Greve de escrivães e agentes da PC é ilegal diz desembargador

O desembargador Saraiva Sobrinho, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, determinou o fim da greve da Polícia Civil no estado. A decisão foi tomada durante o plantão noturno desta quinta-feira (27), atendendo pedido de ilegalidade feito pela Procuradoria Geral do Estado.

Os policiais pararam as atividades na manhã da quarta (26), em protesto pelo atraso no pagamento de salários.

Segundo o desembargador, a manutenção da greve coloca em risco a sociedade em razão da “ofensa à ordem pública”. Em caso de não retorno imediato aos trabalhos, Saraiva inda estipulou multa diária no valor de R$ 15 mil.

Um procurador do Estado do RN – Luís Marcelo Cavalcanti de Sousa – chegou a se recusar a produzir ação judicial pedindo ilegalidade da greve denominada de “Operação Zero”,  porque também estava com o salário em atraso, numa clara decisão unilateral sujeita à punição.

Acrescentou à sua manifestação por escrito, que via pessoalmente a paralisação como ‘legal’.

G1/RN

Médicos da rede estadual do RN entram em greve

Sindicato dos médicos do Rio Grande do Norte (Sinmed RN), de acordo com a decisão de greve aprovada por unanimidade em assembleia realizada na última quinta-feira (26), informa que acompanhará o movimento geral de paralisação dos funcionários do Estado, em razão dos atrasos de salários e décimos terceiros referentes aos anos de 2017 e 2018. Apesar da possibilidade de pagamento desses valores até o dia 28, não há confirmação oficial.

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