quarta-feira, 13 de março de 2019


Criminosos explodem carros fortes entre Caicó e Jucurutu


No final da tarde desta terça-feira (13), uma quadrilha explodiu dois carros-fortes na estrada RN-188 entre os municípios de Caicó e São João do Sabugi.

Os bandidos bloquearam a estrada em três setores diferentes pontos para que ia de Caicó para São João do Sabugi, da mesma forma fizeram para bloquear quem

Entre 10 e 15 bandidos estavam envolvidos na ação. Dinamites foram usadas para explodir os dois veículos. Todo o dinheiro dos dois veículos foram levados pelos criminosos.

Ministro da cidadania confirma 13° salário do bolsa família

O ministro da Cidadania, Osmar Terra, confirmou nesta terça-feira (12) o pagamento do décimo terceiro salário do Bolsa Família em dezembro. Com custo estimado de R$ 2,5 bilhões, esse foi um dos compromissos de campanha do presidente Jair Bolsonaro.

“Está tudo certo, estamos negociando com o ministro Paulo Guedes [Economia]. Uma parte [dos recursos] virá do Orçamento [Geral da União], que será revisto, e a outra parte, menor, virá do pente-fino [no programa] que a gente quer aprofundar”, afirmou Terra.

Brumadinho

Sobre a situação da população de Brumadinho (MG), atingida pelo rompimento da Barragem da Mina do Corrégo do Feijão em janeiro, o ministro da Cidadania disse que uma pacote de ações está em estudo para recuperar econonicamente o município mineiro.

Ele adiantou que, até o fim deste mês, deverá se reunir com o prefeito da cidade, Avimar Barcelos (PV), e com o governador de Minas, Romeu Zema (Novo), para definir as responsabilidades de cada parte.

Osmar Terra lembrou que 80% da arrecadação de Brumadinho vêm da mineração, que vai continuar. Para ele, é preciso mudar o arranjo produtivo da região e, para isso, será anunciado um pacote de ações. Uma das ideias é levar para a região um projeto turístico grande, que envolveria hotéis e resorts.

Outra possibilidade é uma parceria com uma grande rede de supermercados para a compra de alimentos produzidos por agricultores locais. Para viabilizar a produção, prejudicada também pela contaminação do Rio Paraopeba, haverá um plano para construção de cisernas e poços artesianos destinados à irrigação da produção.

“Fiquei com uma tarefa dada pela Casa Civil, de coordenar e planejar o que será Brumadinho daqui para a frente. A gente não quer que ocorra em Brumadinho o que aconteceu ali na região da Samarco, da Vale do Rio Doce.

Lá, em todos os municípios que ficam ao longo do Rio Doce, o PIB [Produto Interno Bruto], a atividade econômica caiu muito. E nós queremos que em Brumadinho seja diferente”, disse o ministro.

Dois atiradores invadem escola em Suzano-SP, matam 8 e tiram própria vida

Dois adolescentes encapuzados mataram oito pessoas na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano (SP), e cometeram suicídio em seguida.

Quatro das vítimas que morreram no local são alunos do ensino médio.

Outros dois adolescentes foram socorridos, mas morreram no hospital. Duas das vítimas são funcionárias da escola. O ataque ocorreu por volta das 9h30 desta quarta-feira (13).

Resumo

Atiradores mataram 8 pessoas e se mataram em seguida
Os atiradores e as vítimas ainda não foram identificados
23 pessoas foram levadas a hospitais.

Entre elas, há pessoas que ficaram feridas e outras que passaram mal após o ataque.

O coronel Fábio Pelegrini disse que os atiradores são ex-alunos da escola.

Ainda não se sabe o motivo do ataque Uma testemunha disse que viu um deles com arma de fogo e outro, com uma faca.

A PM encontrou no local um revólver 38, uma besta (um artefato com arco e flecha), objetos que parecem ser coquetéis molotov e uma mala com fios.

Antes de os autores do ataque entrarem na escola, um homem foi baleado em uma loja de veículos nas proximidades.

A polícia ainda apura se há relação entre os dois crimes

Dentro da escola, a polícia encontrou uma besta (um tipo de arco e flecha) e garrafas que aparentam ser coquetéis molotov. Há ainda uma mala com fios, e o esquadrão antibombas foi chamado.

A instituição foi isolada pela polícia e há muitos alunos e funcionários chorando ao redor.

O coronel Salles, comandante-geral da PM, disse à imprensa que, antes de entrar na escola, os atiradores balearam um homem em comércio próximo à escola.

Mais cedo, a capitão Cibele, da comunicação da PM, um carro da polícia estava a caminho desse comércio, quando passou perto da escola e ouviu gritos dos alunos.

