quarta-feira, 13 de maio de 2020


Brasil registra 749 mortes por coronavírus nas últimas 24 horas



Confira a atualização dos casos de coronavírus no Brasil de 13/05.


749 Óbitos registrados nas últimas 24 horas

188.974 Casos confirmados

97.402 Em acompanhamento

78424 Recuperados

13.149 Óbitos

2.050  Óbitos investigação



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PRF realiza Operação Nacional de Segurança Viária em todo o país




A iniciativa reforçará a fiscalização em trechos críticos de acidentes; ação está inserida no Movimento Maio Amarelo 



A Polícia Rodoviária Federal (PRF) inicia, nesta quinta-feira (14), a Operação Nacional de Segurança Viária – ONSV – nas rodovias federais de Rio Grande do Norte. A ação segue até a segunda-feira (18) e visa prevenir a violência no trânsito, a partir do reforço na fiscalização nos trechos críticos de acidentes, elencados durante o período da pandemia do novo coronavírus.

A ideia é fazer com que motoristas percebam os potenciais riscos à segurança oferecidos nesses trechos que, de acordo com dados registrados pelo órgãos, somam maior número de acidentes graves e vítimas fatais. A estratégia reforça o tema do Maio Amarelo: “Perceba o risco. Proteja a Vida”, alinhada com a campanha PRF que faz o alerta de “Em tempos de pandemia, se for sair de casa, respeite as leis de trânsito”. Com a população consciente aos riscos, de que atitudes contrárias às leis e o trânsito podem oferecer, os acidentes poderão ser evitados, haverá um menor número de feridos e maior uma disponibilidade de leitos para as vítimas do coronavírus. Além disso, vítimas de acidentes podem se tornar potenciais infectados com a COVID-19, em razão da exposição ao vírus no ambiente hospitalar.

A partir de dados estatísticos, o órgão realizou um levantamento dos trechos onde mais ocorreram acidentes graves nas rodovias federais do Rio Grande do Norte, entre 11 de março a 30 de abril deste ano de 2020. Apesar da redução da violência no trânsito nesse período, esses locais se destacaram pela quantidade de acidentes graves.

Dessa forma, a operação direcionará as ações de policiamento e fiscalização com foco na segurança viária, coibindo condutas nocivas ao trânsito como ultrapassagens proibidas, dirigir sob efeito de bebida alcoólica, uso de celular ao volante, não uso do cinto de segurança e transitar em motocicleta sem capacete.

PRF - RN / @plantaocaico 

Mais de meio milhão de pessoas se recuperaram de covid-19 nos 13 primeiros dias de maio





Nos primeiros 13 dias deste mês, mais de 500 mil pessoas se recuperaram da Covid-19 no mundo. Os dados são da universidade norte-americana Johns Hopkins, instituição considerada referência na apuração de informações em tempo real da pandemia do novo coronavírus. No Brasil, 72.597 mil pacientes já apresentaram melhora da doença, sendo 9.846 mil recuperações apenas no Ceará segundo aponta o IntegraSUS. Ao todo, até esta quarta-feira, 13, 1.523.214 milhão de pessoas foram consideradas recuperadas da Covid-19. O número representa aumento de 514.716 mil pacientes que apresentaram melhoras, desde o balanço da Johns Hopkins divulgado no último dia 30 de abril e noticiado pelo O POVO. Desta forma, a quantidade de pacientes recuperados do novo coronavírus é 5,1 vezes maior que o número de mortos em decorrência da patologia. Até às 16h20min desta quarta, 294.879 mil pessoas morreram por Covid-19 no mundo. Na última quinta, 7, a proporção de recuperações x óbitos era 4,75 vezes maior. 

O Povo - @plantaocaico 

Covid-19: 8 óbitos nas últimas 24 horas e 101 vítimas fatais no RN


O número de infecções confirmadas pelo novo Covid-19 no Rio Grande do Norte soma agora 2.365, de acordo com a Secretaria de Saúde do Estado (Sesap) hoje (13), quarta-feira. Foram registradas 8 mortes a mais nas nas últimas 24 horas., totalizando agora 101 mortos.

Há ainda 7.818 casos suspeitos, 6.280 descartados, além de 48 óbitos em investigação. São 736 pacientes recuperados.

@plantaocaico 


FAMÍLIA ABRE CAIXÃO EM VELÓRIO E CINCO SÃO CONTAMINADOS POR COVID-19 NA BAHIA





A família de uma vítima de Covid-19 abriu o caixão durante o velório na cidade de Cairu, baixo-sul da Bahia, contaminando outras cinco pessoas.

A morte foi registrada na última quinta-feira (7) por síndrome respiratória aguda grave na Santa Casa de Valença, hospital do município vizinho. Como havia suspeita de Covid-19, o caixão saiu lacrado da unidade hospitalar.

A família, contudo, resolveu abrir o caixão durante o velório, mesmo com recomendações contrárias da secretaria municipal de Saúde de Cairu.

Na segunda-feira (12), saiu o resultado do exame feito pelo Laboratório Central da Bahia que confirmou que a vítima tinha sido contaminada pela Covid-19.

