sexta-feira, 23 de agosto de 2019


Atleta caicoense é campeão paraibano de futebol sub-17


O Atleta caicoense, Andrey Bruno de 17 anos, foi campeão paraibano de futebol sub-17 jogando de lateral esquerdo pela equipe do Perilima de Campina Grande. A final ocorreu no último fim de semana no Município de Campina Grande.

Bruno já teve passagens pelo Audax SP e Bangu RJ. Recetemente Bruno foi sondado por um grande clube do futebol Nordestino. O Atleta segue treinando no clube Paraibano que vai disputar a Copa São Paulo de Futebol Júnior que acontece no próximo  mês de Janeiro em São Paulo.

Bruno é filho do ex jogador de futebol, Jussier que nos anos 90 teve uma rápida passagem pelas categorias de bases do Flamengo do Rio de Janeiro.

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Sinalização do novo asfalto continua nos dois trechos da obra em Caicó

O prefeito de Caicó, Robson de Araújo (Batata) destacou que na quinta-feira (22), a empresa responsável pela obra do novo asfalto iniciou a sinalização dos dois trechos da obra.

O trabalho começou pelo contorno do bairro Boa Passagem e passando pelo bairro Acampamento e o trecho que foi feito recentemente, que vai do trevo da Boa Passagem até o centro da cidade.

De acordo com o prefeito Batata, a empresa continua com os trabalhos nesta sexta-feira (23) e a sinalização asfáltica irá auxiliar na mobilidade urbana e possibilita um melhor ordenamento do trânsito, além de deixar a cidade muito mais segura para os condutores de veículos e pedestres.

GOVERNO DO RN PAGOU R$ 93 MIL PARA UMA NOITE DE FILME EM PARELHAS


Aconteceu na noite desta quinta-feira (23), a pré-estreia especial do filme 'Bacurau', viabilizada pelo Governo do RN. O longa metragem retornou ao seu local de origem no povoado Barra onde foi gravado, no município de Parelhas. Foi uma noite de festa. Até ai tudo bem.

O Governo do RN pagou a empresa Vitrine Filmes o valor de R$ 93,3 mil pela exibição do longa metragem.

Com florestas em chamas, Bolívia busca ajuda de super avião tanque

Bombeiros bolivianos ainda combatem os incêndios florestais que já queimaram mais de 650 mil hectares de floresta tropical, disseram autoridades nesta quinta-feira (22). 

Autoridades disseram que esperavam a chegada de uma aeronave Boeing 747 SuperTanker de combate a incêndios. Imagens de aviões militares mostravam vastos trechos de floresta tropical perto das fronteiras da Bolívia com o Paraguai e o Brasil. 

"Acreditamos que com este avião, conseguiremos extinguir o incêndio", disse o Ministro da Defesa da Bolívia, Javier Zavaleta. O presidente boliviano Evo Morales publicou no Twitter que o avião estava a caminho e incluiu um link para o radar de vôos que mostrava o SuperTanker vindo de Sacramento, nos EUA. 

Milhares de focos de incêndios florestais estão queimando a maior floresta tropical do mundo. Os incêndios dobraram neste ano se comparados com o mesmo período em 2018. 

Embora os incêndios tenham ocorrência frequente durante a temporada da seca, ambientalistas culpam o aumento expressivo de queimadas florestais causadas por fazendeiros para produzir terra para pastagem. 

Autoridades na Bolívia dizem que ainda querem determinar a causa dos incêndios. Parlamentares locais na província de Santa Cruz culpam fazendeiros e pediram uma investigação do governo federal. 

CAICOENSE É ASSASSINADO NA GRANDE NATAL


O caicoense, Silas Daniel Sales de Medeiros de 29 anos, foi assassinado a tiros na última segunda-feira (19), no Município de Macaiba na grande Natal. 

Familiares do jovem se deslocaram até o ITEP em Natal e reconheceram o corpo como sendo do caicoense Silas

No dia 12 de Março de 2014 o jovem Silas foi vítima de 4 disparos de arma de fogo quando participava de uma bebedeira na Rua Maria Rufino no Bairro João XXIII na zona oeste de Caicó.

Em Caicó o jovem residiu por muitos anos na rua Bento Pereira, mais conhecido por "Morro do Porco" no Bairro Paraiba.

Queimada na Amazônia amplia pressão mundial; Bolsonaro mantém confronto


As queimadas recordes na região amazônicavêm despertando forte preocupação dos governos europeus e da comunidade científica, com ampla divulgação negativa sobre o governo Jair Bolsonaro. Nesta quinta-feira, 22, o presidente francês, Emmanuel Macron, falou em “crise internacional” a ser discutida pelo G-7, o grupo das nações mais ricas. Bolsonaro rebateu, dizendo que a sugestão “evoca mentalidade descabida no século 21” e ressaltou que o governo já está tratando do “crime” que ocorre na área.