"Policiais estavam indo para esse primeiro chamado e ouviram gritos das crianças. Foram então até a escola, onde os dois criminosos acabaram se matando", disse ela.

G1

PM tem metade do efetivo e Civil menos de 30%, diz secretário de segurança

Todas as instituições de segurança pública do Rio Grande do Norte estão com o efetivo defasado. Foi o que afirmou nesta terça-feira (12), em entrevista no programa Hora Extra da Notícia (91.9 FM), o secretário de Segurança Pública e da Defesa Social do Rio Grande do Norte (Sesed-RN), coronel Francisco Araújo.

 

Os números são impressionantes. Conforme falou o coronel, existe uma previsão legal de que a Polícia Militar do RN possua um efetivo de 13.466 policiais. Como a lei é de 2010, ele avalia que esse número já deveria ter sido atualizado para 15 mil. Hoje, no entanto, a PM potiguar dispõe de um efetivo bem abaixo desse quantitativo, de apenas 7,8 mil policiais aproximadamente.

 

“Ela [a lei] foi feita há mais de dez anos e já dizia que era 13.466. Com o desenvolvimento econômico, o tamanho do Estado e tudo, hoje deveríamos ter no mínimo 15 mil policiais, então hoje nós estamos trabalhando com a metade. E tem um detalhe: a PM trabalha com a metade e a Polícia Civil trabalha com menos de 30%”, disse o coronel Araújo.

 

Ainda segundo o secretário, em 2010, quando a lei foi criada, a PM tinha um efetivo de 10,2 mil policiais. Nove anos depois, apesar de o Estado ter crescido em população, em serviços e em demandas, a corporação encolheu em cerca de 2,4 mil PMs.

 

Em razão do déficit, o secretário adianta que já há concursos públicos previstos. No caso específico da Polícia Militar, existe um certame em andamento com a previsão de 1 mil vagas, sendo 62 para mulheres e as demais para homens. Também está em andamento um concurso público para a Polícia Civil. Além disso, há uma garantia de recursos do Governo Federal da ordem de R$ 80 milhões para aquisição de equipamentos e mais R$ 40 milhões garantidos em emendas impositivas alocadas pelos parlamentares potiguares.

Grande Ponto

Obsessão por membros da esquerda motivou criminosos na morte de Marielle, diz Polícia

A pergunta que não quer calar no crime que matou Marielle Franco e Anderson Gomes —por quê?— pode ser respondida agora. Ao menos é o que defendem a polícia e o Ministério Público do Rio, pelas pesquisas que o policial reformado Ronnie Lessa fez na internet antes do fatídico dia 14 de março de 2018.

Lessa e ex-PM Élcio Vieira de Queiroz foram presos na madrugada desta terça-feira (12) acusados de terem executado a vereadora Marielle, seu motorista Anderson Gomes e tentado matar a assessora Fernanda Chaves, há quase um ano.

Segundo a investigação, Lessa fez inúmeras as buscas sobre a vereadora, o deputado federal Marcelo Freixo (PSOL) e a esposa dele antes do assassinato. Procurou também (ainda que em menores quantidades) informações sobre o general Richard Nunes, secretário de Segurança durante a intervenção federal, delegados e outras autoridades.

A “obsessão” por personalidades da esquerda foi o que levou a promotoria a adicionar à acusação de homicídio uma agravante de “motivo torpe”, ou seja, imoral. Também foi um dos elementos que levaram à prisão dos dois homens que estavam no carro naquela noite. A polícia segue investigando se há mandantes para o crime.

“Quando você faz a análise telemática [de dados de uso na internet], você percebe que qualquer uma daquelas pessoas poderia ser a vítima. Por exemplo, Freixo, esposa do Freixo […] as pesquisas maiores eram de personalidades ligadas à esquerda”, disse o delegado.

Sem câmeras no local do crime ou reconhecimento por testemunhas, já que os matadores ficaram duas horas de tocaia aguardando Marielle sem sair do carro e o atirador usou uma touca ninja, a Polícia Civil fluminense investiu nos movimentos durante o que chama de “pré e pós-crime”.

Foi em outubro do ano passado que o nome de Lessa começou a se encaixar nas peças. Uma denúncia anônima indicou que ele estava dentro do carro usado no assassinato e que ele havia saído de uma área específica da Barra da Tijuca (zona oeste carioca) para executar o crime.

A polícia já havia investigado Lessa, mas não havia indícios que o colocavam na cena do crime. A partir da denúncia, os investigadores sabiam onde procurá-lo em imagens de câmeras de trânsito do dia da morte de Marielle.

