segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021


Comunidade da Barra da Espingarda poderá ser contemplada com nova passagem molhada



A comunidade da Barra da Espingarda poderá ser contemplada com a construção de uma nova passagem molhada. A indicação foi solicitada pelo vereador Júlio Filho (MDB) que apresentou a importância da viabilização da melhoria.

O vereador disse que estará em Natal nesta terça-feira (09), conversando com o deputado federal Walter Alves para tentar buscar uma emenda no valor de R$ 300 mil para a construção da obra que beneficiará centenas de famílias que residem naquela localidade que enfrentam problemas principalmente em períodos chuvosos.

É importante destacar que várias famílias que vivem da agricultura familiar, necessitam da melhoria para uma melhor trafegabilidade dos veículos que trazem os produtos para serem comercializados no perímetro urbano.


@plantaocaico 


Primeiras mudanças administrativas são realizadas na Prefeitura de Caicó

O prefeito de Caicó, Dr. Tadeu, e o vice-prefeito, Toinho Santiago, chegaram ao consenso de promover algumas mudanças na administração do município. Após uma conversa com a equipe, anunciaram as novidades através de portarias, publicadas nesta segunda-feira (08).

Foi um ajuste, após o primeiro mês de experiência, diante de como encontramos o município. Então, resolvemos promover algumas mudanças administrativas necessárias”, informou o prefeito.

Uma das mudanças foi na Procuradoria Geral do Município. O atual procurador-adjunto, advogado Danilo Lopes, deixa o cargo. Para o seu lugar, foi nomeada a, também, advogada, Maria Alice Ferreira da Silva Pereira.

Danilo Lopes assume a Secretaria de Planejamento, pasta antes ocupada por Gedson Santos, que, agora, fica, exclusivamente, na direção do Hospital do Seridó. “Caicó precisa de uma pessoa como Gedson, com dedicação exclusiva ao Hospital do Seridó, a saúde vai ganhar muito, ele é vocacionado para a saúde”, afirmou o prefeito. Tadeu disse ainda que Gedson vai dar um apoio técnico à Secretaria de Saúde de Caicó.

O prefeito apontou que a experiência de Danilo Lopes, que já foi Procurador do Município, vai dar celeridade à administração. “A gente tem pela frente o Plano Plurianual, e, Danilo tem experiência, vai nos ajudar a planejar os gastos que definem as obras e serviços que são prioritários para o município”, declarou.

Outra mudança acontece na Secretaria de Administração. O Secretário Adjunto da pasta, Eromar Zezito, deixa o cargo e vai para a Direção do Departamento de Recursos Humanos. Par ao seu lugar, foi nomeada a funcionária efetiva do município, Régia Araújo de Souza. “A gestão vai precisar de Zezito agora nos recursos humanos e sua competência no setor vai nos ajudar muito”, declarou o prefeito Dr. Tadeu.

As portarias com as mudanças foram publicadas nesta segunda-feira (08), no Diário Oficial do Município.

#SidneySilva - @plantaocaico 



Dr. Tadeu passa comando da prefeitura ao seu vice, Toinho Santiago, e viaja a Brasília em busca de recursos para Caicó



O empresário Toinho Santiago (PL), assumiu nesta segunda-feira (08), o comando da Prefeitura de Caicó. Ele e o prefeito Dr. Tadeu, assinaram o documento de passagem da gestão interina no gabinete. O vice fica no cargo até quarta (10).

“O Dr. Tadeu está indo à Brasília em busca de recursos para Caicó. Isso mostra confiança que nós temos um com o outro. Dentro das minhas possibilidades, o que puder fazer para ajudar a administração e o povo de Caicó, estou à disposição”, disse Toinho.

A viagem do gestor é com o objetivo de captar recursos financeiros que possam ser utilizados em ações, por exemplo, na área de saúde.

“A viagem foi articulada pelo Deputado Federal, João Maia (PL). Na agenda, temos encontros no Ministério da Agricultura, com o Ministério do Desenvolvimento Regional e ainda no Ministério da Saúde. Esperamos trazer boas notícias para Caicó”, disse Dr. Tadeu.

Petrobras aumenta gasolina em 8,2% e diesel em 6,2%; gás de cozinha sobe 5,1%

A Petrobras anunciou que a partir da meia-noite de terça-feira (9) haverá aumento nos preços dos três principais combustíveis vendidos pela companhia: gasolina, diesel e gás de cozinha. É o primeiro aumento após a reunião entre o presidente da estatal, Roberto Castello Branco, e o presidente Jair Bolsonaro na sexta-feira em Brasília.

Segundo a estatal, o litro da gasolina vendido nas refinarias aumentará R$ 0,17, o que levará o valor médio para R$ 2,25 por litro. Esse reajuste equivale a um aumento médio de 8,2%. No caso do diesel, o aumento será de R$ 0,13, para R$ 2,24 por litro. Nesse caso, o valor equivale à alta de 6,2%. O gás de cozinha também será reajustado, com aumento de R$ 0,14 por quilo, para R$ 2,77 – reajuste de 5,1%.

