quinta-feira, 29 de agosto de 2019


Governo deposita R$ 127 mi e quita folha de agosto nesta sexta-feira (30)

O Governo do Estado conclui nesta sexta-feira (30) o pagamento salarial do mês de agosto do funcionalismo estadual. Serão R$ 127 milhões depositados para mais de 60 mil servidores, de um total de R$ 495 milhões da folha.

Recebem nesta sexta, ao longo do dia, os servidores lotados em pastas com recursos próprios e da Educação, e ainda os 70% restantes de quem recebe acima de R$ 3 mil (valor bruto).

Para o mês de setembro, as datas e valores de pagamento permanecerão em duas datas pré-agendadas: dia 16 (com parcela de 30% de quem recebe mais de R$ 3 mil (bruto) e dia 30 (os 70% restantes e o integral aos servidores lotados em órgãos com recursos próprios).

O Governo do Estado segue em trabalho diário na busca de recursos extras com medidas e ações planejadas para quitar o passivo deixado com três folhas restantes em atraso.

Para baratear gás de cozinha, governo vai acabar com diferenciação de preços dos botijões

O governo aprovou, nesta quinta-feira, o fim da diferenciação de preços de gás de cozinha (GLP), com validade daqui a seis meses. A decisão foi tomada em reunião extraordinária do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), colegiado de ministros presidido pelo ministro de Minas e Energia. A novidade faz parte da estratégia do governo de baratear o preço do gás e fazer isso chegar aos consumidores.

Hoje, o botijão residencial de até 13 quilos (que corresponde a aproximadamente 72% do mercado nacional) tem subsídio cruzado. Quem consome acima de 13 quilos acaba pagando mais. Isso não significa, porém, que o preço seja mais baixo para os vasilhames menores. A avaliação do governo é que essa política encarece outros produtos e envases para compensar perdas.

“O fim da prática de preços diferenciados de GLP corrige distorções no mercado, entre o GLP comercializado em botijões de até 13 kg e o granel, e incentiva a entrada de outros agentes nas etapas de produção e importação de GLP, ambas concentradas no agente de posição dominante. A mudança contribui com o aumento da oferta de GLP e o desenvolvimento do mercado”, informou o ministério, em nota.

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, afirma que o botijão de 13 quilos na refinaria custa R$ 23. Para o consumidor, ele chega a R$ 90. Segundo o ministro, o preço nas refinarias ou na importação cairá para até R$ 16.

— Isso vai impactar o preço final do botijão. Acabando com essa diferenciação de preços, entendemos que quem comercializar isso, seja produzido na refinaria ou importando, fará isso a R$ 16 ou R$ 17, e poderá vender a preço mais baixo para consumidor de baixa renda — disse o ministro, acrescentando: — Os resultados são esperados a partir de agora.

O ministério anunciou a revogação de uma resolução de 2005 que criou a política de diferenciação de preços, numa tentativa de baratear o gás de cozinha para consumidores de baixa renda.

Um estudo do Ministério da Economia aponta que essa política é “ineficaz, ineficiente e pouco transparente”. Além disso, barra a entrada de novos agentes no mercado.

Ao acabar com a diferenciação, o governo espera atrair novos agentes para o setor. A ideia é que a possibilidade de obter lucro aumente a competição e, consequentemente, reduza os preços finais ao consumidor.

Atualmente, o fornecimento de GLP é dominado pela Petrobras. O segmento de distribuição é concentrado em quatro empresas. O Ministério da Economia avalia que o fim da diferenciação de preços não terá impacto sobre os consumidores. O argumento é que o preço praticado no Brasil hoje é 40% maior que no mercado internacional.

Segundo o MME, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) deverá reforçar as ações de monitoramento dos preços praticados pelos agentes econômicos.

Fonte: O Globo

POLÍCIA CIVIL DEFLAGA OPERAÇÃO CONTRA TRÁFICO DE DROGAS E PRENDE QUATRO PESSOAS EM JARDIM DO SERIDÓ


A Delegacia Municipal de Jardim do Seridó, com apoio da 3ª Delegacia Regional de Polícia (DRP) de Caicó, deflagrou, na manhã desta quinta-feira (29), uma operação contra o tráfico de drogas no município de Jardim do Seridó, que resultou na prisão de três homens e de uma mulher, além da apreensão de um adolescente. Durante as diligências, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão.

Foram presos: Crismarque do Nascimento Avelino, 26 anos, Carlos Anderson dos Santos André, 23 anos, João Pedro de Oliveira Pereira, 18 anos, e Fabiana Cristina da Silva, 30 anos. Um adolescente de 16 anos foi apreendido. Ao longo da operação foram apreendidos, aproximadamente, 1,11kg de drogas, entre “crack”, cocaína e maconha, além de outros apetrechos relacionados com o tráfico.