Em seguida, a investigação verificou que Lessa havia sofrido uma tentativa de assassinato um mês após a morte de Marielle. O atentado com tiro no pescoço em um restaurante havia levantado na época a suspeita de queima de arquivo, depois descartada.

A partir da nova denúncia, os investigadores revisitaram as imagens colhidas à época do crime do possível trajeto efetuado pelo carro do crime e confirmaram a informação. O celular de Lessa também ajudou na confirmação.

A polícia recorreu à quebra de informações de 2.428 antenas de telefonia celular e de dados de 33.329 linhas, das quais 318 foram interceptadas. O objetivo era verificar todas as pessoas que usaram seus celulares em uma área próxima à reunião em que Marielle estava e checar o deslocamento de suspeitos.

“Eu tenho absoluta compatibilidade entre o deslocamento do local da execução até o local de retorno [de Lessa] e, mais perto da madrugada, eu tenho a captura dele entrando na residência dele”, disse o delegado do caso, Giniton Lages, ao comentar a análise dos dados do celular de Lessa.

O atirador Lessa também deixou outros rastros na internet. Ele havia pesquisado o endereço de Marielle, um modelo de arma compatível com a usada no crime e um silenciador, condizente com os relatos de que os tiros disparados contra o carro da vereadora tinham o som abafado. Ele ainda buscou informações sobre bloqueadores de sinal de celular e de GPS.

Lages não deu detalhes das técnicas utilizadas na investigação. Mas disse que polícia recorreu a um volume grande de informações fornecidas por empresas de telefonia móvel. Até mesmo as operadoras de telefonia teriam tido dificuldade em organizar os dados requisitados. O cruzamento de dados das linhas em diferentes antenas e em diferentes momentos levou à identificação de celulares chave na investigação.

O delegado Giniton Lages cobrou publicamente o governador Wilson Witzel pela incorporação de novas técnicas de investigação que não dependam apenas a interceptação telefônicas, mas que consigam analisar um volume maior de dados de celulares. “É preciso dizer, governador, que não se faz mais investigações com interceptação telefônica. Temos que avançar. O caso Marielle e outros casos com essa sofisticação não fecham [apenas] com interceptação telefônica”.

Um grupo do Ministério Público também ajudou na identificação física do atirador. A imagem gerada por câmera de infravermelho feita no local onde os matadores ficaram de tocaia, esperando a vereadora sair, permitiu compatibilizar as características de Lessa.

“Descobrimos que era um homem entre 1,79 e 1,72 m, fomos caminhando, até que chegamos às perícias comparativas com os homens que nos eram indicados pelas promotoras da investigação”, afirmou Elisa Fraga, da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI).

Através de análises de luz e sombra, ficou concluído que só havia dois homens no veículo, e não três, como a polícia achava antes –mesma técnica usada no caso Amarildo. Essa técnica não é novidade, diz Fraga, mas outras inéditas não foram reveladas para não prejudicar o restante das investigações.

O comportamento no celular também ajudou a incriminar o segundo preso do dia, ex-PM Élcio Vieira de Queiroz. “Quando o nome do Ronnie Lessa surge como envolvido, imediatamente a autoridade policial passa a investigar quem seriam as pessoas atreladas a ele. Se pressupôs que seria alguém de alta confiança e algumas pessoas foram levantadas, entre elas o Elcio [Vieira de Queiroz, ex-PM também preso]”, afirmou a promotora Letícia Emile.

A quebra de sigilo telefônico e telemático (email, redes sociais etc.) de Quieroz então mostrou que era ele quem estava naquele dia com Lessa. A promotoria o acusa de ter dirigido o carro do crime, um Cobalt que nunca foi achado.

Uma das imagens de vigilância analisadas pela investigação também permitiu ver que uma assessora de Marielle chegou a tocar na maçaneta do carro dos criminosos enquanto eles faziam uma campana e aguardavam a saída de Marielle. Ela havia se confundido, achando que o carro dos criminosos estava na rua para atender à sua corrida por aplicativo. Ela logo percebe o equívoco e desiste de abrir a porta do veículo onde estavam os criminosos armados.

Segundo os investigadores, o detalhe não tem relevância para a investigação, mas poderia ter alterado completamente o desfecho naquele dia.

Durante a apresentação da investigação à imprensa, o delegado Giniton Lages, fez questão de frisar a sofisticação e preparo dos criminosos ao executar o crime, dificultando a investigação. “Eles não erraram”, chegou a dizer sobre a falta de testemunhas capazes de reconhecer os criminosos, a preparação do crime e a perícia ao manusear armas.

O inquérito até agora não foi concluído, ele foi desmembrado em dois. Falta agora a polícia descobrir se houve ou não um mandante do crime. Os suspeitos, como há um ano, são sigilosos.

Folhapress / BG

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