terça-feira, 11 de junho de 2019


Governo anuncia redução no preço da gasolina nas refinarias

O governo Federal anunciou, nesta terça-feira (11), a redução no preço do litro da gasolina nas refinarias. Segundo o governo, o preço médio do combustível vendido às distribuidoras caiu de R$ 1,81 para R$ 1,75. De acordo com a Petrobras, a redução no preço médio foi de 3%.

Pela tabela da Petrobras, o menor valor praticado pelas refinarias é na cidade de São Luís (R$ 1,59). Em seguida, vêm as cidades de Itacoatiara, no Amazonas ( R$ 1,62); Ipojuca, em Pernambuco (R$ 1,65); e Guamaré, no Rio Grande do Norte, e Manaus (R$ 1,66).Os maiores preços estão em Brasília (R$ 1,89), Senador Canedo, em Goiás (R$ 1,88) e Uberaba (R$ 1,87), e Uberlândia (R$ 1,85), ambas em Minas Gerais.

No estado de São Paulo os maiores preços são os de Ribeirão Preto (R$ 1,84), Barueri (R$ 1,83) e Paulínia (R$ 1,79). No Rio de Janeiro, maior estado produtor de petróleo do país, a gasolina é vendida pela Refinaria de Duque de Caxias a R$ 1,77 e na de Volta Redonda, a R$ 1,80.

Segundo a Petrobras, a política de preços para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais desses produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias.

“A paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos. Além disso, o preço considera uma margem que cobre os riscos [como volatilidade do câmbio e dos preços]”, informou a companhia em sua página na internet.

Ainda de acordo com a estatal, a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras são diferentes dos produtos no posto de combustíveis. “São os combustíveis tipo A, ou seja, gasolina antes da sua combinação com o etanol, e diesel, também sem adição de biodiesel. Os produtos vendidos nas bombas ao consumidor final são formados a partir do tipo A misturados a biocombustíveis. Os preços que divulgamos aqui se referem aos produtos tipo A”, esclareceu a Petrobras.

Dupla é presa na tarde desta terça na zona norte de Caicó

No início da tarde desta terça-feira (11), guarnições da Polícia Militar de Caicó conseguiram prender no Bairro Boa Passagem, dois indivíduos em atitude suspeita. Um deles estava portando uma arma de fogo.

Foram presos, Victor Hugo de Araújo e Gorge Lee, ambos com passagem pela Polícia. Os dois foram levados para Delegacia de Polícia Cívil em Caicó e nas próximas horas serão encaminhados para o Presídio Pereirão em Caicó.

Receita Federal fecha fábrica de cigarros irregular na Grande Natal

Receita Federal fecha fábrica de cigarros irregular em Macaíba — Foto: Julianne Barreto/Inter TV Cabugi

Uma fábrica de cigarros irregular que funcionava em Macaíba, na Grande Natal, foi fechada nesta segunda-feira (10), em uma operação da Receita Federal. De acordo com a Receita, foi constatada a falta de pagamento de tributos federais, em valores estimados em R$ 1 bilhão, incluindo multa e juros, além da existência de sócios laranjas na administração da empresa.

A ação foi denominada de Operação Grandes Rios. De acordo com a Receita Federal, a fábrica operava com mais de 300 funcionários. Uma outra operação já havia fechado a fábrica de cigarros, no entanto ela voltou a funcionar.

A Operação Grandes Rios, iniciada em abril pela Receita Federal em conjunto com a Polícia Federal e com o Ministério Público Federal, investigou a ocorrência de crimes contra a ordem tributária no setor de fabricação de cigarros.

Na ocasião foram cumpridos mandados de busca e apreensão nos estados do Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Pernambuco e São Paulo. A Receita Federal diz que, na ocasião, foram obtidas provas para identificar o grupo econômico oculto responsável pela gestão das empresas constituídas por sócios “laranjas”.

