domingo, 3 de janeiro de 2021


Fundação Lemann diz que vacina de Oxford pode chegar a 100 milhões de brasileiros



De acordo com a Fundação Lemann, ONG fundada pelo homem mais rico do país, Jorge Paulo Lemann, o imunizante produzido em parceria pela farmaceutica AstraZeneca com a Universidade de Oxford poderá ser aplicado a mais de 100 milhões de brasileiros. Em carta divulgada no dia 1º de janeiro, o CEO da entidade, Dênis Mizne, realiza um levantamento sobre as parcerias para garantir a vacinação em massa da população. A informação é da Veja. “A luta é grande e complexa, mas os estudos que financiamos da vacina de Oxford foram decisivos para provar a eficácia de uma vacina barata e fácil de se produzir e distribuir […] Com o esforço junto a Ambev, Lojas Americanas e outros, estamos viabilizando a construção da primeira fábrica de vacinas no Brasil e já no primeiro semestre milhões de doses serão produzidas aqui”, diz o texto. Ainda de acordo com a nota, as empresas garantiram cerca R$ 70 milhões para investimentos contra a pandemia. Parte desse montante veio de companhias internacionais como as corporações Google, Facebook, Lego Foundation e Imaginable Futures. “Temos um pipeline potencial de mais de 100 milhões de reais para 2021″, afirma Mizne, acrescentando que em 2020 a Fundação Lemann atuou ao lado do governo na gestão do ensino durante a pandemia do vírus chinês. “Beneficiamos diretamente quase 20 milhões de alunos e nossa força tarefa foi decisiva para que 92% dos estudantes de escolas públicas brasileiras conseguido estudar remotamente durante uma pandemia […] A aceleração do uso de tecnologias pelos professores e alunos foi gigantesca e nos estruturamos para transformar isso em fonte permanente de avanço para a aprendizagem no Brasil”, diz outro trecho do comunicado.

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Médico perdoa dívidas de pacientes com câncer e manda mensagem

A generosidade de um oncologista, fez com que pacientes que lutam contra o câncer começassem o ano novo mais tranquilos, livres das dívidas financeiras que tinham com o médico. O doutor Omar Atiq, nascido no Paquistão, simplesmente perdoou as dívidas de quase 200 pessoas tratadas por ele nos Estados Unidos. Eles receberam a notícia boa em uma mensagem de Natal. O médico deixou de receber U$ 650 mil, o equivalente a R$ 3,3 milhões. “Com o tempo, percebi que há pessoas que simplesmente não conseguem pagar”, disse Atiq ao jornal “Good Morning America”.

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Contrabando de cigarros gera perda de R$ 34 milhões para RN


Em cinco anos, de 2015 a 2019, a participação dos cigarros ilegais no mercado do Rio Grande do Norte saltou de 45% para 79%. É o mais elevado índice de participação desse tipo de produto dentre todos os estados das regiões Norte e Nordeste do País, juntamente com o Maranhão, que também possui 79% do mercado tomado pelas mercadorias contrabandeadas.

RN e MA estão em 2º. lugar no ranking nacional de participação de mercado ilegal, com o mesmo percentual, perdendo somente para o Mato Grosso do Sul (MS), onde o contrabando corresponde a 87% do mercado de cigarros. Os dados são os mais recentes e foram extraídos de relatório do Instituto Brasileiro de Ética Correcional (ETCO).

Os impactos na arrecadação tributária do RN são visíveis: em 2016, o Estado arrecadou R$ 64 milhões com o imposto sobre o cigarro. Em 2019, o valor caiu para R$ 34 milhões. Em 2020, a Secretaria de Estado da Tributação (SET afirma ter arrecadado em torno de R$ 30 milhões – uma queda de 53,12% em quatro anos, e uma receita R$ 34 milhões menor.

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Bolsonaro edita MP que pode impedir acesso de até 500 mil pessoas a benefício



A poucas horas do fim de 2020, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) editou uma medida provisória restringindo novamente a concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago a idosos e para pessoas com deficiência de baixa renda, que ganham até um quarto do salário mínimo. 

O texto tem vigência imediata e, como antecipou o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), pode excluir cerca de 500 mil brasileiros que teriam acesso à assistência, caso o critério de renda fosse ampliado, como vinha sendo estudado anteriormente. Essas pessoas terão de recorrer à Justiça para obter o benefício.


A medida não era unânime no governo, gerou embate entre ministérios e deve provocar polêmica no Congresso, sobretudo com o fim do auxílio emergencial a vulneráveis, o temor de aumento nas taxas de pobreza no país e uma demanda maior por programas sociais.

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