terça-feira, 30 de julho de 2019


Deputado potiguar demonstra decepção com Bolsonaro


“Não era isto que o Brasil queria, um desequilibrado com desequilíbrio exposto”. Foi com essas palavras que o deputado estadual Gustavo Carvalho (PSDB) externou sua decepção com o comportamento do presidente Jair Bolsonaro.

Confira o que ele colocou em seu perfil no Twitter:


BANCO DO BRASIL ANUNCIA PROGRAMA DE DEMISSÃO VOLUNTÁRIA

Banco também vai transformar mais de 300 agências em postos de atendimento avançado — Foto: © Reprodução

O Banco do Brasil anunciou nesta segunda-feira, dia 29, uma reorganização institucional que prevê um programa de demissão voluntária (PDV) e a transformação de 333 agências em postos de atendimento avançado. O plano foi aprovado pelo Conselho de Administração do banco, e as medidas serão implementadas ao longo do segundo semestres de 2019.

Não foram divulgados detalhes do PDV nem e meta de corte de vagas. Segundo comunicado distribuído ao mercado, os funcionários “que reúnam as condições estabelecidas no regulamento poderão aderir a um plano de desligamento incentivado”, que foi batizado de Programa Adequação de Quadros (PAQ).

Segundo o BB, o programa visa a equacionar “as situações de vagas e de excessos nas unidades” da instituição. O impacto financeiro do programa será divulgado até o final de agosto, diz o comunicado.

O banco também anunciou a criação da Unidade Inteligência Analítica, que acompanhará o desenvolvimento de técnicas, ferramentas e inovações que utilizam soluções com inteligência analítica e inteligência artificial, com objetivo de acelerar o desenvolvimento digital do BB.

O comunicado do banco também diz que, para aumentar a eficiência operacional, serão criadas 42 novas Agências Empresas, até outubro, transformadas 333 agências em Postos de Atendimento Avançado (PAA) e outros 49 PAAs em agências.

“O Banco do Brasil reitera que estas e outras iniciativas se alinham ao propósito de ampliar a competitividade, por meio da transformação digital e do dinamismo do modelo de atendimento e relacionamento”, diz a nota.

Intervenção Artística: Esculturas são montada na fonte da praça da igreja do Rosário em Caicó


Intervenção artística, ALADIM monteiro com a ajuda de amigos que contribuíram na execução. As esculturas foram
Feitas por Magão, a água e corante por Gercinaldo , que muito me ajudou na confecção também do aprego das obras. 


O poema do escritor Muitakitan Macedo me deixou inspirado. Vamos acordar Caicó, salvar nossa fonte que está desligada e esquecida, vamos salvar o poço de Sant’ana disse Aladim Monteiro.

Obra do novo asfalto de Caicó chega na ponte velha do Rio Seridó

Nessa etapa, a obra tem uma dimensão de dois quilômetros e começou do trevo do bairro Boa Passagem, na zona norte e vai até o cruzamento da Av. Cel, Martiniano com a Carlindo Dantas, no centro da cidade. Terminado esse trecho, os técnicos da Caixa Econômica Federal farão a medição, o pagamento e em outra etapa, o asfalto chegará na região central de Caicó.

Policia prende terceiro suspeito de roubo de ouro em Guarulhos



A Polícia Civil prendeu nesta madrugada (29) mais um homem suspeito de participar do roubo de 718,9 quilos de ouro do Aeroporto Internacional de Guarulhos na última quinta-feira (25). Ele foi detido em flagrante, segundo a polícia, com um carregador de fuzil e munição.

Segundo o Departamento Estadual de Investigações Criminais, ele teria oferecido apoio logístico para passar a carga roubada dos carros usados no assalto para outros veículos.

Outros dois suspeitos foram presos durante o fim de semana. Entre eles, está Petterson Patrício, o funcionário do aeroporto que teria sido feito de refém e obrigado a ajudar os criminosos. Segundo o advogado Ricardo Sampaio Gonçalves, que o defende, ele nega participação no roubo.