Diante da confirmação, a prefeitura decidiu realizar testes rápidos em todas 12 pessoas que participaram do velório.

Mas encontrou resistência em parte da família, que não aceitava o diagnóstico de Covid-19 da vítima. Até então, a cidade não havia registrado casos de infectados com pelo novo coronavírus.

Após convencer os familiares, a prefeitura realizou os testes em 12 pessoas e identificou que cinco delas estavam com Covid-19.

Em nota, a prefeitura de Cairu informou que a família da vítima recebeu “todas as informações para realização do sepultamento seguro, bem como das normas sanitárias indicadas pelos órgãos responsáveis”. Também informou que está monitorando as pessoas próximas à vítima. “Enfermeiros, técnicos de saúde, psicólogos e assistente social da rede municipal de saúde estão oferecendo todo apoio à família e amigos da vítima. A Secretaria de Saúde lamenta pelo falecimento e deseja conforto aos familiares neste momento difícil”, disse.

Folha de São Paulo - @plantaocaico 

Unidade de suporte avançado do Samu de Caicó encontra-se sem médico de plantão nesta quarta-feira (13).


Base do Samu na zona norte de Caicó




Nesta quarta-feira (13), a Unidade de Suporte Avançado  (USA) do Samu de Caicó encontra-se sem médico de plantão.  Apenas o enfermeiro e o condutor apareceu no plantão.


O motivo da falta de médico é que a empresa contratada pelo Governo do Estado para formação de equipe médica do SAMU/RN, Reelecun Serviços Eireli, não apresentou quantitativo de médicos capacitados para o serviço de urgência e emergência.

@plantaocaico 

Integrantes da equipe econômica já admitem ampliar vigência do auxílio emergencial






Integrantes da equipe econômica já admitem, nos bastidores, que o governo pode ser obrigado a prorrogar o auxílio emergencial de R$ 600 a trabalhadores informais para além dos três meses inicialmente previstos. Depois de o secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, Carlos da Costa, admitir esta semana que medidas como essa poderiam ter “vindo para ficar”, o Ministério da Economia divulgou nota na terça-feira negando essa possibilidade.

Fontes do governo, contudo, reconhecem que a pasta está sendo pressionada a estender o benefício e até a torná-lo permanente.

Para a prorrogação por um ou dois meses do auxílio, prevista inicialmente, a justificativa é que há um elevado grau de incerteza sobre o momento em que a atividade econômica voltará à normalidade. Cada mês a mais de pagamento de auxílio custaria cerca de R$ 40 bilhões para os cofres públicos.

Os técnicos ressaltam, porém, que ainda não é o melhor momento de falar publicamente sobre a hipótese de estender o benefício, e muito menos de abrir as discussões sobre mantê-lo após a pandemia. Mas já há debates internos sobre a possibilidade de tornar o auxílio permanente, de acordo com duas fontes que acompanham o assunto.

Ao mesmo em que se discute prorrogar o auxílio, o presidente Jair Bolsonaro deve vetar a ampliação para categorias como cabeleiros e motoristas de aplicativo, sob o argumento de que essas profissões já estão atendidas pelo critério de renda. O presidente também deve rejeitar o fim da exigência de o beneficiário não ter recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2018.

Projetado em R$ 98 bilhões, o gasto com a concessão do auxílio emergencial já chegou a R$ 123 bilhões e deve crescer mais. Até o momento, 50 milhões de pessoas já foram atendidas, e esse universo deve aumentar, porque os cadastros para requerer o benefício continuam subindo.

— O grande problema é que não temos nenhum horizonte sobre o retorno da economia à normalidade, e pode até ser que a transferência de renda à população tenha que ser prorrogada — disse um auxiliar do ministro da Economia, Paulo Guedes.

Também faz parte dos estudos internos do governo a possibilidade de criação de uma renda básica para depois do auge da pandemia, mas isso não é consenso no Ministério da Economia. O valor do benefício poderia ser inferior aos R$ 600 pagos hoje como auxílio emergencial.

Segundo fontes da equipe do ministro Paulo Guedes, uma das ideias sobre a mesa é ampliar o Bolsa Família e ao menos dobrar a quantidade de beneficiários. Hoje, o programa custa pouco mais de R$ 30 bilhões por ano ao governo.

 O mesmo valor seria necessário para colocar a ideia em prática. Como se trata de uma despesa permanente, é preciso encontrar fonte de receita para fazer a medida caber no Orçamento.

Técnicos avaliam que a crise deixada pelo novo coronavírus deve se estender por mais um ou dois anos, provocando um aumento do desemprego e reduzindo a renda dos trabalhadores informais.

Redução de outros gastos
Quem defende a manutenção do auxílio emergencial para além deste ano sugere um pacote de medidas para redução de outros gastos e obtenção de novas receitas, garantindo, assim, os recursos necessários. Seriam reduzidos, por exemplo, benefícios tributários dados a setores específicos da economia, que, segundo o Orçamento de 2020, hoje custam R$ 330 bilhões.

