domingo, 15 de dezembro de 2019


Governo do Catar confirma quase 10 mil torcedores do Flamengo para semi contra o Al Hilal


Invasão rubro-negra? O Governo do Catar divulgou neste sábado, enquanto o Flamengo fazia seu primeiro treino no país, que 8.750 brasileiros já estão registrados para assistir ao Mundial. 

O número, porém, é apenas de torcedores saindo do Brasil com voos de todas as companhias e hotéis reservados até terça-feira, dia da semifinal contra o Al Hilal.

Enquanto a bola não rola para o Flamengo no Mundial, os torcedores fazem a festa em Doha. Nas fotos acima, Flavia Lins e Silva e João Paulo Lins e Silva posam com guia árabe, que até estava com um casaco rubro-negro.

Caso passe pelo adversário, o Flamengo vai para a final do Mundial, que será disputada no dia 20. 

A expectativa do número de torcedores, então, aumenta e pode chegar a 15 mil rubro-negros em Doha para assistir à equipe comandada pelo técnico Jorge Jesus. Diversos rubro-negros já estão na capital catari para acompanhar o time.

Neste domingo, o Flamengo fez seu primeiro treino em Doha, de olho na estreia do Mundial. 

Depois de um trabalho na academia, os jogadores foram a campo, mas apenas 15 minutos da atividade foram abertos à imprensa.

Bebidas derivadas de ‘maconha’ serão a grande aposta bilionária da Ambev

A Ambev (ABEV3), maior cervejaria das Américas e dona de marcas como Skol, Brahma e Antárctica, prepara-se para disputar um novo e promissor mercado. Sim, trata-se das bebidas à base de cannabidiol, uma das substâncias extraídas da cannabis – a popular maconha.

Segundo o banco suíço Credit Suisse, o lançamento dos produtos deve ocorrer até o fim do ano.

Em relatório assinado pelos analistas Antonio Gonzalez, Kaumil Gajrawala e Marcella Recchia, o Credit Suisse lembra que a Ambev entrou nesse mercado há um ano, quando sua subsidiária no Canadá, a Labatt Brewing, criou uma joint-venture de US$ 100 milhões com a Tilray.

Batizada de Fluent Beverage, a parceria produzirá bebidas não alcoólicas com infusão de cannabidiol.


Óleo que contaminou praias do Nordeste veio da África, diz Inpe

Estudos realizados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontam que a origem do derramamento de petróleo no litoral brasileiro estaria a milhares de quilômetros da costa do País. Mais precisamente as avaliações indicam que o óleo teria se deslocado da região sul do mar da África, em abril, até chegar à costa brasileira, em setembro.

Essa hipótese refuta completamente a linha mais recente de investigações divulgadas pela Marinha e pela Polícia Federal, que apontaram, como principal suspeito pela tragédia, o navio Bouboulina, da empresa grega Delta Tankers. No início de novembro, o Ministério da Defesa, a Marinha e a PF declararam que, por meio de geointeligência, haviam identificado uma imagem de satélite do dia 29 de julho relacionada a uma mancha de óleo a 733,2 quilômetros da costa brasileira, na região leste do Estado da Paraíba. De um dia para o outro, essa mancha teria aparecido, na região por onde o navio passava.

A nova hipótese de que o local de origem seria o mar na região sul da África é detalhada por Ronald Buss de Souza, pesquisador do Inpe que atua no Grupo de Acompanhamento e Avaliação (GAA) da crise do óleo. Oceanógrafo, Souza é chefe de gabinete e diretor substituto do Inpe. Segundo o especialista, modelos estatísticos que levam em consideração situações tecnicamente reconhecidas sobre as correntes marítimas, vento e ondas indicam que o óleo, que efetivamente chegou ao litoral de forma submersa, teria como origem a região sul da África. O pesquisador, no entanto, não detalhou se seria um acidente com embarcações ou um vazamento.

Diário da Paraíba / Portal Grande Ponto.