O encontro da cúpula do G7 começa amanhã em Biarritz, sudoeste da França. Macron cobrou a pauta ecológica publicamente. “Nossa casa está queimando. Literalmente. A Amazônia – os pulmões que produzem 20% do oxigênio do planeta – está em chamas. Membros da cúpula do G7, vamos discutir esta questão de primeira ordem!”, escreveu no Twitter.

Integrante do parlamento europeu, o político belga Guy Verhofstadt também se manifestou sobre a necessidade de levar o assunto à mesa. “Os incêndios na Floresta Amazônica são nossa preocupação. Esta questão deve ser discutida pelos líderes do G-7 neste fim de semana e uma ação internacional precisa ser tomada”, afirmou.

Em julho, foi assinado um acordo histórico entre Mercosul e a União Europeia. Para ser implementado, contudo, os termos ainda precisam ser regulamentados pelos Parlamentos. Agora organizações não governamentais como o Greenpeace estão se mobilizando no continente europeu para pressionar seus parlamentares a não aprovarem os termos – já foram enviadas cartas a parlamentares da Áustria e da Alemanha.

Também a Organização das Nações Unidas (ONU) se manifestou. “No meio da crise climática global, não podemos permitir mais danos a uma fonte importante de oxigênio e biodiversidade”, disse o secretário-geral, António Guterres. A presidente da Assembleia-Geral, María Fernanda Espinosa, cobrou “ação urgente” e a Organização Meteorológica Mundial defendeu o uso de satélites para monitorar a situação.

‘Mentalidade colonialista’, diz Bolsonaro sobre intervenção de Macron

Nas redes sociais, Bolsonaro rebateu Macron, destacando que “o governo brasileiro segue aberto ao diálogo, com base em dados objetivos e no respeito mútuo”. “A sugestão do presidente francês, de que assuntos amazônicos sejam discutidos no G-7 sem a participação dos países da região, evoca mentalidade colonialista descabida no século 21.”

Mais tarde, em sua transmissão ao vivo na internet, pediu que denúncias de incêndio criminoso na região sejam dirigidas ao perfil no Twitter do ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno. “Se tiver suspeita ou certeza que há pessoas identificadas que estão tocando fogo de forma criminosa, botem aqui.” E voltou a atacar. “ONGs não trabalham para o bem do Brasil, mas para quem paga”, declarou. “Esses países não mandam dinheiro por caridade. Espero que dê para entender isso daí. Mandam com interesse. Para atingir a nossa soberania”. O presidente disse que é preciso “equilibrar narrativas” sobre a Amazônia. Afirmou ainda que há “inimigos aqui dentro.”

Já o vice-presidente, Hamilton Mourão, falou em “má-fé” de quem vê uma crise na região. “Lá (na Amazônia) morei e sei que incêndios são episódicos em período de seca.”

Cientistas estrangeiros endurecem cobranças

Signatários de uma carta divulgada há quatro meses, pedindo que a União Europeia imponha sanções comerciais ao Brasil em caso de descumprimento de compromissos ambientais, cientistas estrangeiros endurecem as cobranças. “No Parlamento Europeu, há um movimento muito claro de exigir salvaguardas ambientais”, disse ao Estado o cientista Tiago Reis, pesquisador das relações entre commodities globais e uso do solo da Universidade Católica de Louvain, na Bélgica. “Vejo sinais claros de embargo econômico.”

Divulgada em abril, a carta contou com a assinatura de 602 cientistas de todos os 28 países membros da União Europeia. O documento pedia que o bloco condicionasse a compra de produtos brasileiros a determinados compromissos ambientais. Já a Comissão Europeia estuda há pelo menos quatro anos como suas relações comerciais afetam o clima mundial. A conclusão principal é de que adquirir produtos de um país que promova o desmatamento seria como “exportar desmatamento”.

Mercado ecoa preocupação

Especialista em alimentação, o pesquisador Mikael Linder, da Universidade Livre de Bolzano, na Itália, também ecoa essa preocupação. “É a imagem do Brasil. Nota-se uma associação dos produtos brasileiros à imagem da degradação ambiental”, avalia. Segundo ele, pesquisas preliminares apontam que, nos últimos meses, houve uma redução de alimentos de origem brasileira nas gôndolas dos mercados.

“Um modo para pressionar por mudanças no modo como o Brasil trata o meio ambiente poderá ser por meio de embargo a produtos nacionais”, diz ele.” Esse risco existe e pode se concretizar. É preciso que o governo federal entenda urgentemente que a preservação não é simples questão doméstica. Faz parte da agenda internacional.”

ESTADÃO CONTEÚDO