Todos eles foram autuados pela prática do crime de tráfico de drogas e encaminhados ao sistema prisional, onde ficarão à disposição da Justiça.

A Polícia Civil pede que a população continue enviando informações de forma anônima, através do Disque Denúncia 181.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN.

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Ministro da Justiça lança plano para redução de violência

O Ministro da Justiça, Sergio Moro lança nesta quinta-feira (29) um projeto-piloto que vem sendo trabalhado há meses por sua equipe como importante aposta de ação concreta do governo federal no combate à criminalidade violenta no país.

O lançamento do chamado “Em Frente Brasil, Programa Nacional de Enfrentamento à Criminalidade Violenta” torna-se um teste de fogo para o ministro, que nesta semana viu o STF (Supremo Tribunal Federal) anular pela primeira vez uma sentença sua na Lava Jato.

Além de eventuais percalços políticos, o programa de segurança pública larga com um entrave que ameaça sua expansão, a escassez de recursos nos cofres federais.

Só para a fase inicial de teste, que envolve uma cidade de cada região do país, o plano têm custo de R$ 20 milhões, além de gasto com a mobilização de 500 policiais da Força Nacional de Segurança e de outros recursos que serão discutidos para aplicação a partir de 2020.

Se esse padrão for seguido, só para ser iniciado nas principais cidades que concentram, segundo as estatísticas, metade dos crimes violentos do país, seria preciso um orçamento anual de pelo menos R$ 480 milhões, sem contar o gasto com a multiplicação do contingente da Força Nacional, tudo isso em meio ao cenário de fortes restrições orçamentárias.

O programa federal de combate à criminalidade violenta vem sendo trabalhado desde o início do ano pela equipe do ministro, tendo selecionado cinco cidades brasileiras que integram o grupo das 120 mais violentas do país, segundo o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).

Goiânia (GO), Ananindeua (PA), Cariacica (ES), Paulista (PE) e São José dos Pinhais (PR) foram selecionadas com base nas altas taxas de homicídio e na avaliação de fatores considerados favoráveis ao sucesso da fase inicial, como a aprovação política do governador de cada estado, que é quem tem pela lei a maior responsabilidade pela segurança pública.

A partir de 2020 está prevista a implantação da segunda fase do programa, que envolve novos recursos —não informados— e a participação de mais nove ministérios com ações sociais, de educação, saúde, lazer e esporte, entre outros.

A intenção de Moro é que o eventual sucesso da proposta sirva de base para a expansão dessas ações para mais cidades que hoje integram o rol das mais violentas do país.

Caso o plano dê certo, ele representará um importante cartão de visitas para o ministro da Justiça, cujo nome é cogitado até mesmo para concorrer contra Bolsonaro em 2022, em caso de rompimento entre os dois.

O ministério afirmou ainda que, para a elaboração do projeto, foram levadas em conta “experiências exitosas nacionais e internacionais, de prevenção e redução de criminalidade violenta, com o uso de metodologias modernas de governança e gestão”, e que as ações têm como foco “a mitigação de fatores socioeconômicos de vulnerabilidade de cada território, enfrentando-se, assim, não apenas as consequências, mas as causas do problema”.

Rede potiguar de varejo investe durante a crise e dobra de tamanho


Mais de 411 mil postos de trabalho e 80 mil empresas fechadas em quatro anos. Esse é o saldo negativo do comércio no período de crise econômica nacional, segundo os últimos dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Enquanto isso, no Rio Grande do Norte, uma das principais redes varejistas do estado aproveitou o cenário de retração econômica para dobrar de tamanho. Nos últimos dois anos, o Favorito Supermercados saltou de quatro para nove unidades, além de dobrar os postos de trabalho, chegando a quase mil colaboradores no período. 

 

A expansão da rede também acontece no interior do estado. Se antes o Favorito estava presente em dois municípios, agora já são cinco cidades com a bandeira da rede. Uma das principais estratégias foi adquirir outras empresas tradicionais, mas que passavam por dificuldades no período. Em Parnamirim, por exemplo, o supermercado Boa Esperança foi repaginado e sofreu melhorias para se adequar aos padrões da sua nova marca. 

 

"Tínhamos presença forte em Natal e Macaíba, que foi onde começamos tudo. No entanto, nossos próprios clientes de outros municípios pediam o Favorito em outros locais. Além das duas cidades, estamos agora em Parnamirim, Goianinha e Canguaretama. Mantemos a identidade das lojas, para respeitar o perfil de cada cidade, mas já colocamos nossa marca em cada uma das novas unidades adquiridas. Estamos agora no processo de modernização de todas as nossas lojas", destaca Venício Gama, diretor presidente da rede. 

O Grande Ponto / Plantão Caicó