terça-feira, 4 de dezembro de 2018


Homem é condenado por ter proferido ofensas homofóbicas a casal, em São Paulo


Um homem foi condenado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) a pagar quatro salários mínimos a um casal vítima de ofensas homofóbicas em um transporte público. Em sua decisão, a juíza Maria Lucinda da Costa ressaltou que "a vida em sociedade requer tolerância e respeito", o que não foi observado na fala do agressor. O crime de injúria consistiu em indagar qual deles seria "a mulher" da relação e qual era o sentido de estarem juntos "já que não podem procriar".

Ainda de acordo com o processo, o autor afirmou que as carícias trocadas pelo casal era uma "depravação moral" e que eles poderiam "dar o c* onde quisessem, desde que fosse em outro lugar". As vítimas contaram que esse caso ainda impacta o comportamento de ambos em público, ainda que outras pessoas no trem tenham se manifestado a favor deles.

— É claro que a pena ainda é baixa e falta a criminalização da homofobia no Brasil, mas essa decisão é importante para dizermos: não iremos nos calar diante de atos de agressão — afirmou o escritório de advocacia que representou o casal, por meio de uma publicação no Facebook nesta terça-feira.

Ao longo do andamento processual, o homem negou ter sido tão agressivo. No interrogatório, disse que abordou o casal educamente, pedindo que eles "se contivessem nas carícias" porque enxergou um "excesso na demonstração de afeto".

Para a magistrada, a versão do réu apenas ressaltou que "o que lhe ofendeu foi o fato de um deles ter acariciado o peito do outro". Além disso, os depoimentos das vítimas e testemunhas mostraram outra narração dos acontecimentos, tanto com relação as "carícias" quanto ao comportamento do agressor.

"A vida em sociedade requer tolerância e respeito. Ainda que a parte não tenha capacidade para compreender a diversidade, fato que prejudicaria somente a ela, é obrigada a respeitar a pessoa alheia, pois um não pode ser prejudicado pelaslimitações do outro", registrou da Costa. "E mais, aquele que não é capaz de conter seus impulsos e deseja impor ao outro seus desejos, deseja subjugar o próximo a seu julgamento pessoal, age em desrespeito à normapenal, pelo que deve sofrer as consequências de seus atos".

A juíza informou que a sentença seria de quatro meses de detenção, mas como o réu é primário e tem bons antecedentes, foi trocada para a multa. Em caso de descumprimento da pena alternativa, o sentenciado deverá cumprir a pena corporal em regime aberto.

Agência O Globo

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WhatsApp deve limitar a criação de grupos no App e inserção de contatos



O aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp deve surpreender os usuários em breve com grandes mudanças. O app pode limitar a criação de grupos e inserção de contatos, de acordo com informações divulgadas pelo site Mysmartprice.

A plataforma de mensagens está atualmente ocupada com o problema das fake News. Como solução, o WhatsApp pode em breve introduzir um novo recurso de segurança.

Metro Jornal

Quando você tenta adicionar vários participantes a um grupo do WhatsApp com muita rapidez, o aplicativo exibirá uma mensagem dizendo “Você adicionou muitos contatos ao grupo com muita rapidez. Tente mais tarde”.

Da mesma forma, os usuários receberão uma mensagem dizendo “Não é possível criar um grupo porque você criou vários com muita rapidez. Tente novamente mais tarde”.

No entanto, isso não significa que o app esteja planejando impor uma limitação no número de grupos que uma pessoa pode criar. É provável que o recurso seja adicionado ao WhatsApp nas próximas semanas.

Jornalista Leo Dias se interna novamente para tratar vicio em cocaina

Leo Dias, de 43 anos, voltou a se internar para tratamento contra o vício de cocaína nesse fim de semana. O jornalista se submeteu a procedimentos alternativos no mês de setembro, mas revelou que ainda sonha com a droga.

“Já aconteceram umas três ou quatro vezes, eu sonho que estou cheirando a cocaína. Parece que eu virei a noite e acordo angustiado. É um pesadelo, não um sonho”, relatou o jornalista do ‘SBT’ ao ‘Notícias da TV’, nesse domingo (2).

Ele contou que a internação será breve, de apenas dois dias, pois não teve nenhuma recaída após o último tratamento. O novo procedimento será a base de ibogaína, droga que tem apresentado bons resultados em dependentes químicos, segundo o ‘Metrópoles’.

Leo Dias tomou a primeira dose da ibogaína no sábado (1º). “Vomitei muito. Fiquei muito triste, vieram à minha cabeça cenas de tudo de ruim que eu passei por causa da droga, todos os meus ‘fundo do poço’”, contou.

NOTÍCIA AO MINUTO