segunda-feira, 10 de junho de 2019


Moto é tomada de assalto na noite desta segunda-feira em Caicó


Por volta 20:20 desta segunda-feira (10), foi registrado o roubo de uma motocicleta na rua Manoel Vicente no Bairro Paraiba em Caicó. Um indivíduo  chegou em uma residência, sacou uma arma de fogo e tomou de assalto uma motocicleta modelo Honda-150 e fugiu com destino ignorado.

O assaltante chegou no local na garupa de um mototaxista.

Marco Aurelio é o 1° do STF a falar e diz que Moro e Dallagnol atingiram a imagem da justiça



Diante da maior crise institucional da história do Brasil, com a confirmação de que o ex-presidente Lula foi vítima de uma conspiração judicial armada pelo pelo ex-juiz Sergio Moro e pelo procurador Deltan Dallagnol para prendê-lo e tirá-lo das eleições, que venceria em primeiro turno, o Supremo Tribunal Federal começa a se mexer. O primeiro a falar foi o ministro Marco Aurélio Mello, que disse que a colaboração entre Moro e Dallagnol "coloca em dúvida, principalmente ao olhar do leigo, a equidistância do órgão julgador, que tem ser absoluta. Agora, as consequências, eu não sei. Temos que aguardar"

247 - A equidistância da Justiça foi colocada em cheque pelo ex-juiz Sergio Moro e o procurador Deltan Dallagnol, opinou neste domingo (9) o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello.

A colaboração entre Moro e Dallagnol "coloca em dúvida, principalmente ao olhar do leigo, a equidistância do órgão julgador, que tem ser absoluta. Agora, as consequências, eu não sei. Temos que aguardar", afirmou o magistrado, em reportagem da Folha de S.Paulo.

O ministro realçou a ilegalidade do comportamento de Moro e Dallagnol ao dizer que a relação entre o juiz e o procurador "tem que ser tratada no processo, com ampla publicidade. De forma pública, com absoluta transparência".

De acordo com as informações divulgadas pelo site The Intercept, Moro propôs que Dallagnol trocasse a ordem das fases da Operação Lava Jato e cobrou a realização de novas operações. O ex-juiz influiu dirwtamente nas investigações do Ministério Público Federal, o que é vedado aos magistrados.


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Advogados são presos na entrada de Alcaçuz

Dois advogados foram presos nesta segunda-feira (10), em uma operação do Ministério Público do Rio Grande do Norte batizada de Emissários. Eles teriam sido presos na entrada do Pavilhão Rogério Coutinho Madruga, no complexo prisional de Alcaçuz.

De acordo com o MPRN, eles eram responsáveis por repassar ordens dos chefes de uma facção criminosa que estão detidos em unidades prisionais potiguares a integrantes do grupo que ainda estão nas ruas. Os nomes dos advogados não foram confirmados pelo órgão até a publicação deste texto.

Além das duas prisões, também foi expedido um mandado de prisão contra uma terceira advogada, que se encontra foragida da Justiça.

Infiltrados

Mais cedo, outro advogado foi preso em uma operação do MPRN denominada ‘Infiltrados’. A ação investiga um grupo de pessoas que negociou uma decisão no âmbito do Tribunal de Justiça potiguar.

Portal no Ar

Mulher morre após batida de buggy em pacote sem identificação em praia da grande Natal


Buggy bateu em pacote sem identificação na praia de Santa Rita, no litoral potiguar — Foto: Redes sociais

Uma mulher de 41 anos morreu em um acidente que aconteceu na noite de sábado (8) na praia de Santa Rita, no município de Extremoz, região metropolitana da capital. O buggy em que ela estava bateu em um pacote sem identificação, no mesmo formato de outros que aparecem no litoral potiguar desde o ano passado. O motorista e outra passageira do veículo ficaram feridos.

O caso foi confirmado pelo Comando do Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE) e por Luiz Thiago, do Sindicato dos Bugueiros Profissionais do Rio Grande do Norte (Sindbuggy). De acordo com com o profissional, havia três pessoas no carro particular, de uma família moradora da Redinha. O acidente aconteceu por volta das 19h, quando o veículo passava pela orla e bateu no pacote.

Com o impacto, as mulheres teriam sido arremessadas por cima do veículo. Uma das passageiras morreu no local, antes do socorro. A outra mulher e o motorista, que fraturou uma perna, foram socorridos ao hospital. O G1 ainda não conseguiu confirmar o estado de saúde deles com a equipe do Hospital Walfredo Gurgel.

Pacotes como o que causou o acidente deste sábado (8) começaram a aparecer no litoral potiguar em outubro do ano passado, após surgirem, inicialmente, em vários estados nordestinos.

No litoral alagoano, análises realizadas por biólogos do Instituto do Meio Ambiente (IMA) constataram que os pacotes são feitos de polímero, um material sintético feito a partir de derivados do petróleo, mas a origem dos pacotes nunca foi explicada pelas autoridades.

Carro bateu em pacote sem identificação que apareceu na areia da Praia de Santa Rita, em Extremoz, na região metropolitana de Natal — Foto: Redes sociais

Fonte:G1/RN

Nota do Ministério público criminaliza vazamento, mas não nega teor; leia


“A  força-tarefa da Lava Jato no Ministério Público Federal do Paraná(MPF/PR) vem a público informar que seus membros foram vítimas de ação criminosa de um hacker que praticou os mais graves ataques à atividade do Ministério Público, à vida privada e à segurança de seus integrantes.

A ação vil do hacker invadiu telefones e aplicativos de procuradores da Lava Jato usados para comunicação privada e no interesse do trabalho, tendo havido ainda a subtração de identidade de alguns de seus integrantes. Não se sabe exatamente ainda a extensão da invasão, mas se sabe que foram obtidas cópias de mensagens e arquivos trocados em relações privadas e de trabalho.

