domingo, 16 de junho de 2019


Vitima de disparos de arma de fogo morre no centro cirúrgico do Hospital Regional de Caicó

O caicoense, Fábio Oliveira dos Santos que foi vítima de disparos de arma de fogo no final da tarde deste domingo (16), no Bairro Boa Passagem, não registiu aos ferimentos e morreu no centro cirúrgico do Hospital Regional de Caicó.

Fabinho como é mais conhecido, teria discutido com o irmão que sacou uma arma de fogo e efetou 5 disparos contra sua pessoa. O autor dos disparos fugiu do local levando a arma de fogo usada no crime.

São João do Assú 2019 : Show de Matheus e Kauan é adiado

O show da dupla sertaneja Matheus e Kauan, que aconteceria na noite deste domingo (16), foi adiado.

A assessoria da dupla comunicou que em virtude do mau tempo o voo dos cantores estava atrasado e eles estavam com dificuldade de chegar para se apresentarem no horário previsto.

Ficou acertado que o show será realizado na sexta-feira, dia 21 de junho, à meia noite.

Urgente : tentativa de homicídio na zona norte de Caicó

Por volta 17:35 deste domingo (16), foi registrado uma tentativa de homicídio na rua Tereza de Medeiros, mais precisamente por trás do Campo de Gilson no Bairro Boa Passagem.

De acordo com informações, Fábio Oliveira dos Santos foi vitima de 5 disparos após uma discussão com outra pessoa.

Fábio foi socorrido para o Hospital Regional de Caicó por uma equipe do serviço de atendimento móvel de urgência (Samu), e foi levado para o centro cirúrgico daquela casa de saúde. O seu Estado de saúde é considerado grave.

Vazamento de diálogos põe Brasília em alerta

“Telefone só serve para marcar reunião em lugar errado.” A frase citada pelo deputado João Roma (PRB-BA), vice-líder do governo Jair Bolsonaro na Câmara, funciona como “mantra” para alertar que não se deve usar o telefone para passar informações “quentes”, mas para despistar possíveis tentativas de grampo. “Sigo esse ensinamento do ex-presidente Tancredo Neves quando tenho de tratar de algo pessoal ou delicado.”

O deputado não está sozinho. O vazamento de diálogos envolvendo autoridades acendeu uma luz amarela na Praça dos Três Poderes. No Congresso, a ação básica agora é a ativação da “confirmação em duas etapas” nos aplicativos de mensagens, o que confere maior segurança às conversas. Dentro do Planalto, o Gabinete de Segurança Institucional baixou ordem para que se usem aparelhos criptografados oferecidos pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

Já no Supremo Tribunal Federal, um integrante da Corte ouvido reservadamente pela reportagem disse que não dá mais para encarar o WhatsApp como um aplicativo privado, mas, sim, como um “alto-falante” que espalha conteúdo abertamente. Em Brasília, muitos têm migrado para o aplicativo de mensagens privadas Signal, considerado, por ora, o mais seguro da categoria.

O clima é de vigilância constante. Deputados e senadores que não se atentavam para questões de segurança digital passaram a buscar medidas para garantir privacidade no mundo virtual. Na semana passada, termos como “reforma da Previdência” e “crédito suplementar” deram lugar a “confirmação em duas etapas” e “criptografia”.

O fato de ainda não haver registro de ataques a aparelhos funcionais do Legislativo não evitou que aumentasse a busca de parlamentares pelo setor de tecnologia da Casa, atrás de auxílios técnicos e pedidos de varreduras, para verificar se seus aparelhos estão grampeados. Para Roma, “essas arapongagens e fake news” são coisas antigas na política. “Mudam apenas os meios tecnológicos.” O líder do Podemos, deputado José Nelto (GO), busca informações sobre como proteger sua conta e pretende levar uma orientação para que sua bancada adote a dupla verificação nos aparelhos.

Há quem se prepare contra invasões há tempos, como o deputado e líder do MBL Kim Kataguiri (DEM-SP). “Sou técnico em processamento de dados, não leu meu Wikipédia?”, brincou. Para ele, a adoção de duas senhas não é suficiente para evitar a ação de hackers. “Criptografo todos os dados do celular, pago antispyware”, disse, citando programa que detecta “espiões”.

A prevenção, em alguns casos, passa pela substituição frequente de equipamentos. O deputado do PSL Alexandre Frota (SP) troca de aparelho a cada três meses. “Todo mundo fica tendo acesso ao número e acaba que fica vulnerável.” A líder do governo no Congresso, Joice Hasselmann (PSL-SP), adota a prevenção como maneira de coibir possíveis ataques. Todos os meses, seus dois aparelhos passam por varreduras de técnicos de segurança da informação. A deputada não atende telefonemas de números desconhecidos.

Celular criptografado não ganha adeptos no Planalto

No Planalto, os aparelhos celulares criptografados fornecidos pelo GSI não conquistaram usuários ilustres. A ideia era que ministros e o presidente Jair Bolsonaro tivessem uma comunicação mais segura, mas os telefones só falam entre si e não têm muitas funcionalidades. Por isso, não ganhou muitos adeptos no governo. Bolsonaro, durante café da manhã com jornalistas na sexta-feira, 14, disse que não usa o aparelho recomendado. “Sigo agindo da mesma maneira. Não tenho nada a esconder.”