De acordo com a polícia, ao menos dez pessoas participaram do crime. O grupo chegou ao aeroporto por volta das 14h30 de quinta-feira, em dois carros disfarçados de viaturas da Polícia Federal. Fortemente armados, renderam os funcionários que faziam a manipulação da carga e os obrigaram a transferir o ouro para uma das caminhonetes. A entrada dos ladrões foi facilitada pelo supervisor de logística que afirma ter sido rendido na noite anterior.

O metal, dividido em 31 malotes, tinha como destino Nova York, nos Estados Unidos, e Toronto, no Canadá.

Agência Brasil

MOSSORÓ: Guerra de facções faz taxa de homicídio aumentar 247% em apenas 15 anos


Nas quatro horas e meia de viagem de ônibus entre Natal e Mossoró, você provavelmente vai ouvir três histórias sobre o município do semiárido do Rio Grande do Norte: 1) faz tanto calor na cidade que a água do chuveiro já desce quente sem você precisar ligar a eletricidade; 2) Mossoró foi o único local do Nordeste que expulsou o bando de cangaceiros liderado por Virgulino Ferreira da Silva, vulgo Lampião; e 3) a violência está matando muita gente em Mossoró.

Elas não são apenas anedotas: 1) às 11h do dia 18 de julho, pleno inverno, fazia 35ºC em Mossoró e a água do chuveiro caía quente sem ajuda; 2) em 1927, Lampião tentou saquear a cidade, como fez com outras dezenas, mas foi rechaçado a tiros por um grupo de moradores que se entrincheiraram até em uma igreja.

Mas, atualmente, o último ponto é o mais importante para quem vive em Mossoró: 3) como uma cidade média do interior do Nordeste, com 294 mil habitantes, pacata até 20 anos atrás, aumentou suas taxas de homicídios a níveis altíssimos e, hoje, convive com um conflito entre três facções criminosas?

A violência em Mossoró é uma espécie de símbolo do que aconteceu no Nordeste nos últimos anos.

O crescimento econômico e populacional foi acompanhado pela chegada de redes criminosas do Sudeste, como o paulista Primeiro Comando da Capital (PCC) e o carioca Comando Vermelho.

Esse movimento gerou quadrilhas locais menores, que atuam em contraposição às “gangues nacionais”. Esses grupos passaram a se digladiar pelo controle de territórios e do tráfico de drogas, fomentando uma explosão de homicídios nas capitais, mas também em cidades menores do interior, como Mossoró. Por outro lado, em geral, os investimentos dos governos nas forças policiais não acompanharam a onda de violência.

O resultado desse caldo explica o aumento de 64% na taxa de mortes violentas no Nordeste entre 2007 e 2017, segundo dados do Atlas da Violência, publicação anual do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. No mesmo período, esse índice caiu 17% no Sudeste.

Já Mossoró tinha 213 mil moradores em 2003, segundo o IBGE, e registrou 50 homicídios naquele ano – 23 casos para cada 100 mil pessoas. No ano passado, porém, foram 236 assassinatos em uma população de 294 mil habitantes – 80 mortes violentas por 100 mil. Ou seja, enquanto o número de moradores do município cresceu 38% nesse período, a taxa de homicídios aumentou 247%.

Esses dados de Mossoró, segunda maior cidade potiguar, refletem uma crise de segurança pública vivida pelo Rio Grande do Norte, hoje o Estado mais violento do Brasil. Entre os municípios do RN, Mossoró só perde em violência para a capital, Natal.

Em 2017, o Rio Grande do Norte registrou 62,8 mortes violentas por 100 mil habitantes, o maior número do país. Foi o Estado em que essa taxa mais cresceu desde 2000 – alta de 556%. Como comparação, em São Paulo, ocorrem 10 mortes por 100 mil; no Rio de Janeiro são 38 casos.

BBC