Estados Unidos enfrentam a maior onda de roubos e homicídios das últimas décadas

dezembro 08, 2021


🚔 Data aguardada o ano inteiro pelos americanos por ser uma oportunidade ímpar de praticar o esporte nacional favorito — comprar com desconto —, a Black Friday deste ano acabou virando notícia por outro motivo: os arrastões e tiroteios nas lojas. Atônita, a população acompanhou cenas comuns em centros urbanos cercados de favelas acontecerem logo ali, na sua vizinhança. Houve saques em Los Angeles, Chicago e São Francisco, entre outras cidades. Na Carolina do Sul, uma troca de tiros dentro de um shopping deixou três feridos, entre eles uma criança de 10 anos. Em Oakland, na Califórnia, o segurança de uma equipe de TV que filmava uma invasão foi cercado por doze homens e baleado. Os roubos realizados por quadrilhas haviam, na verdade, começado antes da famosa sexta-feira, quando oitenta bandidos, divididos em 25 carros, interditaram uma rua comercial em Walnut Creek, na Califórnia, e, munidos de sprays de pimenta, subjugaram os funcionários de uma unidade da rede de luxo Nordstrom e fizeram uma limpa. Na calada da noite, ladrões ainda esvaziaram butiques das grifes Burberry e Louis Vuitton em São Francisco, deixando um prejuízo de mais de 1 milhão de dólares. 

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