Fontes próximas ao Ministério da Economia afirmam que a ideia seria cortar algumas disfunções tributárias específicas, e não fazer apenas um corte linear nesses gastos.

O governo também pode propor revisão de benefícios considerados ineficientes, como o abono salarial e o seguro-defeso (pago a pescadores no período em que a pesca é proibida), como forma de compensação.

A nota do Ministério da Economia, divulgada na manhã de terça-feira, afirma que a pasta tem tomado medidas de caráter temporário para combater os efeitos do coronavírus.

“As despesas criadas neste momento de excepcionalidade não devem ser transformadas em permanentes para não comprometer a recuperação das contas públicas a partir de 2021 nem a trajetória sustentável da dívida pública”, informou a pasta.

Apesar de garantir que as medidas são temporárias, a Economia disse que benefícios sociais poderiam ser avaliados, diante dos pagamentos já efetuados.

“Essa crise trouxe, entretanto, uma oportunidade para avaliar a efetividade dos programas de transferência de renda e desenhar propostas de melhorias. Projetos para a reativação da economia estão em estudo e serão divulgados no momento oportuno”, finaliza o texto.

Fonte: O Globo - @plantaocaico 

França volta às aulas e Itália reabrirá bares; Reino Unido inicia fim de isolamento


Mesmo com o receio de uma nova onda de contaminação, países que ainda registram infecções e mortes pela covid-19 tentam retomar a rotina. Nesta terça-feira, 12, pelo menos 1,5 milhão de crianças voltaram às aulas em 50,5 mil escolas na França. Na Itália, a partir da semana que vem, bares, restaurantes e salões de beleza poderão voltar a funcionar. Reino Unido se prepara para começar a afrouxar as medidas de contenção amanhã, 13.

As escolas francesas estão abertas desde segunda-feira, quando professores voltaram a suas atividades e prepararam o retorno dos alunos de creches e do primário – as unidades ficaram fechadas por um mês e meio. No entanto, o número de estudantes que retomaram a rotina representa menos de um quarto do total de 6,7 milhões de alunos do ensino fundamental na França.

A previsão do governo francês é que os estudantes do ensino médio voltem antes do fim do mês, mas isso dependerá da taxa de contaminação de suas regiões nas próximas semanas.

Há cidades, porém, que estão relutantes, assim como professores, que apelam ao direito de não trabalhar por considerar que há risco à saúde. Pais também têm medo de enviar seus filhos às escolas e, como o retorno é opcional, muitos decidiram manter os filhos em casa.

O governo estabeleceu um protocolo de segurança de 60 páginas que deve ser seguido pelos diretores de escolas. As classes só poderão ter 15 alunos cada uma. As regras também preveem que os professores usem máscaras e lavem as mãos repetidamente, incentivando os alunos a fazerem o mesmo. O retorno também é escalonado, com salas divididas em duas e estudantes se alternando a cada semana entre aulas presenciais e a distância.

Na Itália, um dos países mais afetados pela pandemia, o governo anunciou hoje que bares, restaurantes, cabeleireiros e salões de beleza poderão reabrir na próxima semana. As autoridades regionais terão a autorização para suspender as restrições a partir do dia 18.

A liberação para que cada região faça a sua abertura veio após pressão de líderes locais sobre o primeiro-ministro, Giuseppe Conti, depois de o país registrar o menor nível de infecção em dois meses – hoje, foram registradas na Itália apenas 172 mortes – no auge, o governo italiano chegou a ter quase mil mortos por dia.

“O primeiro-ministro aceitou nosso pedido de autonomia”, disse Giovanni Toti, líder de centro-direita da região da Ligúria. “Seguindo em frente, usando o bom senso, todos começaremos novamente juntos”, disse ele ao jornal The Independent.

Reino Unido se prepara para reabertura

O Reino Unido se prepara para começar a afrouxar as medidas de contenção nesta quarta-feira, mesmo depois de ter sido revelado hoje o número de atestados de óbito que apontam a covid-19 como possível causa de morte ultrapassou 40 mil no país desde o início da pandemia.

A estimativa supera o número de mortes por coronavírus em hospitais, residências e asilos confirmado por um teste oferecido diariamente pela Secretaria de Estado da Saúde, que hoje é de 32.692. Hoje, foram reportadas 627 novas vítimas.

Apesar do último aumento na mortalidade, o governo mantém a recomendação de que os funcionários que não podem trabalhar em casa comecem a conversar com suas empresas a partir de amanhã para organizar o retorno às atividades.

A partir desta quarta, além disso, atividades físicas fora de casa serão permitidas com limitações de tempo, e pessoas que não moram juntas poderão se encontrar, desde que seja mantida uma distância de segurança de dois metros entre elas.

Na prática, o roteiro anunciado no último domingo pelo primeiro-ministro, Boris Johnson, só será cumprido na Inglaterra, já que os governos autônomos de Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte consideram a o fim do isolamento social prematuro e usaram seus poderes pela primeira vez nesta crise para se distanciar do Poder Executivo central.

ESTADÃO CONTEÚDO - plantaocaico