sábado, 1 de dezembro de 2018


OMS: 37 milhões de pessoas vivem com HIV em todo o mundo


No dia em que se comemora os 30 anos de luta contra a aids, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que cerca de 1 milhão de pessoas morrem todos os anos por não saber que estavam contaminadas pelo HIV ou por começarem tarde demais o tratamento contra a doença.

Para o diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus, o mundo percorreu um longo caminho nas últimas três décadas, mas a epidemia de infecções não terminou. A estimativa é que 37 milhões de pessoas vivam com o vírus em todo o planeta, sendo que apenas 75% sabe de sua condição e 60% recebem tratamento.

Os dados mostram que cerca de 75% das novas infecções por HIV registradas fora da África subsaariana ocorre entre profissionais do sexo; homens que fazem sexo com homens; pessoas que usam drogas injetáveis; transgêneros; e presidiários, além dos parceiros sexuais de todos que integram o grupo.

Ações com o tema Conheça seu status, promovidas pela OMS, as pessoas recebem orientação para o acesso aos exames laboratoriais, métodos de prevenção ao HIV, medicamentos antirretrovirais e serviços de saúde. A entidade pede ainda políticas públicas que promovam saúde para todos, com foco no combate à aids e a doenças relacionadas, como tuberculose e hepatite.

Em risco

De acordo com a organização, podem estar em risco as pessoas que estiveram nas seguintes condições: mantiveram relação sexual sem o uso de preservativo; receberam transfusões de sangue de forma insegura; foram expostas a algum tipo de equipamento injetável contaminado, como agulhas.

Agência Brasil

Metade dos pacientes internados no HWG são motociclistas acidentados


Continua preocupante o número de acidentes de trânsito envolvendo motocicletas no Hospital Walfredo Gurgel (HWG). Somente de janeiro a junho de 2018, já foram contabilizadas 3.199 vítimas, média de 17,7 atendimentos diários. No ano passado, 8.010 motociclistas deram entrada no maior hospital do Rio Grande do Norte, média de 21 acidentados por dia.

Segundo estatísticas do HWG, em 2004, a instituição obteve a média mais baixa de acidentes envolvendo motociclistas, quase 5 vítimas por dia. De lá para cá, o índice vem subindo a cada ano. Em 2014, 7.380 pessoas deram entrada no HWG com algum trauma sofrido em trânsito. No entanto, a situação em 2015 foi considerada a mais crítica, com 10.411 acidentados, uma média de 29 pessoas atendidas diariamente no hospital.

Para o chefe de Cirurgia Geral do Hospital Walfredo Gurgel, Ariano Oliveira, quase metade dos pacientes que se encontram internados nos corredores são vítimas de acidentes com motocicleta. A maioria com idade entre 17 e 45 anos, do sexo masculino.

“As lesões geralmente são graves, como amputações e fraturas expostas, já que o corpo é o próprio contato com o trauma. São pacientes de custo social e previdenciário elevado já que ficam sofrendo por muito tempo com as sequelas, que podem levar, inclusive, à inviabilidade do exercício profissional”.

De acordo com o inspetor da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Roberto Cabral, a principal causa dos acidentes de trânsito, de forma geral, é a imprudência do condutor, que se traduz em falta de atenção, excesso de velocidade, ultrapassagens indevidas e uso de bebida alcoólica antes de dirigir. “Nas nossas estatísticas, mais da metade das mortes registradas nas rodovias federais do RN são de motociclistas”.

Agora RN