Dentre as informações ilegalmente copiadas, possivelmente estão documentos e dados sobre estratégias e investigações em andamento e sobre rotinas pessoais e de segurança dos integrantes da força-tarefa e de suas famílias.

Há a tranquilidade de que os dados eventualmente obtidos refletem uma atividade desenvolvida com pleno respeito à legalidade e de forma técnica e imparcial, em mais de cincoanos de Operação.

Contudo, há três preocupações. Primeiro, os avanços contra a corrupção promovidos pela Lava Jato foram seguidos, em diversas oportunidades, por fortes reações de pessoas que defendiam os interesses de corruptos, não raro de modo oculto e dissimulado.

A violação criminosa das comunicações de autoridades constituídas é uma grave e ilícita afronta ao Estado e se coaduna com o objetivo de obstar a continuidade da Operação, expondo a vida dos seus membros e famílias a riscos pessoais. Ninguém deve ter sua intimidade – seja física, seja moral – devassada ou divulgada contra a sua vontade. Além disso, na medida em que expõe rotinas e detalhes da vida pessoal, a ação ilegal cria enormes riscos à intimidade e à segurança dos integrantes da força-tarefa, de seus familiares e amigos.

Em segundo lugar, uma vez ultrapassados todos os limites de respeito às instituições e às autoridades constituídas na República, é de se esperar que a atividade criminosa continue e avance para deturpar fatos, apresentar fatos retirados de contexto, falsificar integral ou parcialmente informações e disseminar “fake news”.

Entretanto, os procuradores da Lava Jato não vão se dobrar à invasão imoral e ilegal, à extorsão ou à tentativa de expor e deturpar suas vidas pessoais e profissionais. A atuação sórdida daqueles que vierem a se aproveitar da ação do “hacker” para deturpar fatos, apresentar fatos retirados de contexto e falsificar integral ou parcialmente informações atende interesses inconfessáveis de criminosos atingidos pela Lava Jato.

Por fim, os procuradores da Lava Jato em Curitiba mantiveram, ao longo dos últimos cinco anos, discussões em grupos de mensagens, sobre diversos temas, alguns complexos, em paralelo a reuniões pessoais que lhes dão contexto. Vários dos integrantes da força-tarefa de procuradores são amigos próximos e, nesse ambiente, são comuns desabafos e brincadeiras. Muitas conversas, sem o devido contexto, podem dar margem para interpretações equivocadas. A força-tarefa lamenta profundamente pelo desconforto daqueles que eventualmente tenham se sentido atingidos.

Diante disso, em paralelo à necessária continuidade de seu trabalho em favor da sociedade, a força-tarefa da Lava Jato estará à disposição para prestar esclarecimentos sobre fatos e procedimentos de sua responsabilidade, com o objetivo de manter a confiança pública na plena licitude e legitimidade de sua atuação, assim como de prestar contas de seu trabalho à sociedade.

Contudo, nenhum pedido de esclarecimento ocorreu antes das publicações, o que surpreende e contraria as melhores práticas jornalísticas. Esclarecimentos posteriores, evidentemente, podem não ser vistos pelo mesmo público que leu as matérias originais, o que também fere um critério de justiça. Além disso, é digno de nota o viés tendencioso do conteúdo até o momento divulgado, o que é um indicativo que pode confirmar o objetivo original do hacker de, efetivamente, atacar a operação Lava Jato.

De todo modo, eventuais críticas feitas pela opinião pública sobre as mensagens trocadas por seus integrantes serão recebidas como uma oportunidade para a reflexão e o aperfeiçoamento dos trabalhos da força-tarefa.

Em paralelo à necessária reflexão e prestação de contas à sociedade, é importante dar continuidade ao trabalho. Apenas neste ano, dezenas de pessoas foram acusadas por corrupção e mais de 750 milhões de reais foram recuperados para os cofres públicos. Apenas dois dos acordos em negociação poderão resultar para a sociedade brasileira na recuperação de mais de R$ 1 bilhão em meados deste ano. No total, em Curitiba, mais de 400 pessoas já foram acusadas e 13 bilhões de reais vêm sendo recuperados, representando um avanço contra a criminalidade sem precedentes. Além disso, a força-tarefa garantiu que ficassem no Brasil cerca de 2,5 bilhões de reais que seriam destinados aos Estados Unidos.

Em face da agressão cibernética, foram adotadas medidas para aprimorar a segurança das comunicações dos integrantes do Ministério Público Federal, assim como para responsabilizar os envolvidos no ataque hacker, que não se confunde com a atuação da imprensa. Desde o primeiro momento em que percebidas as tentativas de ataques, a força-tarefa comunicou a Procuradoria-Geral da República para que medidas de segurança pudessem ser adotadas em relação a todos os membros do MPF. Na mesma direção, um grupo de trabalho envolvendo diversos procuradores da República foi constituído para, em auxílio à Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação da PGR, aprofundar as investigações e buscar as melhores medidas de prevenção a novas investidas criminosas.

Em conclusão, os membros do Ministério Público Federal que integram a força-tarefa da operação Lava Jato renovam publicamente o compromisso de avançar o trabalho técnico, imparcial e apartidário e informam que estão sendo adotadas medidas para esclarecer a sociedade sobre eventuais dúvidas sobre as mensagens trocadas, para a apuração rigorosa dos crimes sob o necessário sigilo e para minorar os riscos à segurança dos procuradores atacados e de suas famílias.

Lava Jato

Assessoria de Comunicação – Ascom

Ministério Público Federal no Paraná”