Ainda segundo a Receita, a operação realizada nesta segunda (10) também houve a constatação de sócios sem capacidade financeira e operacional para a gestão da empresa. A ação teve participação de 17 auditores-fiscais, apoio da PF e apoio logístico da Marinha do Brasil e do Exército Brasileiro.

Do G1 RN

STF PODE SOLTAR LULA NAS PRÓXIMAS HORAS



O ex-presidente Lula pode ser solto nas próximas horas por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão pela soltura poderá vir após conversas entre o ex-juiz Sérgio Moro e o procurador Deltan Dallagnol terem sido divulgadas pelo site The Intercept Brasil.

Nas mensagens trocadas entre Moro e grupo de procuradores do Ministério Público Federal (MPF), no Telegram, o ex-juiz combinava os passos da força-tarefa com Deltan com o objetivo de impedir a candidatura de Lula e, após sua prisão, a eleição do candidato do PT Fernando Haddad.

Ficou evidente que nem Moro nem MPF tinha provas concretas dos crimes imputados a Lula, muito menos do tríplex que o levou à prisão.

Pois bem, diante da repercussão internacional já é esperada uma reviravolta no Caso Lula –como o mundo batizou por meio da imprensa.

É nesse contexto que o ministro Gilmar Mendes, do STF, liberou o habeas corpus impetrado pela defesa do ex-presidente que é mantido preso político na Polícia Federal do Paraná há 1 ano e dois meses. Ele havia pedido vista do processo quando o placar na Segunda Turma era 2 a zero contra a libertação do petista.

Na manhã desta terça (11), as Primeira e Segunda Turmas do STF convocaram sessão extraordinária diante da “bomba” da Lava Jato revelada pelo Intercept. A expectativa é que Lula fique livre, leve e solto nas próximas horas.

Facções do Nordeste usam matança e atentados para manter redutos e desafiar PCC

As facções criminosas nordestinas atuam sem grande organização, caixa ou capilaridade. Como estratégia na guerra pelo controle do crime organizado em comunidades e presídios da região passaram, então, a adotar a violência extrema.

Nos últimos anos, estados como Rio Grande do Norte, Ceará e Sergipe viram suas taxas de assassinatos dispararem, ao mesmo tempo em que grupos locais passaram a atuar contra o que funcionava como um monopólio do PCC (Primeiro Comando da Capital).

A tática é usar terrorismo e mortes sangrentas como estratégia na disputa pelas áreas. Segundo o mais recente Atlas da Violência, com dados de 2017, Rio Grande do Norte (com taxa de 62,8 assassinatos para 100 mil habitantes), Ceará (taxa de 60,2) e Sergipe (57,4) ocuparam três das quatro primeiras colocações no ranking de taxa de assassinatos do país — o Acre fecha o top 4.

Entre 2012 e 2017, os três estados tiveram alta nas taxas de mortes violentas de 80,4%, 34,9% e 37,8%, respectivamente. Todos tiveram taxas de homicídio mais graves do que o país mais violento do mundo: Honduras, que figura com 55,5 homicídios por 100 mil habitantes.

O primeiro grande episódio de barbárie das facções nordestinas ocorreu no Maranhão, em 2014, quando dois grupos locais em guerra (Bonde dos 40 e Primeiro Comando do Maranhão) assassinaram presos no Complexo Penitenciário de Pedrinhas. Imagens de detentos sendo degolados ganharam o mundo e foram comparadas com atuação do grupo Estado Islâmico.

Grupos menores foram então se formando em muitos estados. Uma série de mortes –algumas com requintes de crueldade– ocorreram dentro de comunidades controladas. A história de fundação é similar: contra as ordens de líderes do PCC e o envio de recursos obtidos pelo crime para São Paulo. “Esses grupos menores usam a violência extrema, matam, cortam pessoas e invadem áreas. Não há dúvidas de que são mais violentos”, diz o coronel Maurício Iunes, ex-comandante da Polícia Militar de Sergipe e pós-graduado em gestão de segurança pública. “O PCC sabe que, agindo com violência, vai levar polícia àquela localidade. Então evita isso.”.

UOL.

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