domingo, 23 de junho de 2019


Acidente envolvendo ônibus da banda Aviões deixa um homem morto, na PB

Um homem morreu, na tarde deste domingo (23), depois de um acidente envolvendo uma moto e o ônibus da banda Aviões, no km 17 da BR-412, na Paraíba. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o homem de 78 anos estava pilotando a moto e teria provocado o acidente. Ele bateu na lateral do coletivo e morreu.

Conforme a PRF, o acidente aconteceu no trevo que dá acesso à cidade de Boa Vista, no Agreste paraibano. A moto bateu na lateral do ônibus, não obedecendo a preferência da via, de acordo com a PRF.

O grupo Aviões, juntamente com o cantor Xand Avião, faz show na noite deste domingo (23) em Campina Grande. No entanto, não há informações se a banda estava dentro do ônibus e se seguia para a cidade no momento do acidente.

G1-PB

Urgente: deficiente auditivo é vitima tentativa de homicídio na tarde deste domingo em Caicó


Por volta 15:30 deste domingo (23), foi registrado uma tentativa de homicídio na Vila II do Perímetro Irrigado Sabugi, zona rural de Caicó. O deficiente auditivo conhecido por "Mudinho", parou o seu veiculo e ofereceu uma carona para um desconhecido, o qual desferiu dois golpes de facção contra o mesmo e fugiu levando a chave do veículo. A vítima foi atingido em um dos braços e na cabeça, e  foi socorrido por populares para o Hospital Regional de Caicó e o seu estado de saúde é considerado grave. O mesmo será transferido para Natal.

Provalmente o acusado tentou roubar o veículo da vítima e não teve êxito. A vítima é mudo e surdo.

Homem é vitima de atropelado e espancado na manhã deste domingo em Caicó

A vítima do atropelamento que aconteceu nesta manhã de domingo (23) em Caicó é o caicoense, Rafael (Funcionário do Posto Adauto Dias), o mesmo corria em preparação para a corrida de Sant’Ana quando foi surpreendido por um carro tipo Celta (Placa MOE 8696 - João Pessoa), que o atropelou na BR 427 na altura da concessionária Toyolex, o motorista achando pouco, desceu do carro e agrediu a vítima.

A vitima sofreu um corte na cabeça e fraturou a perna em dois lugares.

A polícia foi acionada e busca encontrar o condutor do veículo.

Uso de Spray no futebol causa ação na justiça contra a Fifa

O torcedor brasileiro se desacostumou a ver os árbitros utilizando spray para marcar barreiras durante as partidas de futebol no País. Desde o fim de 2017, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) proibiu o uso do produto em todas os jogos organizados pela Fifa, mas a entidade máxima do futebol ignora a medida. O mesmo acontece com a Conmebol. Com isso, o spray está sendo usado em todos os 26 duelos da Copa América.

A polêmica teve início depois da Copa do Mundo de 2014, também realizada no Brasil. Os criadores do spray, o mineiro Heine Allemagne e o argentino Pablo Silva, dizem que tinham um acordo com a Fifa pelo reconhecimento da tecnologia. No entanto, a entidade voltou atrás e passou a utilizar produtos de outros fornecedores.

“A Fifa ficou completamente hostil e não cumpriu as promessas feitas. Ela fez um programa convocando todos os ‘piratas’ do mundo e começou a usar o spray de outras empresas”, lamenta Heine. “É triste e revoltante. Me dediquei nisso durante 15 anos, seria natural uma premiação, algum retorno. A hora que a Fifa roubou a ideia, fiquei sem chão”, acrescenta.

A expectativa de Heine e Pablo era receber US$ 40 milhões (R$ 156 milhões) da Fifa. A empresa deles, a Spuni Comércio de Produtos Esportivos e Marketing Ltda, é dona da patente registrada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Ao todo, tem patentes registradas em 44 países.

Sem acordo com a Fifa, eles decidiram entrar com um processo no TJ-RJ exigindo uma indenização de US$ 100 milhões (R$ 390 milhões). A decisão do juiz Ricardo Lafayette Campos no fim de 2017 determinou uma multa de US$ 15 mil (R$ 58 mil) por cada evento que o spray for utilizado.

“Não há qualquer questão a ser dirimida a sua propriedade e, portanto, o spray é exclusivo do mesmo, sendo vedado a qualquer outro o fabrico do mesmo. Mas não é só. Há vasta comprovação de que após o invento, o réu violou a boa-fé objetiva contratual ao induzir o autor a não buscar empresas para tornar o invento, um item com produção em escala mundial, afirmando que o mesmo compraria a patente quando, na verdade, estava apenas, ao menos em sede de cognição sumária, ganhando tempo para negociar com terceiros spray semelhante ou simplesmente violar a patente do autor, ou não lhe dando a autoria correta (…) A violação do ‘fair play’, inclusive um lema de propaganda da Fifa, resta evidenciado, o que o Poder Judiciário não tolera”, alegou o juiz.

Procurada, a Fifa se limitou a dizer que continua utilizando o spray em suas competições e que não tem responsabilidade sobre torneios organizados por outras entidades, como a Conmebol com a Copa América.

O processo ainda está em primeira instância, e os advogados da Spuni acreditam que será longo. De acordo com eles, a multa ultrapassa os R$ 50 milhões por conta do uso do spray nas partidas desde o ano passado até agora. A Fifa já tentou reverter a decisão do juiz, mas sem sucesso.

Estadão Conteúdo