No Supremo e na Procuradoria-Geral da República, a atenção foi redobrada. “Imaginem, Vossas Excelências, se algum de nós perde o celular”, disse o ministro do STF Ricardo Lewandowski, em sessão realizada na terça-feira passada.

Ministros do STF adotam cautela em comunicações privadas

Ministros do tribunal costumam ser cautelosos em suas comunicações privadas. Como estão acostumados a decretar quebra de sigilo telefônico, sabem que não estão imunes a vazamentos. É prática dentro do STF não fazer ligações por linhas telefônicas, mas chamadas de áudio via WhatsApp, consideradas mais seguras que as comuns.

Em conversa com jornalistas, o ministro Gilmar Mendes demonstrou preocupação com o risco de ataques, especialmente com o plenário virtual da Corte, plataforma online onde processos são julgados. “Veja o tumulto que pode ocasionar uma invasão nessa área. Muitas vezes, deixamos votos em preparação e podemos mudar esse voto. Imagine uma violação no meio da preparação de um voto? Isso tem resultados trágicos”, afirmou Gilmar.

O uso de “bots”, aplicativo que simula ações humanas para, entre outras tarefas, impulsionar conteúdo, foi citado pela ministra Cármen Lúcia. “Hoje temos a informação e a deformação de retóricas que não têm nem fonte humana, mas que têm consequência jurídica, política e institucional de toda a natureza”, disse Cármen. “Nós estamos ingressando no Admirável Mundo Novo, no 1984, de George Orwell”, completou Lewandowski. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estadão Conteúdo / BG

Combustível de qualidade você vai encontrar nos postos santana e Boa Passagem

Aqui você encontra um preço super promocional em gasolina comum e aditivada!

Posto Santana I fica na Av. Coronel Martiniano no Centro de Caicó. Funcionamos 24 horas.

O Posto Boa Passagem fica na Av. Rui Mariz no Bairro Boa Passagem. Funcionamos 24 horas.

O Posto Boa Passagem é o único posto de Caicó que vende gás veicular.

Contatos : 84 - 3417 - 2652

JUSTIÇA DIZ QUE NÃO RECONHECE AUTENTICIDADE DE MENSAGENS VAZADAS PELO INTERCEPT


Ministério da Justiça afirmou, neste sábado, 15, que não confirma a veracidade das mensagens divulgadas pelo site The Intercept Brasil, que ontem divulgou novos trechos de diálogos atribuídos ao ministro da pasta, Sérgio Moro, e procuradores da força-tarefa da Operação Lava Jato.

Por meio de nota, o MJ declarou que “não reconhece a autenticidade e não comentará supostas mensagens de autoridades públicas colhidas por meio de invasão criminosa de hackers e que podem ter sido adulteradas e editadas”.

A Pasta reitera “a necessidade de que o suposto material, obtido de maneira criminosa, seja apresentado a autoridade independente para que sua integridade seja certificada.”

De acordo com mensagens divulgadas ontem, o ex-juiz federal pediu aos procuradores em Curitiba (PR) que divulgassem uma nota à imprensa para responder ao que chamou de “showzinho” da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e apontar “contradições” do petista, após o depoimento prestado por ele no caso do triplex do Guarujá (SP).

O pedido, de acordo com o site, foi feito por Moro ao então procurador da República Carlos Fernando dos Santos Lima na noite do dia 10 de maio de 2017 – mesmo dia do depoimento prestado por Lula. O vídeo da audiência foi divulgado por decisão do próprio Moro, então magistrado da 13.ª Vara da Justiça Federal no Paraná.

Os supostos diálogos, que envolvem também mensagens do procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa do Ministério Público Federal (MPF) em Curitiba, mostram que os procuradores acataram a sugestão do atual ministro para tirar o foco de Moro e protegê-lo. Segundo o site, as conversas ocorreram por meio do aplicativo Telegram e foram enviadas por fonte anônima.

Ontem, em nota publicada em rede social, o procurador Carlos Fernando Santos Lima afirmou desconhecer “completamente as mensagens citadas” pelo site. “(…) Acreditando singular que o ‘órgão jornalístico’ volte-se agora contra mim, aparentemente incomodado pelas críticas que tenho feito ao péssimo exemplo de ‘jornalismo’ que produz”, escreveu ele.

Tanto Moro quanto alguns procuradores do MPF, entre eles Dallagnol, relataram àPolícia Federal que seus aparelhos celulares foram invadidos por hackers. O caso está sob investigação da PF. Para os advogados de defesa de Lula, as primeiras mensagens divulgadas pelo site sobre as supostas conversas entre Moro e Dallagnol, no último domingo, mostram “completo rompimento da imparcialidade objetiva e subjetiva” no julgamento do ex-presidente pelo então juiz federal.

Em entrevista exclusiva publicada ontem pelo Estado, Moro afirmou que o País está diante de “um crime em andamento” promovido por uma organização criminosa profissional e que ele não vai se afastar do cargo. Segundo o ministro, não há riscos de anulação do processo do triplex do Guarujá, que levou à condenação e prisão do ex-presidente Lula.

ESTADÃO CONTEÚDO