domingo, 22 de agosto de 2021


Caicó receberá mais de 1800 novas doses de vacina contra Covid-19 e seguirá vacinando acima de 18 anos



⚠️ Exatas 1846 doses.

💉 Esse é o número de doses de vacinas que a Secretaria Municipal de Saúde de Caicó vai receber e administrar a partir desta terça-feira, 24, contra o vírus Covid-19.

🗓 Na terça-feira, 24/08/2021: 
💉 1ª Dose (D1): população geral acima de 18 anos.

🗓 Na quarta-feira: 25/08/21

💉 2ª Dose ( D2) para 🔽
💉 Quem recebeu Coronavac até 03/08
💉 Quem recebeu Pfizer até 09/06
💉 Quem recebeu Astrazenaca/Oxford até 12/06.

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Brasil tem uma das menores médias de mortes por Covid-19 do ano

📶 O número de novas mortes por covid-19 no Brasil segue em queda e já é um dos menores do ano. Ontem (21), a média diária de mortes chegou a 773 —a mais baixa desde 7 de janeiro. Os dados são do consórcio de imprensa, integrado pelo UOL, que levanta informações junto às secretarias estaduais de saúde. ⠀

O pico da pandemia no Brasil foi em 12 de abril, com uma média de 3.125 mortes por covid-19 por dia. Em seguida, o número começou a cair, mas teve um repique no início de junho. Depois, voltou a baixar novamente. ⠀

A média de mortes atual é 14% menor que duas semanas atrás. Nenhum estado do país apresenta aceleração da pandemia. Apenas sete estão com quadro de estabilidade: Rio de Janeiro, São Paulo, Pará, Tocantins, Maranhão, Distrito Federal e Santa Catarina. Todos os demais estão em queda. ⠀

▶️ UOL - @plantaocaico 

Combate à pandemia de Covid no Brasil custa R$ 298 milhões a cada 24 horas, somente em 2021

Somente em 2021, a pandemia de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, já custou aos cofres públicos R$ 68,7 bilhões – R$ 298,6 milhões a cada 24 horas, em 230 dias, considerando até a última sexta-feira (20/8). O valor significa 53,8% do total previsto no orçamento para este ano: R$ 127,5 bilhões.

Nos próximos dias, o Brasil entrará no 17º mês com transmissão contínua do vírus.

Os dados fazem parte de um levantamento do Metrópoles com base em informações publicadas pelo Painel de Monitoramento dos Gastos da União para a Covid-19, do Tesouro Nacional, ligado ao Ministério da Economia.

A maior fatia do dinheiro não foi destinada a ações de saúde. Hoje, a verba aplicada especificamente nessa área representa somente 30% do total. O montante chega a R$ 21 bilhões na compra de vacinas e suplementação ao Ministério da Saúde e demais pastas.

O principal alvo dos investimentos do governo federal foi a renda da população vulnerável. O auxílio emergencial e o custeio do programa de incentivo ao pagamento da folha salarial abocanharam, juntos, R$ 42,2 bilhões.

Até julho, dado mais recente, o governo federal havia pagado R$ 9,64 bilhões dos R$ 27,7 bilhões previstos para a aquisição de vacinas: 34% do total.

Entre os outros gastos do governo, está o pagamento das Cotas dos Fundos Garantidores de Operações e de Crédito, que consumiu R$ 5 bilhões e já foi totalmente quitado.

O Financiamento da Infraestrutura Turística, incentivo ao setor, custou, até o momento, R$ 443 milhões. Ao todo, o governo federal planeja injetar R$ 1,92 bilhão na área.

No ano passado, o primeiro da pandemia, a União desembolsou R$ 524 bilhões para conter o avanço do coronavírus. O previsto era R$ 604,7 bilhões – o excedente ficou como restos a pagar para este ano. À época, foi criado um “orçamento de guerra” para as despesas, possibilitando ações emergenciais e permitindo endividamento.

Entre os órgãos que mais receberam dinheiro, estão o Ministério da Cidadania, que teve o caixa reforçado em R$ 36,2 bilhões; o Ministério da Saúde, que angariou R$ 19,8 bilhões; e o Ministério da Economia, que embolsou R$ 11,4 bilhões.

Em nota, o Ministério da Saúde informou dados discrepantes do Tesouro Nacional. Segundo a pasta, dos R$ 27,1 bilhões em créditos extraordinários abertos e reabertos em 2021 para aquisição de vacinas e outras despesas necessárias à imunização, R$ 26 bilhões estão empenhados, ou seja, reservados para uso. O valor exatamente quitado não foi informado.

“Os números apresentados se referem também às despesas que não são do Ministério da Saúde, como: auxílio emergencial, benefício para manutenção do emprego e da renda, infraestrutura turística, entre outros”, finaliza o texto.

▶️ Metrópoles

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