, fato que caracteriza a fase de formação, ou de configuração de um novo episódio do referido fenômeno.

Nessa conjuntura, o estudioso Rodrigo Cézar Limeira pontua que em 2019, todo o semiárido do Rio Grande do Norte, ParaíbaPernambucoCeará e porção central do Piauí, terão chuvas irregulares e mal distribuídas, a exemplo do que ocorreu no último evento de El Niño, observado nos anos de 2015 e 2016.

O estudioso pontua 2019 como um ano de perdas nas lavouras em praticamente todos os municípios do semiárido, incluindo o interior da Paraíba.

As chuvas terão grande má distribuição espacial e temporal próximo ano, isso significa dizer que em determinado mês poderá chover acima da média no interior do semiárido, mas no mês seguinte poderá chover bem abaixo da média, fato que vai prejudicar as lavouras, principalmente de milho.

Em anos de El Niño costumam ocorrer verânicos significativos no semiárido. Passar 15 e até 20 dias seguidos sem chover, isso atrapalha o desenvolvimento das culturas agricolas.

Em anos de El Niño é frequente ocorrer as chamadas chuvas de manga, ou chuvas muito localizadas.

O fato de chover de forma muito irregular em anos de El Niño em grande parte do semiárido brasileiro, deve-se ao fato de um ramo descendente da célula de Circulação de Walker ficar sobre o norte do Nordeste, isso contribui para a atuação de uma alta pressão persistente na região, inibindo a convecção e tornando as chuvas mal distribuídas.