O reajuste acontece após a divulgação de dois comunicados sobre a política de preços da companhia no fim de semana. Na sexta-feira à noite, a empresa informou que a janela para verificação do alinhamento dos preços domésticos ao mercado internacional passou de trimestral para anual. A informação pegou o mercado financeiro de surpresa, principalmente porque a companhia informou que esse novo prazo vale desde junho do ano passado.

No domingo à noite, a empresa divulgou outro comunicado em que reafirma que a política de preços não foi alterada. “A manutenção da periodicidade de aferição da aderência entre o preço realizado e o preço internacional, adotada desde junho de 2020 e confirmada em janeiro de 2021, foi comunicada equivocadamente pela imprensa como alteração da política comercial da companhia”, informou a companhia.

Nesta segunda-feira, ao divulgar o novo aumento de preços, a estatal informa que os valores praticados “têm como referência os preços de paridade de importação e, dessa maneira, acompanham as variações do valor dos produtos no mercado internacional e da taxa de câmbio, para cima e para baixo”.

No comunicado divulgado nesta manhã, a estatal reforça o discurso defendido na sexta-feira no Palácio do Planalto de que “os valores praticados nas refinarias pela Petrobras são diferentes dos percebidos pelo consumidor final no varejo”. “Até chegar ao consumidor, são acrescidos tributos federais e estaduais, custos para aquisição e mistura obrigatória de biocombustíveis pelas distribuidoras, no caso da gasolina e do diesel, além dos custos e margens das companhias distribuidoras e dos revendedores de combustíveis”, cita a nota.

CNN Brasil


No ritmo atual, Brasil só conseguirá vacinar 70% da população em 2024


Se o Brasil mantiver o atual ritmo de vacinação, levará três anos para imunizar 70% da população contra Covid-19. A perspectiva de atingir só em 2024 a cobertura que permite a volta ao “velho normal” é desanimadora, mas há espaço para melhorar o desempenho, dizem cientistas. Além de, evidentemente, avançar na aquisição de vacinas, o Programa Nacional de Imunização (PNI) precisa, pontuam, ajeitar sua logística, prejudicada pela escassez dos imunizantes. Até agora, o Brasil vacinou apenas 1,5% da população. Com problemas similares, outros latino-americanos avançaram ainda menos, casos de Argentina (0,8%), México (0,5%) e Chile (0,4%). Por terem se movimentado antes e comprado mais vacinas, nações ricas como Estados Unidos, Reino Unido, Israel e Emirados Árabes Unidos estão no caminho para chegar aos mágicos 70% ainda em 2021, segundo dados do projeto Our World In Data, da Universidade de Oxford. Os cientistas ouvidos pela reportagem não quiseram arriscar quando o país pode atingir os 70% da população vacinada, com ou sem uma otimização do PNI. Um relatório da consultoria Economist Intelligence Unit buscou dar essa resposta mapeando compras de vacina mundo afora e analisando a infraestrutura de diversos países. Procurado, o Ministério da Saúde afirmou em nota já ter garantido 354 milhões de doses de vacina, suficiente para imunizar 83% da população (com duas doses). Esse número, porém, está em contratos que ainda precisam ser honrados, com a entrega de ingrediente ativo das vacinas CoronaVac e Oxford/AstraZeneca. O número também inclui doses a serem adquiridas via Covax, consórcio articulado pela OMS. Questionado sobre o prazo em que espera atingir volume maior de vacinados, a pasta informou não ter data específica: “O escalonamento dos grupos populacionais para vacinação se dará conforme a disponibilidade das doses de vacina, após liberação para uso emergencial pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária”.  #JornalOGlobo 

Governo Federal quer auxílio emergencial com novo nome, parcelas de R$ 200 e curso


O Governo Federal prepara uma proposta para liberar três parcelas de R$ 200 do auxílio emergencial, com foco nos trabalhadores informais não atendidos pelo Bolsa Família. No entanto, seria um novo programa, com outro nome e novas exigências para o recebimento do benefício. As informações são da Folha.

Segundo o jornal, a proposta passará a ser chamada de BIP (Bônus de Inclusão Produtiva) e, para receber o auxílio, a pessoa terá que realizar um curso de qualificação profissional.

Ainda de acordo com a folha, esse novo plano deve prever que o benefício esteja associado à Carteira Verde e Amarela, proposta do governo para reduzir encargos trabalhistas e estimular a formalização de pessoas de baixa renda.

A mudança no formato do auxílio reduziria os gastos do governo com o auxílio emergencial, de R$ 50 bilhões mensais gastos com as parcelas de R$ 600 em 2020, para pouco mais de R$ 6 bilhões por mês.

A justificativa para as mudanças é de que o governo não tem recursos para seguir pagando o auxílio emergencial com valores mais altos.

Para que o pagamento seja possível, o governo quer incluir uma cláusula de calamidade pública na PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do Pacto Federativo, que retira amarras do orçamento. Com isso, o novo benefício só seria pago se o Congresso aprovasse a PEC. Fonte: Folha